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Chapecoense é declarada campeã da Sul-Americana

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A Conmebol definiu nesta segunda-feira, em reunião virtual, por teleconferência, que a Chapecoense é a campeã da edição de 2016 da Copa Sul-Americana. A decisão já estava tomada desde a última quinta-feira, como revelado pelo GloboEsporte.com, e foi oficializada em reunião virtual do Conselho da entidade – que tem representantes dos 10 países sul-americanos.

A Chape, que na semana passada perdeu jogadores, comissão técnica e dirigentes na tragédia da Colômbia, agora tem vaga garantida na Recopa Sul-Americana de 2017 (que disputará contra o Atlético Nacional de Medellín em data a ser definida) e na fase de grupos da Taça Libertadores do ano que vem.

A decisão da Conmebol reforça as finanças da Chape. Pelo título da Sul-Americana, o clube catarinense vai receber premiação de US$ 2 milhões. Pela vaga na Recopa, mais US$ 1 milhão. A participação na Libertadores renderá ainda mais US$ 600 mil por jogo como mandante. Como fará ao menos três partidas na fase de grupos, o time catarinense já garantiu US$ 1,8 milhão.

Globoesporte.com


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Mãe do atacante Ananias se revolta: “Foi por causa do dinheiro?”

Globoesporte.com

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Pela primeira vez após a morte do filho, o atacante Ananias, uma das 71 vítimas do acidente envolvendo o voo da Chapecoense, Rosa Lia falou com a imprensa. No dia da tragédia, a mãe do jogador foi hospitalizada duas vezes e, recuperada, não esconde a indignação com a possibilidade de o acidente ter ocorrido por causa da falta de combustível.

– Eu acho um absurdo como pôde perder tantas vidas com um erro desse. Eu digo: ‘O que foi? Foi dinheiro que falou para esse cara botar combustível nesse avião?’ Foi por isso? Foi por isso que se foram tantas vidas? Uma vida humana não tem preço. Uma dor que estou sentindo no coração, não tem dinheiro que apague. Assim como todas as outras mães. Como a gente pode viver? Foi por causa de dinheiro? – questiona indignada.

A falta de combustível na aeronave é uma das possíveis causa da queda do voo da Chapecoense. Por causa das acusações a LaMía foi suspensa nesta quinta-feira pela agência aeronáutica da Bolívia.

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Rosa Lia mora em uma casa próxima da Estrada de Ribamar, na região metropolitana de São Luís. A casa foi comprada por Ananias e a mãe era totalmente sustentada pelo filho.

Ananias era um filho excelente. Um excelente marido, um excelente pai, excelente ser humano. Muito solidário, caridoso e ajudava a família desde sempre. Meu filho quem me sustentava. Meu filho quem pagava minhas contas – disse Rosa Lia.

Assim como restante da família, Rosa Lia se prepara para viajar para Chapecó, onde acompanharão o velório coletivo das 71 vítimas. A cerimônia será realizada na Arena Condá e Ananias será enterrado em Salvador, onde o atacante vivia desde os 12 anos e se casou com a baiana Bárbara Monteiro, com quem tem um filho, chamado Enzo, de cinco anos.


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Dois estádios celebram juntos o “jogo que não houve”

Do UOL

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A Arena Condá, casa da Chapecoense, e o Atanasio Girardot, estádio do Atlético Nacional, em Medellín, receberam homenagens simultâneas, na noite desta quarta-feira (30), aos 71 mortos no acidente com o avião que levava o time de Santa Catarina para a primeira final internacional de sua história, a da Copa Sul-Americana de 2016.

O confronto, válido como ida da decisão, deveria ter começado às 21h45 de quarta – devido à queda da aeronave, não aconteceu. Os eventos de tributo se iniciaram cerca de uma hora antes do horário programado para o duelo, e tiveram como ponto máximo justamente o minuto em que a bola deveria rolar.

Um minuto de silêncio conjunto

Às 21h45 (de Brasília) em ponto, a Arená Condá e o Atanasio Girardot mergulharam em silêncio. Na Colômbia, os torcedores carregavam velas acesas nas mãos, quase todos vestidos de branco. No Brasil, bandeiras e faixas cobriam a arquibancada. Durante um minuto, em respeito aos mortos, não se ouviu nem um piu nos dois estádios. Na sequência, em Chapecó, teve início uma salva de palmas, enquanto no telão da Condá passavam fotos e os nomes dos vitimados no acidente.

Veja a matéria completa aqui.


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‘Falha elétrica total e sem combustível’, disse piloto antes do acidente

G1

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Uma gravação da comunicação do piloto do voo Lamia CP-2933 com a torre de controle pouco antes do acidente foi divulgada pela imprensa colombiana. (OUÇA no site da Blu Radio, da Colômbia)

Segundo a gravação, o piloto notificou a torre de controle do aeroporto de Rionegro de que teve uma falha elétrica total da aeronave.

“Senhorita, 2933 está em falha total, falha elétrica total e sem combustível”, disse o piloto Miguel Quiroga.
No áudio divulgado inicialmente pela Radio W é possível ouvir Quiroga pedindo vetores (direção da pista) para a torre de controle para poder pousar.

A torre de controle avisa que o perdeu no radar e que notifique seu rumo. Quiroga chega a responder sua localização.

“Estamos a 10 mil pés. Vetores, senhorita, vetores na pista “, disse Quiroga, no que seria sua última comunicação, segundo o jornal “El Tiempo”.

A gravação não foi divulgada por meios oficiais, mas obtida pela imprensa local colombiana.

Veja abaixo a transcrição do áudio fornecida pela Radio Blu da Colômbia:

Piloto: Senhorita, Lamia 933 está com falha total, falha elétrica total, sem combustível.
Torre de controle: Pista livre e esperando chuva (…) Lamia 933, bombeiros alertados.
Piloto: Vetores senhorita, vetores na pista.
Torre de controle: O sinal de radar foi perdido, não o tenho, notifique rumo agora.
Piloto: Estamos rumo 360, com rumo 360.
Torre de controle: Vire à esquerda 010 proceder ao localizador da borda Ríonegro, uma milha na frente da p Bora (…) no momento se encontra, correto, te confirmo pela esquerda com rumo 350.
Piloto: À esquerda 350 senhorita.
Torre de controle: Sim, correto, você está a 0,1 milha da borda Ríonegro.
Torre de controle: Não o tenho com altitude Lamia 933.
Piloto: 9 mil pés senhorita.
Piloto: Vetores, vetores.
Torre de controle: Você está a 8,2 milhas da pista.
Torre de controle: Que altitude tem agora?
Torre de controle: Lamia 933, posição?


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‘Ajude-nos! Ajude-nos!’, teria pedido piloto do avião antes da queda

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“Ajude-nos! Ajude-nos!” Um tripulante de uma companhia aérea contou que ouviu a comunicação entre o avião que levava a delegação da Chapecoense e a torre de controle do aeroporto de Medellín e que o piloto do Avro RJ85 da LaMia pediu ajuda desesperadamente, segundo a Rádio Caracol, da Colômbia.

O piloto teria solicitado prioridade de pouso por conta de problemas de combustível. “Solicitamos prioridade para proceder, solicitamos prioridade para proceder ao localizador, temos problemas de combustível”, teria dito o piloto Miguel Quiroga.

As informações são de que dois aviões solicitaram emergência quase ao mesmo tempo à torre de comando do aeroporto de Medellín, e a prioridade para aterrissar foi dada a um Airbus A320, com capacidade maior de passageiros. Uma hipótese é de que o Avro RJ85 teve de dar duas voltas na cidade para esperar o pouso do outro avião e, por isso, o combustível acabou.

O A320 também estava com pouco combustível e em situação de emergência. Tratava-se de um avião da Aerolinea VivaColombia, que vinha com turistas da ilha de San Andres, no Caribe. Radares mostraram dois aviões voando próximos no local da queda da aeronave onde estava a equipe da Chapecoense. Após dar prioridade de pouso ao Airbus, o piloto da LaMia decretou situação de emergência. “Agora temos uma falha elétrica, temos uma total falha elétrica”.

Ximena Suárez, aeromoça da companhia aérea e uma das sobreviventes da tragédia, afirmou que sua única lembrança foi o apagar das luzes dentro da aeronave. “As luzes se apagaram e não lembro mais de nada”, disse para a secretária de governo do departamento de Antioquia, Victoria Eugenia Ramírez, ao ser resgatada.

Além de Ximena e do comissário Erwin Tumiri, também sobreviveram ao acidente os jogadores Alan Ruschel, Jackson Follmann, e Hélio Neto, e o jornalista Rafael Henzel, que foram internados em diferentes hospitais próximos de Medellín.

O avião bateu em um morro e deixou 71 mortos, sendo 19 jogadores do time da Chapecoense. A delegação da equipe de Chapecó estava a bordo para a disputa do primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.

Do Estadão de São Paulo


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“As luzes se apagaram e não lembro mais de nada”, diz aeromoça sobrevivente

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O governador de Antioquia, Luis Pérez, conversou no hospital com a auxiliar de voo Ximena Suárez, uma das seis sobreviventes do voo que caiu com a delegação da Chapecoense na última segunda-feira. De acordo com relato dela ao político, as luzes do aparelho apresentaram falhas pouco antes da queda.

– O pouco que ela falou foi que as luzes começaram a desligar de forma gradual e que em 40 a 50 segundos ela sentiu a pancada. Ela se recorda até aí. É a única evidência que temos. Não podemos aumentá-la ou menosprezá-la para não atrapalhar a investigação – disse Pérez, em entrevista à rede Caracol.

Um piloto de um avião que viajava próximo ao voo da Chapecoense relatou ter ouvido a conversa entre a tripulação da aeronave acidentada e a torre de controle do aeroporto de Medellín. Segundo a imprensa colombiana – “Rádio Caracol” e o site “El Espectador”, o funcionário da Aviaca narrou o diálogo.

A controladora do aeroporto teria negado a permissão por conta de outro voo da VivaColômbia. Foi então que o piloto do voo da Chapecoense decretou emergência.

Posteriormente a torre de controle perdeu o contato com o avião. Ao todo, 71 pessoas morreram no voo que levava a Chapecoense para o primeiro jogo da decisão da Copa Sul-Americana, nesta quarta-feira, contra o Atlético Nacional, em Medellín.

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Além de Ximena Suárez, os outros sobreviventes são os jogadores Jackson Follman, Alan Ruschel e Neto, o técnico da aeronave Edwin Tumiri e o jornalista Rafael Henzel.


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Veja a repercussão internacional da tragédia Chapecoense

O mundo ainda está em choque depois da queda do avião do time da Chapecoense, de Santa Catarina, que terminou com mais de 70 mortes. Além dos jogadores e comissão técnica da Chapecoense, jornalistas e convidados também estavam no avião. Ao longo do dia inteiro, grandes veículos, clubes e atletas internacionais prestaram homenagens ao time da Chapecoense.

Veja, abaixo, a repercussão:

Time do Barcelona, um dos principais da Europa, fez um minuto de silêncio antes do treino desta terça-feira (29) em homenagem ao time da Chapecoense. O time do Real Madrid, do brasileiro Marcelo, também prestou homenagem.

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No confronto das quartas de final da Copa da Liga Inglesa, entre Hull City e Newcastle, foi feito um minuto de silêncio lembrando a tragédia que matou pelo menos 75 pessoas no avião que levava o time catarinense a Medelín, na Colômbia.

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Em uma declaração enviada por meio do bispo colombiano de Sansón Rionegro, Fidel León Cadavid, o Papa Francisco manifestou tristeza com o ocorrido e falou muito em apoio aos familiares das vítimas.

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Dwyane Wade, famoso jogador da NBA (a liga americana de basquete), utilizou o seu perfil no Instagram para prestar sua homenagem ao time Chapecoense. Na publicação, o atleta se disse triste e assustado com o acontecido. E afirmou que está orando para as famílias das vítimas.

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Além destes, outras diversas personalidades internacionais, como o jogador Messi, e o brasileiro Pelé, utilizaram as redes sociais para homenagear o time Chapecoense.

 


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Colômbia anuncia fim do resgate de avião: 71 mortos e seis sobreviventes

Globoesporte.com

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O diretor geral da Unidade Nacional para Gestão de Risco de Desastre anunciou oficialmente o fim da operação de busca e resgate das vítimas da tragédia com o avião da Chapecoense.

Carlos Iván Márquez Pérez passou balanço final com 71 mortos e seis sobreviventes. Ele esclareceu que os números oficiais foram corrigidos após informação que quatro passageiros não embarcaram.

– Quero informar que às 15h (horário local e 19h de Brasília) encerramos a operação de busca e resgate das pessoas que estavam no voo acidentado. O balanço é o seguinte: seis pessoas feridas e 71 pessoas falecidas. O total era de 77 pessoas. O balanço final foi ajustado já que quatro pessoas não viajaram de última hora. Pode-se dizer que foi uma das operações mais rápidas que já fizemos, com logística aérea a terrestre – disse Carlos Iván Marquéz Pérez.

As quatro pessoas que não embarcaram são as seguintes:

– Luciano Buligon, prefeito de Chapecó (SC);
– Plínio David de Nes Filho, presidente do Conselho Deliberativo da Chapecoense;
– Gelson Merisio (PSD), presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc);
– Ivan Carlos Agnoletto, jornalista da rádio Super Condá, de Chapecó.

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#ForçaChape se torna hashtag mais usada no Twitter no mundo

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Depois da queda do avião da equipe da Chapecoense de Santa Catarina, que resultou na morte de mais de 70 pessoas, a hashtag #ForçaChape se tornou a mais usada no Twitter em todo o mundo, em solidariedade aos parentes das vítimas. A hashtag foi usada nesta rede social cerca 2 milhões de vezes até o momento.

Times de futebol brasileiros, pessoas anônimas, artistas, empresas e muitos moradores da cidade de Chapecó fizeram suas homenagens pelas redes. Muitas mensagens de tristeza, dor, apoio e incredulidade tomaram conta das páginas na internet.

A página oficial do Flamengo no Twitter escreveu: vocês vão ficar para sempre no coração de todos nós. Vão com deus guerreiros.

Além do símbolo do time e da foto da equipe unida, uma das imagens mais postadas na internet é a do goleiro Danilo brincando com o filho em campo. Danilo foi resgatado ainda com vida depois do acidente, porém, morreu no hospital.

O acidente com o avião da equipe da Chapecoense e diversos jornalistas esportivos aconteceu na madrugada de hoje (29) próximo a Medellín, na Colômbia. A equipe viajava para Medellín, onde disputaria a primeira final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, amanhã (30) à noite.

Agência Brasil


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Equipes resgatam 65 corpos após queda de avião da Chapecoense

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Autoridades colombianas resgataram até as 16h30 desta terça­-feira (29), 65 corpos de pessoas que morreram durante a queda de um avião na cidade deLa Unión, a 60 km de Medellín, na Colômbia.

Entre as vítimas, estava a delegação da Chapecoense e jornalistas brasileiros.O time disputaria nesta quarta (30) a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.

A informação foi inicialmente divulgada pelo general José Acevedo Ossa,membro da polícia local e responsável pelo resgate, e foi posteriormente confirmada pelo prefeito de Medellín Federico Guitiérrez Zuluaga.

Contudo,as autoridades colombianas ainda não localizaram todos os corpos, por isso,pode haver alteração no número de vítimas.

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Sobreviveram os jogadores Alan Ruschel, Jackson Ragnar Follmann e HélioHermito Zampier Neto e o jornalista Rafael Henzel Valmorbida, além dos integrantes da tripulação Ximena Suárez e Erwin Tumiri.

As autoridades aeronáuticas colombianas inicialmente divulgaram uma lista com seis nomes que não incluía Zampier Neto ­o jogador não havia sido encontrado pela equipe de resgate. Na listagem oficial, constava o goleiro Marcos Danilo Padilha que, segundo a Cruz Vermelha colombiana, havia sido resgatado, mas não havia sobrevido aos ferimentos. Contudo, a entidade voltou atrás e recolocou o atleta entre os feridos que seguem sob cuidados médicos.


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