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Andson Mendonça conquista mais de meio milhão de “plays” no Spotify

O cantor maranhense Andson Mendonça está no Top Five do Brasil no Spotify. Ele é primeiro cantor maranhense a alcançar a marca.

Com o cover da música mais tocada do momento “O nome dela é Jefiner”, o artista conseguiu ficar na 5ª posição na categoria “As 50 virais do Brasil” após alcançar a marca de meio milhão de views.

Andson vem se destacando no meio musical maranhense há mais de 10 anos. O artista iniciou sua carreira na banda Forró da Patricinha, depois foi para a Free Lance.

Em seguida, o cantor foi contratado para integrar o grupo Furacão do Forró, no Ceará.

Após retornar ao Maranhão, Andson voltou para a banda Filhinho de Papai, e atualmente está em carreira solo, que a cada dia faz mais sucesso.


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Adolescente é apreendido suspeito de participar da morte dos funcionários da Cemar

Nesta quinta-feira (17), as Polícias Civil e Militar apreenderam um adolescente de 16 anos suspeito de participar do assassinato dos funcionários da Cemar, no Sítio Natureza, em Paço do Lumiar.

Segundo informações, o menor infrator é irmão de Pablo Martins Silva, vulgo D’Menor, de 18 anos, que seria o principal autor do crime.

Segundo informações da SHPP, o adolescente foi apreendido nas imediações do Sítio Natureza, local da execução.

Ele está prestando depoimento na Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa – SHPP e em seguida será encaminhado para a Delegacia do Adolescente Infrator – DAI, em São Luís.

Entenda o caso

Na terça-feira (15), dois funcionários da Cemar identificados como João Victor Melo e Francivaldo Carvalho da Silva foram executados, no bairro Sítio Natureza, em Paço do Lumiar.

De acordo com a polícia, as vítimas teriam ido até o local realizar a interrupção de energia elétrica em uma das residências e após a realização do serviço, eles foram surpreendidos por disparos de arma de fogo quando já estavam no veículo da empresa.

O principal suspeito do crime foi identificado como Pablo Martins Silva, vulgo D’Menor, que até o momento continua foragido.


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Prefeitura recebeu R$ 5,9 milhões e saúde está precária em Paço do Lumiar

Entre julho de 2017 e fevereiro de 2018, a Prefeitura de Paço do Lumiar, comandada por Domingos Dutra, recebeu R$ 5.985.151,80 milhões do Fundo Nacional de Saúde e as unidades hospitalares estão precárias. As informações foram divulgadas pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus).

De acordo com o relatório obtido pelo Blog do Neto Ferreira, entre o período de julho e dezembro de 2017, a gestão de Dutra recebeu R$ 4.567.915,31 milhões referentes ao Bloco de Atenção Básica e da Assistência Farmacêutica Básica.

E nos meses de janeiro e fevereiro de 2018, foram depositados na conta da Prefeitura cerca de 1.417.26,48 milhões referentes aos Componentes Piso de Atenção Básica em Saúde do Bloco Custeio e Promoção da Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos na Atenção Básica em Saúde.

As imagens abaixo mostram a precariedade na qual se encontram as unidades de saúde de Paço do Lumiar.

De acordo o Denasus, os prédios dos postos apresentam irregularidades na estrutura física dos prédios, nos móveis e equipamentos.

Os técnicos também encontraram péssimas condições de higienização nos consultórios médicos, nas paredes e no teto.

Há tempos que moradores reclamam do abandono dos hospitais e postos de saúde de Paço do Lumiar. Segundo eles, falta medicamentos e equipamentos nos locais.


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Materiais de consumo e didáticos irão custar R$ 3,2 milhões em Cajari

R$ 3.255.111,46 milhões. Esse é o valor que a W.V.Pessoa Comércio Ltda – Comercial São Luís vai faturar em Cajari.

De propriedade de Wallace Vasconcelos Pessoa, a empresa foi contratada para fornecer materiais de expediente e didático.

De acordo com o Diário Oficial, serão destinados cerca de R$ 2.305.188,78 (dois milhões trezentos e cinco mil, cento e oitenta e oito reais e setenta e oito centavos) para os materiais de expediente. E o montante de R$ 949.922,68 (novecentos e quarenta e nove mil, novecentos e vinte e dois reais e sessenta e oito centavos) irá pagar os custos com a aquisição de materiais didáticos.

O contrato tem validade de 12 meses.


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Justiça Federal condena ex-prefeita de Paraibano por uso indevido de verbas do Fundeb

A Justiça Federal condenou a ex-prefeita de Paraibano (MA), Maria Aparecida Queiroz Furtado, e do ex-tesoureiro do município, José Ubiratan Lima Ferro Filho, por conta de irregularidades na aplicação de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) em 2008.

O MPF destaca que, enquanto gestores do município, transferiram da conta-corrente do Fundeb para outras contas-correntes do mesmo município, a importância de R$ 280.270,01, referentes a oito cheques assinados por eles, nominais à prefeitura. Essas transações aconteceram nos últimos dias de 2008, próximo ao fim do mandato de Maria Aparecida Queiroz Furtado.

Diante disso, a Justiça Federal determinou que a ex-prefeita e José Ubiratan Lima Ferro Filho tenham os direitos políticos suspensos pelo prazo de cinco anos e sejam proibidos de contratar com o Poder Público ou de receber benefícios fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de três anos. Devem ainda pagar multa civil no valor de R$ 5 mil.


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Vereadores participam de audiência para revisão do Plano Diretor de São Luís

Vereadores de São Luís participaram, na noite de terça-feira, 15, da primeira, de uma série de nove audiências públicas, para revisão do Plano Diretor da capital maranhense, com base na Lei nº 4.669/2006.

O evento, de iniciativa da Prefeitura, ocorreu no auditório da Faculdade Pitágoras, no bairro do Turu, e tem como finalidade debater a reordenação de políticas voltadas para áreas urbanas e rural da cidade, além de garantir acessibilidade, mobilidade, uso racional do uso e ocupação do solo, habitação, meio ambiente, saneamento básico, entre outras questões que envolvem o planejamento estratégico do município.

Para o presidente da Câmara de São Luís, Osmar Filho (PDT), esse é o momento importante para que todos possam discutir melhorias para a cidade. “Entendemos a importância que tem o Plano Diretor, instrumento que há mais de dez anos não passa por um processo de revisão. A cidade tem que acompanhar as mudanças que ocorrem constantemente e um dos pilares para isso é justamente o Plano Diretor”, declarou.

Osmar Filho informou que, após a conclusão das audiências públicas, tudo que for absorvido pelos técnicos da Prefeitura farão parte do documento revisado, que passará por uma ampla discussão e posterior votação no plenário da Câmara Municipal.

“Na nossa avaliação a cidade precisa avançar e no momento em que o prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) encaminhar está matéria para o Legislativo, a gente saberá contribuir para avançar nessa questão. Assim que esse documento chegar na Câmara, com certeza, daremos total celeridade ao assunto”, frisou.

Segundo o vereador Honorato Fernandes (PT), essa discussão é importante, pois garante a retomada da revisão do Plano Diretor de São Luís. “A gente espera que esse debate tenha, cada vez mais, a ampla participação da sociedade civil e que a gente veja a população da cidade participando desses nove encontros, que se inicia hoje com este evento, pois esta é uma ferramenta importante, ao lado da lei que trata do uso e ocupação do solo urbano, fundamental para que haja um crescimento ordenado do município”, destacou.

A vereadora Bárbara Soeiro (PSC) disse que a sociedade tem mais é que comemorar esse debate, por se tratar de uma discussão que impactará na vida de todos que moram em São Luís. “Entendo que o marco é quando a sociedade participa, fala e discute as suas demandas. Eu sempre digo que o Plano Diretor começa e termina na Câmara Municipal. O Executivo é a parte técnica, mas é aqui nessas audiências que a sociedade discutirá aonde doi. Portanto, é somente por meio desse diálogo que temos que debater a cidade, pois precisamos ter qualidade de vida. Temos milhares de problemas e não adianta ficar somente reclamando no canto”, enfatizou.

Já o vereador Estevão Aragão (PSDB) criticou a falta de mais participação popular na primeira audiência pública organizada pela Prefeitura, além da demora na revisão do Plano diretor que já ultrapassa os dez anos legais para sua atualização. “O Plano Diretor de São Luís vai caminhando para os três anos de defasagem, pois deveria ter sido atualizado em 2016, já que a última revisão aconteceu em 2006. Entendo também que faltou ampla divulgação sobre o assunto à população da cidade. É preciso que vários setores e segmentos da sociedade possam participar, pois isso mexerá com a vida e o dia a dia de cada um. O que a gente observa é que sempre participam das audiências apenas correligionários do prefeito. Apesar disso, trata-se de um assunto de extrema importância e essas audiências são fundamentais para reordenarmos o nosso Plano Diretor”, afirmou.

Os trabalhos contaram também com as participações de secretários municipais, estudantes, lideranças comunitárias e demais representantes da sociedade civil organizada.

Para o secretário municipal de Planejamentos Estratégicos, Gustavo Marques, que presidiu a mesa de diálogos, o Conselho da Cidade teve todas as suas atividades técnicas acompanhadas por observadores ao longo das reuniões para a montagem do documento que proporcionará a revisão do Plano Diretor.

“A realização dessas nove audiências públicas é a oportunidade que a população de São Luís tem de se fazer ouvir e falar na montagem dessa revisão do Plano Diretor. Esse processo está sendo garantido pela Prefeitura, que abre as portas para que todos possam fazer suas manifestações e contribuir para esse novo documento”, frisou.
Também participaram da audiência os vereadores Raimundo Penha (PDT), Francisco Chaguinhas (PP), Ricardo Diniz (PRTB) e Joãozinho Freitas (PTB).


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Xand Avião no “Janeirão” em Carutapera

O evento conhecido popularmente como Janeirão promete arrastar milhares de pessoas entre os dias 18 e 20 em Carutapera.

Os três dias de festa vão contar com atrações de peso, como o cantor de forró Xand Avião, Super Pop e Búfalo do Marajó e Bruno Shinoda.

Além disso, os foliões também poderão participar do bloco do pré-carnaval no dias 18 e 19.

Não perca!


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Índios denunciam invasão de terras no Maranhão

A Terra Indígena dos Awá Guajá, na qual houve a desintrusão em 2014, está sendo novamente invadida. Há fazendeiros já instalados lá, árvores foram derrubadas e há rebanho pastando por lá.

Os Awá Guajá são definidos pela Funai como “de recente contato”. A maioria só fala Guajá. Antonio Guajajara, da Terra Caru, falou que eles estão correndo extremo perigo. Existem também desse mesmo povo, alguns grupos isolados, ou seja, os que recusam contato.

No Maranhão os remanescentes de Floresta Amazônica estão em três terras indígenas: Awá Guajá, Caru, onde vivem os Guajajara e onde tem mais duas aldeias de Awá e a TI Alto Turiaçu onde vivem os Ka’apor.

Os Guajajara, depois da desintrusão (retirada de ocupantes ilegais), formaram dois grupos de vigilantes: os Guardiões da Floresta, e as Guerreiras da Floresta, para fiscalização e conscientização da importância da preservação.

Leia abaixo também o longo depoimento de Antonio Guajajara explicando a situação atual. Neste fim de semana foram feitas reuniões de grileiros para planejar novas invasões.

Depoimento de ANTONIO WILSON GUAJAJARA, cacique da aldeia Maçaranduba, da Terra Indígena Caru, Maranhão

“A gente vem acompanhando as ameaças que estão surgindo sobre a terra indígena Awá Guajá. Nós que moramos aqui perto, na verdade são três terras coladas uma a outra: a terra indígena Caru, a terra indígena Awa Guajá e a terra indígena Alto Turiaçu dos indígenas Ka’apor.

A gente está vendo a terra dos Awa a um instante ela sendo invadida pelos não-indígenas, pelos invasores, os antigos invasores que moravam nela. Quando teve a desintrusão, quando eles saíram, e agora essa nova possibilidade de o governo liberar as terras indígenas. Isso faz com que eles achem que está tudo já liberado e aí eles estão se manifestando para querer invadir.

Só que nós aqui, Miriam, dessa região onde eu moro, a gente trabalha da maneira organizada. Sabemos que as únicas terras em que existe mata no Maranhão são a terra Caru, Alto Turiaçú e Awa Guajá. São as únicas terras que tem matas. Foi formado desde 2014 o grupo de Guardiões da Floresta, no qual a gente faz a vigilância. A gente faz a vigilância para que essas pessoas não possam entrar. Aqui na terra Caru a gente trabalha para isso: defender a floresta de uma maneira pacífica, sem violência, educada.

Já fizemos várias capacitações e sabemos também que o nosso dever de proteger a floresta é muito importante porque aqui na terra também tem os Awá que nunca tiveram contato com ninguém. Não sei se você sabe, mas aqui na Caru tem ainda esses indígenas. Eles são índios de recente contato, que são a aldeia Tiracambú e a aldeia Awá. Ficam aqui na terra Carú.

A gente está pensando em continuar fazendo esse trabalho. Vem dando certo. Hoje a terra indígena Caru, Turiaçu, a Pindaré, outra terra aqui também de Guajajara, a gente vem vendo resultado, trabalhando os guardiões juntos, mostrando para o invasor que a gente não está para entrar em conflito, que a gente está para conversar, fazendo com que eles entendam que a terra é nossa, é indígena.

E também aqui, quando foi formado o grupo de guardiões da floresta, foi formado também o grupo das guerreiras, de mulheres, de Guerreiras da Floresta como chamamos aqui. O trabalho delas é fazer reunião com os povoados, nas cidades, informando a importância da floresta, a importância dos rios, a importância de todos animais, e também informando que tem indígena dentro da terra que não se deve ter contato. A gente vem trabalhando muito forte em cima disso, avisar aos não-indígenas, os “brancos” como falamos.

O trabalho delas é muito importante. Esse grupo só existe aqui na Caru. Desde 2014 os Guardiões andam pela terra e as Guerreiras andam pelo outro lado, dos não-indígenas, fazendo esse tipo de trabalho que é perigoso, mas é importante para nós tudo

A gente está bastante preocupado. A nossa terra indígena Carú é de 172 mil hectares, só floresta. Se a gente não tiver parceria com os amigos, com outras pessoas, fica também difícil para gente. Sabemos que quem vai sofrer mais ainda são os próprios Awá, que não estão entendendo nada do que está acontecendo.

A terra indígena Carú está rodeada de povoados. É tipo uma ilha, tem dois rios. Existe também bastante invasão. Mas a gente está batendo firme e forte, continuando nossos trabalhos de vigilância. Mas a gente precisa de mais força também. Esse é um pouco de história aqui da Caru.

Quanto à terra Awá, a gente quer unir forças. Tanto com os Awá, que são recente contato, quer unir força com a etnia Ka’apor, e quer unir força com os outros parentes também para que a gente possa ajudar eles, os Awá, a fazer suas aldeias lá dentro da terra. Eles não fazem ainda por conta de ameaças, por conta de várias desmatamentos que estão sendo muito fortes dentro da terra Awá. A gente foi lá, passou quase um mês lá, e a gente não vê outra coisa a não ser pasto, criação de gado está muito forte. E eles estão jogando agora é veneno por cima da floresta para matar os matos e criar os capins. Fazer com que a pastagens aumente. Isso é bastante preocupante para nós.

O que nos resta é unir as forças. Daqui para frente nós vamos fazer isso, unir as forças. Vamos unir força para que a gente possa ajudar a salvar os parentes Awá que não estão ainda contactados. Estão na mata. Estamos preocupados com o futuro das nossas vidas e das deles também (…) Eles dependem muito da gente e dos Ka’apor. Essas terras do Awá fica no meio das duas terras, tanto da Caru quanto do Alto Turiaçu. Precisamos de muito apoio para que possamos reflorestar o que foi destruído e proteger também ao mesmo tempo as três terras juntos.

Quando você veio, naquele ano, não tinha muito desmatamento. Hoje está muito diferente. A invasão aumentou, tiração de madeira também. Tem alguns fazendeiros dentro, morando e eles estão utilizando esse tipo de trabalho, jogando veneno por cima da terra dos Awá. Tudo isso está acontecendo dentro da terra dos Awá. E eles usam também fogo quando é tempo de seca. Saiu queimando tudo.

Não sabemos se os Awá, que ainda não estão contactados, nós não sabemos se ainda existem lá dentro. Sabemos que tem na terra Caru, a terra onde eu moro, mas na terra dos Awá não sabemos. Se tem, eles estão vivendo meio que para um lado e para outro. Topa com madeireiro, topa com caçador. Principalmente agora com o que está acontecendo com eles.”


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Preso idoso acusado de estuprar criança em São José de Ribamar

A Polícia Civil do Maranhão, através da DPCA, deu cumprimento na data de hoje 16/01/2019 ao Mandado de Prisão Preventiva de RAIMUNDO MENDES MOUZINHO, de 82 anos de idade. O pedido foi fundamentado após divulgação de vídeo pornográfico que foi divulgado nas redes sócias onde o acusado aparece abusando sexualmente da menor A.G.R.S , de 10 anos de idade.

A prisão foi realizada pela equipe de policiais civis da DPCA e após o cumprimento das formalidades legais, o preso foi encaminhado ao Centro de Triagem de Pedrinhas.


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Prefeitura de Bela Vista vai torrar R$ 3,6 milhões com locação de veículos pesados

Localizada em Pindaré-Mirim, a JSC Empreendimentos Eireli ganhou um contrato milionário com na Prefeitura de Bela Vista.

O acordo visa a locação de caminhões e máquinas pesadas por 12 meses.

A construtora, de propriedade de Josefe Silva Cutrim, vai faturar R$ 3.697.283,04 (três milhões, seiscentos e noventa e sete mil, duzentos e oitenta e três reais e quatro centavos) com as locações.


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