Política

Roseana Sarney quer o PMDB com Wellington do Curso

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Mesmo com o apoio incondicional do senador João Alberto, o vereador Fábio Câmara luta para manter a ex-governadora Roseana Sarney engajada em sua pré-candidatura à prefeitura de São Luís.

Segundo o Blog do Marco Aurélio D’Eça, na tarde da última segunda-feira (25), Câmara teve uma conversa tensa com Roseana Sarney, onde dialogaram sobre o futuro do PMDB nas eleições da capital maranhense. O encontro aconteceu na casa do senador João Alberto (PMDB).

Na ocasião, Roseana tentou de todas as formas convencer o vereador a desistir da candidatura e apoiar Wellington do Curso (PP), devido os últimos levantamentos das pesquisas de opinião já divulgadas na imprensa.

A ex-governadora alegou que o vereador não deslanchou como pré-candidato, mas entende que a legenda peemmedebista precisa de protagonista nas eleições municipais e que o apoio a Wellington praticamente consolidaria seu nome no segundo turno.

Fábio Câmara argumentou que, mesmo sozinho, sem apoio de nenhuma liderança do PMDB – e bombardeado dia e noite por essas próprias lideranças – conseguiu chegar em um patamar de 3% a 5% das intenções de votos.

Resta agora saber qual rumo tomará o PMDB de João Alberto, Rosesna Sarney e Ricardo Murad, que possui vários caciques.


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Política

Com caciques em baixa, PMDB busca renovar em capitais

PMDB
Ele não tem Sarney, Lobão ou Murad no sobrenome. Entrou no PMDB do Maranhão com a função de limpar os banheiros da sede do diretório estadual. Hoje, está prestes a ser confirmado como candidato a prefeito da capital.

Fábio Câmara, vereador em São Luís e pré-­candidato à prefeitura da capital maranhense, faz parte de uma
nova leva de candidatos que o PMDB apresentará nestas eleições municipais.

Com seus principais caciques investigados na Operação Lava Jato desgastados por derrotas nas últimas eleições, o partido do presidente interino, Michel Temer, apostará numa renovação de quadros na disputa deste ano.

Com candidatos lançados em 18 capitais, os peemedebistas terão 13 nomes que nunca disputaram o cargo de prefeito. Nove deles disputarão pela primeira vez uma eleição majoritária, incluindo candidaturas em grandes centros como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Belém.

Em São Luís, pela primeira vez em o PMDB terá um candidato a prefeito que cresceu politicamente fora da órbita da família Sarney, em baixa desde a derrota para o governador Flávio Dino (PCdoB) em 2014.

De origem pobre, o vereador Fábio Câmara lançou sua pré-­candidatura em meio a um vácuo de novos líderes no PMDB. E deve ser confirmado na disputa, mesmo sem o apoio expresso dos principais caciques do partido. “Sei que fujo do padrão de candidato do partido, não sou de família tradicional. Mas não estou preocupado se terei o apoio do senador [Edison] Lobão ou da ex-­governadora Roseana [Sarney]. A minha força virá do povo de São Luís”, afirma.

Folha de São Paulo


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Política

PMDB oficializa rompimento com governo Dilma

G1, Brasília

pbdb

O Diretório Nacional do PMDB decidiu nesta terça-feira (29), por aclamação, romper oficialmente com o governo da presidente Dilma Rousseff. Na reunião, a cúpula peemedebista também determinou que os seis ministros do partido e os filiados que ocupam outros postos no Executivo federal entreguem seus cargos.

O vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, não participou da reunião que oficializou a ruptura com o governo. O encontro partidário foi realizado em um dos plenários de comissões da Câmara dos Deputados.

Comandada pelo primeiro vice-presidente do PMDB, senador Romero Jucá (PMDB-RR), a reunião durou menos de cinco minutos. Após consultar simbolicamente os integrantes do partido, Jucá decretou o resultado da votação.

“A partir de hoje, nessa reunião histórica para o PMDB, o PMDB se retira da base do governo da presidente Dilma Rousseff e ninguém no país está autorizado a exercer qualquer cargo federal em nome do PMDB”, enfatizou.

Efeito dominó
A decisão do PMDB aumenta a crise política do governo e é vista como fator importante no processo de impeachment de Dilma. Há a expectativa de que, diante da saída do principal sócio do PT no governo federal, outros partidos da base aliada também desembarquem da gestão petista.

Atualmente, o PMDB detém a maior bancada na Câmara, com 68 deputados federais. O apoio ao governo, porém, nunca foi unânime dentro da sigla e as críticas contra Dilma se intensificaram com o acirramento da crise econômica e a deflagração do processo de afastamento da presidente da República.
Na reunião desta terça, os peemedebistas decidiram que todos os seis ministros da legenda terão que deixar os cargos. Quem descumprir a medida poderá sofrer sanções. Nesta segunda (28), o então ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, sétimo ministro da legenda, entregou o cargo à presidente Dilma.

O vice-presidente da República, Michel Temer, não compareceu à reunião, sob o argumento de que não desejava “influenciar” a decisão. No entanto, ele teve participação ativa na mobilização pelo desembarque do partido e passou toda a segunda-feira em reuniões com parlamentares e ministros do PMDB, em busca de uma decisão “unânime”.

Dilma também lançou mão dos últimos esforços para tentar resgatar o apoio do partido. Na manhã de segunda, ela chamou ao seu gabinete no Palácio do Planalto seis dos sete ministros do PMDB para avaliar o cenário. No entanto, no fim do dia, Henrique Alves, um dos presentes ao encontro, apresentou a sua carta de renúncia.

Apesar do desembarque, Temer continuará na Vice-Presidência da República sob o argumento de que foi eleito pela população na chapa de Dilma e de que não ocupa, portanto, cargo de submissão à presidente.

Afastamento
A decisão de afastamento já estava tomada, mas o PMDB decidiu dar uma espécie de “aviso prévio” ao governo. Reunião da convenção nacional do PMDB no dia 12 de março foi marcada por discursos em defesa do impeachment de Dilma e do rompimento com o governo.

Na ocasião, ficou decidido que o partido anunciaria em 30 dias se desembarcaria ou não do governo. Também ficou estabelecido que o PMDB não assumiria novos ministérios até que o fosse definido se haveria o rompimento.

No entanto, dias depois, a presidente Dilma ignorou a decisão e empossou o deputado licenciado Mauro Lopes (PMDB-MG) como ministro da Secretaria de Aviação Civil. A nomeação foi vista como uma afronta pelo partido, que abriu um processo no seu Conselho de Ética para expulsá-lo da legenda. O episódio ajudou a agravar a crise e acelerou a decisão do partido.


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Política

Michel Temer chega ao Maranhão nesta quinta-feira

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Com o objetivo de estabelecer diálogo com a sociedade civil e militância do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, chega nesta quinta-feira (03) e cumpre agenda na capital durante toda a manhã. Os eventos têm por objetivo buscar soluções para o cenário econômico-social brasileiro.

O vice começa sua programação, às 09h, concedendo uma entrevista coletiva à imprensa local, na Sala de Reuniões do Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Maranhão (OAB-MA).

Representantes de instituições participarão do encontro que acontecerá, às 09h30, no auditório da OAB. Advogado constitucionalista, Temer realizará a palestra “Conversando com a Sociedade – Uma visão constitucionalista”. Após o evento, o peemedebista realizará encontro com a militância do PMDB do Maranhão.

O Encontro tem como finalidade fortalecer a unidade da legenda em todas as regiões. Desde o mês de janeiro, o vice-presidente tem viajado por todas as regiões para fazer campanha interna no PMDB, com a Caravana da Unidade.

A visita de Michel Temer marcará a vinda dos projetos “Caravana da Unidade” e “Uma ponte para mudar o Brasil”, este último tema de sua palestra, que será realizada na sede da Ordem e terá o apoio da Fundação Ulysses Guimarães. Entre as temáticas a serem abordadas está a necessidade de uma urgente reforma política, que combata não apenas as consequências, mas as causas da corrupção.

Com sua visão jurista, Temer explanará sobre a preservação da economia brasileira, no sentido de tornar viável o seu desenvolvimento, devolvendo ao Estado a capacidade de executar políticas sociais que combatam efetivamente a pobreza e criem oportunidades para todos. Além de abordar a urgente simplificação do modelo tributário, de modo a estimular o desenvolvimento sustentável do país.


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Brasil / Política

Cúpula do PMDB é alvo da Lava Jato

A cúpula do partido do PMDB foi pega, na manhã desta terça-feira (15), de surpresa por agentes da Polícia Federal, em suas residências. A ação faz parte de mais uma fase, batizada de Catilinárias, da operação Lava Jato, que cumpriu cerca de 53 mandados judiciais de busca e apreensão.

Essa etapa foi denominada de Catilinárias, pois evoca uma série de discursos do cônsul Marco Túlio Cícero contra o nobre conspirador Lúcio Sérgio Catilina, que planejava derrubar o governo romano no ano 63 antes de Cristo.

A operação teve vários alvos, entre eles o senador maranhense e ex-ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA) e presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A busca na residência de Cunha foi autorizada pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Durante a execução da Catilinária foram cumpridos no Distrito Federal 09 ordens judiciais; em São Paulo, 15; no Rio de Janeiro, 14 mandados de buscas e apreensão; no Pará, 06; em Pernambuco 04 ordens judiciais; em Alagoas, 02; no Ceará, também 02 e no Rio Grande do Norte, 01 mandado de busca e apreensão.

A ação federal deixou os bastidores de Brasília em polvorosa, pois os alvos da operação são parlamentares e aliados políticos do PMDB, a maior legenda partidária do Brasil.

Confira abaixo o nome de quem foi alvo da operação desta terça:

Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); senador e ex-ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA); Áureo Lídio (SD-RJ); ministro de Ciência e Tecnologia, Celso Pansera (PMDB-RJ); deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE); ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN); deputado federal, Áureo Lídio (SD-RJ).

Chefe de gabinete do presidente da Câmara, Denise Santos; ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, indicado por Eduardo Cunha para o cargo, Fábio Ferreira Cleto; senador, Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE); prefeito de Nova Iguaçu e ex-deputado, Nelson Bornier (PMDB-RJ); ex-presidente da Transpetro indicado pelo PMDB, Sérgio Machado.

Ex-deputado federal, Alexandre Santos (PMDB-RJ); Aldo Guedes, que, segundo as investigações, seria ligado ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, falecido em 2014; Altair Alves dos Santos, que, segundo o lobista Fernando Baiano, recebeu RS 1,5 milhão para repassar a Cunha; Eduardo da Fonte (PP-PE), deputado federal; ex-gerente executivo de Gás Natural da Petrobras, Djalma Rodrigues de Souza; Lúcio Funaro, doleiro que teria ligações com Eduardo Cunha; José Wanderley Neto (PMDB), ex-vice-governador de AL e 1º tesoureiro do partido no estado.


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Poder / Política

Deputado maranhense irá compor comissão do impeachment

O deputado federal maranhense, Hildo Rocha (PMDB), irá compor a Comissão Especial que vai analisar o processo de de impeachment da presidente Dilma Rousseff, deflagrado na última quarta-feira, dia 02, pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Além do parlamentar, o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), já decidiu mais quatro dos oito deputados que poderá indicar para a comissão.

O próprio Picciani, João Arruda (PR), José Priante (PA) e Washington Reis (RJ). Todos são do grupo de peemedebistas classificados pelo líder do partido como “moderados” e já se declararam, nos bastidores, contra o processo de impedimento da presidente.

As outras três vagas serão escolhidas até o fim da tarde desta segunda-feira (07), e deverão ser destinadas a peemedebistas considerados por Picciani como mais “radicais”, ou seja, favoráveis ao impeachment. O prazo para os líderes anunciarem seus indicados termina às 18h de hoje.


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Política

Padilha avisa o PMDB que vai deixar o governo

Com informações do G1, Brasília.

Ministro Eliseu Padilha.

Ministro Eliseu Padilha.

Em solidariedade ao vice-presidente, Michel Temer, o ministro Eliseu Padilha, da Aviação Civil, avisou o PMDB que vai deixar o cargo.

Diante da pressão do Palácio do Planalto para forçar uma posição de Temer contra o impeachment, aliados mais próximos do vice têm demonstrado forte constrangimento.

Padilha foi o primeiro a avisar à cúpula do partido sua decisão de deixar o governo petista. Entre os aliados de Temer, a expectativa é que outros ministros tomem decisão semelhante.


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Poder

PF indica que dinheiro desviado da Saúde foi como doação para o PMDB

Análises feitas em documentos pela Polícia Federal durante as investigações sobre desvio de verbas públicas da Secretaria de Saúde do Maranhão (SES), apontam que a Litucera Limpeza e Engenharia Ltda fez doações milionárias, dinheiro supostamente desviado da SES, para o financiamento de campanhas eleitorais.

Os valores se concentraram, principalmente, no partido do PMDB estadual e municipal. O montante de quase R$ 2 milhões de reais foi doado entre os anos de 2010 a 2014.

Em um dos trechos do material analisado pela PF, a quantia de R$ 1 milhão de reais foi transferida, em 2010, para a conta do comitê estadual do PMDB da conta da empresa investigada. Em 2012, a Litucera doou o valor de R$ 200 mil para o comitê financeiro municipal de Coroatá.

Ainda em 2012, a empresa enviou o montante de aproximadamente 570 mil para candidatos a vereadores e a prefeito de diversos partidos, como PV, DEM, PSC, PMN, PRP, PTN, PP, PSDC, PRB, PPS, PSD, PTB, PR e o PMDB.

Entretanto, o maior valor foi para a legenda peemedebista. Cerca de R$273 mil, sendo que R$ 186 mil foi para a candidata Maria Teresa Trovão Murad, que atualmente é prefeita de Coroatá e esposa do ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad.

Já em 2014, a Litucera se concentrou apenas na candidatura de Andréa Murad, filha do ex-gestor da saúde, e enviou o valor de R$ 200 mil para o financiamento da campanha eleitoral da atual deputada estadual.


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Política

Crise no grupo Sarney faz João Alberto chamar Andrea Murad de mentirosa

Senador João Alberto.

Senador João Alberto.

Em entrevista à Rádio Mirante AM, no programa Ponto final desta segunda-feira (26), o senador João Alberto afirmou que todos os tramites do processo eleitoral ocorreram legalmente. E criticou as tentativas de estarem tentando tumultuar o processo da eleição do PMDB.

“ A assessoria jurídica do partido cumpriu todos os prazos estabelecidos de acordo com as normas estatutárias e as determinações da executiva nacional. Portanto, posso assegurar que tudo está conforme o regimento interno do partido”, disse.

O senador declarou que sua candidatura tem o apoio de 95% dos diretórios municipais, por conta do respeito e credibilidade que ao longo dos anos, têm construído à frente do PMDB.

Sobre as acusações da chapa “Renovar para Crescer”, encabeçada pela deputada Andrea Murad; o senador João Alberto afirmou que não tem cabimento e que na verdade, estão usando de argumentos infundados para tentarem tumultuar o processo eleitoral.

Em relação à posição do partido nas eleições de 2016 na capital, o senador João Alberto afirmou que o nome mais indicado para concorrer seria o da ex-governadora Roseana Sarney, mas, que outros nomes serão discutidos dentro do partido. Entretanto, assegurou que o PMDB não será usado para projetos pessoais e muito menos aventureiros.

A eleição para a escolha do novo Diretório Estadual do PMDB, está marcada para o dia 30 de outubro.


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Política

Para abafar a crise do PMDB, Sarney entra em cena

José Sarney (Foto: Agência Brasil)

José Sarney (Foto: Agência Brasil)

Do blog do Marcelo Vieira

A disputa pela presidência estadual do PMDB entre os grupos do senador João Alberto e do ex-deputado Ricardo Murad, poderá abrir uma crise interna sem precendentes, o que pode culminar no enfraquecimento do partido no Maranhão.

Pressionado por Ricardo Murad, José Sarney ofereceu um jantar em sua residência para discutir a situação do PMDB. Durante o encontro, ficou decidido que a deputada Andrea Murad, filha de Ricardo Murad, será candidata à presidência da executiva estadual do partido, contra o atual presidente, o senador João Alberto.

Adversários declarados de Ricardo, João Alberto e o deputado estadual Roberto Costa não puderam participar do jantar.

Outro encontro, desta vez entre Sarney, João Alberto e Roberto Costa deve acontecer nos próximos dias.

O grupo que detiver o controle da legenda irá comandar o processo eleitoral para 2016. No bojo da disputa, a candidatura de Ricardo Murad a prefeito de São Luís. O grupo do senador é contra.

Nos bastidores já corre a notícia que o ex-presidente Sarney irá selar a paz no PMDB permitindo que Andrea saia candidato, mas, trabalhando nos bastidores para manter João Alberto com o comando do partido.

Problema resolvido…

Novos aliados

O vereador Fábio Câmara (PMDB), foi chamado agora há pouco para uma conversa com ex-presidente José Sarney (PMDB/AP), em sua residência, no Calhau, para tratar sobre a eleição da executiva estadual da legenda. Ontem, Sarney decidiu, durante um jantar oferecido ao grupo do ex-secretário Ricardo Murad, também em sua residência, no Calhau, que a deputada Andrea Murad seria candidata à presidência do partido no Maranhão.

Aos mais próximos, Câmara afirmou categoricamente, que se o assunto fosse o seu apoio à candidatura de Andrea, a resposta seria não. E mais, afirmou ainda que se for preciso prefere deixar o PMDB a ter que votar na filha de Ricardo.

Câmara e Murad romperam durante a campanha de 2014, quando o vereador foi preterido pelo então secretário de saúde e homem forte do governo Roseana. Á época, Murad não queria nem ouvir falar o nome do ex-aliado e como retaliação mandou demitir todos os aliados de Câmara que tinham cargos no governo.

Agora, desesperado, Ricardo tenta de todas as formas se reaproximar do vereador para ajuda-lo em mais um projeto pessoal. Pelo jeito, o jogo virou!!


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