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Prefeito de Codó vai gastar R$ 3,2 milhões em pontes e pavimentação

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A Prefeitura de Codó, administrada por Zito Rolim, contratou a empresa Construservice Empreendimentos e Construções Ltda para realizar serviços de recuperação e manutenção de pontes de madeira e recomposição de pavimentação em diversas ruas do município.

O valor pago pelas obras será de R$ 3.252.500,28 (três milhões, duzentos e cinquenta e dois mil, quinhentos reais e vinte e oito centavos), segundo consta no Diário Oficial do Maranhão. O contrato tem vigência de apenas 6 meses.

Em novembro de 2015, o prefeito Zito Rolim se envolveu em um acidente durante a sua passagem por uma ponte, que ele iria construir e não realizou a obra, e em razão disso, foi vítima da própria negligência.

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Poder

Prefeitura de Codó licitou R$ 5 milhões para merenda, mas alunos estão sem alimentos

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O Ministério Público do Estado do Maranhão e os demais órgãos fiscalizadores devem apurar, com urgência, a aplicação dos recursos para a merenda escolar em Codó; haja vista que o Município contratou três empresas para realizar a prestação de serviço, pela exorbitante quantia de R$ 5.009.630,40, e mesmo assim alunos da Zona Rural estão sem receber a merenda e voltando mais cedo para casa.

De acordo com a denúncia, os alunos da Escola Municipal Professora Maria dos Remédios Silva Almeida, no Povoado Axixá, estão sendo liberados bem mais cedo pela falta da merenda.

As crianças relatam que desde o início do ano letivo não tem merenda na escola. Só lancha quem leva de casa. Os professores preocupados com os alunos, encerram as aulas mais cedo, até uma hora e meia antes do horário previsto.

Uma mãe contou que a Prefeitura, administrada pelo prefeito Zito Rolim, tem ciência do problema, mas nada faz. Disse ainda, que outras unidades de ensino do Município também sofrem com a falta da merenda escolar.

Ao ser questionado, o responsável pelo setor de merenda escolar do Município de Codó, Matusalém Ferreira, informou que a escola citada nesta matéria não pode ser abastecida com a merenda escolar porque os recursos são insuficientes. Disse ainda, que a solução encontrada pela Secretaria de Educação foi um rodízio nos pólos.

Fato intrigante e revoltante, pois no dia 15 de março deste ano, a Prefeitura celebrou três contratos, que ultrapassaram a casa dos R$ 5 milhões, só para essa finalidade. Os acordos foram firmados com as empresa: Distribuidora Soneca (R$ 3.310.200,00), J. do E. Santo Matos Comércio (R$ 1.404.430,40), e T L de Carvalho Xavier (R$ 295.000,00). O Blog já havia denunciado o valor elevado das contratações (Reveja).

O prefeito Zito Rolim deve explicar onde foram parar os mais de R$ 5 milhões, que deveriam garantir o fornecimento de gêneros alimentícios perecíveis e não perecíveis para a merenda escolar dos alunos da Rede Municipal de Ensino de Codó.

Deixar as crianças sem alimentação é um ato cruel, desumano, revoltante e criminoso.

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Codó vai gastar mais de R$ 5 milhões com merenda escolar

A prefeitura de Codó, administrada pelo prefeito Zito Rolim, investiu pesado na merenda escolar da rede municipal de ensino, no ano de 2016. Pelo menos, é o que aponta os extratos dos contratos, publicados no Diário Oficial do Maranhão, no último dia 5.

O Município contratou três empresas, para o fornecimento de gêneros alimentícios perecíveis e não perecíveis, pela expressiva quantia de R$ 5.009.630,40  (cinco milhões, nove mil, seiscentos e trinta reais e quarenta centavos).

As empresas contratadas foram: Distribuidora Seneca (R$ 3.310.200,00), detentora do maior contrato; J. do E. Santo Matos Comércio (R$ 1.404.430,40); e T L de Carvalho Xavier (R$ 295.000,00). Os acordos foram firmados no dia 15 de março e devem atender os interesses da Secretaria Municipal de Educação. Confira os extratos:

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Poder

Em menos de dois meses, Codó recebe mais de R$ 12 milhões do governo federal

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Zito Rolim, prefeito da cidade de Codo, está super animado com os repasses do Governo Federal ao Município. Entre o mês de março e a primeira dezena de abril já caiu na conta do Município a quantia de R$ 12.662.403,69. Agora, basta saber onde o prefeito vai aplicar essa fortuna.

Nesse montante, estão incluídos: o Fundo de Participação dos Municípios, Fundo Especial do Petróleo, Simples Nacional, Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB),Imposto Territorial Rural (ITR), ICMS, ICMS Estadual e Departamento Nacional de Produção.

Só o Fundo de Participação do Município rendeu R$ 3.622.195,96, que foram pagos nos dias 10,18 e 30 de março e 8 de abril. Esses valores caem mensalmente nas contas das prefeituras em três datas fixas. Os recursos do FUNDEB também foram bem empolgantes: R$ 7.674.175,99.

Como se observa, as verbas são repassadas pontualmente à conta da prefeitura de Codó, mas, infelizmente, os gestores não conseguem administrar esses recursos de forma consciente e responsável. Há um verdadeiro desperdício com o dinheiro público e a população é quem paga o pato.

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Poder

R$ 5,2 milhões serão gastos pela Prefeitura de Codó em combustíveis e gás

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5.299.750,00 milhões. Esse é valor que será pago pela Prefeitura de Codó, comanda por Zito Rolim, em combustíveis e Gás Liquefeito de Petróleo em 9 meses, de acordo com o Diário Oficial do Maranhão.

As detentoras do contrato milionário são a Revendedora de Gás Butano São José e a F.R. de Araújo Albuquerque -ME que abastecerão os carros e as cozinhas das Secretaria de Saúde, Educação, Assistência Social e da sede da Prefeitura.

Os veículos estarão abastecidos durante 10 meses, no entanto as escolas, os hospitais e as vias públicas sofrerão ainda mais com o abandono do prefeito Zito Rolim.

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Poder

Prefeito de Codó vai gastar R$ 5,2 milhões em materiais de limpeza

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A Prefeitura de Codó, comandada por Zito Rolim, está prestes a ter um mutirão de limpeza, pois a Administração Pública irá pagar R$ 5.224.000,00 milhões em materiais de limpeza e higienização. Uma verdadeira farra com o dinheiro público.

Quem bancará esse desperdício de verbas será o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o Fundo Municipal de Saúde e Assistência Social, segundo consta nas resenhas de contrato publicadas no Diário Oficial do Maranhão.

As empresas agraciadas com as cifras milionárias serão M.A. Monteiro de Sousa Comércio e a Ângela Célia Abreu Gonçalves-ME e abastecerão as Secretarias de Saúde, Educação, Assistência Social e sede da Prefeitura. O contrato tem vigência até o mês dezembro, ou seja, apenas 10 meses.

Enquanto isso, a educação, a saúde e infraestrutura do município de Codó padecem com a precariedade.

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Poder

Prefeitura de Codó vai pagar R$ 2,8 milhões em peças e pneus

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Prefeito de Codó, Zito Rolim.

As eleições municipais de 2016 já estão se aproximando e com isso a celebração de contratos milionários tem se tornado frequente em várias Prefeituras do interior do estado.

Por exemplo, o prefeito do Município de Codó, Zito Rolim, vai pagar R$ 2.871.372,88 milhões somente em peças de veículos e pneus, conforme foi publicado no Diário Oficial do Maranhão. Um grande desperdício de dinheiro público!

As empresas agraciadas com tais cifras milionárias, que sairão dos cofres públicos da cidade, serão a F.C.L Lima-ME, A.R.A de Albuquerque-ME e M Silva Martins EIRELI-ME.

A Prefeitura irá repassar os pagamentos para as empresas com dinheiro do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), do Programa do Bolsa Família e do Fundo Municipal de Saúde (FMS).

O contrato tem vigência de 10 meses e contemplará a Prefeitura e as diversas Secretarias municipais de Codó.

Um absurdo!

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Poder / Política

Prefeitura de Codó gasta mais de R$ 4 milhões com material elétrico

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A Prefeitura de Codó mais uma vez celebrou contratos duvidosos e volumosos. No dia 11 de fevereiro deste ano, o Município firmou quatro parcerias com o objetivo de fornecimento de material elétrico, hidráulico, construção e ferragens em geral para atender as ‘necessidades’ das secretarias.

A ‘prestação de serviço’ vai gerar um rombo de R$ 4.136.622,35 (quatro milhões, cento e trinta e seis mil, seiscentos e vinte e dois reais e trinta e cinco centavos) nos cofres públicos. Os acordos foram firmados com as empresas A. Costa Nascimento-Comércio, detentora de dois contratos com valor total de R$ 250.465,40; com a J.Gonçalves dos Santos Filho & CIA, ganhadora do maior contrato (R$3.511.945,43); e A.F Lobo Mendes Comércio e Serviços (R$374.211,52).

À frente da prefeitura de Codó, Zito Rolim já arranjou diversas parcerias suspeitas, que torraram ciras milionárias.A lista é extensa e continua aumentando. Foi constatado, inclusive, pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), o envolvimento do Município em irregularidades financeiras.


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Poder

Procon autua bancos em Caxias e Codó

Foto 1_ Divulgação_Procon_11.03.2016 - PROCON MA autua bancos em Caxias e Codó por irregularidades

O Governo do Estado, por meio Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Maranhão (Procon/MA), está fortalecendo, em todo o estado, ações para garantir a melhoria dos serviços bancários. Entre os dias 29 de fevereiro e 8 de março, as unidades do Procon/MA em Codó e em Caxias trabalharam juntas para fiscalizar as agências de ambas as cidades.

Em Codó, os bancos Itaú e Bradesco foram autuados por falta de cabines nos guichês. A agência Bradesco no município ainda infringiu a Lei Estadual 7.806/2002, que estabelece 30 minutos como o tempo máximo de espera nos caixas convencionais. Também não forneceu indicação de atendimento preferencial nos terminais de autoatendimento e expôs os consumidores a ambiente insalubre, com o aparelho de ar-condicionado desligado.

Em Caxias, a agência do Bradesco foi autuada por violar a Lei Estadual 7.806/2002. Além disso, foi notificada por outras irregularidades, como ausência do Código de Defesa do Consumidor disponível ao acesso do público, caixas eletrônicos indisponíveis para saque e ausência de divisórias entre os caixas.

De acordo com o presidente do Procon/MA, Duarte Júnior, o órgão irá endurecer as sanções em caso de repetição de descumprimentos. “Os bancos são autuados e terão duas alternativas: ou investem na melhoria e expansão do serviço, contratando mais funcionários e expandindo a estrutura da agência ou, a cada semana, terão que pagar novas multas em razão do desrespeito ao cidadão maranhense”.

Os bancos Itaú e Bradesco têm até 10 dias para apresentar defesa. As unidades financeiras estarão sujeitas à instauração de processo administrativo, bem como ao eventual crime de desobediência, nos termos dos Artigos 55 e 56 do Código de Defesa do Consumidor, e do Artigo 330 do Código Penal.

Operação Paciência

A ação dos Procon/MA junto às unidades financeiras segue o programa permanente de humanização do serviço bancário no Maranhão. Somente em 2015, a fiscalização alcançou 27 municípios, instaurando 188 processos em decorrência de 207 autuações. Entre janeiro e fevereiro deste ano, já foram realizadas 147 autuações, atingindo 18 municípios de todo o estado.


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Poder

Prefeitura de Codó vai pagar R$ 10 milhões em combustíveis

zitoZito Rolim, prefeito de Codó, não brinca em serviço e nem perde tempo quanto a questão é celebrar contratos superfaturados. No dia 25 de janeiro deste ano, o Município firmou mais sete contratos suspeitos com duas empresas, para o fornecimento de combustível e Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) à Prefeitura de Codó, até o dia 30 de dezembro. As parcerias duvidosas custaram aos cofres públicos a exorbitante quantia de R$ 10.004.500,00 milhões.

As empresas ganhadoras do processo licitatório foram: Júlio César Machado Alencar, detentora de quatro contratos, com o faturamento de R$ 9.725.500,00; e Revendedora de Gás Butano São José, com três contratos, que totalizaram R$ 279 mil.

De acordo com as publicações, extraídas do Diário Oficial do Maranhão, aparecem como contratantes: o Fundo Municipal de Saúde, Fundo de Assistência Social, Fundo de Manutenção da Educação Básica (FUNDEB) e a Prefeitura Municipal de Codó.

O pior, é que a parceria milionária com a empresa Júlio César Machado Alencar não é de hoje. Em janeiro de 2015, a empresa firmou três contratos com a prefeitura de Codó para prestação do mesmo serviço, pelos absurdos R$ 3.895.310,00. Em apenas dois anos, a empresa faturou R$ 13.620.810,00. Se comparados os valores obtidos em 2015 e 2016, percebe-se que a quantia deste ano foi muito superior a do ano passado, quase R$ 6 milhões a mais. Essa parceria precisa ser investigada com urgência, a fim de evitar novas trapaças e responsabilizar os  autores pela prática criminosa.

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