Crime

PF cumpre mandado de busca e apreensão no Maranhão

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A Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça do Pará em um condomínio de São Luís. Uma mulher foi conduzida coercitivamente para Plantão Central de Polícia Civil do Parque do Bom Menino para prestar esclarecimentos sobre uma suposta rede de criminosos especializados em lavagem de produtos florestais. O mandado expedido faz parte de uma série de ações dentro de uma operação batizada de “Tempestas”.

A conduzida é suspeita de fazer parte de um grupo que utilizava dados de madeireiras para emitir notas quentes e negociar madeira proveniente de extração ilegal. Em depoimento na delegacia, a mulher negou envolvimento com a quadrilha.

As investigações começaram em 2014, quando quatro empresas de extração de madeira procuraram a Polícia e denunciaram que seus logins e senhas de sistema haviam sido hackeados. Essas informações dizem respeito à emissão de guias florestais através de sistemas ambientais.

No Maranhão, o grupo criminoso estaria utilizando esses dados para emitir notas fiscais através da internet da mulher que foi conduzida à delegacia em São Luís. Segundo a Polícia, o esquema fraudulento movimentou, nos últimos anos, mais de R$ 20 milhões.

Estados na mira da PF

Além do Maranhão, a “Operação Tempestas”, ocorre nos estados do Pará, Mato Grosso, Paraná e Sergipe. Ao todo, cem agentes cumprem 24 mandados de busca e apreensão, 14 de prisão preventiva, dois de prisão temporária e cinco de condução coercitiva determinadas pela Vara de Combate ao Crime Organizado.
O objetivo é desarticular a atuação de organizações criminosas de alta complexidade, que atuam no “esquentamento” de madeira ilegal e sua introdução no mercado com preços reduzidos, prejudicando não só o meio ambiente, como também os empreendimentos madeireiros que atuam de forma lícita.


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Poder

PF investiga ligação entre a Edeconsil e o doleiro Youssef

A empresa Edeconsil Construções e Locações Ltda, de propriedade dos empresários Fernando Antônio Leitão Cavalcante, o Fernandão, e José Thomaz Cavalcante Filho é investigada pela Polícia Federal.

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Um dos proprietários da Edeconsil, Fernando Antônio Leitão Cavalcante, o Fernandão.

A construtora teve seu nome citado durante a 2ª fase da Operação Lava Jato, denominada Bidone, quando o doleiro Alberto Youssef entregou aos agentes federais uma relação com diversos valores relacionados a obras negociadas por ele, segundo documento obtido pelo Atual 7.

A planilha contabilizou 170 empresas, sendo a maioria empreiteiras, e uma delas é a Edeconsil. No documento aparece nome de José Humberto Tavares como representante da empresa.

Ainda de acordo com o documento, a empresa integrava o Consórcio EIT/Edeconsil/PB que estava concorrendo a um processo licitatório para realizar obras da Caema, na adutora Italuís.  A proposta do doleiro Youssef foi encaminhada no 12 de janeiro de 2012, e o Consórcio ganhou o contrato no dia 24 de janeiro do mesmo ano.

Diante de tais informações, os investigadores acreditam que a Edeconsil e outras empresas teriam pago propina para garantir contratos com o poder público.

Um escândalo!


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Poder

Ex-prefeito se entrega à PF

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Ex-prefeito de São Bento, Luiz Gonzaga Barros, o “Luizinho”.

O ex-prefeito de São Bento, Luiz Gonzaga Barros, o “Luizinho”, se entregou na tarde desta terça-feira (19), na sede da Polícia Federal, no bairro da Cohama, em São Luís. Ele estava foragido.

Luís Gonzaga é candidato a prefeito do município e foi um dos alvos da Operação Vínculos, deflagrada hoje pelos agentes federais nas cidades de São Luís, São Bento, Palmeirândia, Pinheiro e Turilândia.

A ação visa reprimir organização criminosa responsável pela prática de crimes previdenciários, no Maranhão. O prejuízo identificado é de quase R$ 1,5 milhão.

Ao todo foram cumpridos 32 mandados judiciais, sendo nove de prisão temporária, 19 de busca e apreensão e 4 de condução coercitiva.

O esquema criminoso, segundo a PF, contava com a participação de o ex-prefeito de São Bento, contadores, um advogado especializado em causas previdenciárias, um ex-funcionário do cartório de Palmeirândia, um servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e outros intermediários. Entre os mandados, está a determinação para que o INSS suspenda o pagamento de 11 benefícios de pensão por morte e afastamento do servidor.

Os envolvidos foram indiciados pelos crimes de estelionato previdenciário, inserção de dados falsos, associação criminosa e falsidade ideológica, cujas penas máximas acumuladas podem chegar a 24 anos de prisão, sem prejuízo de outras infrações penais que forem identificadas após a deflagração, como lavagem de capitais e organização criminosa.

A Operação foi denominada VÍNCULOS em alusão tanto ao esquema criminoso que agia na implantação de vínculos empregatícios irregulares no CNIS, quanto pelo relacionamento comprovado entre os membros da associação criminosa.


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Crime

Polícia Federal deflagra operação contra ex-prefeito de São Bento

Luiz Gonzaga Barros, o “Luizinho”

A Polícia Federal (PF) cumpriu na manhã desta terça-feira (19) 32 mandados judiciais, sendo nove de prisão temporária, 19 de busca e apreensão e 4 de condução coercitiva, numa operação que desmontou uma quadrilha que praticava crimes previdenciários no Maranhão. A Operação Vínculos ocorreu nas cidades de São Luís, São Bento, Palmeirândia, Pinheiro e Turilândia, e contou com uma força-tarefa formada pela PF, Ministério do Trabalho e Previdência Social (MPS) e Ministério Público Federal (MPF). O prejuízo identificado é de quase R$ 1,5 milhão.

O esquema criminoso, segundo a PF, contava com a participação de um ex-prefeito de São Bento, contadores, um advogado especializado em causas previdenciárias, um ex-funcionário do cartório de Palmeirândia, um servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e outros intermediários. Entre os mandados, está a determinação para que o INSS suspenda o pagamento de 11 benefícios de pensão por morte e afastamento do servidor.

As investigações, iniciadas no ano de 2015, levaram à identificação de um esquema criminoso com atuação desde 2010, responsável pela concessão de benefícios de pensão por morte fraudulentos. Os instituidores e, em alguns casos, o próprio titular, eram pessoas fictícias, criadas virtualmente através da falsificação de documentos públicos.

Os vínculos empregatícios inexistentes do instituidor eram implantados no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) junto à Prefeitura Municipal de São Bento, com salários de contribuição no teto previdenciário, sendo transmitidos através de Guias de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP) irregulares.

O esquema criminoso contava com a participação do ex-prefeito do Município de São Bento, contadores, um advogado especializado em causas previdenciárias, um ex-funcionário do Cartório de Palmeirândia, um servidor do INSS e intermediários.

. Dentre os Mandados Judiciais consta, ainda, a determinação para que o INSS suspenda o pagamento de onze benefícios de pensão por morte, bem como com relação ao servidor da autarquia previdenciária, a proibição de frequentar o ambiente de trabalho e a determinação do afastamento das funções públicas pelo prazo de noventa dias.

A operação contou com a participação de 75 (setenta e cinco) policiais federais e de 2 (dois) servidores da área de inteligência do Ministério do

Trabalho e Previdência Social, a assessoria de Pesquisa Estratégica e Gerenciamento de Riscos (APEGR).

O prejuízo inicialmente identificado aproxima-se de R$ 1,5 milhão. O valor do prejuízo evitado com a conseqüente suspensão desses benefícios, levando-se em consideração a expectativa de sobrevida média da população brasileira, é de R$ 12 milhões.

A Operação foi denominada VÍNCULOS em alusão tanto ao esquema criminoso que agia na implantação de vínculos empregatícios irregulares no CNIS, quanto pelo relacionamento comprovado entre os membros da associação criminosa.

Os envolvidos foram indiciados pelos crimes de estelionato previdenciário, inserção de dados falsos, associação criminosa e falsidade ideológica, cujas penas máximas acumuladas podem chegar a 24 anos de prisão, sem prejuízo de outras infrações penais que forem identificadas após a deflagração, como lavagem de capitais e organização criminosa.

O resultado desse trabalho é fruto da Força-Tarefa Previdenciária, composta pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social, Departamento de Polícia Federal e Ministério Público Federal, visando combater crimes contra a Previdência Social.


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Política

Polícia Federal prende ex-senador acusado de cobrar propina em CPI

G1, Brasília

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O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) foi preso preventivamente na 28ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta terça-feira (12). A ação, batizada de “Vitória de Pirro”, investiga a cobrança de propinas para evitar convocação de empreiteiros em comissões parlamentares de inquérito sobre a Petrobras. Gim era membro da CPI no Senado e vice-presidente da CPMI, da Câmara e do Senado.

O nome dele pareceu nas delações do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) e do dono da UTC, Ricardo Pessoa. O Ministério Público Federal (MPF) diz que há evidências de que o ex-senador pediu R$ 5 milhões em propina para a empreiteira UTC Engenharia e R$ 350 mil para a OAS. As duas empresas são investigadas na Lava Jato.

A Polícia Federal (PF) cumpre 22 mandados judiciais em São Paulo, Rio de Janeiro, Taguatinga (DF) e Brasília.

RESUMO DA OPERAÇÃO

Objetivo: investigar irregularidades na CPI e na CPMI da Petrobras (2014 e 2015).

Mandados judiciais: 22, sendo 2 de prisão temporária, um de prisão preventiva, 14 de busca e apreensão e 5 de condução coercitiva.
Preso preventivamente: ex-senador Gim Argello (PTB-DF).

Presos temporariamente:Paulo Cesar Roxo Ramos, assessor de Gim, e Valério Neves Campos, secretário-geral da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Conduzidos coercitivamente: Jorge Argello Júnior, filho do ex-senador Argello, e os executivos da OAS Roberto Zardi Ferreira Jorge, Gustavo Nunes da Silva Rocha, Dilson de Cerqueira Paiva Filho e Marcos Paulo Ramalho.

Um dos mandados de busca e apreensão mira a sede empreiteira OAS, em São Paulo.

Os três presos serão levados ainda nesta terça para Curitiba, em um avião da PF. A previsão é de que o avião saia de Brasília às 14h.
A prisão temporária tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo período ou convertida em preventiva, que é quando o investigado fica preso à disposição da Justiça sem prazo pré-determinado.
Os crimes investigados na 28ª etapa são concussão, corrupção ativa, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Repasses da UTC

A PF disse que há indícios concretos de que Gim tentou evitar a convocação de empreiteiros para prestar depoimento, mediante a cobrança de pagamentos indevidos disfarçados de doações eleitorais.

O ex-diretor financeiro da UTC Engenharia Walmir Pinheiro Santana, um dos delatores do esquema investigado pela Lava Jato, relatou em depoimento à Procuradoria-Geral da República um suposto acordo firmado em 2014 entre o dono da empresa, Ricardo Pessoa, e o ex-senador Gim Argello.

Pelo acordo, Pessoa não seria chamado a depor na CPI mista da Petrobras, que à época tinha Gim Argello como vice-presidente, e, em contrapartida, o empresário repassaria recursos a pessoas indicadas pelo então senador.


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Poder

Bomba! Áudio na PF deve levar construtor do MA para cadeia

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Agentes da Polícia Federal gravaram uma delação que coloca como figura principal um construtor de peso do Maranhão no bojo de um esquema envolvendo servidores públicos que atuam como organização criminosa (ORCRIM).

A gravação obtida pelo Blog do Neto Ferreira e periciado pelo Setor Técnico-Científico (SETEC) da Superintendência da Polícia Federal do Maranhão, mostra o delator revelando subornos que resultaram na emissão de Alvara falsos dos quais foram utilizados para sonegar milhões em impostos. A delação deve levar construtor do MA para cadeia.

E todo esse esquema – de conhecimento da Superintendência da Polícia Federal – foi notícia pelo blog em post sob o titulo “Bomba! Construtoras do MA fraudam alvará para sonegar milhões em imposto federal” (Confira) e “Escândalo: construtor é pego em sonegação e paga mais de R$ 1 milhão em propina” (Reveja).

Segundo o áudio, o construtor subornou funcionários da Prefeitura de São Luís, inclusive, servidor do governo federal que descobriu a falsificação do Alvara dado ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), órgão responsável por calcular o tamanho do terreno e assim gerar o valor real do recolhimento.

O delator faz outras denúncias gravíssimas envolvendo políticos do primeiro escalão do governo anterior e outros empresários da construção civil.

Mas, essa é outra história…


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Poder

Operação da PF desarticula quadrilha de tráfico de drogas que atuava no Maranhão

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (31), a Operação Cardeal, visando desarticular uma associação criminosa voltada para o tráfico de drogas e lavagem de capitais em diversos Estados do país.

Estão sendo cumpridos 72 mandados judiciais, sendo 28 de prisão preventiva, 12 de condução coercitivas e 32 de buscas e apreensões nos Estados de Rondônia, Amazonas, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Norte e Ceará.

A investigação teve início no mês de agosto de 2015, logo após a deflagração da Operação Nova Dimensão, na qual foram cumpridos inúmeros mandados de prisão e busca e apreensão nos Estados de Rondônia e Ceará.

Com o prosseguimento das investigações foi possível identificar o principal responsável pelo transporte de entorpecentes, por meio aéreo, sem qualquer notificação às autoridades competentes e sem registro dos planos de voo, em uma rota partindo do Estado de Rondônia, tendo como interposto cidades interioranas do Estado do Maranhão, seguindo, posteriormente, por via terrestre para a capital do Ceará.

Ao longo das investigações foram apreendidos cerca de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) em valores que se destinavam ao pagamento de carregamentos de entorpecentes, além de aproximadamente 100kg (cem quilos) de cloridrato de cocaína e 30kg (trinta quilos) de fenacetina, insumo químico utilizado para aumentar o volume da droga e, assim, garantir uma maior rentabilidade ao grupo, ocasionando na prisão em flagrante delito de 06 (seis) pessoas.

Em razão dos altos lucros obtidos com a compra e venda de entorpecentes, o que pode ser verificado simplesmente devido aos valores apreendidos durante as investigações, os alvos possuíam um esquema altamente organizado para a lavagem dos capitais ilícitos, utilizando-se, para tanto, de diversas empresas, tais como joalherias, distribuidoras de bebidas, revenda de automóveis, academias, farmácias, dentre outros, as quais foram objeto de lacração e suspensão das atividades comerciais.

Assim sendo, visando atingir o patrimônio dos investigados, foram apreendidos diversos automóveis, alguns de alto luxo, aeronaves e rebanhos bovinos, sendo determinado, ainda, o sequestro de 23 (vinte e três) imóveis, além do bloqueio judicial das contas correntes de 42 (quarenta e dois) alvos.


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Judiciário / Política

Lula desabafa na sede do PT após prestar depoimento na PF

EXCLUSIVO! LULA CONVERSA COM AMIGOS E MILITANTES AGORA NO DIRETÓRIO NACIONAL DO PT"Se o juiz Moro ou o MP quisesse me ouvir era só mandar um ofício que eu ia como sempre fui prestar esclarecimento, porque não devo e não temo"Lula falou com os militantes pouco antes de 14h e a equipe dos Jornalistas Livres tava lá.#nãovaitergolpe#golpistasnãopassarão#jornalistaslivres

Publicado por Jornalistas Livres em Sexta, 4 de março de 2016

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na tarde desta sexta-feira (4) que se sentiu preso ao ter sido levado coercitivamente para prestar depoimento à Polícia Federal. Ele depôs no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo e, em seguida, foi à sede nacional do PT, no Centro da capital paulista, fazer pronunciamento. Lula disse que ‘não estão permitindo’ a presidente Dilma Rousseff governe esse país. E concluiu o discurso que “quiseram matar a jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo. Quero dizer que a jararaca está viva”.

“Me senti prisioneiro hoje de manhã”, afirmou durante pronunciamento na sede do Partido dos Trabalhadores (PT), no Centro da capital paulista. “Já passei por muita coisa na minha vida. Não sou homem de guardar mágoa, mas nosso país não pode continuar assim.”

Ele acrescentou que “jamais se recusaria a prestar depoimento. Não precisaria ter mandado uma coerção”. “Era só ter convidado. Antes deles nós já éramos democratas.” “Se o juiz [Sérgio] Moro e o Ministério Público quisessem me ouvir, era só ter me mandado um ofício e eu ia como sempre fui porque não devo e não temo”, declarou


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Crime

Polícia Federal faz operação em 5 municípios do MA

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A Força-Tarefa Previdenciária, integrada pelo Departamento de Polícia Federal, Ministério do Trabalho e Previdência Social e Ministério Público Federal, com a finalidade de reprimir crimes previdenciários, deflagrou, na manhã desta sexta-feira (26), em cinco cidades maranhenses, a Operação Tânato.

As investigações, iniciadas em 2013, levaram à identificação de um esquema criminoso no qual eram adquiridos cartões magnéticos, utilizados para saques de benefícios do INSS, após o falecimento dos segurados (saques post mortem). No decorrer das investigações, também foi comprovada a falsificação de documentos públicos para fins de requerimento de benefícios previdenciários e assistenciais. A organização criminosa atuava desde 2009, tendo sido comprovada a participação de um servidor do INSS.

A Polícia Federal cumpriu 28 mandados judiciais, sendo 16 de busca e apreensão e 12 de condução coercitiva, além do arresto de bens e de veículos dos envolvidos. Operação foi realizada nos municípios de São Luis, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, São Bento e Palmeirândia.

O prejuízo, inicialmente identificado, aproxima-se de R$ 4.300.000 milhões. O valor do prejuízo evitado com a consequente suspensão desses benefícios, levando-se em consideração a expectativa de vida média da população brasileira, aproxima-se de R$ 6.500.000 milhões.

Com relação ao servidor da autarquia previdenciária, foi determinada a suspensão do exercício das funções e de qualquer outro cargo que porventura exerça no âmbito da Previdência Social

A operação contou com a participação de 60 Policiais Federais e de dois servidores da Previdência Social.

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O nome em alusão ao esquema criminoso cujo principal modus operandi seria o recebimento de benefícios após o falecimento dos segurados.

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Tudo sobre:
Poder

Maranhão é alvo da operação da PF que investiga fraudes em obras de ferrovias

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A Polícia Federal realiza, nesta manhã desta sexta-feira, dia 26, a Operação ‘O recebedor’, que é um desdobramento da Lava-Jato, que investiga corrupção na Petrobras. Os agentes fazem diligências em seis estados – Paraná, Maranhão, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Goiás – e no Distrito Federal. Serão cumpridos sete mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para prestar esclarecimentos e depois liberada, além de 44 de busca e apreensão.

As ações de hoje ocorrem com base em informações colhidas em depoimentos de acordos de leniência e de delação premiada. Os agentes buscam suspeitos e provas sobre a suspeita de pagamento de propina para a construção das ferrovias Norte-Sul e Integração Leste-Oeste. Entre os crimes estão a formação de cartel, lavagem de dinheiro e o superfaturamento de obras públicas

As empreiteiras faziam contratos simulados a um escritório de advocacia e mais duas empresas em Goiás, que eram utilizadas como fachada para a movimentação ilícita do dinheiro. Os valores eram provenientes de fraudes em processos de licitação do setor.

Este é o segundo desmembramento da Lava-Jato. O primeiro foi a Operação Cratons, realizada em dezembro de 2015. Na ocasião, a PF investigou crimes ambientais e comércio ilegal de diamantes em Rondônia.

Correio Braziliense


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