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Empresário e servidor público são alvos da PF por movimentar R$ 14 milhões em conta de banco clandestino no MA

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins realizou, nesta quinta (05/03), a terceira fase da Operação Serras Gerais, visando desarticular o núcleo financeiro de uma organização criminosa com atuação interestadual. As ações ocorreram em Goiânia/GO e Imperatriz/MA.

As investigações identificaram o uso de uma fintech clandestina, sem autorização do Banco Central, para movimentar valores no Brasil e no exterior, além de um esquema de lavagem de dinheiro do narcotráfico com empresas de fachada e bens de luxo.

Em Goiânia, uma revenda de veículos era usada para converter ativos do tráfico aéreo de drogas. Já em Imperatriz, dois irmãos — um empresário e um servidor público — movimentaram mais de R$ 14 milhões em 50 dias por meio de contas ligadas ao banco clandestino.

Foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão, com apoio da Polícia Civil do Tocantins, DRACCO/PC/TO e PC/GO. Os investigados podem responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e fraude fiscal, com penas que ultrapassam 30 anos

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