Poder

Bomba! PF deve prender secretário do governo Roseana Sarney

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A Polícia Federal vai desencadear uma mega operação ainda este ano no Maranhão, para desarticular uma Organização Criminosa (ORCRIM), que vem agindo há anos no governo Roseana Sarney.

Nas investigações realizadas que até quebra de sigilo telefônico foi autorizado, mostra um secretário como o cabeça da atuação do esquema.

Em diversas contratações feitas pela Secretaria, o titular da pasta não aparece, mas sim o assessor que ocupada o cargo de gestor do FES.

Já é do conhecimento da PF que o assessor é usado para assinar os contratos como sendo uma espécie de escudo. Ocorre, porém, a manobra não deixa de incriminar também o ordenado de despesas, que vem a ser o secretário.

Na sala de investigações da superintendência da Polícia Federal tem novos documentos que devem levar para cadeia um figurão da família Sarney, que já teve um pedido de prisão feito e, em
virtude da influência de Sarney, ele conseguiu escapar.

Desta vez, os superfaturamentos com a coisa pública foi tão descarado que nem Sarney conseguirá barrar o desencadeamento da mega operação.

O Blog do Neto Ferreira não divulgará detalhes das investigações para colaborar.


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Política

Prefeitura esclarece sobre apuração da CGU e PF em Lago da Pedra

Após matéria veiculada neste blog com o título “Bomba! Prefeitura de Maura Jorge superfaturava transporte escolar”, a assessoria de comunicação entrou en contato através de nota para esclarecer alguns pontos.

Segundo a nota da Maura Jorge, a Prefeitura de Lago da Pedra colocou à disposição dos Auditores da CGU todas as informações referentes ao sistema educacional do município, a exemplo dos gastos com o transporte escolar.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A PREFEITURA DE LAGO DA PEDRA EM ATENÇÃO A FATOS VEICULADOS NA IMPRENSA VEM PRESTAR OS SEGUINTES ESCLARECIMENTOS A RESPEITO DA FISCALIZAÇÃO DO TRANSPORTE ESCOLAR:

LAGO DA PEDRA E OUTROS QUATRO MUNICÍPIOS DO ESTADO DO MARANHÃO FORAM ALVOS DE UMA AUDITORIA EFETUADA PELA CONTRALODORIA GERAL DA UNIÃO NO PERIODO DE 25 A 29 DE AGOSTO DO ANO EM CURSO. ESSA AUDITORIA TEVE COMO FINALIDADE AVALIAR AS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA DOS VEÍCULOS; A QUALIDADE DO SERVIÇO; O CUMPRIMENTO DAS ROTAS E AS DESPESAS COM O TRANSPORTE ESCOLAR, FATOS QUE FORAM RELATADOS EM NOTA DO MINISTERIO PUBLICO ESTADUAL;

A PREFEITURA COLOCOU À DISPOSIÇÃO DOS AUDITORES TODAS AS INFORMAÇÕES REQUERIDAS, BEM COMO DOCUMENTOS, SERVIDORES E VEÍCULOS A SEREM VISTORIADOS, COLABORANDO COM A FISCALIZAÇAO E COM O BOM ANDAMENTO DOS TRABALHOS DA EQUIPE DA CGU;

A FISCALIZAÇÃO DA CONTROLODORIA GERAL DA UNIÃO FOI EFETUADA EXCLUSIVAMENTE NO MUNICÍPIO POR AUDITORES DO ORGÃO E PROMOTOR DE JUSTIÇA DA COMARCA DE LAGO DA PEDRA, POIS TRATAVA-SE DE UM TRABALHO ADMINISTRATIVO;

SENDO ASSIM, AGUARDAMOS AS CONCLUSÕES DO TRABALHO E O RELATÓRIO FINAL COM AS AÇÕES DE CONTROLE DESENVOLVIDAS PELA CGU PARA POSTERIORMENTE PRESTAR OS ESCLARECIMENTOS NECESSÁRIOS, CONFORME PROCEDIMENTO PADRÃO ADOTADO PELA CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO.

Lago da Pedra , em 29 de agosto de 2014.

Prefeitura Municipal de Lago da Pedra


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Política

Investigado pela PF se encontra com técnicos agrícolas no MA

Deputado federal Weverton Rocha em reunião com técnicos agrícolas e industriais.

Deputado federal Weverton Rocha em reunião com técnicos agrícolas e industriais.

A reunião regional dos técnicos agrícolas e industriais, realizada ontem segunda-feira (17), na sede do Sindicato dos Bancários do Maranhão (Seeb/MA), com representantes do Ministério do Trabalho em Emprego (MTE), contou com a participação do deputado federal investigado pela Polícia Federal, Weverton Rocha.

Acusado de participar de um suposto esquema do qual girava em torno de recebimento de propina, Rocha discutiu a criação do Conselho de Técnicos Agrícolas e do Conselho dos Técnicos Industriais.

O pedetista que é alvo de investigação a pedido do Supremo Tribunal de Federal foi presenteado com o livro “Técnico Agrícola – 100 anos de profissão”. É mole?


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Poder

As relações perigosas de Flávio Dino com membro de ORCRIM

As imagens abaixo mostra as peças que o pré-candidato ao governo, Flávio Dino (PCdoB), pretende levar para o Palácio dos Leões. O primeiro é Erlânio Furtado Luna Xavier (PDT), vice-prefeito de Igarapé Grande que foi preso pela Polícia Federal na Operação Allien.

Ele foi acusado de desviar verbas do Fundeb de Paço do Lumiar através de suas empresas Luna e Macedo Xavier. No inquerito da PF, Xavier foi apontado como “membro de organização criminosa”.

Outro que emoldura a imagem é o deputado federal Weverton Rocha, amigo de Flávio Dino investigado pela PF a pedido do Supremo Tribunal Federal (STF).

Rocha é acusado cobrar e receber propina para liberar o pagamentos no Ministério do Trabalho quando era assessor de Carlos Lupi.

Flávio Dino, o vice-prefeito de Igarapé Grande, Erlanio Xavier que foi preso pela Polícia Federal e o deputado Weverton Rocha, alvo de investigação por suposto esquema de receber propina.

Flávio Dino, o vice-prefeito de Igarapé Grande, Erlanio Xavier que foi preso pela Polícia Federal e o deputado Weverton Rocha, alvo de investigação por suposto esquema de receber propina.

Flávio Dino reunido com seus aliados conhecidos pela Polícia Federal.

Flávio Dino reunido com seus aliados conhecidos pela Polícia Federal.


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Crime

Polícia Federal prende em São Luis doleiro envolvido em esquema que lavou R$ 10 bilhões

Alberto Youssef, preso no Maranhão, foi personagem-chave em outras investigações feitas pela Polícia Federal sobre lavagem de dinheiro, que resultaram em operações como a Anaconda.

Alberto Youssef, preso no Maranhão, foi personagem-chave em outras investigações feitas pela Polícia Federal sobre lavagem de dinheiro, que resultaram em operações como a Anaconda.

A Polícia Federal (PF) realiza, desde as 6h desta segunda-feira (17), uma operação para desarticular uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro. Conforme a PF, os recursos investigados passam de R$ 10 bilhões.

No Rio Grande do Sul, a operação cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Porto Alegre. O doleiro Alberto Youssef, que mora em Londrina, no norte do Paraná, foi preso em São Luis, no Maranhão. Segundo a PF, ele seria um dos líderes da quadrilha. Em 2004, Youssef foi condenado pela Justiça Federal por envolvimento em fraudes na venda do Banestado e envio ilegal de dinheiro para o exterior.

Até as 11h30, os policiais tinham apreendido carros de luxo, entre eles um Camaro, além de relógios e joias. Três hoteis também foram bloqueados pela PF em Londrina, São Paulo e em Porto Seguro. Até este horário, durante o cumprimento de mandados preventivos e temporários, 24 pessoas tinham sido presas.(Do G1 PR).


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Poder

Vereador ligado a Cleomar Tema volta a aprontar em Tuntum

Aliado político de Cleomar Tema – prefeito preso na Operação Rapina da Polícia Federal – o presidente da Câmara dos Vereadores de Tuntum, Nelson do Nanxi, que ganhou destaque neste blog após atropelar a língua portuguesa (reveja), voltou a aprontar em sua página de relacionamento.

Desta vez, o vereador foi mais além do senso comum da insanidade mental ao afirmar que cometeu atos que vem sendo coibidos duramente pelo Tribunal Regional Eleitoral.

“Tenho uma D20 que é trabalhando dia e noite para o povo, toda semana levo gente para Caxias, foi assim que me elegie (sic)”, disse o parlamentar.

Ainda não satisfeito, o vereador ligado ao prefeito Tema ensinou com detalhes a forma apontada como crime eleitoral usada durante campanha.

“Vou lhe da a receita de como arrumar voto, como você mora ai em São Luís bota um carro pra levar gente pra fazer tratamento de saúde, cirurgia difícil que aqui não faz, deicha outro carro no sertao com o Zema pra carregar couco, palha, enfim a disposição do povo é isso que eu faço (sic)”, comentou o trator da língua portuguesa.

No artigo 299 da constituição, oferecer, prometer, solicitar, receber, para sí ou outro, dinheiro, dádiva ou qualquer outra vantagem, para obter ou da voto e para prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita, abrange tanto corrupção ativa quanto a corrupção passiva. Neste caso, a pena chega até quatro anos de reclusão e pagamento de multa.


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Crime

Desvio em Bacabal e Zé Doca chega a R$ 12 milhões, diz PF

Delegados durante coletiva. (Foto: blog do Louremar Fernandes)

Delegados durante coletiva. (Foto: blog do Louremar Fernandes)

A Polícia Federal com o apoio da Controladoria Geral da União – CGU, deflagrou hoje (25/9) a Operação Usura II, para apurar o desvio de recursos públicos federais nos municípios maranhenses de Bacabal e Zé Doca.

Ao todo, foram saqueados em Bacabal durante a gestão do ex-prefeito Lisboa, 7,5 milhões de reais. Na cidade de Zé Doca onde a quadrilha também atuava, foi constatado desvio foi de 4,5 milhões.

Agiota Pacovan.

Agiota Pacovan.

Serão cumpridos 19 mandados de condução coercitiva e dez mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara da Justiça Federal de São Luís, para serem executados nos municípios maranhenses de São Luís, Bacabal, Pedreiras, Zé Doca e Caixas.

A Operação é um desdobramento da Operação Usura, deflagrada em maio/2011, que evidenciou desvios de recursos públicos federais do município de São João do Paraíso/MA, para o pagamento de ações de agiotagem.

Trata-se de uma fase da investigação onde se tenta obter declarações de pessoas envolvidas na investigação e a busca de documentos pertinentes às provas já obtidas.

Os trabalhos tiveram início com a quebra judicial do sigilo bancário de três contas movimentadas por um agiota (de sua titularidade ou de empresas constituídas em nome de pessoas próximas a ele), o que possibilitou a análise de uma amostra de operações financeiras realizadas nessas três contas.

Da análise da amostra foi verificado que recursos federais de prefeituras do estado do Maranhão foram parar nas contas movimentadas pelo agiota suspeito, com a utilização de outras empresas como passagem para acobertar as operações irregulares.

Inicialmente foram realizadas auditorias, in loco, nos munícipios de Bacabal e Zé Doca, que tiveram como escopo os recursos federais destinados aos Fundos Municipais de Saúde (em Zé Doca e Bacabal) e ao FUNDEB (em Zé Doca). As verificações realizadas confirmaram, em suma, que recursos públicos foram desviados de contas públicas para contas de particulares sem comprovação ou com comprovação irregular.

O montante estimado dos desvios é da ordem de aproximadamente R$ 7,5 milhões na área da saúde em Bacabal, e de R$ 4,5 milhões na área de saúde e no FUNDEB de Zé Doca.

A operação contou com a participação de 70 policiais e 11 servidores da CGU.


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Política

Bomba! Polícia Federal amplia investigação sobre Weverton Rocha

Weverton Rocha investigado pela PF.

Weverton Rocha investigado pela PF.

Foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, através do despacho publicado no Diário da Justiça Eletrônico, a ampliação das investigações contra o deputado federal Weverton Rocha (PDT).

De acordo com as acusações, o pedetista aparece cobrando no intuito de receber propina para liberar o as cifras milionárias a ONGs. Em uma das liberações, o Instituto Brasil Voluntário – Bravo – ONG presidida pelo secretário de Timon é uma das investigadas após firmar convênio em dezembro de 2007, de mais de R$ 2,1 milhões, que foi prestado contas de apenas R$ 800 mil.

As diligências da Polícia Federal em averiguar os tentáculos do parlamentar, tiveram inicio após a queda de Lupi em dezembro de 2011 e foram divulgadas neste mês no Blog do Neto Ferreira (reveja).

Ex-assessor especial de Lupi e apontado como responsável por fixa o preço da propina, Weverton Rocha pode ser acusado no inquérito da PF por corrupção ativa e corrupção passiva pela celebração irregular de ONGs com o ministério de 2007 a 2011. Além disso, ele pode responder pelo crime de peculato – desvio de recursos públicos.

O ministro do STF pediu através de oficio, cópia dos convênios firmados entre o ministério e a ong Bravo, presidida pelo secretário de Luciano Leitoa. Na época, a Bravo firmou convênios milionários com a finalidade de qualificar jovens para o primeiro emprego.

Ricardo Lewandowski também pediu cópia integral das investigações da Controladoria-Geral da União que relevou o esquema feito com verba do Ministério onde a Onga Bravo teriam injetada dinheiro na campanha do aliado de Weverton Rocha, Chico Leitoa que disputou à Prefeitura de Timon em 2008. De acordo com a CGU, a má utilização do convênio resultou na inadimplência do Instituto Brasil Voluntário.


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Crime

Polícia Federal faz operação contra desvios em prefeituras

A Polícia Federal deflagrou no início da manhã desta terça-feira (2) a operação Violência Invisível, que investiga desvio de recursos públicos em mais de 100 municípios em onze estados do país. De acordo com a PF, agentes foram às ruas de dez cidades do interior de Minas Gerais para cumprir 20 mandados de busca e apreensão, 21 mandados de sequestro de valores, bens móveis e imóveis, três mandados de condução coercitiva e nove mandados de prisão temporária.

O alvo da operação é uma quadrilha que, segundo a PF, montou esquema para desviar dinheiro público das prefeituras por meio de fraudes em licitações para aquisição de precatórios judiciais. Os estados onde a quadrilha atuou são: Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Pará, Sergipe, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Maranhão e Bahia.

Dos mandados de prisão, três são contra ex-prefeitos de municípios do interior mineiro. Só nas dez cidades onde a operação é realizada nesta terça, a PF identificou que o esquema já desviou mais de R$ 70 milhões.

A quadrilha é formada por pessoas físicas e jurídicas. Na operação, a PF atua em parceria com o Ministério Público de Minas Gerais e da Receita Federal do Brasil. Segundo a PF, os presos na operação poderão responder por crimes contra a administração pública, formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, fraude às licitações, corrupção ativa e passiva. (Do G1, em Brasília)


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Grupo empresarial que extraia madeira ilegal foi multado em R$ 30 milhões

A extração ilegal acontecia na reserva biológica do Gurupi, localizado no município de Carutapera, oeste do Maranhão.

De lá a madeira era levada para o Pará com guias de transportes e outros documentos que falsificavam a origem para áreas que o grupo possuía autorização de corte e manuseio.

Em uma única fiscalização foi comprovado o desmatamento de uma área equivalente a 2.600 campos de futebol . O grupo empresaria l foi multado em mais de R$ 30 milhões de reais.
Sem título

O esquema vinha sendo investigado desde 2011 por Policiais Federais do Maranhão, Pará, São Paulo e Distrito Federal.

A operação foi deflagrada com o cumprimento de 29 mandados de busca e apreensão em quatro cidades Paraense são elas Paragominas, Dom Eliseu, Tomé-Açu e Pacajá

As investigações da Polícia Federal levantaram indícios de que a madeira extraída ilegalmente da Reserva ecológica do Gurupi estava sendo exportada para o Estados Unidos.


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