Política

Edivaldo Holanda Júnior é reeleito em São Luís

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O atual prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), foi o grande vencedor das eleições na capital maranhense. Holandinha foi reeleito com 53,94% dos votos válidos. Eduardo Braide (PMN) ficou em segundo lugar com 46,06% dos votos.

A disputa foi acirrada. No começo da apuração, Eduardo Braide chegou a liderar, mas com mais de 30% das urnas apuradas, Edivaldo Holanda Júnior virou o jogo e se manteve em primeiro lugar, alargando a diferença sobre o oponente. Com pouco mais de 95% das seções eleitorais apuradas, o resultado das eleições em São Luís já estava definido.

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O número de abstenções neste turno também surpreendeu, foram 106.244 contra 92.804 do pleito anterior. Número muito superior à votação obtida pelo candidato Wellington do Curso no primeiro turno, por exemplo, que foi 103.951 votos. Nulos e brancos também tiveram uma taxa expressiva, ao todo foram 24.702 votos.

Essa eleição, sem sombra de dúvidas, vai entrar para história em São Luís. Um candidato inexpressivo durante a jornada para o primeiro turno conseguiu mudar o cenário e o jogo a seu favor, simplesmente com um discurso afiado e alinhado em apenas dois debates televisivos. Isso foi suficiente para cativar o eleitorado ludovicence e levar Eduardo Braide ao segundo turno.

Ah, o segundo turno. A caminhada até essa etapa não foi nada fácil para os candidatos. Ambos trocaram inúmeras acusações. Os ânimos se exaltaram e o clima ficou tenso. Sobrou até para jornalistas, que foram duramente atacados pelo candidato vencido neste turno, inclusive o titular deste blog, que chegou a ser acionado judicialmente por Eduardo Braide.

Depois do sufoco, Edivaldo Holanda Júnior respira aliviado, e Braide se projeta para 2018.


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Poder

Edivaldo e o trunfo do Nhozinho Santos

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A reforma no estádio Nhozinho Santos era cobrada e esperada há tempos pelos desportistas, torcida e demais amantes do futebol. A Prefeitura de São Luís amarrou a entrega do estádio, prevista para o mês de julho, o quanto pode e decidiu entregar justamente próximo ao segundo turno das eleições.

As fotos, acima, foram divulgadas pela Prefeitura na semana do acirrado pleito eleitoral. A entrega deve acontecer nos próximos dias. O prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), deve garantir o votos dos desportistas.


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Política

Flávio Dino e Márcio Jerry são fraquíssimos em articulação

Para conseguir reeleger Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a cúpula do Palácio dos Leões tem atuado em todas as frentes com objetivo de conseguir aliados, apoios políticos e de tentar desconstruir a imagem do adversário.

Porém, as estratégias traçadas pelo governador do Maranhão, Flávio Dino, e pelo secretário de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, ambos do PCdoB, tem fracassado.

Um exemplo é o apoio de Wellington do Curso (PP) ao candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PMN), adversário de Holanda Júnior.

Durante o anúncio feito no plenário da Assembleia Legislativa na tarde de ontem (24), o pepista deixou bem claro que iria apoiar Braide no 2º turno das eleições porque foi completamente desprezado pelo governo Flávio Dino.

Essa declaração jogou luz em um dos pontos mais fracos do chefe do Palácio dos Leões, a falta de habilidade política.

Flávio Dino sequer chegou a conversar com Wellington para obter apoio para Edivaldo ou até mesmo para conseguir a sua neutralidade. Pelo contrário, enviou os deputados Othelino Neto (PCdoB) e Rogério Cafeteira (PSB) para intermediar a busca pelo apoio, o que, visivelmente, não deu certo.

Dino deveria articular encontro com o presidente estadual do PP e deputado federal, André Fufuca, mas não o fez.

Erros políticos de Márcio Jerry e Flávio Dino transbordam também nas cidades de Grajaú, Caxias e Pinheiro, cidade na qual colocaram o candidato derrotado Leonardo Sá (PcdoB).

Os palacianos perderam a chance, mais uma vez, de garantir a reeleição de “seu afilhado”, Holanda Júnior, por pura soberba e fraqueza. Afinal, é público e notório que Wellington tomou essa decisão por falta de articulação direta do governador Flávio Dino.

Mas, se Edivaldo ganhar, os méritos serão de todos, inclusive, do próprio prefeito, secretário Diogo Lima e deputado federal Weverton Rocha, que atuaram fortemente para derrotar seus adversários.


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Política

Júnior Verde declara apoio ao prefeito Edivaldo Júnior

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Durante pronunciamento na Assembleia Legislativa, nesta segunda (24), o deputado estadual Júnior Verde (PRB) declarou oficialmente seu apoio ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), candidato à reeleição. O parlamentar ressaltou ainda o apoio que o PRB deu a Edivaldo durante o primeiro turno da campanha eleitoral.

“Tive que estar presente em quase todos os municípios maranhenses, mas garantimos o apoio a vários candidatos a vereadores que fazem parte da base do prefeito Edivaldo, que sempre teve o PRB ao seu lado, inclusive fazendo parte da sua gestão nesse momento decisivo por meio da Secretaria Metropolitana de São Luís e por meio do Esporte”, lembrou o deputado.

Júnior Verde destacou a atuação do PRB e sua militância, que têm unido forças em defesa da continuidade do trabalho que foi iniciado na gestão do prefeito, e enalteceu a parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado, refletindo-se em ações práticas e concretas, que têm transformado São Luís com programas como o Mais Asfalto e investimentos em saneamento básico.

“Mudança se faz é com trabalho, e esse trabalho já está sendo demonstrado ao longo de todo o mandato de Edivaldo, a quem aqui, hoje, estamos declarando o nosso voto, o nosso apoio. Queremos a reeleição do prefeito porque acreditamos que podemos avançar muito mais”, disse.

Proposições para melhorias em São Luís – O deputado lembrou ainda das proposições encaminhadas por meio de seu gabinete ao Governo do Estado e à Prefeitura, concretizadas na forma da execução de obras e serviços. “Encaminhamos Indicações e Requerimentos que foram apreciados como, por exemplo, o calçamento no Coroadinho e o asfaltamento no Cohatrac IV, entre outras iniciativas solicitadas por nós e que fomos atendidos. Isso só demonstra o quanto o trabalho em parceria só engrandece e promove o crescimento da nossa cidade. Um trabalho que precisa continuar”, concluiu.


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Política

Silêncio de Flávio Dino revolta prefeito Edivaldo Holanda Júnior

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O silêncio do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em relação a sua posição no pleito municipal de São Luís tem gerado revolta no candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

Apesar de ser de conhecimento de todos o real posicionamento do governador nessas eleições, Dino concedeu uma entrevista após a votação do 1º turno e declarou que iria se pronunciar oficialmente o quanto antes sobre quem iria apoiar, pois ambos os candidatos ao cargo de prefeito são da sua base de apoio, porém não o fez. “Eu farei uma reflexão e tomarei uma decisão pessoal”, declarou o governador Flávio Dino à época.

Esse fato tem deixado Holanda Júnior indignado, afinal o pedetista contava como certa a declaração de apoio do gestor estadual para alavancar a sua candidatura nesse 2º turno das eleições para que assim garantisse de vez a vitória na disputa.

Mas ao que parece, Dino tem preferido o silêncio e a neutralidade.


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Poder

As mentiras para favorecer Edivaldo

O instituto orquestrado pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), o Data M, tentou emplacar a reeleição do aliado no 1º turno, mas a tática não deu certo; e pelo andar da carruagem, Holandinha deve dar tchau ao Palácio La Ravardiere no próxima dia 30, data da realização do 2º turno.

O candidato revelação, Eduardo Braide (PMN), nem nos piores pesadelos de Edivaldo foi cogitado para o enfrentamento  final na disputa pela Prefeitura de São Luís. O prefeito desmereceu o atual rival, durante a campanha eleitoral, e agora se ver em maus lençóis com a real possibilidade de deixar o trono.

Edivaldo foi pego de calças curtas e, agora, vai ter que correr contra o tempo para tentar reverter o quadro que não lhe é favorável. Eduardo Braide não estava nos seus planos. Agora, Holandinha deve se preparar para o embate face a face com o adversário, que vem mais entusiasmado e municiado para o segundo round.

Com a arrancada inusitada de Braide, sem sombras de dúvidas, Edivaldo entra menor na disputa do 2º turno. Agora, a preocupação e o medo rondam os palácios de São Luís.


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Política

Edivaldo Júnior, o prefeito “mentiroso”

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Falar antes de chegar ao poder é muito fácil. Promessas bonitas e ataques ferrenhos aos adversários são muito fortes durante o período de campanha eleitoral. Mas, quando passam os embates, e se alcança o objetivo, o discurso é esquecido pelo gestor eleito e fica apenas na memória dos eleitores.

No primeiro programa eleitoral de 2012, o candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), foi enfático ao dizer o porquê enveredou na política: “Eu não estou entrando na política para fazer tudo o que eu condeno. Eu estou entrando na política para fazer diferente. Para trabalhar para a população”.

O atual prefeito de São Luís disse mais: “Não adianta chegar por chegar; adianta, sim, chegar e poder fazer um bom governo, um governo diferente, com ideias novas. Abandonando as práticas políticas do passado”.

Sim, o argumento de Holandinha é acertado e muito admirável. No entanto, enquanto prefeito, não soube colocá-lo em prática. Muitos desacertos da gestão anterior foram continuados e neglicenciados na gestão de Edivaldo Holanda Júnior. É, falar é fácil, difícil é casar o discurso com a prática.


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Política

Edivaldo mente ao dizer que São Luís é uma cidade limpa

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O prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), divulga em sua programa político que a capital maranhense está livres de lixões.

No entanto, imagens feitas por moradores do Alto do Parque Timbiras revelam que o prefeito mentiu ao informar tal fato.

Segundo denúncias, há um terreno que fica ao lado de um condomínio residencial que tem servido como depósito de lixo. O que gera uma grande perigo para a vida das pessoas que ali perto residem, pois os dejetos propiciam a criação de ratos, insetos, bactérias, vírus. Além do mal, que se espalha por uma grande área.

Ainda de acordo com o relato, a principal causa do acumulo de lixo no terreno é a coleta, que demora mais de um mês para ser feita. Um absurdo!


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Política

Procurador manda investigar suposto esquema de R$ 33 milhões da Prefeitura com Isec

O procurador regional eleitoral da República, Thiago Ferreira de Oliveira, pediu ao Ministério Público Eleitoral que investigue o suposto esquema do Instituto Superior de Educação Continuada (ISEC) que desviou R$ 33 milhões da Prefeitura de São Luís.

Segundo o procurador, por se tratar de fatos praticados o âmbito das eleições municipais compete ao promotor Eleitoral a apreciação da representação pela Lei das Inelegibilidades.

“Diante do exposto, falecendo atribuições a esta Procuradoria Regional Eleitoral, as peças devem ser encaminhadas a um dos Promotores Eleitorais desta capital, em declinação de atribuição, para a adoção das medidas cabíveis ao caso”, despachou Thiago Oliveira.

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Poder

Edivaldo pregou o diálogo, mas professores tiveram que se acorrentar para serem ouvidos

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Durante a campanha eleitoral de 2012, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), que se dizia o candidato da mudança, criticou veemente a gestão do então prefeito, João Castelo. Uma das áreas mais defendidas por Edivaldo foi a educação. “Falar em mudança é falar em educação”, defendia Edivaldo. Pena que só ficou mesmo no discurso.

Em um dos programas eleitorais, Edivaldo mencionou a crise no setor da educação do município e da paralisação longa que ocorreu no  início de 2012. “Mais de 70 dias de greve dos professores da rede municipal de São Luís no início do ano. Tudo por falta de diálogo da atual gestão com o sindicato dos professores. Quero firmar aqui o meu compromisso de fazer um governo que dialoga com os movimentos sociais e com os sindicatos” ludibriou Holandinha.

Mas, toda essa declaração não passou de palavras bonitas para persuadir os professores e angariar votos. No comando da Prefeitura de São Luís, Edivaldo esqueceu o diálogo com os professores e a valorização da categoria. Duas grandes greves se arrastaram na gestão dele, com prazo superior ao criticado por ele no governo de Castelo em 2012. Os professores chegaram a ocupar a sede da Prefeitura, em 2014, e se acorrentaram, alegando que só sairiam de lá quando tivessem suas reivindicações atendidas.

É, Edivaldo bateu tanto em Castelo, mas acabou seguindo os mesmos passos dele: negligenciando a educação municipal de São Luís, prejudicando alunos e professores. Não adianta falar bonito e não cumprir com as promessas feitas.


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