O capitão da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) Jurambergson Gomes Soeiro Sobrinho Silva, conhecido como “Berg”, foi preso nesta quinta-feira (8), em São Luís, dois dias depois de prestar depoimento à Polícia Civil e ser liberado. A prisão foi realizada pela própria corporação, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
O militar é investigado por suspeita de agredir uma mulher, também PM, e efetuar disparos de arma de fogo contra outra durante uma confusão, na manhã do último sábado (3), em um posto de combustível na Avenida Jerônimo de Albuquerque, nas proximidades do Elevado da Cohama, em São Luís.
O capitão da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) Jurambergson Gomes Soeiro Sobrinho Silva, conhecido como “Berg”, foi preso nesta quinta-feira (8), em São Luís, dois dias depois de prestar depoimento à Polícia Civil e ser liberado. A prisão foi realizada pela própria corporação, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
O militar é investigado por suspeita de agredir uma mulher, também PM, e efetuar disparos de arma de fogo contra outra durante uma confusão, na manhã do último sábado (3), em um posto de combustível na Avenida Jerônimo de Albuquerque, nas proximidades do Elevado da Cohama, em São Luís.
Segundo a assessoria de comunicação da Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), após a prisão, o capitão foi encaminhado à Delegacia Especial da Mulher (DEM), no bairro Jaracaty, em São Luís.
O governador do Maranhão, Carlos Brandão, também confirmou a prisão do militar por meio das redes sociais e afirmou que a violência contra a mulher não será tolerada.
“Já está preso o capitão da PM flagrado agredindo duas mulheres em um posto de gasolina na região da Cohama, em São Luís, cumprindo mandado judicial. A violência contra a mulher é inaceitável e não será tolerada. A investigação do ocorrido vai seguir para que sejam tomadas todas as medidas cabíveis”, declarou o governador.
Na terça-feira (6), Jurambergson Gomes Soeiro Sobrinho Silva prestou depoimento na Delegacia Especial da Mulher (DEM), na Casa da Mulher Brasileira, em São Luís, e foi liberado porque não havia mandado de prisão contra ele naquele momento.
Segundo informações da polícia, a delegada responsável pela investigação havia solicitado a prisão do capitão ainda no sábado (3), dia em que as agressões aconteceram. A Justiça, no entanto, negou o pedido devido às restrições para prisões durante o período eleitoral.
Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) explicou que, quando o capitão se apresentou à delegacia, o prazo para a prisão em flagrante já havia transcorrido. Por isso, após prestar depoimento, ele foi liberado conforme os procedimentos legais aplicáveis ao caso naquele momento.
A secretaria também informou que a legislação eleitoral estabelece restrições específicas para a prisão de eleitores durante o período de votação, com exceções previstas em lei.
Ainda segundo a SSP-MA, uma das vítimas, que ainda não havia sido ouvida, prestou depoimento na terça-feira. Ela está sob medida protetiva de urgência e passou a receber acompanhamento da Patrulha Maria da Penha.
A Secretaria de Segurança Pública informou ainda que a investigação continua e que os elementos reunidos durante a apuração serão encaminhados ao Ministério Público.
