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Silêncio de Pedro Fernandes sobre greve dos professores é criticado

Secretário do governo Roseana, Pedro Fernandes.
Secretário do governo Roseana, Pedro Fernandes.

Há 15 dias, os alunos da rede pública estadual de ensino estão sem aula por conta da greve dos professores. Dentre as principais reivindicações, os educadores exigem que o governo do Estado envie o Estatuto do Educador para ser aprovado na Assembleia Legislativa.

Em seu discurso (7), o líder da oposição Rubens Jr. relembrou as inúmeras promessas feitas pelo governo de que enviaria em “horas” o Estatuto e que, por ainda não ter sido enviado, é o principal motivo da paralisação dos trabalhadores em educação pública. “A greve já tem duas semanas e a governadora até agora não se manifestou. O papel do governo é resolver esse problema e hoje a prioridade é assegurar os direitos e deveres dos educadores públicos”, afirmou Rubens.

Além de blitz nas escolas e passeatas na capital, municípios como Barão de Grajaú se mobilizam em favor da greve, cobrando a aprovação do Estatuto do Educador indo às ruas e protestando contra a demora do governo. Na manhã de hoje (07) os sindicalistas bloquearam a BR 135, outra forma de protestar pelo não-envio do Estatuto do Educador.

Estatuto do Educador – Os educadores exigem, por meio do Estatuto, a nova tabela de cargos e salários, com progressões e promoções, inclusive com reajuste do piso deste ano. Os trabalhadores lutam por melhoria das condições de trabalho, por concursos públicos, implantação da nova jornada de trabalho e reconhecimento dos funcionários das escolas.

5 thoughts on “Silêncio de Pedro Fernandes sobre greve dos professores é criticado

  1. Só gostaria se saber se ele se manterá calado nas próximas eleições. Tb gostaria de fazer uma proposta a ele, trocar seu salário “mínimo” pelo meu “mínimo” salário…

  2. Querido, nem vai se manifestar! O que dizer diante da grande revolução anunciada pelo governo incompetente que P. Fernandes participa. Só gostaria de avisar que mesmo o Sindicato não tendo a simpatia de parte da categoria , nós professores já entendemos que é preciso unidade para assegurar a aprovação do ESTATUTO. Fizemos tudo para não prejudicar os alunos, mas o governo nunca tem orçamento para valorizar o professor. Pode apostar temos fôlego para encarar mais de 78 dias de greve. A luta durará enquanto Rosengana quiser.

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