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Mical Damasceno pede desculpa à agentes da SMTT e cobra esclarecimentos sobre atividades religiosas em terminais

Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, a deputada Mical Damasceno (Republicanos) falou pela primeira vez após a confusão ocorrida, na última sexta-feira (26), na sede Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes de São Luís.

Segundo a parlamentar, ela e sua equipe foram à SMTT em busca de esclarecimentos sobre supostas negativas a pedidos de igrejas para realização de atividades religiosas em espaços públicos.

O objetivo era obter diálogo, resposta técnica e justificativa oficial, no entanto o que viu foi ambiente de tensão, ausência de respostas objetivas e uma situação que acabou ganhando contornos desnecessários, de acordo com a deputada

Diante do caso, Mical explicações da prefeita Esmênia Miranda (PSD) e da titular da SMTT, Manoella Fernandes, questionando se há impedimento técnico, jurídico ou administrativo para negar os pedidos.

“E eu pergunto, mais uma vez, à senhora prefeita Esmênia Miranda e à secretária da SMTT, Manuela, qual é a razão para negar pedidos de líderes religiosos que desejam utilizar espaços públicos para promover oração, acolhimento e evangelização? Existe algum impedimento técnico? Existe algum fundamento jurídico? Existe algum critério administrativo que justifique essa decisão?Quando não há transparência, surgem questionamentos que poderiam ser facilmente evitados”, ressaltou.

Em outro trecho do discurso, Mical Damasceno pediu desculpas aos agentes da SMTT pelos excesso ocorridos durante o episódio.

“Também faço questão de registrar que, se houve qualquer excesso durante os acontecimentos da última sexta-feira, eu tenho a humildade e reafirmo aqui o meu compromisso, com respeito institucional, de pedir desculpas por qualquer atitude que possa ter extrapolado esse propósito. Tenho a humildade de reconhecer qualquer tipo coisa que passou, que excedeu os ânimos naquele momento. Entretanto, também não posso deixar de registrar que eu e minha equipe fomos tratados de maneira incompatível com o respeito que deve existir entre as instituições públicas.”

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