Saúde

Situação caótica do Hospital Macrorregional de Coroatá

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A situação do Hospital Macrorregional de Coroatá está caótica. Segundo relatos, o refeitório amanheceu com as portas fechadas, pois não tinha café e nem almoço para os funcionários.

Ainda de acordo com denúncias, as equipes de enfermagem se revezaram para fazer as refeições em suas residências. O setor de UTI adulto conta apenas com uma enfermeira, pois a equipe está desfalcada.

Os pacientes não tomam banho porque não há lençol no hospital. Não tem também luvas e aventais. Um absurdo que deve ser enxergado pelo secretário de Estado da Saúde, Marcos Pacheco.

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Saúde

Maranhão possui 55 casos de microcefalia confirmados

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informa que até esta segunda-feira (28), no Maranhão, de acordo com o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), o total de casos notificados de microcefalia de 2015 a 2016 é de 233.

Destes, 30 casos de microcefalia foram descartados e 55 casos foram confirmados. Sob investigação estão 148 casos no Maranhão em 79 municípios.
Os municípios com casos confirmados são: Anapurus (1), Apicum-Açu (1), Axixá (1), Barra do Corda (2), Chapadinha (1), Coelho Neto (1), Colinas (1), Coroatá (1), Dom Pedro (1), Fortaleza dos Nogueiras (1), Grajaú (2), Lagoa Grande do Maranhão (1), Mata Roma (2), Miranda do Norte (1), Paço do Lumiar (4), Paraibano (1), Pindaré-Mirim (1), Presidente Dutra (2), Presidente Vargas (1), Santo Antônio dos Lopes (1), São Domingos do Azeitão (1), São José de Ribamar (1), São Luís (16), Timon (5), Trizidela do Vale (1), Urbano Santos (1) e Vargem Grande (3).

Ocorreram cinco óbitos que estão em investigação: São José de Ribamar (1) em dezembro de 2015; Pedreiras (1) em fevereiro de 2016; São Luís (1), Tutóia (1) e Serrano do Maranhão (1) em março de 2016.


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Saúde

Ministério da Saúde libera R$ 55,6 milhões para o Maranhão

G1, Maranhão

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O Ministério da Saúde autorizou, por meio de portaria publicada nesta quinta-feira (24), no Diário Oficial da União (DOU), a liberação de R$ 55,6 milhões em recursos para custeio de ações na área de Média e Alta Complexidade no Maranhão.

A portaria também prevê a liberação de recursos para o Ceará e Minas Gerais. Os três estados receberão incorporação de valores ao Teto Mac, que serão repassados aos fundos estaduais e municipais de Saúde, responsáveis por gerenciar a verba e distribuí-la para as instituições.

No Maranhão, os recursos devem ser destinados ao custeio dos procedimentos do Hospital Regional da Baixada Maranhense, Dr. Jackson Lago, e pelo Hospital Regional de Caxias (MA), Dr. Everaldo Ferreira Aragão, que agora passam a fazer parte do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Limite Financeiro da Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar é um dos componentes do Bloco da Atenção de Média e Alta Complexidade e destina-se ao financiamento dos procedimentos e de incentivos permanentes, transferidos mensalmente, para custeio de ações de média e alta complexidade.

Pelo recurso, os estados custeiam serviços como consultas, exames, diagnóstico, tratamento clínico e cirúrgico, reabilitação, acompanhamento pré e pós-operatório, UTI, transplantes, tratamento de doenças raras e obesidade, ortopedia, neurologia, queimados, cardiovascular.


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Saúde

Maranhão tem 53 casos confirmados de microcefalia

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) divulgou nesta segunda-feira (21) novos dados sobre a microcefalia no Maranhão.
Segundo relatório baseado no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), o número de casos notificados de microcefalia associado ao Vírus da Zica subiu para 230, sendo que 53 já foram confirmados em todo o estado.

Destes números, 31 casos de microcefalia foram descartados, e 146 seguem em investigação em 79 municípios.

Ainda conforme o relatório ocorreu óbitos nos municípios de São José de Ribamar (1), Pedreiras (1), São Luís (1), Tutóia (1) e Serrano do Maranhão (1).

São Luís lidera o ranking de municípios maranhenses com maior número de casos confirmados. Até agora, foram 15 confirmações. O município de Timon, a 450 km da capital, segue em segundo lugar, com cinco casos, e Paço do Lumiar em terceiro, com quatro. Veja na lista abaixo:

Anapurus (1), Apicum-Açu (1), Axixá (1), Barra do Corda (2), Chapadinha (1), Coelho Neto (1), Colinas (1), Coroatá (1), Dom Pedro (1), Fortaleza dos Nogueiras (1), Grajaú (2), Lagoa Grande do Maranhão (1), Mata Roma (2), Miranda do Norte (1), Paço do Lumiar (4), Paraibano (1), Pindaré-Mirim (1), Presidente Dutra (2), Presidente Vargas (1), Santo Antônio dos Lopes (1), São Domingos do Azeitão (1), São José de Ribamar (1), São Luís (15), Timon (5), Trizidela do Vale (1), Urbano Santos (1) e Vargem Grande (2).


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Judiciário / Saúde

Força-tarefa inspeciona hospitais privados de São Luís

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Por iniciativa do Ministério Público do Maranhão (MPMA), uma força-tarefa está vistoriando os hospitais privados de São Luís com o objetivo de aferir a qualidade do serviço prestado aos pacientes. A equipe é formada pela 2ª Promotoria de Justiça do Consumidor de São Luís, Conselho Regional de Enfermagem, Conselho Regional de Farmácia, Vigilância Sanitária Estadual, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial (Inmeq).

Além dos hospitais, estão sendo visitadas maternidades, clínicas (médicas, psiquiátricas e de pediatria) e laboratórios. O trabalho iniciou-se no dia 1º de março. Até o momento, foram inspecionados os hospitais UDI, São Domingos, Centro Médico e a clínica São José. A primeira etapa dos trabalhos será encerrada no dia 4 de abril. Neste mês de março, a força-tarefa ainda vai vistoriar nove estabelecimentos.

Idealizadora da ação, a promotora de Justiça Lítia Cavalcanti informou que estão sendo verificados aspectos como higiene, índice de infecção hospitalar, tempo de espera nas emergências, número proporcional de profissionais para a quantidade de pacientes, respeito ao atendimento prioritário, funcionamento adequado dos equipamentos, entre outros pontos, objetivando resguardar os direitos do consumidor.

O relatório das inspeções será divulgado à sociedade no próximo dia 5 de abril, quando serão relatados todos os problemas encontrados em cada estabelecimento e se as irregularidades foram solucionadas.

Como resultado parcial das vistorias, a promotora adiantou que um laboratório de um hospital foi fechado por falta de higiene e que já foi flagrado lixo hospitalar jogado em grande quantidade ao lado de uma clínica. Em um outro hospital, foi constatada a presença de número insuficiente de profissionais de enfermagem para a quantidade de pacientes.

SANÇÕES

Em caso de não adequação dos serviços, os estabelecimentos privados de saúde e seus responsáveis estarão sujeitos a sanções nas esferas judicial, administrativa e criminal. As consequências podem ser interdição parcial ou total, multas acumulativas e responsabilização civil e criminal. “Quem não quiser ser interditado, que tome as providências necessárias para adequar o atendimento e que comunique as medidas ao Ministério Público”, alertou a promotora.

Lítia Cavalcanti ressaltou, ainda, que a população pode denunciar irregularidades encontradas em hospitais e clínicas de São Luís por meio do telefone da Ouvidoria do Ministério Público do Maranhão: 0800 098 1600.


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Poder / Saúde

Instituto Corpore fatura uma bolada do Governo do MA e não paga fornecedores

y-bO5WhsEnquanto o Instituto Corpore comemora a parceria milionária com o Governo do Estado do Maranhão, os fornecedores de medicamentos e materiais hospitalares estão a ver navios, segundo denúncia recebida pelo Blog.

O Instituto fatura mais de R$ 135 milhões por ano, uma média superior a R$ 11 milhões por mês, para administrar nove unidades hospitalares no Maranhão. No entanto, não tem honrado os pagamentos com os fornecedores e ainda joga a culpa dos atrasos financeiros à Secretaria de Estado da Saúde (SES). Pura enrolação.

O Blog teve acesso a duas ordens bancárias de pagamento da SES ao Instituto Corpore. Os documentos comprovam que a Secretaria repassou a quantia de R$ 17.420.188,17 (dezessete milhões, quatrocentos e vinte mil, cento e oitenta e oito reais e dezessete centavos) no mês de fevereiro deste ano, ultrapassando inclusive a cota mensal de R$ 11 milhões. Portanto, cai por terra a desculpa esfarrapada do Instituto.

De acordo com a denúncia, no início da gestão o Instituto Corpore pagava com 30 dias os fornecedores, depois o prazo aumentou para 60 e agora não tem mais data certa. Todos os materiais fornecidos às unidades já estão com mais de 60 dias vencidos e a organização insiste que a pendência é devido ao atraso no repasse do Governo.

A situação está tão grave que tem fornecedor que ainda espera receber por faturas de junho do ano passado. A denúncia ressalta que a situação está pior do que na gestão anterior, onde se recebia os valores devidos. Os fornecedores esperam que o mais breve possível o Instituto pague as faturas em atraso e  deixe de contar ladainhas.

O Instituto Corpore presta um desserviço aos hospitais de Alto Alegre do MA, de Peritoró, de Timbiras, de Timon; além dos macrorregionais de Coroatá e Caxias. Também são administradas pela organização, as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) dos Municípios de Coroatá, Codó, e Timon.

Confira as autorizações da efetivação de pagamento ao Instituto Corpore, assinadas pelo secretário de EStado da Saúde, Marcos Pacheco. O primeiro totaliza a quantia de R$13.908.332,40 e o segundo R$ 3.511.855,77.

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Saúde

Prefeito mostra criadouro de Aedes Aegypti na porta do Ministério da Saúde

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O mosquito Aedes Aegypti é causador de muitas doenças, como a dengue e zíka. A proliferação do mosquito tem preocupado toda população brasileira, países como os Estados Unidos e a Organização Mundial de Saúde.

Em razão disso, em todo país há campanhas de combate ao Aedes promovidas pelo Ministério da Saúde, por meio das Secretarias estaduais de Saúde.

Entretanto, parece que o órgão máximo da Saúde não tem dado exemplo de cuidado.

A prova do descuido é que o prefeito da cidade de Trizidela do Vale, interior do Maranhão, Fred Maia, fez uma observação pertinente ao constatar criadouro do mosquito Aedes Aegypti na entrada do Ministério da Saúde, em Brasília.

Segundo o gestor municipal, o local está cheio cheio de água suja, permitindo assim a proliferação do mosquito e das doenças transmitidas por ele.

Ainda de acordo com Maia, o Ministério Público tem que começar o combate dentro do próprio órgão. “Não precisa nem o ministro ir para outro lugar para combater o mosquito. Tem que combater logo lá na porta do Ministério” afirmou prefeito de Trizidela do Vale.

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Política / Saúde

Rigo garante R$ 1 milhão para o hospital de Barra do Corda

Rigo e Marcos

Deputado estadual, Rigo Teles, e secretário de Saúde, Marcos Pacheco

O deputado Rigo Teles (PV) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa na quarta-feira (9) para destacar que participou, no sábado (5), da inauguração Centro de Especialidades Médicas (CEM) de Barra do Corda, acompanhado do governador Flávio Dino, do secretário da Saúde, Marcos Pacheco, colegas deputados, vereadores, lideranças políticas e centenas de populares.

O parlamentar destacou que o CEM é uma unidade de saúde completa, projetada pelo governador para atender mais de 250 mil pessoas da cidade de Barra do Corda e da Região Central, com consultas clínicas em diversas especialidades médicas, assistência multidisciplinar e serviços de apoio diagnóstico e terapêutico.

Em sua fala, Rigo Teles rebateu as críticas ao Governo do Estado, feitas na tribuna da Assembleia pela colega deputada Andréa Murad (PMDB), acerca do funcionamento do Centro de especialidades medicas de Barra do Corda, recentemente inaugurado pelo governador Flávio Dino e pelo secretário da Saúde, Marcos Pacheco.

Para Rigo, as críticas de Andréa não condizem com a realidade, pois, “o Centro de Especialidades Medicas está funcionando e foi o ex-secretário Ricardo Murad que não autorizou a construção do Hospital de 50 leitos em Barra do Corda, pleiteado para atender cerca 250 mil pessoas de todos os municípios da Região Central do Maranhão”.

LUTA PELO HOSPITAL
No discurso, Rigo revelou que ainda continua lutando para construir o hospital de 50 leitos junto ao governador Flávio Dino e ao secretário Marcos Pacheco, médico e filho de Barra do Corda. Segundo Rigo, o projeto para beneficiar a população começou com o Centro de Especialidade Médicas de Barra do Corda.

De acordo com Rigo Teles, a última medida para garantir o pleito da população na área de saúde foi destinar R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) de suas emendas parlamentares para construir o hospital de 50 leitos. A emenda foi destinada quando o governador anunciou a construção de um hospital, em parceria com a Prefeitura Municipal.

Rigo Teles informou que o CEM está oferecendo serviços de cardiologia, neurologia, gastroenterologia, ortopedia e reumatologia, ginecologia e obstetrícia, enfermagem, fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição, assistência social, terapia ocupacional e psicologia, que compõe do ginásio terapêutico do Centro.

Finalizando, Rigo elogiou a medida do secretário Marcos Pacheco, que contratou apenas médicos residentes em Barra do Corda para trabalhar no CEM, como Alexandre (Ortopedia), Léo Primeiro (Ginecologia e Obstetrícia) e Débora (Endoscopia). “Falta contratar o cardiologista, que deve morar na cidade”, disse.


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Saúde

Pacientes tomam soro em pé em Hospital Regional de Itapecuru

Caos. Essa é a palavra que define a atual situação do Hospital Regional Adélia Matos Fonseca, em Itapecuru-Mirim.

Segundo denúncias enviadas ao Blog do Neto Ferreira, a unidade hospitalar não está conseguindo atender a demanda de pacientes que chegam a todo momento devido às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. Há pessoas sendo medicadas em pé ou em cadeiras totalmente inapropriadas, como mostram as fotos abaixo.

A Prefeitura de Itapecuru-Mirim não tem deflagrado ações de combate ao mosquito pela cidade e, em consequência disso, as doenças se proliferam e a tendência é que os hospitais fiquem cheios. Porém, a direção do Adélia Matos também não tem tomado providências para melhorar as condições de atendimento da casa de saúde.

Enquanto isso, pacientes sofrem com o descaso do Poder Público para com a saúde do município.

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Saúde

Paciente é maltratado no Hospital Socorrão II

Uma acompanhante e um paciente viveram momentos de desespero no Hospital Clementino Moura, o Socarrão II, no último final de semana. E a mulher desabafou em redes sociais.

Segundo relato dela, o seu namorado sofreu um acidente de moto, na sexta-feira (26) e ficou com ferimentos no braço esquerdo, e em seguida foi encaminhado pelo SAMU para o hospital Socorrão II.

Ao chegar ao local, fez os exames necessários e depois foi para o centro cirúrgico, onde seria operado. Após a cirurgia, não deixaram o paciente receber visitas. “Fiquei na recepção do hospital até 1:30 da manhã de sábado e disseram que era melhor ir para casa e voltar na manhã seguinte. Ele estava dormindo e não acordaria tão cedo. Voltei ao hospital por volta de 7h40, não nos deixaram entrar. Fiquei com outras mulheres no estacionamento do Socorrão II, fazia sol. ‘Se chover, a gente deixa vocês entrarem’, disseram. Torci para chover! O primeiro boletim só saiu às 8h40 e disseram que ele estava BEM e aguardando leito”, declarou a acompanhante.

Ainda de acordo com a mulher, outro boletim saiu às 11h, disseram outra vez que ele estava bem e ainda aguardando leito. Então, ela foi para casa, pois as notícias só seriam dadas por das 15h. Ao voltar para a unidade de saúde, obteve a mesma resposta, que o namorado estava bem e aguardando leio.

Porém, um vigilante, que estava de plantão na sexta-feira, avisou para a acompanhante que o seu namorado gritava de dor e que já havia retornado da sala de cirurgia. “Questionei a falta de ligação, de aviso, eu estava lá fora! Ele conseguiu me levar para dentro e pude falar com uma atendente que disse que o viu pedindo ajuda, gritando de dor e que havia chamado o médico”, afirmou.

Em seguida, ela saiu e ficou no estacionamento, onde chovia bastante e não a deixaram entrar novamente. E, então saiu outro boletim afirmando que o paciente estava bem, mas continuava no centro cirúrgico, pois não tinha leito. A acompanhante foi embora e por volta das 8h de domingo retornou ao Socorrão II, e ela conseguiu entrar, ao encontrar o namorado percebeu que estava com ferimento novos.

“O que foi isso na sua boca?, perguntei. E ele me relatou tudo que aconteceu enquanto estava só: Ele caiu da maca no centro cirúrgico, machucou a boca e arranhou o rosto. Apareceu uma marca na costa dele que parece uma mistura de arranhão e queimadura, porque tem bolhinhas de água como queimadura. Ele disse que uma enfermeira comeu a comida dele no sábado e ele ficou com fome”, reclamou a acompanhante indignada.

Ela disse mais, que os funcionários riram do paciente, pois este estava sozinho. “Ele me disse que gritava de dor e o deixaram em uma maca, sem colchão, no meio de um corredor. Ele usou a parede como apoio e empurrou a maca até uma janela e gritou pedindo ajuda. Pessoas de fora começaram a pressionar os enfermeiros e depois alguém passou dizendo ‘ei, tira esse cara daí senão vai causar problema”.

A acompanhante afirma que relatará o caso as autoridades competentes e que tomará todas as medidas cabíveis para resolver essa situação.


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