Poder

PF interceptou Sarney e Fernando tramando ataque da TV contra políticos

O ex-presidente José Sarney e seu filho, o empresário Fernando Sarney foram interceptadas no âmbito da Operação Faktor da Polícia Federal, orquestrando ataque midiático, através da TV Mirante, contra adversários políticos.

No áudio que faz parte das investigações mostra mostra Sarney cobrando para que seja veiculado na TV denúncias contra o chefe da Casa Civil da época, Aderson Lago. As denúncias atingiriam o governo Jackson Lago.

A interceptação da Polícia Federal fundamentou a tese do inqueiro policial de que houve caixa dois na campanha de Roseana Sarney e lavagem de dinheiro feita por Fernando Sarney.


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Poder

Pedro Fernandes errou em não conversar com Sarney, diz Roberto Jefferson

O presidente Michel Temer chamou nesta quarta-feira (3) o presidente do PTB, Roberto Jefferson, para discutir o futuro do Ministério do Trabalho, após o veto de José Sarney ao deputado Pedro Fernandes (MA).

Jefferson afirmou que a conversa está marcada para 15h. Segundo ele, a reunião servirá para “aparar as arestas” após a irritação da bancada do PTB com o veto de Sarney.

Para Jefferson, no entanto, o deputado Fernandes “errou” em não aceitar conversar com o ex-presidente Sarney. “Como recusa uma conversa com Sarney? Um homem importantíssimo do PMDB, de honra do PMDB? Não dá, né?”, afirmou Jefferson.

Ele disse que o deputado Sérgio Moraes (RS) está cotado para a vaga, e que discutirá o tema com Temer.

“Se eles aceitarem, preciso resolver o Rio Grande do Sul. O Moraes tem arestas com o pessoal lá, mas preciso trabalhar o pessoal para apoiar o nome dele”, afirmou.

Moraes ficou conhecido como o deputado que “se lixa” para a opinião pública em 2009.

Presidente

Após passar esta terça-feira (2) assinando despachos na residência oficial do Jaburu, Temer volta a trabalhar no Palácio do Planalto nesta quarta (3).

Por recomendação médica, o presidente, que se recupera de uma infecção urinária, não deixou Brasília no feriado de Ano Novo e adotou uma agenda menos intensa nos últimos dias.

Temer passou por um procedimento cirúrgico de desobstrução da uretra no dia 13 de dezembro. Após o procedimento, ele colocou uma sonda, que foi retirada nos últimos dias.

Blog da Andréa Sadi


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Crime

Acusado de matar sobrinha de Sarney presta novo depoimento

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Lucas Leite Ribeiro Porto, suspeito de assassinar a cunhada Mariana Menezes de Araújo Costa Pinto, presta um novo depoimento na Delegacia de Homicídios da Capital. Ele está sendo interrogado desde as 17h desta segunda-feira (14). Mariana é sobrinha do ex-presidente da República, José Sarney.

O delegado Leonardo, responsável pelo caso, já tem convicção de que o acusado tentou apagar provas que podem incriminá-lo por homicídio. A polícia acredita que aranhões espalhados pelo corpo de Lucas seria resultado de uma luta corporal.

De acordo com informações, o acusado demonstrou várias contradições no primeiro depoimento. A tese da contradição foi ressaltada pelo secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, durante coletiva. “Ele veio com uma história de que iria lá para falar sobre relacionamento familiar”, comentou Portela.

Mariana Costa, de 33 anos, foi encontrada morta na noite de domingo (14), em seu apartamento, no 9º andar de um condomínio Garvey Park, no Turu, em São Luís. A vítima tinha sinais de estrangulamento.


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Artigo

Nem Londres nem Juba

Por Abdon Marinho

O Maranhão passa semana envolto em mais uma falsa polêmica. Uma picuinha tola em torno de uma matéria do jornal britânico Financial Times sobre o estado, dez meses após os comunistas chegarem ao poder em substituição ao grupo Sarney (chefiado pelo ex-presidente José Sarney), que mandava por estas terras havia 50 anos.

Segundo os que deixaram o poder, nas palavras do próprio neto do ex-presidente, deputado estadual Adriano Sarney, tratou-se de uma matéria para “inglês ver”, que não retrata os problemas enfrentados pelo estado e um exemplo claro de mal jornalismo, uma vez que deixou de ouvir as forças oposicionistas e suas críticas à forma como o estado vem sendo gerido.

Só faltou dizer que a matéria saiu mais rósea que o papel no qual o jornal é impresso.
Já, para os novos donatários do poder, a matéria foi encarada e festejada como um reconhecimento aos feitos comunistas frente ao governo do estado.

Nem uma coisa nem outra.

O Maranhão não tornou-se uma Inglaterra, nestes dez meses de mando comunista, mas tão pouco virou uma espécie de Sudão do Sul, como pregam aqueles que deixaram o poder.

São Luís, a nossa capital, está tão distante de Londres quanto parece está de Juba.

Há mudança? Sim, há mudança. A principal delas na forma como os novos governantes enxergam o papel do estado.

Conheço o governador Flávio Dino há trinta anos, desde o tempo de militância estudantil, das reuniões e congressos no Sítio Pirapora. Sei que há sinceridade nas suas palavras quando falar em querer um estado mais justo, com igualdade de chance para todos os maranhenses e que todos possam usufruir das riquezas; que tem boa intenção quando busca medidas para melhorar o ensino, elevar o IDH, diminuir a pobreza, etc.

Não são palavras, como cansamos de ouvir, ditas da boca para fora. Sem refletir nada além do interesse de se perpetuar no poder enganando o povo.

Entretanto, governar é, sobretudo, transformar palavras sinceras, boas intenções e ideias inovadoras, na realidade do cidadão.

Ainda que seja prematura a cobrança de solução de problemas que se arrastam por décadas, no quesito transformar boas ideias em realidade, o governo precisa se desdobrar mais, muito mais, sobretudo em áreas estratégicas, para mostrar que as mudanças prometidas são mesmo para valer.

Um exemplo claro – e que afeta a todos – é a questão da segurança pública.

Se houve alguma melhora, a população ainda não percebeu ou sentiu. Na verdade, sentimos que o estado está bem mais inseguro. A bandidagem age com desassombro por todo o Maranhão, são assassinatos, assaltos a bancos, loterias, postos de gasolina, postos dos correios. As drogas chegaram a todos os municípios, inclusive, na zona rural dos mesmos, com elas, a violência de todo tipo.

Outro dia escrevi um texto onde argumentei que esta – a segurança pública –, era uma questão para o governador chamar para si a responsabilidade.

Não há como combatê-la sem a união dos poderes do estado, sem que a polícia, ministério público, judiciário, legislativo, prefeitos municipais e demais autoridades, trabalhem em conjunto, de forma ordenada e seguindo um planejamento estratégico.

Estamos diante de uma epidemia de violência, com uma clara tendência de aumentar cada vez mais.

Antigamente nos envergonhava o fato do Maranhão exportar trabalhadores para outros estados, por falta de trabalho por aqui. De uns tempos para cá, além de trabalhadores o estado passou a exportar bandidos para os estados vizinhos. Acontecem um crime no Piauí, Tocantins ou Pará e lá vem a notícia de que o delito foi praticado por bandidos do nosso estado.

Diante deste quadro só o governador possui autoridade para conduzir este processo, chamar os poderes, as autoridades e a sociedade em geral para um esforço comum de combate a violência.

Precisamos de atitudes das autoridades.

Não faz sentido que, diante de tanta violência, o judiciário – dentro da lei, mas sem controle rigoroso – solte centenas de presos, quando já tornou-se praxe que uma parcela significativa não retornarão, e que, soltos irão a delinqüir até serem presos novamente. Sentido também não há para que as rodovias no estado, portos, sejam tão desprotegidos, permitido o ingresso de armas e drogas.

Assim são tantas outras, como é o caso sério e grave de que agentes da lei, policiais ou delegados fazerem “vistas grossas” ao tráfico nos municípios, isso quando não estão dando cobertura ou traficando eles próprios, Denúncias assim, ouve-se falar todos os dias sem que haja um posicionamento mais efetivo das corregedorias.
Mas tudo isso, começa com o governador chamando para si a responsabilidade.

Outro setor que passa a sensação de que não houve mudança e que, até mesmo, houve um retrocesso, é o setor da saúde pública.

Por onde passo escuto dizer que não há médicos, que não há medicamentos, que não há insumos básicos para o funcionamento das unidades de saúde construídas e sob a responsabilidade do governo estadual.

Prefeitos, amigos, cidadãos comuns, com quem tenho falado, revelam sentirem uma piora nos serviços em relação ao ofertado no governo anterior.

Talvez esta sensação de piora se deva ao corte linear de recursos para o setor anunciado pelo governo no começo do mandato, talvez ao aumento da procura pelos serviços em decorrência da crise, talvez pelo fato dos municípios terem passado a atuar mais na atenção básica, talvez pela redução dos recursos feita pelo Ministério da Saúde, talvez pela própria descontinuidade na gestão do sistema, talvez a soma de todos estes fatores.

O setor da saúde é como um trem que não admite parar para substituir o maquinista, a troca tem que ser feita com ele em movimento. Daí, qualquer alteração na rotina ser sentida na ponta: nos pacientes, nas suas famílias.
Uma saída para melhorar e fazer avançar a saúde pública seria o governo estadual “brigar” com o governo federal para este repasse ao Maranhão, ao menos, a média da per capita de recursos. O nosso estado recebe menos da metade do que deveria receber. Mas este é um assunto para um texto específico.

Problemas como os narrados acima, também existem noutras pastas – que ainda não “se acharam” a ponto de não oferecerem as respostas esperadas pela população.
É normal que problemas ocorram.

O governo não tem um ano, trabalha no combate de vícios que se consolidaram durante décadas e o país se encontra enfrentando uma crise sem precedentes.

O importante é não ceder as velhas práticas e buscar a solução dos problemas sem perder de vista o interesse da sociedade.

Abdon Marinho é advogado.


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Política

Sarney tenta evitar crise com Mauro Fecury

Mauro, Sarney e Clóvis Fecury.

Mauro, Sarney e Clóvis Fecury.

O ex-senador José Sarney (PMDB), anda preocupado com o posicionamento do dono do império Uniceuma, Mauro Fecury. Tudo isso devido o filho de Mauro, o suplente de senador Clóvis Fecury (sem partido), ter sido destituído da presidência do partido dos Democratas.

Segundo fontes, Sarney teria ajudado o ex-secretário de Roseana Sarney, Fernando Fialho, e o deputado federal Juscelino Filho (PRP), na trama para tomar a sigla da família Fecury.

Para tentar amenizar uma possível crise, ex-senador ligou para o Mauro Fecury pelo menos três vezes se justificando e garantiu não ter participação na conspiração. Sarney ainda pediu que o empresário recebesse em sua residencia, que fica na Península da Ponta da Areia, os novos patronos do DEM no Maranhão.

No encontro, que teve a participação dos deputados Juscelino Filho, Stenio Rezende e do novo presidente do DEM, o advogado Augusto Herbert Lima Serra, parente do senador João Alberto, ficou claro pelo semblante de Fecury o descontentamento.

A conspiração que tem como coadjuvante Sarney é reflexo da aliança do DEM com o PCdoB do governador Flávio Dino.


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Poder

Sarney e João Alberto brigam por cargos no Governo Federal

Sarney e João Alberto.

Sarney e João Alberto.

Visando fortalecer a oposição contra o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), o ex-senador José Sarney, pai da ex-governadora Rosean Sarney, ambos do PMDB, deve conseguir através da presidente Dilma Rousseff a nomeação de quatro pessoas em cargos no Governo Federal.

Deve ser publicado no Diário Oficial da União os nomes dos indicados de Sarney com – por exemplo -, o ex-deputado estadual Arnaldo Melo para ocupar a Diretoria da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). O órgão é veiculado ao Ministério da Saúde.

O ex-secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Sagrima), Cláudio Azevedo, também foi indicado para comandar a Superintendência Regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF).

André Campos, que ocupou o cargo de diretor do Detran no governo Roseana Sarney, deve assumir a Superintendência Estadual da Funasa no Maranhão. Campos é indicação pessoal do senador João Alberto.

José Sarney deve levar para o Governo Federal a ex-secretária Estadual de Meio Ambiente, a economista Genilde Campagnaro. Ela deve substituir Alison Penha na Superintendência da Pesca e da Aquicultura do Maranhão.


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Política

Sarney acusa procurador de cometer vingança contra Roseana

senador José Sarney (PMDB-AP)

senador José Sarney (PMDB-AP)

Em sua coluna, publicada ontem (9), no jornal O Estado do Maranhão, o ex-presidente José Sarney, acusa o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de estar se vingando da ex-governadora Roseana Sarney a colocando na lista de investigados sob suspeita de corrupção na Petrobrás.

Sarney diz que Janot resolveu se vingar de sua filha porque o Senado recusou, em 2009, a indicação do subprocurador –geral Nicolao Dino, irmão do governador do Maranhão Flávio Dino (PC do B), para o Conselho Nacional do Ministério Público. Na época Sarney presidia o Senado.

Sarney nega ter interferido na decisão e diz que a filha é alvo de perseguição. “Como vem fazendo desde a última eleição, quando pediu intervenção federal no Maranhão e perseguiu a governadora Roseana Sarney no episódio em Pedrinhas, em que presos foram decapitados, resolveu vingar-se de mim, atribuindo-me a culpa pela recusa do amigo. Eu não votei, não presidi a sessão que recusou seu nome, e nem sabia da votação”.

Em nota divulgada pela Assessoria Nacional dos Procuradores da República afirma que Janot e integrantes do Ministério Público atuam na Lavo Jato “sem deixarem intimidar ou influenciar” por ingerência política, e manifesta “irrestrito apoio” ao procurador geral.

Leia o artigo de Sarney na íntegra:

As marcas do fanatismo

Três coisas na história da humanidade têm sido fonte das maiores atrocidades cometidas pelo homem: a religião, a raça e a ideologia. A primeira, que começa no dogmatismo, passa rapidamente para o ódio e descamba para a atrocidade. Há pior lembrança na história do homem do que a Inquisição? A fogueira queimando vivas as pessoas que eram consideradas infiéis. A arma dela era a delação. Os inimigos construíam mentiras, inventavam calúnias, fatos inexistentes que serviam de motivo para os famosos tribunais inquisitoriais que levaram tantos inocentes ao sofrimento da fogueira. Dos tempos antigos à perseguição aos cristãos levados a serem devorados pelas feras no Coliseu e Nero comandando o espetáculo. Quantos santos e mártires não estão inscritos nessa mancha simplesmente por acreditarem na vinda do Messias e na recusa de adorar os deuses pagãos.

Veja-se do que o fanatismo religioso é capaz nas imagens indignas da destruição no Museu de Mossul, das estátuas babilônicas, de milhares de anos antes de Cristo, que guardavam não só a arte, mas, através dela, os costumes e a evolução da humanidade. Já antes o que fizeram com o Museu de Bagdá, de onde levaram a mais antiga relíquia da história da escrita, que era a Pedra em que ficaram registrados os primeiros sinais em que o homem pensou em transferir a memória para símbolos – hoje as letras, ideogramas e escritas de toda forma.

O segundo, a perseguição e discriminação de raça, cujo exemplo maior é o holocausto que levou à câmara de gás e fornos crematórios milhões de judeus pelo ódio demente de Hitler na busca da raça ariana pura. A escravidão dos negros considerados como se não fossem humanos e sim coisas que podiam ser vendidas, trocadas, mortas, assim foram vítimas dos maiores sofrimentos de uma raça.

A terceira e mais sofisticada: as ideologias. Estas foram tantas e tão diversificadas que foram as que mais se propagaram e foram transformadas em costumes que serviam a motivações de todo tipo, englobando raça, religião e crenças pessoais – e até simulacro de boas ideias – quando, no fundo, o que prevalecia era quase sempre o interesse individual. Vejam-se os bilhões de pessoas mortas pelo stalinismo, sob a visão de uma sociedade sem classes. O nazifascismo, com outras motivações. O Gulag é um símbolo desse tipo de atrocidade.

Há uma palavra que parece não ser tão forte, mas que define toda essa violência sofrida pelo homem por diversos motivos: INJUSTIÇA.

O Maranhão não fugiu a nenhuma dessas misérias. A Inquisição por aqui passou e li há algum tempo um excelente trabalho de pesquisa feito por uma historiadora na nossa universidade federal, que infelizmente não guardei. Quanto à raça temos a marca do crime da Baronesa de Grajaú, e o relato do que foi o cativeiro na obra monumental de Josué Montello, Os tambores de São Luís, e as ideologias, estas, são constantes e agora renascem, depois de mortas, na perseguição vergonhosa que se derrama em todos os níveis.

Derrubam-se em Mossul as estátuas do passado sem adotar nenhuma proporção, mas aqui destrói-se a Fundação da Memória Republicana Brasileira. Agora, na pior de todas, inclui-se Roseana na investigação de um escândalo que envergonha o Brasil. E nesse gesto está a política do Maranhão. A instituição sagrada do Ministério Público, a qual meu pai pertenceu e eu fui um dos maiores beneméritos, prestigiando-a toda a vida – fui eu, como governador do Maranhão, o primeiro no Brasil a igualar o MP à magistratura; e sua atual organização foi feita pelo ministro (Sepúlveda) Pertence, durante meu governo e na Constituinte -, está sendo colocada agora mais a serviço do personalismo político do que do partidarismo.

Um cabeça coroada do órgão, cérebro e braço direito do dr. Janot, foi recusado para o CNMP pelo Senado. Agora, o dr. Janot, em solidariedade ao colega, coloca mal a instituição MP. Como vem fazendo desde a última eleição, quando pediu intervenção federal no Maranhão e perseguiu a governadora Roseana Sarney no episódio de Pedrinhas, resolve vingar-se de mim, atribuindo-me a culpa pela recusa do amigo. Eu não votei, não presidi a sessão que recusou seu nome, e nem sabia da votação. Agora, o dr. Janot, na sua escolha da lista dos destinados autos de fé, inclui Roseana nessa cloaca. Ela nunca foi à Petrobras, nunca teve nenhuma relação com o senhor Paulo Roberto, nunca teve nenhum pleito na Petrobras por firmas ou pessoas.

Da Petrobras, só pediu, não pedindo, mas – como dizia o padre Vieira – exigindo e protestando, a Refinaria de Bacabeira a que o Maranhão tem direito.

Assim, é justo o nosso direito de revolta pela INJUSTIÇA. Minha, porque jamais – não é do meu feitio – seria capaz de recusar o dr. Nicolao Dino por motivos pessoais, que não tinha e não tenho, cujas referências de bom profissional sempre ouvi; e de Roseana, que está amargando o fel da vingança, uma mistura de ódio e política.

Quais as acusações? O senhor Paulo Roberto teria dito que Lobão pediu a ele para ajudar Roseana na eleição. Youssef diz que não confirma nenhum pagamento a Roseana.

E o que fala o dr. Janot (ele?): “Apesar das divergências entre as versões de Costa e de Youssef, o Ministério Público Federal considerou que havia elementos suficientes para a abertura de inquérito contra Roseana”. Quais esses elementos? Não disse nem tem. Evidentemente, o dr. Janot fez uma escolha e usou a instituição Ministério Público para sua atuação, nessa escolha de a quem denuncia ou não, atarefado com sua própria eleição nestes dias.

Essa a verdade.”


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Política

Deu no Estadão: Governadora vai renunciar para disputar Senado

Estadão

Roseana Sarney.

Roseana Sarney.

BRASÍLIA – Em meio à crise, a governadora Roseana Sarney (PMDB-MA) vai renunciar ao mandato em abril para disputar uma vaga no Senado e garantir a permanência da família no poder, o que obrigará o Estado a fazer uma nova eleição para escolha do sucessor dela até janeiro de 2015.

A solução e as explicações para a barbárie nos presídios ficarão para um governador “tampão”, que será eleito pela Assembleia Legislativa, em votação indireta. A renúncia de Roseana forçará uma nova eleição porque o vice-governador, Washington Oliveira, foi nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em uma manobra para tirar o petista do comando do Palácio dos Leões.

Em uma reunião há duas semanas na Ilha de Curupu, onde a família Sarney tem casa, Roseana disse que não tinha intenção de disputar o Senado e que sua vontade era se mudar para os Estados Unidos. Foi convencida do contrário pelo pai, o senador José Sarney (PMDB-AP).

Um dos presentes contou ao Estado que Sarney alertou a filha de que ela era a única que poderia manter o poder político da família (o senador tem 83 anos) e, como congressista, manteria a imunidade parlamentar.

“Você é a continuidade. Vai sair da política e viver pagando advogados? Depois que a gente senta em certas cadeiras, fica vulnerável a processos. (O presidente americano Bill) Clinton, quando saiu da presidência, enfrentou vários processos”, disse o senador, segundo interlocutores. Os irmãos Fernando (empresário) e Zeca Sarney (deputado pelo PV-MA) concordaram com o pai.

Após o apelo do pai, ela cedeu. A família, contudo, tem pela frente mais um complicador: a escolha do candidato “tampão”. Gostaria de indicar um secretário estadual para a disputa, mas o presidente da Assembleia, Arnaldo Melo (PMDB), com votos na situação e na oposição, impôs seu nome.

Principal adversário da família Sarney, o presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB), também vai renunciar ao cargo no fim do mês para se preparar para a eleição de outubro. A oposição considera o momento favorável não só na tentativa de retornar ao Palácio dos Leões, mas de ocupar a vaga no Senado. O nome mais cotado é o do vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB), aliado do ex-governador e provável candidato ao governo do Maranhão José Reinaldo Tavares (PSB). Tavares diz que pretende concorrer ao mandato tampão, mas reconhece ser difícil derrotar o presidente da Assembleia. O Estado procurou Melo, mas ele não ligou de volta.


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Poder

Deu no Globo: Dilma, Lula e PMDB tentarão resolver amanhã crise no Maranhão

Dilma-Sarney-Lula

A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, além do presidente do PT, Rui Falcão, vão se reunir com a cúpula do PMDB, amanhã, em Brasília, para tentar resolver problemas entre os dois partidos em sete estados: Rio de Janeiro, Maranhão, Minas, Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná e Paraíba. Essas divergências afetam o projeto de reeleição da presidente e, em alguns casos, asseguram palanques para dois adversários: o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e o senador Aécio Neves (MG).

No Maranhão, a direção nacional do PT deve forçar a aliança com o PMDB da família Sarney, embora o PCdoB cobre apoio à candidatura do presidente da Embratur, Flávio Dino, que também tem conversado com Eduardo Campos.

Na quinta-feira, o senador José Sarney (PMDB-AP) teve audiência com Dilma. Ele afirmou que a conversa foi sobre obras no Amapá, sem relação com as eleições, até porque, segundo ele, o apoio do PT ao PMDB no Maranhão estaria assegurado:

— O grupo que nos apoia (no PT) ganhou (o comando do diretório regional), então não há problema mais — disse.

Mas o resultado da eleição do PT no Maranhão está em litígio. O atual presidente, Raimundo Monteiro, pró-Sarney, proclamou sua reeleição. Mas seus adversários não reconheceram o resultado e fizeram um segundo turno à revelia da direção nacional, que não autorizou nova votação. O tema será discutido pela Executiva Nacional do PT na próxima terça-feira.

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Poder

Sarney recebe alta em SP após se recuperar de dengue e pneumonia

sarneyO senador José Sarney recebeu alta do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no final da manhã dessa quarta-feira, onde esteve internado desde o último dia 31 de julho. De acordo com último boletim médico, seu estado de saúde é bom e o senador continuará em acompanhamento ambulatorial.

Nessa terça, 20, o senador foi submetido a um cateterismo coronariano que não mostrou alterações significativas. Sarney foi atendido pelas equipes dos médicos David Uip, Roberto Kalil Filho e Carlos Gama.

O senador foi internado após passar mal durante a festa de casamento de uma das netas, em São Luís, no Maranhão, na madrugada de 28 de julho, um domingo. O ex-presidente da República foi internado no UDI Hospital com infecção aguda no sistema respiratório. Após receber alta no dia 31, ele foi transferido, a pedido da família, para o Hospital Sírio-Libanês para continuar o tratamento.

Em São Paulo, foi identificado um derrame pleural – acúmulo de líquido na membrana que envolve o pulmão. E depois teve o quadro de dengue e pneumonia. No último dia 16, o hospital informou que o senador já estava curado do processo infeccioso. Com informações do Estadão.


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