Saúde

MPF investiga funcionamento de mamógrafos no Maranhão


O Ministério Público no Maranhão (MPF), por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), apura a quantidade e as condições de funcionamento dos mamógrafos nos municípios sob atribuição da PR/MA. Averigua-se também a capacidade técnica para operação dos mamógrafos, extensão da lista de espera e seu gerenciamento para realização de exame de mamografia.

Dentre as medidas adotadas pode-se destacar a reunião realizada no dia 23 de agosto com representantes do Sistema Nacional de Auditoria do Ministério da Saúde no Maranhão (Seaud/MA), onde ficou estabelecido que se realizará auditoria nos municípios das regionais de saúde que contam com equipamento de mamografia.

Em paralelo, o MPF expediu ofício aos 126 (cento e vinte e seis) municípios sob atribuição da PR/MA para que esclareçam o local onde são atendidas as demandas de exames de mamografia, como é feito o encaminhamento caso não haja atendimento no município, a quantidade de pacientes que se encontram na fila de espera e o prazo para serem atendidas.

Após as respostas das secretarias de saúde, os dados serão encaminhados a Seaud/MA com objetivo de contribuir na fiscalização realizada pelo órgão.

Outubro Rosa – A mamografia é o principal exame para o diagnóstico precoce do câncer de mama, sendo esse tipo de câncer o mais comum entre mulheres, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (Inca). O Outubro Rosa é uma campanha de conscientização sobre a importância de realizar o exame de forma periódica para que a doença seja controlada, evitando a mortalidade.


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Saúde

Descarte de lixo hospitalar em Vargem Grande é irregular, aponta auditoria

O manejo do lixo no Hospital Municipal Benito Mussoline Sousa de Vargem Grande está sendo feito de maneira irregular e coloca a vida de pacientes em risco, aponta o relatório do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus).

Segundo a auditoria, que foi realizada entre 12 a 18 de março de 2017, foi constatado que o resíduo sólido é armazenado temporariamente até sua coleta, em abrigo externo, cujo ambiente não atende a RDC/ANVISA nº 306, de 07/12/2004.

Além disso, os auditores detectaram a ausência de sacos plásticos que resistam às ações de punctura e ruptura para acondicionamento do lixo hospitalar, o hospital não dispõe de carro próprio para o transporte interno do lixo, não existe depósito específico para descarte de materiais perfurocortantes, sendo os mesmos improvisados.

“O local é precário, pois não está identificado, não conta com porta provida de tela de proteção contra roedores e vetores; não dispõe de água, tomada elétrica, canaletas de escoamento de águas servidas direcionadas para a rede de esgoto do estabelecimento e não conta com ralo sifonado com tampa que permita a sua vedação”, detalhou o Denasus.

O relatório revela ainda que o hospital Benito Mussoline Sousa não possui o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde – PGRSS, documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observada as suas características e riscos, no âmbito dos estabelecimentos, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente.


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Saúde

Ministro da Saúde chega ao Maranhão para anunciar investimentos

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O Ministro da Saúde, Ricardo Barros(PP), chegou ao Maranhão para anunciar investimentos do Governo Federal na saúde pública maranhense. A visita está acontecendo nesta segunda (31), no auditório da FIEMA, em São Luís.

Serão ambulâncias e todo um aparato que irá servir as pessoas do nosso estado e melhorar o atendimento na saúde do estado.

Os benefícios serão anunciados diretamente a vários prefeitos e secretarios de saude.

Após a visita de Ricardo Barros e os anúncios, os municípios esperam melhoras na tão sofrida saude pública municipal.


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Saúde

Wellington denuncia abandono da UPA do Araçagy

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O deputado estadual Wellington do Curso (PP) apresentou, na Assembleia Legislativa do Maranhão, indicação que será encaminhada ao Secretário de Saúde do Estado do Maranhão em que solicita que adote providências quanto à falta de medicamentos essenciais, como o Captopril. A solicitação do parlamentar resulta de denúncias de profissionais de enfermagem que, além disso, reclamam também da falta de outros medicamentos, como Bromopida, além da falta de infraestrutura física.

Segundo relatos de enfermeiros, nem as gavetas que serviriam para guardar os medicamentos estão em boas condições, já que estão quebradas.

“A nossa solicitação aqui é quanto à aquisição de algo básico, de medicamentos. Recebemos a denúncia que os pacientes estão sem ter acesso a medicamento que é indicado para tratamento de hipertensão arterial e alguns casos de insuficiência cardíaca. Estamos lidando com a vida das pessoas e isso exige o mínimo de atenção e cuidado”, pontuou Wellington.

Além das reclamações quanto à falta de medicamentos, foram encaminhadas também ao Gabinete do deputado Wellington inúmeras denúncias quanto à precariedade do atendimento na UPA do Araçagy. Todas as solicitações serão enviadas à Secretaria de Saúde.


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Saúde

Prefeito Luis Fernando coloca saúde como prioridade de governo

Luis Fernando durante campanha contra o mosquito

O último fim de semana em São José de Ribamar foi de grande mobilização e combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya. Além da culminância da campanha de alerta contra a Tuberculose, que ocorreu sábado (01), o prefeito ribamarense, Luis Fernando, participou do dia D de combate e atenção contra a proliferação do mosquito.

Em seu discurso o prefeito elencou como “prioridade de governo”, acabar com o descaso que vivia a saúde, abandonada e sucateada pela gestão passada.

“São José de Ribamar agora tem prefeito e vamos reconstruir também a saúde. Estamos trabalhando em diversas frentes para voltar a oferecer um serviço de saúde digno para que a população tenha assegurada o seu direito de ser atendida com dignidade” disse o gestor lembrando que uma de suas primeiras ações foi a retomada do funcionamento de 10 das 30 Unidades de Saúde fechadas por sérios problemas.

Outra medida emergencial foi à regularização na distribuição dos medicamentos, paralisada por falta de pagamento. De janeiro a março deste ano, a prefeitura já entregou mais de um milhão, setecentos e trinta e um mil medicamentos.

Destaque também para o atendimento médico hospitalar. Se comparado com o mês de janeiro de 2016, o número é alarmante. Enquanto que no período foram ofertados um pouco mais de 10 mil atendimentos médicos, a atual gestão triplicou, elevando o número para mais de 31 mil atendimentos além de consultas especializadas e realização de quase 24 mil exames laboratoriais.

Campanhas educativas

No dia D de combate a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, foram realizadas palestras, orientações sobre os cuidados com água parada e lixo acumulado. Para o secretário municipal de saúde, Tiago Fernandes são atitudes simples que ajudam diariamente no combate ao mosquito. “Essa é uma luta de todo o país e precisamos acabar com os focos do mosquito, gestos simples podem colaborar e muito para que tenhamos espaços limpos”, refletiu o gestor.

No Maranhão, foram registrados quase 200 casos de microcefalia relacionados ao Zika vírus entre mulheres gestantes, segundo relatório do Ministério da Saúde. Outros casos na capital e municípios maranhenses continuam sendo investigados.

O fim de semana também foi de alerta e controle contra a Tuberculose. A doença que tem cura registrou só em 2016, mais de 66 mil novos casos e chegou a alcançar quase 13 mil casos de retratamento, ou seja, pacientes que abandonam o tratamento e depois retornam quando a doença apresenta sinais severos de avanço.

Além de palestras, o município também realizou mais de 300 testes para identificação da doença.


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Saúde

Vereador flagra UPA de Timon sem oxigênio

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A cada dia que passa a saúde do Maranhão está mais caótica. Um exemplo bem claro é o que está acontecendo em Timon.

O vereador Anderson Pêgo (PRB), fez uma visita ao Hospital do bairro Parque Alvorada e constatou muitas irregularidades, segundo o Blog do Ludwig.

O parlamentar afirmou que ao chegar na unidade hospitalar viu uma ambulância da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de Timon, que estava ali pegando emprestado dois cilindros de oxigênio, pois a casa de saúde do estado estava sem os objetos.

“Uma senhora estava quase entrando em óbito no Hospital do Parque Alvorada não foi levada para a UPA por não ter oxigênio, e o mais grave, o gerador de lá também não estar funcionando. Imaginem, uma unidade de saúde do estado tomando emprestado oxigênio ao município que também não funciona como deveria. Uma cena mais do que deplorável”, relatou o vereador Anderson Pêgo.

Anderson Pêgo ressaltou que deve levar o caso ao Ministério Público.


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Saúde

Ministério da Saúde quer ampliar para 24 número de UPAs no Maranhão

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O Maranhão poderá ter 24 Unidade de Pronto Atendimento (UPAs 24h) funcionando em um curto espaço de tempo. Pelo menos é essa a intenção do Ministério da Saúde, que anunciou uma série de medidas que flexibilizam as formas de custeio das unidades em todo o país.

Com isso, as cinco UPAs, no estado, que estão concluídas, mas ainda não estão funcionando, podem passar a realizar atendimentos. Além disso, outras seis unidades estão em fase de obras. Atualmente, 13 UPAs estão em funcionamento no Maranhão, apesar de problemas relatados nas unidades.

Em todo o país existem 520 unidades, mas outras 165 estão concluídas e sem funcionar, e 275, em fase de obras. Pelas novas medidas, os gestores poderão definir e escolher a capacidade de atendimento das unidades a partir de oito opções de funcionamento e capacidade. “A flexibilização foi a melhor solução encontrada, em conjunto com os estados e municípios, para que as UPAs comecem a funcionar. Nos próximos meses, teremos unidades novas atendendo na urgência e emergência. São unidades que ainda não estavam funcionando porque o gestor local não tinha capacidade e agora vai contar com nosso apoio”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Outra mudança é que o custeio repassado mensalmente pelo Ministério será vinculado à quantidade de profissionais em atendimento e não mais por tipologia de porte. Segundo as regras, o avanço dos projetos deve ser monitorado para que as unidades comecem efetivamente a funcionar em até 90 dias após a conclusão das obras. Entre as novidades, também está o compartilhamento e uso de equipamentos de apoio e diagnóstico da rede de saúde local, promovendo a integração das unidades.

As UPAS 24h existentes no país têm a capacidade de realizar cerca de 130 mil atendimentos diários ou 4 milhões mensais a 104 milhões de brasileiros, o que representa atendimento a 50% da população. Haverá ainda novas rotinas de monitoramento do Ministério da Saúde, que vai verificar a implantação de itens relativos à qualidade de assistência à saúde, à gestão da unidade e aos quantitativos mínimos mensais de produção assistencial, que serão realizadas pelas unidades, e que deverão ser comprovados pelos gestores de cada região.

“Essa é uma oportunidade para que o gestor possa definir como será o atendimento realizado pela UPA. Nós vamos repassar o recurso federal proporcionalmente ao que ele optar”, completou o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Francisco Figueiredo.

O investimento total do Governo Federal para obras das UPAs 24h é de R$ 1,8 bilhão. Além disso, mensalmente, o Ministério da Saúde repassa os recursos de custeio que, neste ano, totalizam cerca de R$ 1,6 bilhão.

O objetivo das UPAs é prestar atendimento resolutivo e qualificado aos pacientes que estão em situação de urgência e emergência e oferecer os primeiros socorros nos casos de natureza cirúrgica e de trauma, estabilizando os pacientes e realizando a investigação diagnóstica inicial de cada caso.

Desta forma, é possível encaminhar o paciente de forma referenciada aos serviços hospitalares de maior complexidade especializados, reduzindo a superlotação em hospitais gerais e prontos socorros. Com a nova portaria, os gestores terão oito opções de funcionamento e capacidade operacional, recebendo proporcionalmente do Ministério da Saúde valores de acordo com cada uma dessas opções. Dessa forma, a UPA deverá ter, no mínimo, dois médicos profissionais atuando, e realizando 2.250 atendimentos médicos por mês.

Nesse caso, o valor de incentivo financeiro para custeio da UPA será de R$ 50 mil mensais e o valor de incentivo financeiro para qualificação será de R$ 35 mil. No último caso, a unidade deverá ter nove médicos profissionais atuando, e realizando no mínimo 13.500 atendimentos médicos por mês Nesse caso, o valor de incentivo financeiro para custeio da UPA será de R$ 250 mil e o valor de incentivo financeiro para qualificação também será de R$ 250 mil.


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Saúde

Em Pinheiro, Luciano Genésio vai receber a Saúde sucateada por Filuca Mendes

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O prefeito eleito de Pinheiro, Luciano Genésio (PP), terá um começo de ano de muito trabalho para organizar a casa. Um dos problemas que ele irá enfrentar logo de cara é a triste situação da Saúde no município, que foi sucateada pela atual gestão. A situação é de calamidade.

Os maiores problemas estão no Hospital Regional de Pinheiro Antenor Abreu, Materno Infantil e Samu, todos sem a menor condição de funcionamento. A população que precisa do atendimento sofre com a falta de estrutura, medicamentos e até médicos.

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No Hospital Regional de Pinheiro Antenor Abreu, por exemplo, é precária a estrutura física oferecida aos pacientes, que vão em busca de atendimento de urgência/emergência. As macas estão velhas e enferrujadas, colchões danificados e ainda estão sem a devida coberta como pede o protocolo do Ministério da Saúde.

No setor de laboratório exames mais básicos não estão disponíveis, como os de Hemograma por exemplo. No Setor de Raio-X, apenas uma máquina oferece o serviço mais básico, porém, a estrutura física não oferece segurança ao profissional que executa tal procedimentos e nem tão pouco aos pacientes que necessitam daquela imagem para fins de diagnóstico médico. Vale ressaltar que o Exame de Raio-X é um exame perigoso por causa da radiação e os pacientes não tem o mínimo de proteção necessária.

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“Nas Clínicas Pediátrica, a água da chuva está adentrando nas mesmas, impossibilitando a internação das crianças, pois, o excesso de água dentro das clínicas é um problema gravíssimo que oferece alto risco a vida da criança que já chega no Hospital com a imunidade baixa. Vale ressaltar também que, vivemos uma luta diária no combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Febre Chicungunha e causador da microcefalia”, afirmou uma enfermeira que preferiu o anonimato.

SAMU

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Para quem precisa de atendimento em casa ou vítimas de um acidente na rua, o Samu de Pinheiro, pode demorar um pouco para prestar o socorro. Com a estrutura física comprometida e apenas uma ambulância funcionando, das cinco, o atendimento muitas vezes sequer poder ser realizado.

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“Das 5 cinco ambulâncias existes no Município, penas 1 uma está funcionando. A ambulância USA (Unidade de Suporte Avançado) está totalmente parada com o motor batido. As outras ambulâncias que não estão rodando, precisam de manutenção e compras de novos equipamentos para que voltem a circular na cidade. A única UBS (Unidade de Suporte Básico) que está rodando, não tem nem o material mais básico para prestar um devido atendimento em caso de um acidente grave”, denunciou um morador.

Como senão bastasse todo caos na saúde promovido pela atual gestão, o prefeito Filuca Mendes, com o único objetivo de prejudicar a próxima administração, teria ordenado ao chefe do controle de avaliação (E-SUS) que não informe ao SUS a produção, para que no mês de janeiro de 2017. Dessa maneira não seria feito o repasse do Ministério da Saúde deixando as equipes do ESF e PSB zeradas. Como comprova esse extrato mensal do MS.

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Saúde

Governo libera R$ 962 milhões para custeio de 1.966 serviços do SUS

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O Ministério da Saúde vai liberar R$ 962,3 milhões para o funcionamento de 1.966 serviços na rede pública. A medida, segundo a pasta, garante o atendimento da população em unidades que já estavam em atividade, mas sem a contrapartida do governo federal. As portarias devem ser publicadas ainda esta semana no Diário Oficial da União.

Entre os serviços comtemplados estão 53 para atendimento de pacientes com câncer, 71 para assistência a gestantes e bebês, 421 para a rede de urgência e emergência, 94 para assistência em unidades de terapia intensiva e 39 para cuidados de pessoas com deficiência.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, avaliou que o montante só pode ser liberado graças a otimização dos gastos públicos. Durante entrevista aos jornalistas, ele informou que, nos 200 dias em que esteve à frente da pasta, foi alcançada uma eficiência econômica total de R$ 1,9 bilhão.

Esses novos recursos, resultado de uma economia no período de setembro a dezembro deste ano, devem beneficiar, segundo Barros, 1.057 municípios de todas as unidades da Federação. “Temos boas notícias. Estamos investindo muitos recursos a mais em saúde”, disse.

Repelentes

Apenas a negociação para a compra de repelentes, de acordo com o ministro, gerou uma economia de R$ 128 milhões aos cofres públicos. Foram adquiridas pelo governo federal um total de 3 bilhões de horas de proteção contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

A compra dos produtos, segundo Barros, ainda está em processo de licitação. A expectativa da pasta é que, em até 15 dias após a conclusão desta fase, o fornecimento dos repelentes a gestantes do Programa Bolsa Família seja iniciado.

Agência Brasil


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Secretário da Saúde nega que deixará o cargo

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“Isso não existe”. “Nem eu sabia que iria entregar o cargo. Isso é chute. Não me movo por dinheiro”, declarou o secretário estadual da Saúde, Carlos Lula, após especulações terem sido divulgadas por alguns meios de comunicação sobre a sua saída do cargo.

Os rumores surgiram afirmando que o gestor estaria insatisfeito com o salário de mais de R$ 11 mil, que estaria abaixo de seus rendimentos com a firma de advocacia, e que Lula temeria os processos da pasta. Ele negou a informação. “Como é que eu vou entregar o cargo? Eu não farei isso. Aqui existem mil dificuldades, é verdade, mas nunca cogitei entregar a pasta.”

Carlos Lula disse ainda que está no cargo “até o governador decidir”, e que já planeja as ações da pasta para 2017 ‐ 2018″. Sobre os processos, Lula disse não ter “medo” deles, e que são um “ônus do cargo”.


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