Poder

Maranhão fica em 25º lugar no ranking de competitividade entre estados

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O Maranhão foi um dos Estados que não tiveram um bom desempenho o Ranking de Competitividade dos Estados na edição de 2017, ficando em 25º lugar. Apenas 7 unidades da Federam conseguiram melhorar em relação a 2016 – Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará, Paraíba, Alagoas, Acre e Rondônia, além do Distrito Federal .

A pesquisa sondou quais Estados conseguiram manter as contas sob controle e ainda promover melhorias no atendimento aos cidadãos, na infraestrutura e no ambiente de negócios.

Em 2016, o Maranhão estava em 23º lugar, mas em 2017, caiu duas posições, ficando na frente apenas do Amapá e Sergipe.

O estudo, idealizado e produzido pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Tendências Consultoria Integrada, é o mais completo do gênero no País e avalia anualmente, desde 2011, a performance dos 26 Estados e do Distrito Federal em dez pilares – capital humano, educação, eficiência da máquina pública, infraestrutura, inovação, potencial de mercado, segurança pública, solidez fiscal, sustentabilidade ambiental e sustentabilidade social.

Os pilares são compostos por 66 indicadores apurados por instituições de referência, como o IBGE, o Ipea (Instituto de Planejamento de Economia Aplicada, ligado ao Ministério do Planejamento) e a Secretaria do Tesouro Nacional.

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Crime

Criminosos acusados de ataques a bancos no Maranhão e Piauí são presos

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Sete pessoas foram presas nessa terça-feira (19) com vários explosivos e armas no residencial Torquato Neto, Zona Sul de Teresina. De acordo com a Polícia Civil, elas são suspeitas de integrar uma quadrilha de ataques a caixas eletrônicos e casas lotéricas nos estados do Piauí e Maranhão.

Ainda segundo a polícia, dois suspeitos apontados como chefes do grupo são de Minas Gerais e haviam sido presos em 2016 acusados pelo arrombamento do Banco do Brasil do São Cristóvão, Zona Leste de Teresina. Já outros integrantes têm passagens por crime virtual, eram considerados hackers, e tráfico de drogas.

“A investigação iniciou em conjunto com a Polícia Federal, após uma sequência de arrombamentos a caixas eletrônicos no Piauí e Maranhão. Recebemos a informações que existia uma movimentação estranha em um bairro da Zona Sul de Teresina e após diligências prendemos os suspeitos, que estão envolvidos a ataques a oito agências bancárias”, revelou o delegado Willame Moraes, coordenador do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco).

A última ação da quadrilha foi registrada na madrugada dessa terça-feira, durante a explosão a caixas eletrônicos do Banco do Brasil de Codó, no Maranhão. Uma semana antes, as agências do Bradesco de Jerumenha e Marcos Parentes, no Sul do Piauí, foram alvos do grupo.

No Piauí, os suspeitos são acusados pelos ataques a Caixa da Barão de Gurgueia, em Teresina, e banco na prefeitura de Picos. Enquanto no Maranhão, eles teriam agindo no Bradesco de Parnarama, Caixa e Banco do Brasil de Timon, esta última houve apenas uma tentativa.

“Eles foram os primeiros a trazer este tipo de explosivo ao Piauí. Tanto que a primeira explosão a caixa eletrônico registrado no estado ocorreu no Banco do Brasil do São Cristóvão. A partir daí houve uma ramificação do grupo, que passou o conhecimento para outros comparsas e o líderes ao serem liberados voltaram a fazer a mesma prática”, destacou o secretário de segurança Fábio Abreu.

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Poder

Petistas discutem em frente ao Hotel Pestana

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Um secretário de São Luís, filiado do Partido dos Trabalhadores (PT), foi alvo de críticas de outro integrante da legenda, nesta terça-feira (5), no Hotel Pestana, onde o ex-presidente Lula está hospedado.

Os dois quase chegaram às vias de fato.

Na ocasião, o presidente do PT no Maranhão, Augusto Lobato, tenta conter o petista, enquanto o gestor se afasta em direção ao hotel.

“Anda é com segurança no meio de arraial. Isso que é vergonhoso para um petista”, esbravejou o filiado.

Ao que parece, se abriu uma crise interna no Partido dos Trabalhadores, no Maranhão.


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Poder

PF desarticula quadrilha que desviou R$ 10,2 milhões da Previdência no Maranhão

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A Força-Tarefa Previdenciária, integrada pela Polícia Federal (PF), pela Secretaria de Previdência e pelo Ministério Público Federal (MPF), deflagrou na manhã desta terça-feira, (5), nas cidades de São Luís, Codó, Timbiras, Coroatá, Presidente Dutra, todas no estado do Maranhão e em Teresina/PI, a Operação FANTÔME, com a finalidade de reprimir crimes previdenciários.

As investigações, iniciadas no ano de 2012, levaram à identificação de um esquema criminoso no qual eram falsificados documentos públicos para fins de concessão de benefícios de Amparo Social ao Idoso a pessoas fictícias, além do recebimento indevido de benefícios previdenciários após o falecimento do titular.

A organização criminosa contava com um funcionário de uma instituição bancária em Timbiras/MA e outro da agência dos Correios em Codó/MA, responsáveis pela abertura de contas correntes, realização da prova de vida e renovação de senha bancária. Fazia parte, ainda, um servidor do INSS, atualmente aposentado, além de intermediários e agenciadores.

A PF cumpriu 14 mandados judiciais, sendo 2 de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão, além do sequestro de bens imóveis e de veículos em poder dos principais investigados. Dentre os mandados judiciais consta, ainda, a determinação para que o INSS suspenda o pagamento de 109 benefícios, submetendo-os a procedimento de auditoria. A Operação contou com a participação de 50 policiais federais e de 2 servidores da área de Inteligência Previdenciária, a Assessoria de Pesquisa Estratégica e Gerenciamento de Riscos (APEGR).

O prejuízo, inicialmente identificado, aproxima-se de R$ 10,2 milhões. O prejuízo anual, a ser evitado com a suspensão dos benefícios, gira em torno de R$ 1,2 milhão. Os investigados presos serão indiciados pelos crimes de estelionato previdenciário, organização criminosa e lavagem de capitais.

O nome FANTÔME, na tradução da língua francesa, significa fantasma, em alusão ao esquema criminoso cujo modus operandi seria a utilização de pessoas fictícias, criadas apenas para que o verdadeiro autor não aparecesse nas operações fraudulentas.

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Poder

Flávio Dino teria convidado Dilma para disputar Senado pelo Maranhão

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), teria feito convite à ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff, para disputar uma vaga para o Senado pelo Maranhão. A informação é da coluna Radar On-line, da revista Veja.

Além do comunista, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), também convidou Dilma para mudar o domicílio eleitoral para seu estado e concorrer a uma vaga por lá.

Segundo a coluna Rdar, o caso do Maranhão, no entanto, é mais complicado. Se Lula for candidato a presidente e Dilma aceitar a cantada de Dino, o Lula não poderá sequer sentar para conversar com o clã Sarney, inimigo mortal do atual governador.

Mas enquanto os aliados se movimentam por ela, Dilma nem emite sinais sobre seus planos para o ano que vem.


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Poder

PF deflagra operação contra fraude de equipamentos para hospitais no Maranhão

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (2) a Operação Equipos, no Maranhão, que busca desarticular uma organização criminosa dedicada ao contrabando de equipamentos de diagnóstico médico através da Aduana de Controle Integrado (ACI) em Dionísio Cerqueira/SC.

Cerca de 250 policiais federais estão sendo cumpridos a 62 mandados de busca e apreensão e 19 de condução coercitiva em 44 municípios de 19 estados (SC, AL, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MS, MG, PA, PB, PR, PI, RJ, RS, RO, SP, SE), expedidos pela Justiça Federal de São Miguel do Oeste/SC, além de um interrogatório em Fort Myers, na Flórida – Estados Unidos, com o apoio de autoridades americanas, em ação de cooperação internacional. Também estão sendo sequestrados judicialmente nove veículos e 21 imóveis dos principais investigados.

A investigação tece início a partir de apreensão de carga de equipamentos médicos em outubro de 2013, na ACI em Dionísio Cerqueira. Na ocasião, foram apreendidos tomógrafos, mamógrafos, dentre outros equipamentos de alto valor comercial, em uma carga avaliada em aproximadamente R$ 3 milhões, sendo R$ 2 milhões os tributos sonegados. Na documentação constava descrição genérica da mercadoria e valor declarado de US$ 180 mil (apenas 10% do valor real).

No âmbito do inquérito policial instaurado para apuração do caso, verificou-se que, entre 2011 e 2015, o grupo criminoso investigado introduziu de forma irregular no Brasil outras 12 cargas de equipamentos médicos, remetidas dos Estados Unidos ao nosso país, via trânsito aduaneiro através do Chile e da Argentina. Após a liberação pelas autoridades argentinas, as cargas desapareciam. Porém, notas fiscais emitidas pelo grupo comprovam que tais equipamentos ingressaram no Brasil e foram revendidos para clínicas, hospitais e intermediários de diversas regiões do país.

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Após a apreensão da carga, em outubro de 2013, o grupo passou a registrar as importações de equipamentos médicos no SISCOMEX, porém, como “equipamentos tipográficos” – e com declaração subfaturada de apenas 10% do valor real, o que permitiu obter isenção dos impostos de importação e do IPI, além da redução de outros tributos, causando prejuízos milionários à União. A descrição incorreta da mercadoria também liberava fraudulentamente o grupo da necessidade de Licença Prévia de importação e de fiscalização pela Anvisa. A investigação estima-se que, apenas em tributos diretos, a sonegação pode chegar a R$ 20 milhões.

São investigados empresários e pessoas jurídicas do ramo de exportação e importação, revendedores, clínicas, hospitais, despachante aduaneiro, além de um doleiro responsável pelo repasse de recursos ilícitos ao grupo.

Também é apontado como integrante do grupo criminoso um servidor da Receita Federal com lotação em Dionísio Cerqueira/SC que teria recebido valores ilícitos em troca de facilitação da ação da quadrilha. Os principais integrantes do grupo criminoso também foram investigados na Operação Shylock, desencadeada em setembro de 2015, e respondem a ação penal perante a Justiça Federal.

Os envolvidos, na medida de suas participações, serão indiciados pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, associação criminosa, contrabando, facilitação de contrabando e falsidade ideológica, cujas penas máximas somadas podem chegar ao patamar de 23 anos de reclusão.

A Polícia Federal ressalta que os equipamentos apreendidos hoje na operação permanecerão em uso nos hospitais e clínicas, cujos responsáveis serão nomeados como fiéis depositários dos bens durante o trâmite do processo.


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Poder

Polícia Federal deflagra operação contra pornografia infantil no Maranhão

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 25, a 2ª fase da Operação Glasnost, que combate a exploração sexual de crianças e o compartilhamento de pornografia infantil na internet. A ação cumpre mandados em 51 cidades de 14 estados brasileiros.

Foram expedidos três mandados de prisão preventiva, 72 de busca e apreensão e dois de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento.

Até o momento, 11 pessoas tinham sido presas, sendo oito em flagrante e três preventivas.

Segundo a PF, a investigação teve como base o monitoramento de um site russo utilizado como uma espécie de “ponto de encontro” de pedófilos do mundo todo.

Os investigados produziam e armazenavam fotos e vídeos de crianças, adolescentes e até mesmo de bebês com poucos meses de vida, muitos deles sendo abusados sexualmente por adultos, e as enviavam para contatos no Brasil e no exterior.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Ceará, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Piauí, Pará e Sergipe.

A PF disse ainda que as investigações resultaram na identificação de centenas de usuários, brasileiros e estrangeiros, que compartilhavam pornografia infantil na internet, bem como de diversos abusadores sexuais e produtores de pornografia infantil, tendo sido identificadas, ainda, diversas crianças vítimas de abuso.

Primeira fase

A primeira fase da operação foi deflagrada em novembro de 2013. À época, foram cumpridos 80 mandados de busca e prisão e realizadas 30 prisões em flagrante por posse de pornografia infantil. Também foram identificados e presos diversos abusadores sexuais, bem como resgatadas vítimas, com idades entre 5 e 9 anos.

O nome da operação

O nome da operação é uma referência ao termo russo que significa transparência. “A palavra foi escolhida porque a maior parte dos investigados utilizava servidores russos para a divulgação de imagens de menores na internet e para realizar contatos com outros pedófilos ao redor do mundo”, explicou a PF.


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Crime

Policiais militares do Mato Grosso são presos após manter família refém no Maranhão

Do G1,MA

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Da esquerda para direita: dois policiais militares de Mato Grosso e dois homens, cuja identidades não foram divulgadas.

Dois policiais militares da Rotam do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel da Polícia Militar (PM) de Mato Grosso foram presos no município de Santa Luzia, a 294 km de São Luís.

Eles são suspeitos de fazerem uma família refém para cobrar uma dívida. O caso ocorreu no povoado Faíza, localizado na zona rural da cidade.

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Segundo a polícia, eles teriam chegado a manter uma família, refém, amarrada, sob a mira de armas para forçar o pagamento da tal dívida. O soldado Edoriel Tales Taques Albuquerque e o cabo Wellington Bispo Nunes agiram junto com outros dois homens, que também foram presos, de acordo com a polícia.

O comando da PM de Mato Grosso foi informado da prisão dos policiais e disse que os dois haviam pedido folga no início da semana.

Com o grupo, a polícia apreendeu armas as armas usadas para intimidar as vítimas, além de rádios de comunicação.

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Crime

MPF denuncia diretores do Idac por desvios de R$ 87 mil da saúde do Maranhão

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O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) denunciou Antônio Augusto Silva Aragão, presidente do Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (Idac); Bruno Balby Monteiro e Mauro Serra Santos, diretores responsáveis pela gestão financeira do Instituto, por desvio de R$ 87 mil de recursos públicos federais destinados à saúde. Valterleno Silva Reis também está entre os denunciados por ter participado ativamente do esquema.

Conforme contextualiza o MPF na denúncia, o Idac, organização social sem fins lucrativos, celebrou diversos contratos de gestão com o Estado do Maranhão para administrar unidades hospitalares. Os contratos totalizaram mais de R$ 240 milhões, sendo que, desse montante, no período entre 1º de janeiro de 2014 e 28 de junho de 2016, mais de R$ 130 milhões eram oriundos de repasses federais. Segundo apontam as investigações, cerca de 10% dos recursos foram desviados pela entidade, que é legalmente impedida de utilizar a atividade decorrente dos referidos contratos para obtenção de lucro.

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Valterleno Silva Reis, operador do esquema

Prisão em flagrante – No dia 2 de junho de 2017, por volta das 16h, os denunciados foram presos em flagrante no edifício onde funciona o Idac, localizado no bairro São Francisco, em São Luís (MA), mais especificamente no 2º andar, onde funciona a sede do diretório do Partido Social Democrata Cristão (PSDC) no Maranhão. As ações dos denunciados já estavam sendo monitoradas com autorização da Justiça Federal. Na ocasião, foi confirmado o desvio de R$ 87 mil em recursos repassados ao Idac para aplicação nos serviços de saúde.

Na denúncia, o MPF/MA pede que Antônio Augusto Silva Aragão, Bruno Balby Monteiro, Mauro Serra Santos e Valterleno Silva Reis sejam condenados pela Justiça por crime de peculato e organização criminosa. Atualmente, os denunciados estão em liberdade.


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Poder

4 toneladas de drogas são incineradas em São Luís

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A Polícia Civil do Maranhão realizou o transporte de 4,1 toneladas de entorpecentes para serem incinerados esta semana. Durante o transporte, seis viaturas da Polícia Civil deram suporte ao processo de transporte e incineração de drogas. Os entorpecentes apreendidos e incinerados representam um desfalque de mais de R$ 10 milhões ao narcotráfico.

Os entorpecentes incinerados foram apreendidos pela Superintendência Estadual de Repreensão ao Narcotráfico (Senarc) e outras delegacias entre os anos de 2016 e 2017. Entre as drogas apreendidas estão maconha, crack, cocaína, loló e ecstasy.

Os entorpecentes foram queimados em um forno de incineração de uma empresa, a partir de autorização judicial, e o procedimento foi acompanhado por policiais da Senarc; do Grupo de Resposta Tática (GRT); da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic); além de representantes do Ministério Público e da Vigilância Sanitária.


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