Brasil

Ex-jogador Sócrates morre aos 57

Da Folha

Dr. Sócrates

Dr. Sócrates

O ex-jogador Sócrates morreu às 4h30 deste domingo aos 57 anos em decorrência de um choque séptico, que ocorre quando bactérias de uma infecção chegam à corrente sanguínea e se espalham pelo corpo.

O enterro será em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, pouco antes do início da última rodada do Campeonato Brasileiro, que está agendada para as 17h deste domingo. A CBF já comunicou que fará um minuto de silêncio em homenagem ao jogador que defendeu a seleção nas Copas de 1982 e 1986.

O ídolo do Corinthians, estava internado desde a última quinta-feira na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Albert Einsten, na zona sul de São Paulo, após dar entrada com quadro de infecção intestinal.

Sócrates, sua mulher e um amigo haviam se sentido mal na noite de quinta-feira (1º) após comerem em um evento.

Sócrates já esteve internado outras duas vezes entre agosto e setembro, também na UTI, por conta de hemorragias digestivas.

Além de Corinthians e Botafogo-SP, jogou também pelo Flamengo, Santos e Fiorentina, da Itália. Formado em medicina, trabalhava como comentarista na TV Cultura e colunista do “Agora São Paulo”, do Grupo Folha, e da “Carta Capital”.

Confira abaixo a íntegra da nota de falecimento divulgada pelo hospital:

NOTA DE FALECIMENTO

(São Paulo, 4 de dezembro de 2011, 5h30)

O Hospital Israelita Albert Einstein informa com profundo pesar o falecimento do ex-jogador Sócrates Brasileiro Sampaio de Sousa Vieira de Oliveira às 4h30, em conseqüência a um choque séptico.

Médicos Responsáveis

Dr. Fernando Luis Pandullo

Dr. Ben-Hur Ferraz Neto

Diretor de Prática Médica

Dr. Oscar Fernando Pavão dos Santos


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Brasil

O uso da maconha e o risco da esquizofrenia

Fumar maconha pode levar a uma perda de volume cerebral em indivíduos em risco de desenvolver esquizofrenia, mostra pesquisa publicada este mês pela revista científica British Journal of Psychiatry.

Esquizofrenico

Esquizofrenico

O estudo, coordenado pelo médico Killian A. Welch, da Universidade de Edimburgo, comparou “as mudanças estruturais no tálamo e na amígdala-hipocampo ao longo do tempo em 57 pessoas com idade entre 16 e 25 anos que estavam bem, mas que tinham um forte histórico familiar de esquizofrenia.Cada uma das pessoas passou por uma avaliação completa, incluindo um exame de ressonância magnética. Dois anos mais tarde, cada um deles retornou para outra ressonância magnética e responderam a perguntas sobre o uso de drogas ilícitas, inclusive a maconha, bem como seu uso de álcool e tabaco no período entre os exames.Dos 57 participantes, 25 tinham usado maconha entre as duas avaliações.”

Concluiu a pesquisa: “Os pesquisadores descobriram que os participantes que tinham usado maconha mostraram redução do seu volume talâmico que foi significativo no lado esquerdo do tálamo (F = 4,47, P = 0,04), e altamente significativos à direita (F = 7,66; P = 0,008). No entanto não se observou nenhuma perda de volume do tálamo naqueles que não fizeram uso de maconha durante o período de 2 anos.”

Em entrevista ao site Medscape Medical News, afirmou o autor da pesquisa , dr. Kilian Welch:
“Já é aceito pela maioria dos psiquiatras que fumar maconha aumenta o risco de psicose no indivíduo, e mais especificamente a esquizofrenia .Este é o primeiro estudo longitudinal a mostrar que o consumo de cannabis por indivíduos com risco aumentado de esquizofrenia resulta em desenvolvimento cerebral de maneira diferente daquela como se desenvolve se não usar a droga,” observou o Dr. Welch.

“Estas são pessoas que estão bem, não são psicóticos, em quem o uso da droga está associado à perda de volume em uma estrutura cerebral crítica. A explicação mais provável para isso, claramente, é que a exposição ao cannabis está causando essas anormalidades de desenvolvimento do cérebro “, enfatiza o pesquisador.

“O tálamo é uma estrutura cerebral muito importante, que age como um processador de informações e como estação de retransmissão para o cérebro”, ele explica. “Dado esse papel de interligação entre as diversas regiões do cérebro, qualquer coisa que afete sua estrutura e, supõe-se conseqüentemente, a sua função, seria de se esperar por consequências generalizadas e potencialmente devastadoras”.

Colaboração: Milton Corrêa da Costa


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Brasil

Cinco informações úteis não divulgadas

1. Certidões: quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.

O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br

Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.

Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.

Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância.

2. Auxílio a Lista: Telefone 102… não!

Agora é: 08002800102

Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes……

NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.

SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.

Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.

3. Importantíssimo: Documentos roubados – BO (boletim de occorrência) dá gratuidade – Lei 3.051/98 – VOCÊ SABIA???

Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:

Habilitação (R$ 42,97);

Identidade (R$ 32,65);

Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11)..

Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..

4. Multa de Trânsito: essa você não sabia.

No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.

Código de Trânsito Brasileiro

Art. 267 – Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

5. Lenda: Não existe tratameto eficaz para queda de cabelo.

Tudo mentira, já existem produtos naturais que tratam seu couro cabeludo, em muitos casos eliminando a queda de cabelo para sempre.

Produto testado e aprovado.


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Brasil

Ronaldo Fenômeno ou Tim Maia?

O craque e ex-jogador da Seleção Brasileira Ronaldo Fenômeno já foi comparado ao cantor Tim Maia após adquirir alguns quilos nos últimos anos.

Agora, Ronaldo surge com seu novo visual de bigode em seu perfil no Twitter. “Galera, tava fazendo a barba e deixei o bigode! O que vcs acham? Deem uma olhada aí na foto”, escreveu o Fenômeno.

Ronaldo

Ronaldo

 


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Brasil

Dia da consciência negra: um país miscigenado que torce o nariz para negro e favelado

Por Milton Corrêa da Costa

Comemora-se neste 20 de novembro o Dia de Zumbi, líder da resistência à colonização no Quilombo dos Palmares, em Alagoas. É também chamado de Dia da Consciência Brasileira mas que deveria chamar-se, em verdade, Dia da Consciência Discriminatória. No Brasil, um país eminentemente miscigenadO -mas de nariz em pé- há dois tipos flagrantes de discriminação, muito arraigadas à sua cultura:  a racial e a social. Registre-se que sou descendente de negro, índio e europeu. Meu pai, nascido no interior do Estado de Pernambuco, no início do século passado era filho de negro com índio. Minha mãe, filha de português com espanhol. Portanto uma autêntica miscigenação. Por isso, tenho respaldo, como brasileiro autenticamente miscigenado, para abordar o assunto.

Não é preciso divulgar dados de nenhum censo, ainda que nos forneçam respaldo para tratar do tema, para observar que falta muito para que os negros brasileiros (pardos e pretos) sejam libertados da escravidão na prática. Dados da escravização atual permanecem fortemente indicando que a inclusão social de pobres e negros ainda está muito distante no país. Negros e pobres continuam recolhidos aos guetos de morros, favelas, palafitas, moradias humildes, sem saneamento básico, sem educação, famintos e sem dignidade, situações chocantes- há localidades sem água para matar a sede- que os conduz às mais diferentes moléstias e condições sub-humanas de sobrevivência

Quis fugir dos números mais acabamos recorrendo a eles. Segundo o Censo 2010, no caso do Município do Rio de Janeiro, nos dez bairros mais pobres, 63% são negros (pretos os pardos) e há 6,4% de analfabetos. A renda média varia de R$317,00 a R$488,00. Já nos dez bairros mais ricos, só 13% são negros e  a taxa de analfabetismo á de O,6% . A renda média varia de R$3.737,00 a R$6160,00. É a demonstração estatística de um país excludente para negros, evidentemente a maioria dos pobres.
Há 101 anos um destemido negro marinheiro, João Cândido Felisberto, comandou uma revolta na Marinha Brasileira contra o castigo das chibatas. Além do castigo corporal o enforcamento de praças era muito comum nos porões dos navios. Neste 20 de novembro, data da morte, em 1695, de Zumbi dos Palmares, diversas comemorações ocorrem em território nacional. Zumbi foi um dos ícones da resistência à escravidão do Brasil Colonial.

No entanto, até hoje, o negro, se for pobre e favelado, é sinônimo, para os ditos “brancos brasileiros” de nariz em pé -alguns de olhos claros pela descendência européia- de seres humanos de segunda categoria.

 A cultura do “negro correndo é ladrão” e “branco é atleta” infelizmente ainda permanece enraizada entre nós. A discriminação racial e social ainda é muito forte no Brasil do século XXI. Favela continua sendo – salvem as UPPs no Rio- gueto e refúgio de negros e pardos. Ainda bem que as UPPs  – antes tarde do que nunca – vieram para resgatar a cidadania de excluídos de morros e favelas do Rio. Já são quase 400 mil beneficiados pela tomada de territórios das mãos dos chefões do tráfico.

No Brasil, porém, ainda não nos libertamos do escravismo racial quanto mais do social. Há que se lembrar sempre que a raça branca brasileira pura inexiste. Somos quase todos miscigenados, pardos ou bronzeados, mas se o cabelo for liso alguns, hipocritamente, se excluem com ar de supremacia da afrodescendência e se vangloriam declarando-se brancos como se fossem seres humanos superiores pela cor da pele, pela lisura do cabelo ou pela cor dos olhos.

Vamos deixar de hipocrisia, o Brasil discrimina sim negros, pobres e  homosssexuais. No Brasil ainda vincula-se a cor da pele e a sexualidade como parâmetros para os “ditos brancos” e heterossexuais se considerarem seres superiormente diferenciados. Dia da Consciência Negra não precisava existir se todos de fato fossem respeitados não pela cor, raça, credo, sexo, sexualidade, condição social ou cultural, mas como seres humanos, iguais em direitos e oportunidades
Os avanços ainda são muito pequenos no campo da igualdade racial e social. Registre-se que 90% dos mais de 400 mil reclusos que compõem a população carcerária no Brasil são pardos ou negros. Muitos ali se encontram por falta de oportunidade, ainda que não comungue da ideia de que exclusão social dê direito a cometer crimes.

Ainda falta muito para o Brasil para que negros, pardos, bronzeados, índios e homossexuais e até mesmo nordestinos do interior do Brasil não sejam apenas iguais pretensamente perante as leis mas sobretudo pela consciência do não preconceito. O mundo deve muito à raça negra, representada por ícones e ídolos em todos os ramos da atividade humana, sem falar na imensidão da contribuição cultural afrodescendente deixada no Brasil.

O Brasil é um país historicamente alicerçado, em sua formação social, nas culturas negra e indígena. Um legado cultural e social dos mais importantes.

Não há muito o que comemorar, pois, neste 20 de novembro, apenas agradecer aos negros que lutaram no mundo contra a discriminação racial e pela igualdade de direitos. A eleição de Barak Obama como presidente da maior potência do mundo, os EUA, foi altamente significativa para expressar que cor de pele não significa competência e honradez. Ressalte-se ainda que o maior atleta do século XX, Edson Arantes do Nascimento. Pelé, pertence à raça negra, um exemplo de profissional do futebol que elevou o nome do Brasil nos quatro cantos do mundo.

O homem, portanto, em razão da diferente cor da pele ou sexualidade não pode ser objeto de tratamento degradante ou discriminatório. O texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos declara todos os seres humanos iguais em direitos, independente de raça que se originem. Não há seres humanos superiores, todos nós somos iguais. O grito de liberdade e da discriminação precisa ecoar todo dia nesse Brasil miscigenado a todo momento, não em datas específicas. Aqui, o racismo, a discriminação e a escravidão ainda não tiveram fim.

Milton Corrêa da Costa
Coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro


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Brasil

Muito cuidado ao entregar seu carro a um flanelinha ou a um manobrista

Por Milton Corrêa da Costa

Um guardador de carros (flanelinha), cujo proprietário do veículo tinha por hábito entregar-lhe as chaves para também manobrá-lo, perdeu o controle do automóvel, um Citroen Xsara, resultando num grave acidente, no início da noite desta quinta-feira, 17/11/, no bairro de Copacabana, no Rio, onde uma pessoa morreu e outras três ficaram feridas. William- até este momento só se sabe o primeiro nome do guardador- encontrava-se visivelmente alcoolizado  segundo testemunhas. Atrapalhou-se com o câmbio automático do carro batendo numa Kombi estacionada nas proximidades, indo esta em direção a uma praça atingindo uma mesa onde as quatro vítimas jogavam cartas. Mais um tragédia, cuja tipicidade de tal prática também vem se tornando rotina na barbárie do trânsito brasileiro. O flanelinha fugiu e talvez permaneça impune, quem sabe ad eternum.
                     
A realidade é que, com a saturação cada vez maior dos espaços públicos, em razão do aumento da frota de veículos no país, a procura por uma vaga, na tentativa de estacionar um veículo na via pública, principalmente nos grandes centros urbanos, tem sido uma problema para os motoristas. A estimativa da frota nacional hoje é de mais de 65 milhões de veículos. O país tem uma média de um carro para cada 2,94 habitantes e as vias públicas tiveram um aumento de 5,456 milhões de veículos, entre 2009 e 2010. O total de veículos, na última década, aumentou 119%, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A frota circulante em território nacional atingiu 64,817 milhões em dezembro de 2010, mas a malha viária teve a mínima evolução e quase nenhum planejamento para suportar tal impacto.
                
 Assim sendo, estacionar um veículo numa via pública, mormente em horário de expediente, em dias de semana, é como procurar uma agulha num palheiro. Guardadores são cada vez mais acionados para guardarem os veículos e os estacionarem onde for possível, mesmo em locais proibidos. É óbvio também que nenhum proprietário de veículo tem por hábito perguntar ao flanelinha ou ao manobrista se este é devidamente habilitado, inclusive para conduzir aquele espécie de veículo, se está com sua carteira de habilitação vencida ou não ou dele se aproxima para observar se exala hálito etílico, ou seja se ingeriu momentos antes uns copinhas de cerveja ou mesmo umas doses de pinga.
 
No entanto, o resultado da entrega do veículo a um guardador ou a um manobrista pode gerar ao proprietário ou ao seu condutor, graves consequências em casos de acidentes. As consequências podem abranger responsabilidades nas áreas criminal, cível e administrativa, dependendo do caso que ocorra. Na tragédia desta quinta-feira, em Copacabana, o proprietário do veículo poderá responder às penas do Artigo 310 do Código de Trânsito Brasileiro, se o guardador, causador do grave crime de trânsito, for inabilitado, ou se estiver com a habilitação suspensa ou cassada, ou se estiver, pelo estado de saúde física ou mental ou por embriaguez -as testemunhas afirmam que o flanelinha estava embriagado- sem condições de conduzir o veículo com segurança. A pena de detenção vai de seis meses a um ano ou multa.
 
Administrativamente responderá às penalidades do Artigo 163 do CTB, pela entrega do carro pelos mesmos motivos citados. Na área administartiva alei acresce o caso de entrega do veículo a condutor com a validade da Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de 30 dias ou ainda em caso de entrega do carro a pessoa que possua carteira de categoria diferente da do veículo em questão. A multa, de natureza gravíssima, em todos os casos, é de R$ 191,54,  agravada três ou cinco vezes o seu valor, dependendo do caso que se apresente, sem falar na apreensão do veículo ou mesmo no recolhimento do documento de habilitação do proprietário.
 
Na área cível será reponsabilizado por indenizações pelos danos físicos e materiais e despesas hospitalares resultantes do acidente e não cobertas pelos valores da indenização do seguro DPVAT. Também poderá ser o responsável por pensões decorrentes por morte ou invalidez permanente. Registre-se que o INSS, recentemente, adotou o expediente de cobrar na Justiça os gastos com benefícios previdenciários referentes a casos em que fica comprovada a culpabilidade do motorista,  como embriaguez e ou outros tipos de imprudência ao volante, sendo também o proprietário do veículo, portanto, responsável solidário de acordo com o fato ocorrido, se o condutor não possui condições financeiras para responsabilizar-se por tais indenizações. Ressalte-se que as Companhias Seguradoras só são obrigadas a cobrir indenizações de sinistros, dependendo de cada caso, em acidentes em que o motorista ou motoristas do veículo estejam  plenamente indicados nas informações contratuais.
 
Fica aí, portanto, o alerta e o ensinamento. Quem é proprietário de um veículo automotor normalmente é responsável pelo que ocorrer com ele. Antes de confiar a direção a quem quer que seja certifique-se de que pode não está cometendo uma imprudência que pode lhe custar muita dor de cabeça e muito caro. Cuidado, o seu próprio veículo pode se tornar, muitas vezes, uma perigosa arma disparada contra a sua própria cabeça. 
        
Milton Corrêa da Costa
Coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro


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Brasil

Fernando Collor deve R$ 280 mil de pensão atrasada

Fernando Color

Fernando Collor

A Justiça de Alagoas tenta há dois anos notificar o ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) sobre uma ação de cobrança de Rosane Malta Collor de Mello, sua ex-mulher.

O oficial de Justiça fez oito tentativas para encontrá-lo em Maceió. Não conseguiu em nenhuma delas.

Rosane cobra do ex-marido –de quem se separou em 2005, após 22 anos de casamento– uma dívida de R$ 280 mil, referente à diferença no valor da pensão paga por Collor durante dois anos.

Em 2007, o Tribunal de Justiça fixou em 30 salários mínimos (R$ 16.350) o valor da pensão. Como Collor pagava até então um valor inferior, Rosane quer agora receber o total retroativo da diferença.

A ex-primeira-dama conseguiu em janeiro que a Justiça bloqueasse um imóvel de Collor como garantia de pagamento, mas a decisão não foi publicada no “Diário Oficial” nem comunicada ao cartório de registro de imóveis.

A defesa de Rosane fez em outubro uma representação na Corregedoria do TJ contra a juíza Nirvana Coêlho, da 27ã Vara Cível, reclamando de demora no andamento da ação.

O advogado de Collor, Fábio Ferrário, disse que o senador mora e trabalha em Brasília e que não poderia mesmo ser encontrado em Maceió. Segundo ele, Rosane não tem do que reclamar, pois a pensão é paga em dia e no valor fixado pela Justiça.

Da Folha


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