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Empreiteira que funciona em pequena sala movimenta R$ 23 milhões em contratos na gestão Braide

Sediada em uma sala pequena na cidade de Pedreiras, empresa Danilo C Moura, cujo nome fantasia é DM Engenharia, vem movimentando cifras milionárias na Prefeitura de São Luís nos últimos dois anos. Durante o período, ela já abocanhou R$ 23 milhões em contratos e aditivos na gestão de Eduardo Braide (PSD).

Os acordos foram celebrados com as secretarias municipais de Educação (Semed) e de Obras e Serviços Públicos (Semosp) para reforma e adaptação de escolas e manutenção preventiva e corretiva de prédios públicos e logradouros de São Luís.

O contrato mais generoso foi assinado com a Semosp, em novembro de 2024, no valor de R$ 14.380.091,30, com vigência inicial de 12 meses, mas um termo de aditivo prorrogou o prazo até novembro deste ano.

Em maio de 2025, a Semed assinou um contrato no valor de R$ 7.280.998,62 com a empresa. Ao longo da execução, houve um acréscimo de R$ 1.820.099,85, elevando o montante da contratação.
Os contratos derivam de atas de registro de preços.

A DM Engenharia tem como proprietário Danilo Correia Moura. Segundo a Receita Federal, tem como atividade econômica principal a construção de edifícios.

Procurado pelo Blog do Neto Ferreira, a D.M Engenharia afirmou que está devidamente regular no cadastro dos órgãos competentes, inexistindo qualquer irregularidades quanto à sua sede jurídica.

“Cumpre informar que a DM Engenharia encontra-se regularmente constituída, com todos os seus dados cadastrais atualizados junto aos órgãos competentes, incluindo Junta Comercial, Receita Federal e demais entes fiscalizadores, inexistindo qualquer irregularidade quanto à sua sede jurídica informada. O endereço mencionado corresponde à sede formal da empresa, registrada para fins administrativos e legais, não havendo qualquer vedação normativa quanto à distinção entre sede cadastral e locais operacionais de execução de serviços, prática absolutamente comum no setor de engenharia e construção civil, sobretudo em contratos públicos realizados em diferentes municípios.”

Leia a nota aqui

One thought on “Empreiteira que funciona em pequena sala movimenta R$ 23 milhões em contratos na gestão Braide

  1. Uma denúncia sem prova é irresponsabilidade, não jornalismo.

    Se a empresa DM Engenharia (Danilo C. Moura) possui contratos firmados com a Prefeitura de São Luís por meio de processos legais como atas de registro de preços, isso significa que passou por critérios administrativos, técnicos e jurídicos exigidos pela gestão pública. Até o momento, não foi apresentada qualquer evidência concreta de ilegalidade, fraude ou irregularidade — apenas insinuações baseadas em volume financeiro e localização da sede, o que, por si só, não configura crime.

    É importante deixar claro:
    📌 Ter sede em uma sala pequena não define a capacidade operacional de uma empresa, especialmente no setor de engenharia, onde é comum a atuação por meio de equipes terceirizadas, contratos por demanda e estruturas descentralizadas.
    📌 Valores elevados em contratos públicos também não indicam irregularidade, mas sim o porte das demandas contratadas pelo poder público.
    📌 A própria empresa afirmou estar regular junto aos órgãos competentes, e qualquer acusação em contrário exige prova — não especulação.

    O papel da imprensa é informar com responsabilidade, não criar narrativas que colocam em dúvida a reputação de empresas e profissionais sem base factual. Publicações desse tipo podem configurar, inclusive, dano à imagem e à honra, passível de responsabilização judicial.

    Se há suspeitas reais, que sejam apresentadas com documentos, auditorias ou investigações oficiais. Do contrário, trata-se apenas de uma tentativa de gerar repercussão às custas da credibilidade alheia.

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