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Inquérito apura suposta ilegalidade em concessão milionária da Prefeitura de Açailândia

A Prefeitura de Açailândia e a Frigorífico Extremo Sul Ltda estão no bojo de inquérito instaurado no âmbito do Ministério Público que apura suposta ilegalidade em concessão milionária do frigorífico público municipal.

O caso está sob o comando do titular da 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Açailândia, Denys Lima Rêgo, que já determinou diligências investigatórias para coletar mais elementos que fundamentem o inquérito.

Dados divulgados mostram que o Frigorífico Extremo Sul Ltda foi o vencedor da Concorrência 011/2021 e terá direito a fazer a exploração econômica do espaço físico, instalações e equipamentos do frigorífico público e pagará R$ 25 mil mensalmente para a Prefeitura, totalizando o valor global de R$ 6.000.000,00 milhões pelo período de 20 anos.

No final de março desse ano, o Blog do Neto Ferreira chegou a publicar que Larissa Cristina Sarges Pinto, sócia da empresa, aparecia como recebedora do Auxílio Brasil e Bolsa Família desde ano de 2020. Pelos programas, a empresária recebeu o total de R$ 10.948 mil, sendo R$ 4.821,00 do Auxílio Brasil e 6.127,00 mil do Bolsa Família (reveja aqui).

A conclusão das obras do novo frigorífico de Açailândia custou R$ 1.447.770,41 milhão aos cofres públicos estadual e municipal. A construção do prédio vinha se arrastando desde o ano de 2009 e, durante esse período, foram gastos R$ 6. 400.000,00 milhões.

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