Política

Fábio Macedo destaca investimento de quase 2 milhões para Dom Pedro

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O deputado estadual e líder da bancada do PDT na Assembleia Legistativa, Fábio Macedo, participou, na manhã desta terça-feira (11), no Palácio dos Leões, da cerimônia de Assinatura da Ordem de serviço para a Recuperação do Sistema de Abastecimento de Água de Dom Pedro e outros municípios maranhenses.

“Hoje é um dia muito feliz e só tenho a agradecer ao Governador Flavio Dino por sempre atender as nossas solicitações, que sempre estão de acordo com as necessidades do povo. Resolver o problema de abastecimento de água de Dom Pedro, sempre foi uma das prioridades do meu mandato, um compromisso que firmei com os conterrâneos de minha cidade natal, é um sonho que se torna realidade”, reassaltou, Fábio.

A ordem de serviço, assinada pelo Governador Flávio Dino, a pedido do parlamentar pedetista, levará um investimento na ordem de quase 2 milhões de reais para a recuperação dos reservatórios elevados e semi-enterrados, aneis de distribuição, construção de uma adutora e instalação de 800 hidrometros domiciliares, resolvendo de uma vez por todas o problema crônico de falta d’agua na cidade.

Na ocasião, Fábio Macedo, ainda destacou o trabalho do ex-prefeito da cidade, Hernando Macedo, que em meio a várias dificuldades, construiu vários poços artesianos na cidade.

“A recuperação do sistema de abastecimento vai complementar os serviços já realizados pelo ex-prefeito Hernando, que muito se empenhou para resolver essa problemática na cidade, o que infelizmente não foi suficiente para suprir a demanda. Mas agora, com essa grande obra, a população de Dom Pedro terá água todos os dias em suas torneiras”, finalizou o pedetista.


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Política

Vereadores discutem execução orçamentária e gestão fiscal de 2016 em audiência pública

Secretáriode Fazenda faz apresentação sobre relatório de quadrimestres do Executivo.

Com a participação de secretários e assessores municipais, a Câmara Municipal de São Luís realizou, na manhã dessa terça-feira, (11), uma audiência pública para discutir o 6º bimestre do Relatório Resumido d Ececução Orçamentária e o 3º quadrimestre do Relatório de Gestão Fiscal do ano de 2016, conforme determina a Lei Complementar nº 101, também conhecida com LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).

Com a presidência do vereador Astro de Ogum (PR), a Mesa Diretora contou ainda com as presenças dos veradores Honorato Fernandes (PT) e Josué Pinheiro (PSDB), respectivamente, 1º e 2º secretários. Como cnvidados compuseram a direção dos trabalhos os secretários municipais Delcio Rodrigues e Siva Neto, da Fazenda; José Cursino Raposo Moreira, de Desenvolvimento e Planejamento; Lula Filho, de Governo, e Jota Pinto, de Assuntos Políticos.

“Estamos cumprindo mais um rito previsto na Lei de Responsabildade Fiscal, cumprindo com nossas atribuições de acompanhar os atos d responsabilidade do Executivo”, declarou Astro de Ogum. Já o vereador Pavão Filho (PDT) completou dizendo que “para nós já mais um ato de rotina, pois atendemos a essa exigência legal de tomar conhecimento e saber com estão sendo aplicados os recursos públicos”.

Enquanto o secretário Delcio Rodrigues, da Fazenda, no início de sua apresentação explicava que pretendia fazer um relatório mais social possível em razão da complexidade de informações econômicas e a frieza dos números, a maioria dos vereadores mostrava unanimidade em tomar conhecimento das realizações da administração pública constantes no relatório. “Nós temos de saber da real situação de como foram aplicados os recursos para que não fiquemos com dúvidas sobre o que está sendo apresentado”, argumentou o vereador Marquinhos Silva (DEM).

Os vereadores que compareceram a audiência pública foram Francisco Aldir Junior (PR), Edson Gaguinho (PHS), Chaguinhas (PP), Fátima Araújo (PCdoB), Genival Alves (PRTB), Gutemberg Araújo (PSDB), Isaias Pereirinha (PSL), Marcial Lima (PEN), Nato Junior (PP), Paulo Victor (PROS), Professor Sá Marques ((PHS), Silvino Abreu (PRTB) e Umbelino Junior (PPS).


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Política

Sarney briga na Justiça por aposentadorias de R$ 73 mil

Do Congresso em Foco

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Enquanto milhões de brasileiros aguardam com apreensão as mudanças previstas na reforma da Previdência, o ex-presidente da República e do Senado José Sarney (PMDB) trava uma batalha judicial para manter sua tripla aposentadoria, que lhe garante uma renda de R$ 73 mil por mês.

O valor representa mais que o dobro do teto constitucional para o servidor público no país, o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje fixado em R$ 33,7 mil.

Sarney foi condenado pela Justiça Federal em Brasília a devolver aos cofres públicos tudo o que recebeu acima desse teto desde 2005. O montante anterior não foi cobrado por ter prescrito o prazo de punção judicial – ou seja, o Estado perdeu o prazo para reivindicá-lo.

O ex-presidente acumula uma pensão no valor de R$ 30.471,11 mil como ex-governador do Maranhão, outra de R$ 14.278,69 mil, que recebe como servidor aposentado do Tribunal de Justiça maranhense, e mais R$ 29.036,18 mil como ex-senador.
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Para a juíza Cristiane Pederzolli Rentzsch, da 21ª Vara Federal, que condenou o senador em 25 de agosto de 2016, a soma desses benefícios não poderia ultrapassar o teto remuneratório fixado pela Constituição.

Sarney recorre da decisão. Além de determinar a devolução do dinheiro recebido ilegalmente, a juíza mandou o ex-presidente abrir mão de benefícios para se enquadrar no limite constitucional. Em sua sentença, Cristiane não fixa o valor a ser ressarcido aos cofres públicos. Se for aplicada a atual diferença entre o que o peemedebista embolsa e a remuneração de um ministro do STF, se considerado desde os cinco anos anteriores à data em que o processo foi autuado no tribunal, a conta pode passar dos R$ 4 milhões.

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Defesa contesta

O advogado Marcus Vinicius Coelho, que defende Sarney no processo, argumenta que as remunerações da ativa – incluídas na ação iniciada quando o político ainda estava no exercício do mandato – e os “proventos recebidos da inatividade” não podem ser alcançados pelo teto previsto na Constituição. O ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) alega, ainda, que os proventos são pagos por entes federativos diversos. “Assim, não há o extrapolar do teto constitucional”, disse Marcus Vinicius ao site.

No recurso entregue à Justiça, a defesa afirma que Sarney já recebe como ex-governador antes da Emenda Constitucional nº 41/2003, que fixou o teto remuneratório, e da própria Constituição de 1988. Embora tenha controlado a política em seu estado por cinco décadas, o peemedebista foi governador do Maranhão por um único mandato, de 1966 a 1970. Tempo suficiente para lhe garantir R$ 30 mil por mês na conta bancária.

O domínio político da família, também representada pela ex-governadora Roseana Sarney, sua filha, só foi quebrado temporariamente pelo governo de Jackson Lago (PDT) e, na última eleição, pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

Na folha de pagamento dos servidores aposentados do Tribunal de Justiça, Sarney aparece como analista judiciário. Em fevereiro deste ano, último mês em que é possível fazer a consulta na página do TJMA, seus créditos ficaram em R$ 14.278,69. Feitos os descontos, a aposentadoria líquida ficou em R$ 11.047,41. O Congresso em Foco não conseguiu apurar em que período o ex-presidente trabalhou na corte.

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Em resposta ao site, a Secretaria de Gestão e Previdência do Maranhão (Segep-MA) informou que, “até o momento, não existe no órgão nenhum pedido judicial de suspensão” da aposentadoria. Como o caso ainda segue na Justiça, a suspensão só deverá ocorrer após sentença final.

Vantagens pessoais

Em sua decisão, Cristiane Pederzolli contesta a tese de que o acúmulo não está sujeito ao teto. “Na linha de entendimento dos Tribunais Superiores, a partir da edição da EC (Emenda Constitucional) nº 41/2003, nenhum tipo de subsídio, vencimento ou provento ultrapasse o teto fixado, estando as vantagens pessoais incluídas no teto remuneratório”, escreveu.

“Por todo o exposto, forçoso concluir que os valores relativos aos 03 (três) vencimentos, de que cuidam o presente caso, recebidos pelo requerido José Sarney incluem-se no cômputo do teto remuneratório constitucional. Portanto, para a aferição da obediência ao teto, tais vencimentos devem ser tomados ‘em adição’ e não ‘em separado’”, reforça a magistrada na sentença.

A denúncia ajuizada pelo Ministério Público foi baseada em notícia publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, em 6 de agosto de 2009, que mostrou que o então presidente do Senado recebia pelo menos R$ 52 mil dos cofres públicos por mês. Na ocasião, mais do que o dobro permitido pela Constituição, que estabeleceu como teto salarial o subsídio de ministro do Supremo Tribunal Federal, na época de R$ 24.500.

Lava Jato

Este não é o único problema que Sarney enfrenta na Justiça. Desde fevereiro ele é investigado na Operação Lava Jato. O ministro Edson Fachin, responsável pela operação no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito contra o ex-senador por tentativa de obstrução da Lava Jato junto com os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL), além do ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado. Além de embaraço às investigações, todos são acusados de organização criminosa, conforme revelações feitas em delação premiada de Sérgio Machado, que gravou conversas com os políticos.

Dono de uma das carreiras políticas mais longas da história do país, Sarney exerceu mandatos por 59 anos. Desses, 38 anos foram passados no Senado – 14 anos pelo Maranhão (entre 1971 e 1985) e 24 pelo Amapá (de 1991 a 2015). Nesse período, presidiu a Casa três vezes. Vice-presidente eleito indiretamente na chapa encabeçada por Tancredo Neves, assumiu o Planalto com a morte do colega, que nem chegou a tomar posse. Seu governo, o primeiro após a ditadura militar, foi marcado por tentativas frustradas de planos econômicos, hiperinflação e baixa popularidade. Mas também é lembrado por marcar a redemocratização do país.


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Política

Júnior Verde conduz audiência para discutir a Reforma da Previdência

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O presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia, o deputado estadual Júnior Verde (PRB) conduziu nesta sexta-feira (07), audiência pública que teve como tema “Reforma da Previdência (PEC 287/2016) e perdas de direitos para trabalhadores e trabalhadoras”. O debate contou com a participação de sindicalistas e dirigentes de entidades representativas de diversas categorias.

O parlamentar destacou a importância de a Assembleia Legislativa se envolver com a problemática envolvendo a PEC 287/16 e seus reflexos perante a classe militar. “É da maior importância que possamos abrir, aqui nesta Casa, uma discussão sobre possíveis perdas de direitos da classe trabalhadora. Há uma preocupação generalizada de que esta PEC 287, que prevê a Reforma da Previdência, proposta pelo governo Temer e encaminhada ao Congresso, acabe não reconhecendo a atividade de risco dos profissionais de segurança pública para critério de aposentadoria”, alertou.

Além de integrantes da diretoria do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol/MA), também participaram representantes do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do Maranhão (SinPRF/MA), Associação Regional de Cabos e Soldados da Polícia e Bombeiro Militar, da União Militar Independente (UMI), da Associação de Policiais Militares de Pindaré-Mirim, e representantes da Associação de Amigos e Esposas de Policiais Militares e Bombeiros Militares.

O vice-presidente do Sinpol, Raiol Filho, frisou que a PEC 287 quer acabar com as aposentadorias especiais de trabalhadores rurais, professores e policiais e extinguir o direito das mulheres, que exercem triplas jornadas de trabalho. Segundo ele, as medidas contidas na reforma obrigarão os trabalhadores a contribuir pelo menos 49 anos ou terem 65 anos de idade para se aposentar.

O deputado Júnior Verde advertiu que a tramitação no Congresso Nacional desta Proposta de Emenda Constitucional que altera as regras da aposentadoria e propõe mudanças na previdência precisa ser acompanhada por toda a sociedade, para que não traga malefícios para os cidadãos.

“Esse é um assunto que interessa a todos os trabalhadores do nosso país, seja da iniciativa privada, da área rural, autônomos ou do serviço público. A reforma que o governo pretende implantar pode ser um retrocesso e, se aprovada da forma como está, poderá penalizar especialmente a população mais humilde”, concluiu.


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Política

Edilázio intensifica agenda no interior do estado

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O deputado estadual Edilázio Júnior (PV) intensificou, na última semana, atividades parlamentares e visitas em municípios que integram o interior do estado. Além de Barreirinhas, ele passou pelas cidades de Tutóia, Matinha e São Bento.

Na cidade turística de Barreirinhas, considerada o polo da Região dos Lençóis, Edilázio participou, na quarta-feira, da solenidade e atividades que marcaram os 79 anos da emancipação política do município.

No período da manhã, ele participou de um café da manhã na sede da administração. Depois disso, foi convidado pelo prefeito Albérico Filho para uma caminhada até o centro administrativo, onde houve a inauguração do prédio que abrigará várias secretarias, como Saúde, Educação, Obras e Infraestrutura, Turismo, Meio Ambiente e o Departamento de Trânsito.

No mesmo dia, já no período da noite, Edilázio se deslocou à cidade de Tutóia, que também celebrava aniversário de 79 anos. Acompanhado pelo vereador Viriato, ele visitou o ex-vice-prefeito Jesus Dalino e a sua esposa, Socorro. O parlamentar também visitou lideranças políticas, sindicalistas e amigos e participou da festa de aniversário na Praça Central.

No dia seguinte Edilázio Júnior foi ao município de Matinha para participar de uma reunião com vereadores, na residência do líder político da região, Cabeça de Sebastião. Estavam presentes os parlamentares Rosiolete Brito, Tom, Ulisses e Júnior Pereira.

No mesmo dia, ele se deslocou a São Bento. Lá participou, ao lado do prefeito Luizinho Barros, de um grande culto ecumênico que celebrou os 112 anos de emancipação do município. O cantor Davi Sacer foi a atração no ato religioso.


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Política

Josimar discute com Roseana Sarney sobre eleições de 2018

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Recentemente o presidente estadual do PR deputado Josimar de Maranhãozinho (PR), viajou para Brasília cumprindo mais uma etapa da sua agenda partidária dentre os compromissos, uma visita a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB). O tom da conversa foi amigável e como não poderia ser diferente as eleições de 2018 também entrou na pauta.

É do conhecimento de todos que o parlamentar tem “trânsito livre” e muito respeito por parte do grupo da ex-governadora Roseana com quem manteve uma boa parceria quando prefeito e Roseana era governadora do estado. Atendendo a seu pedido Josimar apoiou o candidato à sucessão que obteve uma significativa votação nos municípios de Maranhãozinho e Centro do Guilherme.

O deputado Josimar é um politico independente que nos últimos anos fortaleceu muito o seu partido(PR) ajudando a eleger vários prefeitos, vice-prefeitos e vereadores no Maranhão.


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Política

Umbelino Júnior participa de encontro com vereadores no Rio de Janeiro

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O vereador Umbelino Junior participou hoje do encontro de vereadores no Rio de Janeiro, que teve como tema: “Legislador – da proposição de leis à fiscalização das ações do Executivo.”

O seminário foi ministrado pelo advogado, militante na área de direito público e especialista em Licitações Públicas, José Souto Tostes.

Com o objetivo de preparar o vereador para que ele atue com liberdade, saiba apresentar leis, fiscalizar e acompanhar o trabalho do Poder Executivo, diversas orientações foram repassadas aos vereadores que participaram do seminário.

Instruções e noções de oratória e de como elaborar um bom pronunciamento também tornaram-se pauta no evento.
Buscando sempre novos conhecimentos e com a experiência adquirida no encontro, Umbelino afirmou que é necessário buscar aprimoramento para o exercício de sua função constitucional em defesa da sociedade ludovicense.


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Política

“A população precisa se aproximar das decisões políticas”, diz Wellington

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A ampliação e a participação popular por meio do poder do cidadão, através do Pacto Federativo, foram pautas aprovadas em mais um projeto de autoria do deputado estadual Wellington do Curso (PP). Trata-se do Decreto Legislativo 02/2017, que permite que eleitores apresentem emendas à Constituição Federal.

Segundo o deputado Wellington, a população deve participar das decisões políticas do Estado para garantir uma verdadeira representação.

“Não deve existir barreira entre políticos e população, que deve se aproximar das decisões políticas do Estado. Por isso, apresentamos essa proposta de iniciativa popular. Atualmente a competência para proposições de emendas constitucionais está restrita ao presidente da República, a um terço, no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado e a mais da metade das assembleias legislativas. Através do projeto, acrescenta-se o Inciso IV ao Art 60, permitindo que a Constituição Federal seja emendada mediante ‘Iniciativa Popular’. Ao permitir que o cidadão apresente alteração, com certeza, acarretará uma maior participação popular nas iniciativas legislativas”, explicou Wellington.


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Política

Assembleia aprova redução de imposto para grandes empresários

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O Plenário aprovou, na sessão desta quinta-feira (30), o Projeto de Lei nº 224/2016, de autoria do Poder Executivo, que institui o Programa de Incentivo ao Desenvolvimento dos Centros de Distribuição no Estado do Maranhão. Na Mensagem nº 103, encaminhada à Assembleia Legislativa, o governador Flávio Dino explica que o objetivo do projeto é constituir no Maranhão um vigoroso pólo atacadista, gerando emprego e renda e estimulando o investimento produtivo.

“Consolida-se, assim, a construção de uma política tributária eficiente, em especial a medida que exige que os contribuintes que forem incentivados por esta lei fiquem obrigados a converterem em investimentos no Estado do Maranhão a mesma soma de valores decorrentes dos benefícios recebidos, como estímulo à implantação ou expansão de seus empreendimentos econômicos”, afirma o governador Flávio Dino, na Mensagem Governamental.

Com parecer verbal e favorável das Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania; e de Orçamento, Finanças, Fiscalização e Controle, o projeto foi defendido no plenário pelo líder do governo, deputado Rogério Cafeteira (PSB). Ele destacou que o objetivo do projeto é o de fomentar a geração de renda e novos empregos.

O líder do governo, que anteriormente, por meio de suas redes sociais, já havia manifestado repúdio quanto ao posicionamento da Oposição em obstruir a votação da matéria, foi enfático ao fazer a defesa do projeto do lei.

Rogério Cafeteira explicou que, ao contrário do discurso feito pelos deputados da bancada de oposição, não se trata de beneficiar atacadistas “ricos” e sim conceder um tratamento isonômico, já que, pela medida, todos os atacadistas terão o mesmo tratamento, com o incentivo de 2%. Ele destacou, que diferente dos pequenos e médios atacadistas, os Centros de Distribuição ainda terão de conceder uma contrapartida mínima de 500 empregos, por Centro.

“Todos os outros atacadistas têm esse mesmo incentivo, tanto pequenos, quanto médios. Dessa vez o incentivo é para os Centros de Distribuição, que diferentemente dos menores atacadistas, têm que oferecer, em contrapartida desse benefício, um mínimo de 500 empregos por Centro”, esclareceu o parlamentar.

O deputado destacou ainda a importância da aprovação do projeto e lamentou que a Oposição se coloque contra o estímulo de geração de empregos. “O governador Flávio Dino tem trazido projetos importantes para a Assembleia, que visam, principalmente, garantir os serviços essenciais à nossa população funcionem e funcionem cada vez melhores. Esse Projeto que está em discussão na Assembleia tem, entre outros objetivos, o de estimular a geração de emprego e renda no Maranhão. Colocar-se contra um projeto que estimula a geração de empregos, injeta recursos na nossa economia, é colocar-se contra uma população inteira de nosso Estado”, frisou o líder do Governo.

CRÍTICAS DA OPOSIÇÃO

No encaminhamento da votação, a deputada Andrea Murad (PMDB) fez ressalvas ao projeto, dizendo que o governo deveria ter tido a preocupação de contemplar com o benefício todo o setor atacadista, e não apenas para uma empresa com capital de R$ 100 milhões e com mais de quinhentos funcionários. “Temos mil empresas atacadistas e o projeto do Governo vai beneficiar apenas uma empresa”, argumentou Andrea Murad.

Os deputados Eduardo Braide (PMN) e Adriano Sarney (PV) também criticaram o projeto, dizendo que a proposta do governo contempla somente dois requisitos: que o atacadista tenha acima de R$ 100 milhões e que gere mais de quinhentos empregos.

“Eu tive a curiosidade de pesquisar quais são as empresas atacadistas no Maranhão que se adequam principalmente ao capital social, e encontrei somente uma. Essa lei é feita única e exclusivamente para uma empresa, mas mesmo assim quero dizer que não sou contra a lei de
início, porque se for uma lei que vier para beneficiar, para gerar mais emprego, tudo bem”.

Ao defender seu ponto de vista, o deputado Eduardo Braide sugeriu à Mesa Diretora que o projeto fosse retirado de pauta, para uma discussão mais ampla na Casa. O deputado Max Barros (PRP) manifestou-se, também, sugerindo que a Mesa adiasse, mediante entendimento com os líderes partidários, por uma sessão, a votação da matéria.

Eu vejo até que os líderes do governo estão conversando com os empresários, ouvindo a ponderação, já ouvi inclusive que há possibilidade de estender isso aos empresários. Mas a oportunidade de fazer essa emenda é agora quando a lei está sendo votada. Se isso não for feito agora, dificilmente será feito posteriormente. Então a nossa proposta não é do confronto, muito pelo contrário, é do entendimento para que seja dada oportunidade para que o governo converse com os empresários e essa lei seja aprimorada e não beneficie apenas uma empresa, mas beneficie o conjunto dos empresários do setor”, argumentou Max Barros.


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Política

Candidatura de Doria ao Planalto ganha força como ‘plano B’ de aecistas

Folha de São Paulo

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A possibilidade de o PSDB lançar a candidatura de João Doria à Presidência em 2018 ganha terreno na cúpula do partido, inclusive na ala ligada ao senador Aécio Neves, outro nome posto para a disputa do ano que vem.

Dirigentes da sigla – entre eles, o ex­-presidente Fernando Henrique Cardoso – trabalham com a hipótese de Doria como uma espécie de plano B para a corrida presidencial, caso sejam confirmados o conteúdo de depoimentos de ex-­executivos da Odebrecht e seus impactos devastadores para o tucanato. Segundo um amigo de FHC, o ex-­presidente está “atento a Doria”, assim como aliados do senador mineiro.

Tucanos ligados a Aécio já procuraram o prefeito para a pavimentação de pontes. O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy (BA), por exemplo, viajou a São Paulo no dia 17 de março para um almoço particular com o prefeito paulistano. Interlocutores de Aécio sustentam que o mineiro não desistiu de sua candidatura ao Planalto, mas reconhece que suas chances hoje são mais remotas, principalmente se os desdobramentos da Operação Lava Jato persistirem até o ano que vem.

Um parlamentar tucano muito próximo do senador faz o seguinte raciocínio: caso o potencial explosivo dos depoimentos da Odebrecht se confirme, o partido precisará de uma “cara nova” na disputa.

Nesse cenário, Doria fica em situação confortável. Nas palavras de outro congressista aliado do senador mineiro, “crescem a cada dia” as chances de o PSDB lançar Doria candidato. Um terceiro tucano, também com influência sobre Aécio, diz que a candidatura Doria é hoje vista pelo grupo como algo “factível” – daí a necessidade de tratá­lo como interlocutor privilegiado. Ressaltando que é cedo, o líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), afirma que “Doria avançará mais”.

Ele trata o prefeito paulistano como “a grande revelação da política brasileira”. “A vitória e o estilo dele chamam a atenção. Colocam seu nome num patamar mais elevado dentro do partido e da sociedade”, sustenta. Doria vem negando intenções de concorrer ao Planalto –costuma repetir que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, seu padrinho político, é seu candidato para 2018.

ALTERNATIVA

Resistente à ideia, até um mês atrás, o próprio Aécio tem dado sinais de simpatia à candidatura do prefeito caso a sua não se viabilize. Nesta hipótese, não estaria descartada a composição de uma chapa puro-sangue, com o senador Antonio Anastasia (MG) na vice de Doria. Aécio surgiria, então, como fiador dessa aliança. Ao grupo do mineiro interessa fortalecer o prefeito em uma disputa pela candidatura com Alckmin. Dessa forma, o grupo evitaria um alijamento do poder caso o prefeito se torne mesmo o candidato do partido. Também entre aliados do senador José Serra (SP) o nome de Doria desponta como favorito em um cenário em que as candidaturas dele e de Aécio fiquem inviabilizadas.

FATOR LULA

Na avaliação da cúpula do PSDB, a candidatura de Doria ganhará força se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva for o nome do PT. Doria, acreditam os tucanos, seria o único capaz de derrotar o petista. E teria mais força para fazer frente a candidaturas que fogem do político tradicional, como a de Jair Bolsonaro (PSC­RJ).

Em favor de Doria, a cúpula do PSDB avalia ainda que, por ser iniciante, seu nome não estará desgastado até 2018. Como não disputou eleições em um período em que as doações de empresas eram permitidas, tampouco estaria “contaminado” por práticas como o caixa dois. Toda essa costura depende, no entanto, de delicada articulação. Tucanos lembram que a chapa pura afugenta potenciais aliados e pode contrariar o PMDB. E que a manobra exige estratégia de comunicação para evitar a imagem de que Doria estaria traindo Alckmim.

Aliados de Doria também reconhecem que ele só manterá suas chances de entrar em uma disputa em 2018 – qualquer que seja ela – caso sua administração apresente resultados concretos em pouco tempo. E tratam com cautela a possibilidade de que uma renúncia ao mandato seja malvista pelo eleitorado.


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