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Funcionários do Cest denunciam condições de trabalho e racismo na instituição

Uma denúncia envolvendo a faculdade Cest-Santa Terezinha, situada no bairro Anil, em São Luís, expõe suposto descumprimento de direitos trabalhistas e racismo contra funcionários da instituição.

Uma funcionária, que não quis se identificar, afirmou ao Blog Neto Ferreira, que trabalha sob pressão, e que a gestão da instituição cobra que sejam realizadas tarefas mesmo sem os materiais necessários para executá-las.

Ainda segundo a denúncia, uma funcionária chegou a ser demitida na semana passada por conta do cabelo, que não estaria agradando a chefia.

Os funcionários reclamam ainda: do direito ao valor das férias, que segundo eles, só é feito o depósito quando retornam ao trabalho; das queixas dos superiores quando apresentam atestado médico; e da ausência de ticket alimentação.

Em nota, o CEST negou qualquer irregularidades sobre os direitos dos colaboradores. Leia abaixo:

“A instituição informa que trata com absoluta seriedade toda manifestação relacionada aos direitos dos colaboradores, ao respeito à dignidade humana e à promoção de um ambiente de trabalho ético, seguro e inclusivo.

Seguindo esse padrão, mantém o compromisso permanente com a saúde, a segurança e o bem-estar de seus colaboradores, realizando ações contínuas de orientação e capacitação, incluindo treinamentos de ambientação para novos profissionais, instruções sobre segurança no trabalho, cuidados pessoais, prevenção de riscos ocupacionais e utilização adequada de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e demais equipamentos necessários ao exercício das atividades.

Essas iniciativas fazem parte da política institucional de valorização e mantém um compromisso permanente com a saúde, a segurança e o bem-estar de seus colaboradores.

Nesse sentido, a instituição realiza ações contínuas de orientação e capacitação, incluindo treinamentos de ambientação para novos profissionais, instruções sobre segurança no trabalho, cuidados pessoais, prevenção de riscos ocupacionais e utilização adequada de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e demais equipamentos necessários ao exercício das atividades.

Essas iniciativas fazem parte da política institucional de valorização das pessoas e de promoção de um ambiente de trabalho seguro, respeitoso e alinhado às normas vigentes de saúde e segurança do trabalho.

O CEST repudia qualquer forma de discriminação, inclusive o racismo, e esclarece que não reconhece a veracidade da denúncia veiculada no blog porque trabalha em total consonância com o que dispõe a legislação aplicável, especialmente normas regulamentadoras e a lei estadual 11.827 de 2022, que estabelece a proibição a prática de discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero, bem como por motivo de deficiência, origem, raça, cor, idade e quaisquer outras formas de preconceito e intolerância.

O CEST reafirma seu compromisso com o cumprimento da legislação trabalhista vigente e com a valorização de seus colaboradores, reconhecendo que eles desempenham papel fundamental na missão educacional da instituição.

Esclarecemos outrossim, que quanto ao ticket alimentação seguimos fielmente as determinações contidas nos instrumentos coletivos da categoria dos Estabelecimentos do Ensino Superior desta Capital, não havendo previsão legal ou convencional para o pagamento do referido benefício, o que é de conhecimento de todos no momento da contratação.

Caso sejam identificadas situações incompatíveis com os valores e normas da instituição, as medidas cabíveis serão adotadas com a máxima responsabilidade e transparência.

O CEST permanece à disposição para prestar esclarecimentos adicionais e reforça seu compromisso permanente com a ética, o respeito à diversidade e a melhoria contínua de seus processos internos.”

São Luís (MA), 01 de junho de 2026
CENTRO UNIVERSITÁRIO SANTA TEREZINHA – CEST

10 thoughts on “Funcionários do Cest denunciam condições de trabalho e racismo na instituição

  1. Geralmente em instituições privadas de ensino, os funcionários trabalham muito e recebem pouco, além de serem muito cobrados. Eu já trabalhei num lugar num regime de semiescravidão na qual eu iniciava às 6h da manhã à 10h da noite.

  2. Trabalhei mais de 1 ano na instituição de serviço gerais , sofri também racismo e também pediram pra tirar meu cabelo que usava na época aplique, porq não tava agradando a chefe de serviços gerais dona Ana Lurdes .. Até hoje me sinto arrependida de não ter dado parte na época,porq eu me sentir muito mau eu chorava bastante, fiquei com medo de denunciar porq era meu primeiro emprego e também eu tava muito precisando porq tenho 2 filhos pequenos e acabei me sujeitando a esse tipo de situação

  3. é mentira isso aí que o cest respondeu, eles mentem muito, se o ministério do trabalho bater no cest muitas coisas erradas eles encontrarão, primeiro: o FGTS não pagam, férias a gente recebia só depois de 2 meses da volta da gente, os chefes não ligam pro que a gente fala, aaaa se falasse tudo, ainda bem que sai de lá ainda bem.
    O FGTS não depositam, trabalhei lá

  4. O Cest na gestão de Conceição Rolim é um verdadeiro show de horror. Já estive lá dentro e vi as piores maldades contra o ser humano em um ambiente de trabalho. As pessoas que estão lá hj ou são aliadas dessa mulher ou estão adoecendo severamente.

  5. Boa tarde eu sou a pessoa que foi mandada em bora sexta feira e por conta do meu cabelo Ana Lurdes jestora é racista e preconceituosa e nm falam em pagar quem sai de la.Pagam pouco e agente trabalha fei burro de car pra na hora ser mandado embora .
    Sou negra uso cabelo organico e me orgulho do que sou

  6. Boa noite sou eu a pessoa que foi mandada embora por conta do cabelo por Ana Lurdes eu ate agora ainda não tinha me pronunciado mas já que lá dentro do Cest todos estão achando que eu quem fiz a denúncia então agora vou falar ali vc se mata de trabalhar para ganhar pouco e ainda ser discriminado por conta de sua cor e cabelo mandam vc fazer hora que vai receber na hora vai é para banco de horas se for mandado embora eles ficam enrolando para não pagar me mandaram embora e ate agora não me deram nada

  7. Boa noite eu também passei por isso Dona Ana Lurdes não gostava do meu cabelo chegou a falar ate que ti ha raiva do meu cabelo me senti mal teve pessoas que me chamaram para denúncia la eu preferir me calar porque estava precisando na semana passada troquei de cabelo e ela odiou e me colocou pra rua disse que eu estava dispensada do Cest

  8. saí de lá, mas mantenho muitos contatos com funcionarios que afirmam, não depositam o fgts
    não pagam as ferias, só depois da volta
    pagam o décimo depois do prazo
    na~pagam retroativo
    agora essa de racismo é novidade

  9. É tudo verdade, já vi por diversas vezes o tratamento dado aos funcionários braçais. Já ouvi relatos de atitudes do alto escalão da instituição a respeito da aparência dos funcionários e também caso de discriminação com alguns alunos. Sem contar os direitos trabalhistas feridos. Uma pena que um lugar que deveria contribuir com a educação seja gerido por mentes tão fechadas e colonialistas.

  10. Seria bom que vocês se juntamente e procutace seu direito, contrata um advogado e mete o pau nessa instalação

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