Poder

Pesquisa Econométrica aponta Edivaldo Holanda Júnior na liderança

Blog do Luis Cardoso

Pesquisa realizada pela Econométrica entre os dias 14 a 16 deste em São Luis, aponta o crescimento e o pulo para a liderança de Edivaldo Holanda Júnior (atual prefeito da cidade) na disputa pela prefeitura da capital. A pré-candidata Eliziane Gama voltou a cair e agora ficou em segundo lugar. Wellington do Curso permanece em terceiro, mas apresentou crescimento.

Na pesquisa anterior da Econométrica, realizada entre os dias 4 a 7 deste, Eliziane apareceu com 24,3%, Edivaldo Holanda Júnior com 20,0% e Wellington tinha 16,9%. Nesta última do mesmo instituto, o leitor verá que houve mudança entre o primeiro e o segundo colocados e até o terceiro subiu. A única queda foi da deputada federal.

Se as eleições municipais em São Luís fossem hoje, conforme o levantamento do instituto, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior teria 23,7% das intenções de votos, enquanto Eliziane Gama estaria com 20,0% e Wellington do Curso na cola da deputada federal com 18,1%.

Em outro cenário, o da pesquisa espontânea, Edivaldo Holanda Júnior permanece liderando, e Wellington do Curso colando com Eliziane Gama, como mostram os números abaixo:

No item rejeição, o atual prefeito continua sendo o mais rejeitado, mas vem diminuindo os índices negativos. A deputado federal Eliziane Gama, ao contrário, aumenta cada vez mais a rejeição ao seu nome, enquanto Wellington do Curso é o menos rejeitado entre os três.

Na análise da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e na aprovação ou reprovação, os índices negativos estão caindo gradativamente, assim como estão aumentando lentamente os de aprovação. Veja abaixo:

Assim como em todas as outras pesquisas de institutos diferentes, a maioria dos eleitores entrevistados ainda acredita que o atual prefeito se reelege, conforme os números.

A pesquisa realizada pela Econométrica foi registrada sob o protocolo Ma-03691/2016 junto ao Tribunal Regional Eleitoral e ouviu 985 leitores, com erro de 3,1% para mais ou para menos, sendo 95% de confiabilidade e foi contratada pela empresa Luis Assis CS de Almeida, que detém o controle da Assessoria Avançada, responsável pelo Blog do Luis Cardoso.


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Política

Ao lado de ministro, Júnior Verde participa de lançamento de programa em São Luis

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) participou nesta sexta (22) do lançamento do Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) e do Programa Brasil Mais Produtivo pelo ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira. As duas iniciativas foram lançadas na Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA).

O programa é nacional e se baseia na redução dos sete tipos de desperdícios (superprodução, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos), prevendo o investimento em quatro setores prioritários: Alimentos e Bebidas; Metalmecânico; Moveleiro; Vestuário e Calçados.

No Maranhão, a iniciativa apoiará a indústria local. “Será uma oportunidade de aprimorar práticas para o aumento da concorrência. Não poderia acontecer em um momento melhor, principalmente para nosso Estado, que precisa de incentivos para voltar a se desenvolver”, destacou o deputado Júnior Verde.

As empresas maranhenses receberão treinamento e consultoria para adequação dos produtos ao mercado internacional. “Temos que incentivar produtos locais. Buscamos protagonismo para retomar crescimento”, garantiu o ministro Marcos Pereira.

“O investimento na cultura exportadora coaduna com o momento macroeconômico do país. O plano de exportação capacita nossos empreendedores, aproveitando a logística que o estado dispõe”, ressaltou o governador Flávio Dino.

O evento contou com a presença do Governador Flávio Dino, do deputado federal Cleber Verde (PRB), além de representantes da FIEMA, da Secretaria de Indústria e Comércio (SEINC), do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE-MA), da Associação Comercial do Maranhão (ACM) e Banco do Brasil.


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Poder

Bom Jardim vai gastar mais de R$ 600 mil com suprimentos de informática

A prestação de serviço será realizada em menos de seis meses.

A Prefeitura de Bom Jardim continua dilacerando os cofres públicos. Gastos elevados com serviços minguados ainda são percebidos no município. É o caso da contratação absurda de duas empresas, para fornecimento de suprimentos de informática e recarga de toners, pela extravagante quantia de R$ 614.699,00.

As empresas detentoras dos contratos são: a Francisco Lima Pereira (R$ 165.299,00) e Distribuidora Costa (R$ 449.400,00). A prestação de serviço deve atender às secretarias municipais de Educação, Saúde, Administração e Assistência Social.

Os acordos foram firmados no dia 11 de julho deste ano e vigoram até o dia 31 de dezembro, ou seja, menos de seis meses. Eles foram assinados pela prefeita do município, Malrinete dos Santos Matos.

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Poder

Alunos do Pitágoras entram na justiça para garantir o direito de colar grau

Uma falha no Ambiente Virtual prejudicou os acadêmicos e impediu que concluíssem a carga horária obrigatória.

Alunos do último período de Ciências Contábeis da Faculdade Pitágoras podem não colar grau por falhas apresentadas no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), que impediu que os acadêmicos concluíssem a carga horária necessária das disciplinas interativas, que contam como atividades complementares obrigatórias.

A coordenação do curso, representada pelo professor Ricardo Henrique da Rocha Oliveira, foi comunicada no dia 17 de junho deste ano sobre o problema. Os alunos alegam que mesmo ciente dos problemas, os coordenadores da instituição não apresentaram nenhuma solução à problemática; muito pelo contrário, diziam que não poderiam fazer nada.

Inconformados com a situação e preocupados em não colar grau, os alunos prejudicados pela instituição de ensino entraram na Justiça para garantir os seus direitos. Várias ações foram impetradas pela Defensoria Pública do Estado e Advogados particulares contra a faculdade Pitágoras de São Luis; uma dessas ações contando com mais de 30 autores.

Na última quarta-feira (20), o diretor da faculdade, Joell Oliveira, compareceu à Defensoria Publica do Estado e informou que a instituição não tinha interesse em prejudicar os alunos e que o problema seria resolvido até esta sexta-feira (22).  O diretor também compareceu à Defensoria Pública do Consumidor e lá chegou a dizer que o problema não era da faculdade e sim dos alunos. A declaração revoltou ainda mais os acadêmicos.

Abaixo, seguem as provas dos alunos.

ERROS AVA (4)

ERROS AVA (1)

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Poder

Empresas foram as maiores doadoras na campanha de 2012

Do Imparcial

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Há quatro anos, os candidatos a prefeito de São Luís gastaram R$ 11,9 milhões em toda campanha, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o órgão, cada candidato poderá gastar até R$ 3,1 milhões este ano, número abaixo do teto de 2012, que era de RS 4,6 milhões. Levantamento de O Imparcial comprova que a maior parte das doações na eleição de 2012 vieram de empresas privadas. Porém, de acordo com as novas regras, essas doações não poderão mais ocorrer.

Na última eleição, em 2012, candidato João Castelo, então prefeito de São Luís, fez a campanha mais rica. Recebeu mais de R$ 3 milhões em doações de dezoito empresas. A campeã em doação a Castelo foi a Dalcar Veículos, com participação de R$ 1.042.400.

Somado a esse valor, Castelo também recebeu um total de R$ 977.766,29 de 94 pessoas físicas, R$ 200.000,00 do Diretório do Partido, R$ 70.475,50 do Comitê Financeiro Municipal Único e mais R$ 100.000,00 doados por ele mesmo para a própria campanha.

Entre as pessoas físicas que doaram para a campanha, figuravam ex‐secretários do tucano, como Albertino Leal de Barros Filho, Edwin Jinkings Rodrigues e Marcos Aurélio Alves Freitas. Todos eles assumiram pastas durante os quatros da gestão de Castelo. Total: R$ 4.697.991,79 milhões.

Outro que mais arrecadou foi Edivaldo Holanda Júnior, que venceu o pleito e hoje disputa a reeleição pelo Partido
Democrático Trabalhista (PDT). Edivaldo recebeu R$ 2.164,279,82 em doações.

Desses, R$ 714.686,00 foram doados por 18 empresas. A maior doação feita à campanha de Edivaldo foi de R$ 297.012,00 feita pela empresa Comcarne Comercial de Carne. Quarenta e seis pessoas físicas doaram o total de RS 327.710,00. O Comitê Nacional do PTC, partido ao qual ele era filiado, doou R$ 710.000,00. O Comitê Municipal participou com R$ 408.168,80 e mais R$ 6.475,02. Total: R$ 2.164,279,82 milhões

Eliziane Gama concorreu à prefeitura em 2012 e, este ano, embora tenha saído do então PPS, continua a disputar com os socialistas. Na época, a candidata contou com doações de uma única empresa, Joselya Transporte, que doou RS 8.000,00 para a campanha.

Ela doou para própria campanha o valor de R$ 31.350,00, enquanto o Diretório Nacional compareceu com R$ 140.000,00. Um total de 21 pessoas físicas doou o montante de R$ 125.090,00. Alcançando valor de R$ 304.440,00 arrecadado na campanha.


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Poder

São João em Cidelândia custou mais de R$ 320 mil

E o acordo só foi assinado depois da realização do evento.

A farra no período junino foi boa no município de Cidelândia. A cidade é pequena, mas os gastos foram grandes. De acordo com o Diário Oficial do Maranhão, os quatro dias de festa custaram aos cofres públicos a quantia de R$ 320.300,00.

A empresa que realizou o “São João 2016” em Cidelândia foi a D M Sampaio Comércio e Construção, do município de Penalva. A empresa ficou responsável pelas bandas, quadrilhas, locação de palco, som, iluminação, gerador e seguranças para o evento.

De acordo com o extrato do contrato, o acordo foi firmado no dia 19 de julho deste ano. Portanto, depois do período das festas; ou seja, de acordo com o documento abaixo, o contrato só foi firmado depois da realização do evento. Foi  o próprio prefeito do município, Ivan Antunes Caldeira, quem assinou o acordo.

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Poder

Prefeitura de Imperatriz deve sanar falhas na casa de abrigo para mulheres

Durante inspeção, foi verificada a presença de ratos, lagartos e cobra no local.

unnamed-283Ministério Público do Maranhão (MPMA) ajuizou, nesta quinta, 21, Ação Civil Pública (ACP) contra a Prefeitura de Imperatriz, solicitando, em caráter liminar, a realização, em 60 dias, de adaptações na Casa Abrigo para Mulheres Vítimas de Violência no município, sob pagamento de R$ 20 mil diários.

Formulada pelo titular da 8ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa da Mulher, Joaquim Ribeiro de Souza Júnior, a ação é baseada no Inquérito Civil nº 01/2015, instaurado em maio de 2015.

A criação e a manutenção de casas-abrigos para mulheres vítimas de violência são previstas no artigo 35 da Lei Maria Penha (Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006).

IRREGULARIDADES

Em junho de 2015, uma Recomendação encaminhada pelo MPMA ao Município de Imperatriz já havia solicitado a resolução, em 45 dias, de irregularidades verificadas no estabelecimento de apoio.

Após o descumprimento da Recomendação pela Prefeitura, em uma inspeção, ocorrida em outubro de 2015, foram observados 35 problemas na casa-abrigo, como estrutura física precária, colocando em risco a segurança das mulheres abrigadas e seus filhos, além dos servidores da casa.

A vistoria também constatou que o muro da casa havia cedido e que as dependências sanitárias estavam em condições precárias. Havia ratos, lagartos e cobras. O Ministério Público constatou também a ausência de serviços de vigilância de 24 horas, limpeza, roçagem e dedetização.

Outras deficiências observadas foram a ausência de atendimento integral e interdisciplinar, principalmente, nas áreas psicológica e jurídica, às mulheres e seus filhos menores de 18 anos. As equipes de apoio técnico e operacional também apresentavam problemas.

SEM CONDIÇÕES

“Quando a vítima de violência procura o Poder Público, ela deve se sentir acolhida, amparada. Ninguém se sente assim num local insalubre. É lamentável que a Casa Abrigo esteja em situações precárias. As vítimas têm sua dignidade desrespeitada duas vezes: uma pelo agressor e outra pelo Poder Público que lhe fornece um local com péssima estrutura para ficar”, afirma Joaquim Júnior.


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Poder

Mário Macieira tem contas reprovadas pelo Conselho da OAB-MA

Auditoria do Departamento Financeiro da Seccional já havia constatado um rombo na gestão do ex-presidente.

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Por 17 votos a 9, Mário Macieira, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão (OAB-MA), teve suas contas do exercício de 2015 reprovadas pelo Conselho da Seccional, na noite da última quinta-feira (21).

Os conselheiros da OAB-MA constataram gastos superiores à arrecadação no ano de 2015; e aumento significativo das despesas, que comprometeram o fluxo de caixa para a nova gestão.

O Blog Neto Ferreira já havia publicado que  o Departamento Financeiro da Seccional tinha identificado  um rombo superior a R$ 720 mil na gestão de Mário Macieira, referente ao triênio 2013/2015  (Reveja); além do processo de evolução dos gastos da instituição acima dos índices de inflação.


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Poder

Bacabal vai pagar quase R$ 1 milhão em manutenção das instalações prediais

Duas empresas do município foram contempladas com os contratos vultosos.

A Prefeitura de Bacabal, comandada pelo prefeito José Alberto Veloso, pretende gastar a imponente quantia de R$ 915.268,90 com manutenção corretiva e preventiva das instalações prediais da Secretaria Municipal de Saúde.

O valor descomunal deve ser pago às empresas:  A. K. S. Figueiredo (R$ 332.241,34) e Marcio A. Santos & Cia (R$ 583.027,56), ambas de Bacabal. Os acordos foram assinados pelo secretário municipal de Saúde, Kelcimar Virgino Silva.

O Ministério Público Estadual deveria apurar essas contratações absurdas firmadas pelo município de Bacabal. Confira os extratos dos contratos publicados no Diário Oficial do Maranhão:

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Poder

Barbosa “escondeu” provas da Polícia Federal

O dono da Dimensão soube da operação Lilliput um dia antes.

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O dono da Dimensão Engenharia, Antônio Barbosa Alencar, escondeu provas que o incriminavam, segundo afirmou a Polícia Federal.

De acordo com o delegado de Polícia Federal Max Eduardo Alves Ribeiro, Antônio Barbosa de Alencar teria tomado conhecimento da Operação Lilliput um dia antes de ser desencadeada e, por isso, retirou bens e objetos de prova de sua residência e empresas, incluindo dois carros da marca BMW, na intenção de frustrar a execução e o resultado das medidas.

As informações se baseiam em imagens de câmeras de segurança, depoimentos coletados e relatos de delegados da Polícia Federal responsáveis pelas equipes que cumpriram mandados judiciais na residência e na sede de empresas do indiciado. Para os procuradores da República Juraci Guimarães Júnior e Galtiênio da Cruz Paulino, “as provas levantadas pela PF demonstram que o acusado estava obstruindo e pondo em risco a investigação do caso”.

Em resposta a ação conjunta do Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) e da Polícia Federal (PF), a Justiça decidiu pela aplicação de medidas cautelares contra Antônio Barbosa de Alencar, proprietário do grupo Dimensão Engenharia, Antônio Alves Neto, contador do grupo, Arivaldo Silva Braga, servidor do fisco municipal, os advogados José Roosevelt Pereira Bastos Filho e Alan Fialho Gandra Filho, os funcionários da Receita Federal do Brasil Osmir Torres Neto, Maria das Graças Coelho Almeida e Alan Fialho Gandra, e Dário Jacob Bezerra, investigados na Operação Lilliput. A decisão acolheu parcialmente representação que, além das medidas cautelares, pedia a conversão da prisão temporária do proprietário do grupo Dimensão em prisão preventiva, que não foi concedida.

Os demais citados na decisão são apontados pela representação como sendo alguns dos principais integrantes de organização criminosa que o empresário Barbosa é suspeito de chefiar, destacando-se ainda que nem mesmo a repercussão da Operação Cartago (2014), que teve dentre os principais investigados o proprietário do grupo Dimensão, foi capaz de impedir que a organização continuasse praticando novos crimes.

No intuito de inibir a repetição dos crimes investigados e evitar obstáculos às investigações, a Justiça determinou que os indiciados compareçam mensalmente perante o Juízo para informar e justificar suas atividades, sejam proibidos de sair da cidade onde residem por mais de 15 dias sem autorização judicial, recolham-se aos seus respectivos domicílios no período da noite, entre 22h e 6h, e sejam proibidos de ter acesso ao prédio da Receita Federal pelo prazo de 60 dias.

Além disso, Dário Jacob Bezerra e Alan Fialho Gandra Filho estarão proibidos de manter contato com a vítima Solange de Jesus Gouvêa, e Maria das Graças Coelho Almeida, Osmir Torres Neto e Alan Fialho Gandra serão suspensos do exercício da função pública pelo prazo de 60 dias.

De acordo com o juiz federal da 2ª Vara, José Magno Linhares Moraes, “o descumprimento das medidas impostas poderá acarretar em decretação de prisão preventiva”.

Entenda o caso

No último dia 12 de julho, foi iniciada a fase ostensiva da pesquisa investigativa com a execução da Operação Lilliput, que cumpriu nove prisões temporárias (uma delas contra Antônio Barbosa de Alencar, dono do grupo Dimensão), 11 conduções coercitivas e mandados de busca e apreensão, dentre outras medidas.

Antônio Barbosa de Alencar é acusado de montar e comandar uma rede criminosa “dedicada à obtenção de vantagens econômicas e outras a qualquer custo, principalmente mediante a prática de crimes como o de redução/supressão de tributos e contribuições sociais, de falsidade ideológica, de inserção de dados falsos em sistema e, sobretudo, de corrupção de agentes públicos da Receita Federal do Brasil, de cartórios e do fisco municipal, dentre outros órgãos”, conforme texto da recente representação.


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