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Governo Flávio Dino irá gastar mais de R$ 4 milhões em reagentes químicos

O governo Flávio Dino (PCdoB) constantemente alega dificuldades financeiras por conta da crise que assola o país. Desse modo, usa desse artifício para aumentar impostos, como o ICMS, e negar reajuste salarial para a classe dos professores.

No entanto, a gestão comunista tem se contradito. À proporção que emite um discurso de crise financeira, os órgãos estaduais, a cada dia que passa, fazem gastos vultuosos. Como é o caso da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares -Emserh, órgão ligado ao governo, que vem gastando milhões em contratos.

Além de torrar cifras milionárias com equipamentos hospitalares, medicamentos, e demais materiais médicos, a Emserh contrata empresas investigadas e proibidas de ter qualquer tipo de relacionamento com o Poder Público, sempre com dispensa de licitação (saiba mais aqui, aqui, aqui e aqui).

Um exemplo claro de farra com o dinheiro público são os seguintes contratos celebrados no início de 2017. A presidente da Emserh, Ianik Rafaela Leal, firmou dois acordos contratuais milionários com o mesmo objeto, mas com empresas diferentes.

As detentoras dos acordos são as empresas Mercúrio Comércio de Produtos Hospitalares Ltda e a Diagnocel Comércio e Representações Ltda.

A Mércurio, que tem como proprietários Patrícia Vasconcelos Ribeiro e Paulo Braid Ribeiro, foi ganhadora do contrato de R$ 1.136.600,00 milhão . A empresa fica localizada em São Luís.

Já a Diagnocel, de propriedade Nei Magalhães Ferreira, Eudes José Bastos, Emanuele Schiavotelo Mendonça Silva, Ema Consultoria, Participações e Empreendimentos Ltda, e Gabriel Simão Ferreira, ficou com o contrato de maior valor e deve receber cerca de R$ 2.951.500,00 milhões. A empresa fica situada em Fortaleza, Ceará.

A Mércurio e a Diagnocel deverão fornecer reagentes para realização de exames de imunologia com metodologia compatível por Quimioluminescência, Eletroquimioluminescência ou Fluorimetria, pacto adjeto de comodato, para o Instituto Oswaldo Cruz/ Laboratório Central de Saúde Pública do Maranhão (IOC/LACEN-MA).

A vigência dos contratos é de 12 meses cada, e, se, somados dão R$ 4.088.100,00 milhões.

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