Poder

Polícia Federal incinera 226 kg de drogas em Imperatriz

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A Polícia Federal em Imperatriz realizou, na tarde de segunda-feira, 28/11, em uma Empresa de Fabricação de refrigerantes localizada na localizada na BR 010, Lagoa Verde – Imperatriz, procedimento de incineração de drogas apreendidas.

As apreensões ocorreram, entre os anos de 2011 a 2016, em operações policiais realizadas pela PF Imperatriz, em área de sua circunscrição, sendo a última, em agosto deste ano, que resultou na apreensão de 120kg de cocaína.

Ao todo, os policiais federais incineraram cerca 226 quilos de drogas, sendo 180 quilos de cocaína e 46 quilos de maconha. A ação foi autorizada pela Justiça.

Só neste ano a Delegacia de Polícia Federal em Imperatriz apreendeu 141 quilos de entorpecente, sendo 120 quilos de cocaína e 21 de maconha.


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Crime

Polícia Federal deflagra operação em Bom Jardim e Açailândia

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A Polícia Federal deflagrou, entre os dias 17 e 23 de novembro, a Operação de selva “Curupira do Norte” para combater a extração ilegal de madeira na Reserva Biológica do Gurupi e na Terra Indígena do Caru, região de Açailândia e Bom Jardim no Maranhão, respectivamente.

Nove policiais federais, em parceria com a Polícia Militar e com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) participaram dessa operação.

A Reserva Biológica do Gurupi protege uma das últimas porções da Amazônia maranhense. As áreas são alvos de desmatamentos frequentes não só para a extração de madeira ilegal, mas também para o cultivo de maconha, criação de gado, sendo frequente a presença de grileiros e posseiros.

A caça ilegal também constitui um problema sério na região. As áreas abrangidas pela operação são muito grandes e isso dificulta a fiscalização pelos órgãos federais, o que cria a necessidade de uma ação quase permanente, para que se faça cessar essas irregularidades com ações constantes para o combate ao desmatamento.

Durante a operação quatro caminhões transportando madeira ilegalmente foram apreendidos e destruídos. Um trator de rodas também foi flagrado e destruído dentro da REBIO GURUPI.

Um jipe que dava suporte às plantações de maconha foi abandonado em fuga com petrechos de tráfico e foi também destruído dentro da Reserva Indígena Caru. Uma serraria clandestina foi desativada.

Nove armas de caça e animais mortos foram apreendidos no entorno das reservas e os caçadores vão responder criminalmente. A operação também flagrou um motoqueiro transportando um saco de maconha em uma moto, com aproximadamente 1kg da droga.

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Crime

Polícia Federal deflagra operação contra pornografia infantil no Maranhão

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (22) a segunda fase da Operação Darknet, no Maranhão e em mais 15 estados do Brasil, sendo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Pará e Amazonas.

A operação tem como objetivo de combater rede de distribuição de pornografia infantil na chamada Deep Web e contou com 300 policiais federais que cumprem 70 mandados de busca e apreensão e de prisão.

A segunda fase da Operação Darknet investiga a participação de 67 pessoas na troca e na distribuição de fotos e vídeos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. Durante as investigações da Operação Darknet II, a Polícia Federal antecipou o cumprimento de 7 ordens judiciais para evitar o possível abuso sexual de crianças (Paraná, Distrito Federal e Rio de Janeiro).

Desde a primeira fase da Operação Darknet (2014), a Polícia Federal desenvolve metodologia de investigação e ferramentas para identificar usuários da Dark Web, considerado um meio seguro de divulgação de conteúdos variados de forma anônima. A arquitetura desse ambiente impossibilita a identificação do ponto de acesso (IP), ocultando o real usuário que acessa a rede. Poucas polícias no mundo obtiveram êxito em investigações na Dark Web, como o FBI, a Scotland Yard e a Polícia Federal Australiana.


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Poder

Ex-governador Sérgio Cabral é preso pela Polícia Federal

Do G1

cabralA Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta (17), o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral sob a acusação de cobrança de propina em contratos com o poder público. O ex-governador foi alvo de dois mandados de prisão preventiva, um expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e outro pelo juiz Sérgio Moro, em Curitiba.
Além de Cabral, outras nove pessoas tinham sido presas até as 8h15 (veja lista abaixo).

O objetivo da ação é investigar o desvio de recursos públicos federais em obras realizadas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, cujo prejuízo estimado é superior a R$ 220 milhões.

Presos preventivamente (sem prazo para terminar):
– Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho, ex-governador do Rio
– Wilson Carlos Cordeiro da Silva Carvalho, ex-secretário de governo do RJ;
– Hudson Braga, ex-secretário de obras;
– Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, sócio de Cabral na empresa SCF Comunicação;
– Luiz Carlos Bezerra;
– Wagner Garcia;
– José Orlando Rabelo;
– Luiz Paulo Reis
Presos temporários (com duração de até 5 dias):

– Paulo Fernando Magalhães Pinto, administrador de empresas, foi assessor de Sérgio Cabral
– Alex Sardinha da Veiga

Uma das operações é a Calicute, considerada um braço da Operação Lava-Jato no Rio, que tem como base a delação premiada do empresário Fernando Cavendish. A esposa de Cabral, Adriana Ancelmo, também é alvo de condução coercitiva por essa operação. A outra ação é da Lava-Jato, que teve como base a delação da Andrade Gutierrez e da Carioca Engenharia.

Por volta das 6h50, um carro saiu da garagem do ex-governador e muitas pessoas que estavam na porta tentaram invadir o local e gritavam pela prisão dele. Para sair do local, a polícia chegou a jogar spray de pimenta.

Ao todo, a Operação Calicute visa cumprir 38 mandados de busca e apreensão, 8 de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 14 conduções coercitivas.


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Poder

Procurador da República pede quebra de sigilo bancário de Eduardo Braide

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A Procuradoria Regional da República da 1ª Região, em parceria com a Polícia Federal, aprofundou as investigações contra o candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PMN).

O procurador regional Ronaldo Meira de Vasconcelos Albo confirmou à reportagem que pediu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1ª) a quebra do sigilo bancário de Braide. A solicitação já foi repassada ao Banco Central, que deverá comunicar à todas as agências bancárias o país.

O motivo do pedido foi com base no relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF, que detectou movimentações financeiras atípicas na conta do candidato.

O inquérito instaurado pela Polícia Federal de número 0058214-57.2016.4.01.0000 apura o envolvimento de Eduardo Braide e das empresas que atuaram no esquema que desviou milhões da Prefeitura de Anajatuba (reveja)

De acordo com documento abaixo, as investigações foram aprofundadas em 16 de setembro do corrente ano, quando a Polícia Federal deu entrada na Procuradoria Regional da República da 1ª Região informando que o inquérito já estava em andamento.

Atualmente, os autos do processo já estão bem avançados, é o que indica o relatório de movimentação da PRR 1ª Região. E, para concluir o inquérito, a Polícia Federal solicitou a dilação do prazo para 90 dias, o que já foi autorizado.

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Poder

Procuradoria da República afirma que policiais destruíram provas em São Luís

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A Procuradoria da República no Distrito Federal informou que policiais legislativo agiram também em São Luís para localizar e destruir eventuais sistemas utilizados para escutas telefônicas e ambientes.

“O objetivo era fazer a chamada contrainteligência: localizar e destruir eventuais sistemas utilizados para escutas telefônicas e ambientes. As ordens para a atividade ilegal partiram de um dos alvos da operação desta sexta-feira. Em pelo menos duas ocasiões, os agentes públicos se deslocaram até a cidade de São Luís (MA) e Curitiba (PR) para executar as tarefas”, informou o Ministério Público Federal.

Segundo este agente, em quatro ocasiões, servidores públicos fizeram varreduras em imóveis particulares e funcionais ligados a três senadores e um ex-parlamentar investigados na Operação Lava-Jato.

Na manhã desta sexta-feira (21), a Polícia Federal deflagrou a Operação Métis, no Congresso Nacional, que busca desarticular uma “associação criminosa armada” responsável por embaraçar a Operação Lava-Jato, foram apurados a partir de informações reveladas na delação premiada de um policial legislativo.

Os agentes cumpriram quatro mandados de prisão temporária contra os policiais legislativos do Senado Geraldo Cesar de Deus Oliveira, Everton Taborda e Antonio Tavares e Pedro Ricardo, diretor da Polícia Legislativa. Agentes também realizaram busca e apreensão nas dependências da Polícia Legislativa da Casa.

O MPF reforçou que a realização de varreduras em ambientes não constitui crime. Porém, duas especificidades do caso tornam a prática ilegal: endereços que passaram pela vistoria estarem vinculados a pessoas investigadas no âmbito do Supremo Tribunal Federal (pela prerrogativa de foro) e a utilização de recursos públicos na empreitada.

“A deliberada utilização de um equipamento sofisticado, de propriedade do Senado Federal, utilizando recursos públicos, passagens aéreas custeadas pelo Erário e servidores concursados, em escritórios ou residências particulares, não possui outro objetivo senão o de embaraçar a investigação de infração penal que envolve organização criminosa”, detalha um dos trechos do documento.

O ex-presidente do Senado e da República José Sarney (PMDB) e os senadores Edison Lobão (PMDB-MA), Fernando Collor (PTC-AL) e Gleisi Hoffman (PT-PR) seriam beneficiários de uma ação de contraespionagem da polícia legislativa do Senado, segundo as investigações.

A investigação, no entanto, corre em sigilo. O Ministério Público não deu detalhes sobre a atuação da Polícia Legislativa.

Com informações de O Globo


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Poder

Desembargador federal manda soltar dono da Bem Viver

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O desembargador plantonista do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), João Batista Moreira, revogou da prisão do proprietário do Centro Oncológico Brasileiro (Cobra) e diretor da Associação Bem Viver, Emílio Borges Rezende. O empresário foi preso durante a segunda fase da Operação Sermão aos Peixes pela Polícia Federal.

Segundo o despacho do magistrado, não houve justificativa para que houvesse nova prisão do empresário acima citado, uma que não houve um fato novo desde a sua prisão na primeira fase da Operação Sermão aos Peixes.

“Não parece que esse fato a mais teria impedido o Tribunal de substituir a prisão preventiva pelas referidas mediadas cautelares e não parece que isoladamente, a alienação da aeronave para obstruir apreensão/sequestro, fato ocorrido há quase um ano, seja suficiente para por si só, sustentar prisão preventiva”, declarou o desembargador.

Emílio Borges Rezende é acusado de integrar um esquema de corrupção que desviou milhões da Saúde do Maranhão durante a gestão de Ricardo Murad. Ele foi preso na semana passada após vender um avião avaliado em R$ 2,5 milhões por R$ 400 mil, em novembro de 2015. A venda foi feita três dias depois da ação federal.

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Crime

Polícia Federal deflagra operação contra fraude no BNDES no Maranhão

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A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União, cumpriu, na manhã desta quinta-feira (13), diversos mandatos de busca e preensão, de condução coercitiva e prisão temporária em São Luís, Governador Nunes Freire e Caxias.

A ação deflagrada no Maranhão faz parte da Operação Ápia que tem como objetivo de desarticular organização criminosa que atuou no estado do Tocantins fraudando licitações públicas e execução de contratos administrativos celebrados para a terraplanagem e pavimentação asfáltica em diversas rodovias estaduais.

. Ao todo estão sendo cumpridos 113 mandados judiciais expedidos pela Justiça Federal sendo, 19 mandados de prisão temporária, 48 de condução coercitiva e 46 de busca e apreensão nas cidades de Araguaína, Gurupi, Goiatins, Formoso do Araguaia, Riachinho e Palmas, no Tocantins; em Goiás, nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis; em Belo Horizonte, Brasília, São Paulo e Cocalinho (MT), além das três cidades maranhenses.

Participam da operação cerca de 350 policiais federais. A investigação apontou um esquema de direcionamento de concorrências envolvendo órgãos públicos de infraestrutura e agentes públicos do estado, nos anos de 2013/2014. Essas obras foram custeadas por recursos públicos adquiridos pelo estado, por meio de empréstimos bancários internacionais e com recursos do BNDES, tendo o Banco do Brasil como agente intermediário dos financiamentos no valor total de cerca de R$1,2 bilhão de reais.

Os recursos adquiridos tiveram a União como garantidora da dívida. O foco da investigação são as obras nas rodovias licitadas e fiscalizadas pela secretaria de infraestrutura, que correspondem a 70% do valor total dos empréstimos contraídos. Chamou a atenção dos investigadores o fato de que, em um dos contratos, uma empreiteira pediu complemento para realização da obra de mais de 1.500 caminhões carregados de brita.

Se enfileirados, esses veículos cobririam uma distância de 27 km, ultrapassando a extensão da própria rodovia. Em outra situação, a perícia demonstrou que para a realização de determinadas obras, nos termos do contrato celebrado, seria necessário o emprego de mão de obra 24 horas por dia, ininterruptamente, o que, além de mais oneroso, seria inviável do ponto de vista prático. Estima­se que o prejuízo aos cofres públicos gire em torno de 25% dos valores das obras contratadas, o que representa aproximadamente R$ 200 milhões de reais.

Os investigados responderão pelos crimes de formação de cartel, desvio de finalidade dos empréstimos bancários adquiridos, além de peculato, fraudes à licitação, fraude na execução de contrato administrativo e associação criminosa. Somadas as penas podem ultrapassar 30 anos.

O nome da operação refere­se à Via Ápia, uma das principais estradas da antiga Roma


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Poder

PF desarticula quadrilha de tráfico transnacional de cocaína no Maranhão

A Polícia Federal  deflagrou na manhã desta terça-feira (11), nas cidades de São Luis, Vitorino Freire, Pinheiro, Vitória do Mearim, Santa Inês, Olho d’Água das Cunhãs e Castanhal (PA), a Operação THUNDERBOLT, com objetivo desarticular associação criminosa especializada no tráfico transnacional de cocaína oriunda da Colômbia e Peru, tendo como destino traficantes atuantes no Maranhão.

Cerca de 68 policiais federais estão cumprindo 16 mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária e dez mandados de busca e apreensão. Além disso, o Juízo da Vara Federal da Subseção Judiciária de Bacabal também determinou o sequestro de bens e bloqueio de valores dos investigados. Também está sendo cumprido mandado de prisão preventiva contra um traficante colombiano, cujo nome foi incluído na difusão vermelha da Interpol.

A investigação, que teve início há cerca de dois anos, identificou três núcleos de uma estruturada organização criminosa de traficantes especializados na venda de cocaína principalmente na capital maranhense e nas macrorregiões de Bacabal e Santa Inês.

Um dos núcleos da organização adquiria a droga produzida na Bolívia e a transportava até o território maranhense por aeronaves e/ou veículos terrestres. Outros dois núcleos, chefiados por traficantes atuantes em Bacabal e São Luís recebiam a cocaína de um traficante colombiano residente em Letícia na Colômbia, cidade que faz fronteira com o município brasileiro de Tabatinga (AM).

O entorpecente era transportado por via fluvial até cidades ribeirinhas do Pará, de onde era levado de carro ao Maranhão. O acompanhamento dos alvos pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal durante o período da investigação possibilitou a apreensão de cerca de 200 kg de cocaína e a prisão em flagrante de oito envolvidos, além da apreensão de veículos de luxo e valores em espécie.

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Poder

O alvo é Ricardo Jorge Murad…

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O ex-gestor da Saúde do Maranhão, Ricardo Murad, é o principal e próximo alvo da Polícia Federal.

Esse fato ficou bem claro durante a coletiva de imprensa concedida pela PF, na manhã desta quinta-feira, quando o delegado Wedson Cajé Lopes revelou que Murad é, sim, investigado pelo órgão e que está prestes a ser preso.

A prisão ainda não aconteceu, segundo a PF, pelo fato de que o Ministério Público Federal (MPF) entender que faltam provas que incriminem Ricardo Murad nos desvios de milhões da saúde.

Para Cajé Lopes, o ex-gestor tem participação nos fatos investigados, afinal interviu diretamente na destruição e ocultação de provas. “Segundo descreve a representação, o vazamento das informações sigilosas está fartamente comprovado nos autos. A postagem assinada pelo então investigado Ricardo Jorge Murad, na rede social Facebook,, no dia 11 de agosto de 2015 (três meses antes da deflagração) já seria suficiente para comprovar que informações teriam saído do domínio das instituições envolvidas na investigação criminal.”, detalhou.

Não é primeira vez que o nome de Ricardo Murad surge na investigação da Polícia Federal. Em 2015, o ex-gestor apareceu no bojo do inquérito policial da 1 ª fase da operação Sermão aos Peixes, teve a prisão pedida três vezes, mas só foi conduzido coercitivamente até a sede da PF. À época, o ex-gestor foi apontado como o principal líder da organização criminosa que atuava no Sistema Estadual de Saúde.

É notório que a Polícia Federal está trabalhando arduamente para prender Ricardo Murad. Portanto, é uma questão de tempo.

ricardo


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