Saúde

Pacientes denunciam venda de senhas para consultas em São Luís

G1, MA

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Os pacientes que precisam marcar consultas e exames no Centro de Especialidades Médicas do bairro Vila Luizão, em São Luís, estão passando a noite na fila para conseguir os serviços oferecidos no local. Eles denunciam a venda de senhas que são entregues apenas uma vez por mês.

Pelo menos é o que afirma o servidor público identificado como Mauro. Ele diz que mesmo depois de ter passado a noite esperando o Centro abrir não conseguiu atendimento porque algumas pessoas, ainda não identificadas, venderam senhas para outros pacientes que chegaram no local depois dele.

“Eu cheguei meia-noite e tinha aproximadamente 80 pessoas e às sete e meia da manhã ao distribuírem 250 senhas eu não sou alcançado. O que aconteceu? Quantas pessoas entraram na minha frente? Existe sim. É fato. Pessoas que pegam senhas para vender para outros que chegam mais tarde”, revelou o servidor público.

Outra reclamação dos pacientes que procuram o Centro de Especialidades Médicas é que as senhas não garantem que a consulta ou o exame serão marcados no mesmo dia.

O gerente comercial Girlan Aguiar afirma que não existe prioridade entre os grupos e que todos ocupam uma mesma fila na hora de serem atendidos. “Primeiro que não tem prioridade para ninguém. Nem para idoso, nem para gestante. As pessoas não sabem a sua vez na fila. É uma fila só para todo mundo e até agora a gente está esperando uma senha e não sabe se vai pegar essa senha. Já são oito horas e a gente nem sabe se vai pegar essa fila”, desabafou.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que o Centro de Especialidades Médicas da Vila Luizão, nesta segunda-feira (27) distribuiu 1.200 senhas para agendamento de consultas para marcação entre as 10 especialidades disponíveis na unidade e que todos os que estavam na fila foram atendidos.

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Saúde

Secretária Helena Duailibe pode ser presa por descumprir decisão judicial

Blog do Marcelo Vieira

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Uma família está passando por momentos muito difíceis na Capital, graças a irresponsabilidade e a falta de compromisso da prefeitura de São Luís, através da Secretaria Municipal de Saúde, pasta administrada pela secretária Helena Duailibe. Acompanhem essa triste história.

O bebê Victor Hugo de Oliveira Carvalho nasceu no dia 29 de abril deste ano e no dia 2 de maio foi diagnosticado com uma cardiopatia grave. De acordo com a tia da criança, Natália Couto Penha, ele deveria ter feito uma cirurgia paliativa cardíaca no Hospital Materno Infantil o único na cidade de faz este procedimento pelo SUS e que dispões de UTI Neonatal. Porém, a cirurgia ainda não foi feita por falta de leito. No dia 2 de junho o bebê fez uma cirurgia de cateterismo no Hospital Dutra, para tentar minimizar o problema, mais ainda assim, de acordo com a família, o risco de morte da criança é grande e o estado de saúde dele só piora.

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Por conta disso, os pais entraram com uma ação contra o município de São Luís através do Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente da Defensoria Pública do Estado. A ação que obriga a prefeitura a prestar assistência na realização da cirurgia é assinada pelo Titular do Núcleo, o defensor público Davi Rafael da Silva Veras.

No dia 9 de junho saiu a primeira decisão judicial obrigando a prefeitura transferir imediatamente a criança para o Hospital Materno Infantil num prazo de 72 horas, na época a multa para descumprimento da decisão era de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), como a determinação judicial não foi cumprida, no dia 13 de junho, foi decretado um novo prazo de 24 horas e a multa diária dobrou para R$ 10.000,00 (dez mil reais), esse novo prazo se encerrou às 11h da manhã de hoje. E a situação do bebê só piora.

Ainda na decisão judicial, consta que caso não haja como fazer o tratamento na rede pública que seja feito na rede particular ou fora do estado, sendo a prefeitura responsável por arcar com todas as despesas.

A criança encontra-se internada na UTI Neonatal da Maternidade Marly Sarney, hospital onde nasceu. A prefeitura de São Luís, não cumpriu nenhum dos prazos e nem ao menos deu uma satisfação para a família ou para a justiça.

De acordo com os autos do processo, o descumprimento da decisão judicial pode acarretar na responsabilização criminal do município, no caso, da Secretária de Saúde Municipal, Helena Duailibe, que poderá ser enquadrada no Artigo nº 319 do Código Penal. O referente artigo diz que, retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei pode gerar detenção de três meses a um ano e multa.

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Saúde

Auditoria detecta falhas na Saúde de Chapadinha

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As instalações do Centro de Atenção Psicossocial de Chapadinha II não estão nada boas. Foi o que detectou o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS), durante inspeção no local, com a finalidade de verificar o atendimento à clientela.

“Ressaltamos que o CAPS II de Chapadinha atende não somente a clientela do próprio município, mas também à clientela de toda região. No decorrer dos trabalhos foram constatadas não conformidades que comprometiam o atendimento prestado e contrariavam a legislação” apontou trecho do relatório da auditoria.

Área do refeitório utilizada como lavanderia; parte externa posterior suja, desorganizada e com materiais fora de uso, bem como a área lateral, que também serve de depósito. Local de descanso desorganizado e sem higiene, e por sinal, cheio de infiltração, fungos e colchões empilhados. Sem contar nos prontuários arquivados em local inadequado na recepção da unidade. Esses problemas foram listados e registrados pela equipe do DENASUS. Confira:

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Saúde

Auditoria da saúde detecta irregularidades em Balsas

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Prefeito Luiz Rocha

Apesar de ser  referência assistencial para 12 municípios, Balsas apresentou algumas irregularidades na área da saúde. Foi o que apontou o Relatório do Departamento Nacional de Auditoria do SUS, que abrangeu o período compreendido entre janeiro de 2013 e fevereiro de 2014.

O levantamento teve por finalidade verificar a aplicação dos recursos financeiros do Piso da Atenção Básica e o desenvolvimento das ações por parte das Equipes de Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde.

De acordo com o relatório, foram verificados: a não efetivação dos Agentes Comunitários como funcionários públicos municipais; registros desatualizados e inconsistentes no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES);  enfermeiros cadastrados no CNES para atividade na Estratégia Saúde da Família sem vínculo empregatício formalizado; e descumprimento da jornada de trabalho pelos profissionais  das equipes de Saúde da Família e Saúde Bucal.

Também foram constatadas irregularidades nos processos de licitação para aquisição: de medicamentos e material médico-hospitalar; combustíveis para a Secretaria Municipal de Saúde; e materiais de higiene e limpeza para os órgãos da municipalidade. As impropriedades, que infringem os normativos vigentes, foram verificadas no exercício de 2013.

O Relatório apontou ainda, que as ações e atividades das equipes de Saúde da Família e Saúde Bucal estão sendo realizadas de forma comprometida, em decorrência das atuais estruturas prediais provisórias utilizadas. Com a maioria das Unidades de Saúde em reforma, foram disponibilizados imóveis residenciais alugados, com estruturas físicas adaptadas de forma improvisada, com mobiliário, manutenção, conservação e higiene, em desacordo com o recomendado no Manual de Estrutura Física das Unidades Básicas de Saúde.

O prefeito Luís Rocha Filho; a secretária Municipal de Saúde, Cristiane Santos Bastos Rocha; o presidente da Comissão Permanente de Licitação e Pregoeiro, Aldaênio Carvalho Soares; o secretário da Comissão Permanente de Licitação, Antônio Ernandes de Sousa Cruz; e Juliana da Silva Feitosa, membro da Comissão Permanente de Licitação, foram notificados do teor do relatório preliminar da auditoria.

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Saúde

Hospital de Imperatriz está jogado às traças

Infiltrações nas paredes, teto, instalações hidráulicas e elétricas precárias, péssimas condições de todo o piso, má conservação do mobiliário, falta de limpeza e organização dos ambientes. Esse foi o cenário encontrado pela equipe do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS) no Hospital Municipal de Imperatriz, durante inspeção realizada no mês de março de 2015.

A finalidade da auditoria era verificar o funcionamento da unidade hospitalar. Como se percebe, as condições encontradas não foram nada favoráveis. No Relatório, conta que o  hospital funciona em construções prediais inadequadas para a atividade e que grande parte dos espaços internos estão em condições inadequadas de conservação e higiene.

Dentre as inúmeras análises, constam: espaço físico do almoxarifado incompatível com a quantidade de produtos, estando fragmentado em diversos setores; péssimo estado de conservação do abrigo de resíduos de saúde; e o descaso com a coisa pública, uma vez que foi encontrado um equipamento para lavanderia, doado pelo Ministério da Saúde, parado há quase dois anos em um corredor na área externa do Hospital, dificultando o acesso de veículos ao abrigo de resíduos  e ao necrotério.

Também foi constatado que o Hospital Municipal necessita de Alvará Sanitário, das comissões de Revisão de Prontuários, de Revisão de Óbitos e de Controle de Infecção Hospitalar, bem como da atualização cadastral.

O Relatório destacou que parte das não conformidades sanitárias constatadas pela auditoria já havia sido enfocada pela Superintendência de Vigilância Sanitária do Maranhão, no Relatório Técnico de Inspeção, realizado em novembro de 2014.

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Saúde

Relatório aponta problemática em Hospital de Pastos Bons

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A ausência de equipamentos e materiais médico-hospitalares essenciais ao desenvolvimento das atividades e quantitativo insuficiente de médicos e enfermeiros comprometem a qualidade dos serviços prestados no Hospital Municipal Dr. Theoplistes Teixeira Filho à população de Pastos Bons. Foi o que detectou o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS).

A auditoria, demandada pelo Ministério Público Estadual, teve por finalidade apurar irregularidades no atendimento prestado aos usuários da unidade hospitalar. O DENASUS concluiu que o hospital em questão apresenta não conformidades quanto à falta de manutenção corretiva e preventiva em suas edificações, equipamentos e mobiliários.

Segundo o Relatório, foram verificadas: ausência de Equipamentos de Proteção Individual para os profissionais; irregularidades nos processos de trabalho do laboratório, lavanderia, nutrição e dietética; problemas no fornecimento de energia elétrica, deixando a urgência e emergência da unidade descoberta no período noturno e comprometendo a oferta de atendimento 24h do setor de radiologia clínica.

O Relatório também evidenciou, que nos meses de novembro de 2013 e janeiro de 2014, análises microbiológicas realizadas pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto indicavam não potabilidade da água que abastece o hospital para o consumo humano.

Diante das distorções verificadas no Hospital Dr. Theoplistes Teixeira Filho, o DENASUS recomendou à gestão municipal que as correções fossem implementadas com urgência, utilizando como apoio as orientações feitas na auditoria.

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Saúde

Maranhão já possui 126 casos de microcefalia

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O Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), aponta que, desde o início das investigações, em novembro de 2015, até 28 de maio deste ano, 126 casos de microcefalia foram confirmados no Maranhão. Dos 261 casos notificados, 55 foram descartados e 80 permanecem em investigação.

Quatro novos casos foram notificados na última semana: Bacuri (2), São Luís (2) e São Domingos do Maranhão (1). Segundo a distribuição geográfica, 85 dos 217 municípios maranhenses notificaram casos de microcefalia, sendo que 60 possuem, atualmente, casos confirmados.

Do total de casos, ocorreram nove óbitos, sendo um descartado para microcefalia, em Turiaçu, e oito estão em investigação, aguardando resultado de exames. Entre os municípios com distribuição dos óbitos por microcefalia, em investigação, destacam-se Pedreiras (1), Tutóia (1), Serrano (1), Nova Colinas (1), Imperatriz (1), São Luís (2) e São José de Ribamar (1).

A Secretaria Adjunta da Política de Atenção Primária e Vigilância em Saúde da SES, por meio do Departamento de Atenção à Saúde da Criança e Adolescentes, realiza a busca ativa de casos suspeitos, com o objetivo de esclarecer o diagnóstico dos casos e encaminhar cada criança com microcefalia. A SES disponibiliza serviços para prover a assistência, estimulação precoce e atenção especializada, a exemplo do Centro de Referência em Neurodesenvolvimento, Assistência e Reabilitação de Crianças (Ninar), instalado no Complexo Hospitalar Dr. Juvêncio Matos, em São Luís.


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Saúde

Prefeitura de Cachoeira Grande deixa a Saúde em estado de calamidade pública

A situação da Saúde do município de Cachoeira Grande, comandado por Francivaldo Vasconcelos Souza (PSD), é de calamidade pública. Não há postos de saúde e muito menos hospitais adequados para atender a população.

Segundo denúncias enviada para o Blog do Neto Ferreira, a maioria das unidades hospitalar entraram em reformas e, em seguida, foram abandonadas. Os repasses foram feitos, tanto do governo federal quanto do estadual, mas as construções não foram concluídas. Os canteiros de obras se espalham por toda a cidade, Povoados e a Sede, mas não há previsão para o término das construções.

Em consequência disso, os prédios estão sendo corroídos pela ação do tempo e estão sendo cobertos pelo mato. Um absurdo!

Para completar, os postos de saúde que sobram não contam com remédios, ambulâncias, pois estão quebradas, equipamentos médicos. Além disso, há deficiência de profissionais para suprir a demanda do município.

Os relatos também informaram que os salários dos servidores da Saúde, que foram contratados e dos que já são efetivados, estão atrasados.

A falta de gerência, o descaso e o abandono por parte do prefeito de Cachoeira Grande, Francivaldo Sousa, tem deixado a população revoltada e indignada. O problema é gravíssimo.

Portanto, é necessário que os órgãos competentes, como o Ministério Público do Maranhão, fiscalizem as ações do gestor municipal e faça uma intervenção com urgência. Caso contrário, os moradores continuarão sofrendo com a precariedade na qual passa Cachoeira Grande.

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Hospital construído há mais de 10 anos e não funciona, as ambulâncias quebradas, gerador o tempo consumindo, e equipamentos enferrujando.

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Academia de saúde, que seria construída por meio de convênio federal está há mais de anos em construção.

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Centro de saúde do Povoado São José dos Lopes, entrou em reforma há mais de três anos.

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Centro de saúde localizado na sede, está sendo reformado há mais de três anos.

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4 – Centro de Saúde do Povoado Santo Antonio, o maior povoado do município, reforma iniciada há mais de 4 anos e nunca concluída.


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Saúde

Pacientes esperam horas em fila por senha na Unidade Mista do Bequimão

A saúde de São Luís está agonizando a cada dia mais. E o motivo? O abandono por parte dos gestores públicos que gerenciam os recursos destinado para a área.

Um grande exemplo do descaso está registrado na foto abaixo, o caso aconteceu na manhã desta terça-feira (31), onde dezenas de pessoas esperam horas na fila para conseguir uma senha para serem atendidas na Unidade Mista do Bequimão, e na maioria das vezes, não conseguem. Um absurdo!

A situação é grave e se repete todos os dias. O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, e a secretária de Saúde, Helena Dualibe, parecem que não enxergarem tais problemas.

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Saúde

Prefeitura de São Mateus inaugura Unidade Básica de Saúde

O prefeito de São Mateus Miltinho Aragão inaugurou, quarta-feira (25), a Unidade Básica de Saúde do povoado Lagoinha, que atenderá tanto este povoado quanto localidades vizinhas, uma UBS equipada para a prestação de serviços de saúde pública.

Serão atendidas em média 500 familias na sua área de abrangência, esta UBS é composta por uma equipe multidisciplinar ( médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, dentista e auxiliar de saúde bucal), com mais cinco agentes comunitários de saúde e dois agentes de combate as endemias.

A UBS Lagoinha foi uma promessa de campanha de Miltinho em 2012 quando esteve visitando o povoado, que não tinha a mínima estrutura e os moradores tinham que se deslocar a sede do município para realizar uma consulta.

“Hoje o prefeito está realizando um sonho de todos nós moradores da Lagoinha, trazendo para o local este bonito posto de saúde com medico, dentista e enfermeiras”, disse dona Maria moradora do povoado.


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