Inquérito instaurado pela Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), órgão máximo do Ministério Público, apura supostas irregularidades em cargos comissionados na Assembleia Legislativa.
Segundo informações do órgão ministerial, o parlamento estadual estaria mantendo cargos em comissão mesmo tendo candidatos aprovados em concurso público. Os servidores estão sendo mantidos nas funções pois são vinculados a agentes políticos estaduais e municipais.
Desse modo, a assessora especial da PGJ, promotora Lícia Cavalcante, determinou a realização de outras diligências investigatórias próprias da atividade ministerial e maiores esclarecimentos sobre os fatos.
O inquérito tem 90 dias para conclusão.
