O Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) realizou nesta quarta-feira, 28, sessão extraordinária em homenagem ao conselheiro João Jorge Jinkings Pavão. O conselheiro deixa o TCE após vinte e seis ano como integrante do Pleno por força de sua aposentadoria compulsória, ao completar setenta e cinco anos de idade.
A sessão, que contou com a presença de familiares, amigos e servidores, foi realizada após a sessão ordinária, na qual o conselheiro teve sua sua última participação, relatando a prestação de contas relativa ao exercício financeiro de 2024 do Governo do Estado.
Após abrir a sessão extraordinária, o presidente em exercício do TCE, conselheiro Marcelo Tavares, convidou o conselheiro Caldas Furtado, que será a partir de agora o decano do TCE, a inciar as saudações a Jorge Pavão.
Em sua fala, Caldas Furtado destacou, entre as virtudes do conselheiro Pavão, o elevado espírito público que marcou sua trajetória nos diversos cargos exercidos, a dedicação ao trabalho, sua integridade e, especialmente, o bom humor e a cordialidade como traço essencial de sua personalidade.
O reconhecimento destas qualidades foi a tônica das homenagens prestadas pelos demais membros do TCE que se manifestaram em sequência: os conselheiros Antonio Blecaute, Melquizedeque Nava Neto, Osmário Freire Guimarães, além dos procuradores do Ministério Público de Contas (MPC) Douglas Paulo da Silva e Jairo Cavalcanti Vieira.
Encerrando as manifestações dos membros do Pleno, a conselheira Flávia Gonzalez Leite, corregedora do TCE, sintetizou a trajetória do conselheiro Jorge Pavão no TCE e agradeceu pelos serviços prestados ao longo de vinte e seis anos de dedicação à corte de contas maranhense, marcados pelo convívio civilizado com os membros e servidores, pelo cumprimento de suas atribuições com ética e responsabilidade, contribuindo para o alcance dos objetivos institucionais.
Coube ainda à corregedora do TCE e primeira mulher a integrar o Pleno, a homenagem, em nome do colegiado, à esposa do conselheiro, Helena Pavão, a quem convidou ao centro do Plenário do TCE para receber um buquê de rosas. A conselheira destacou, neste momento, o apoio indispensável da família na compreensão do sacrifício muitas vezes exigidos pela função pública.
