Educação

Alunos reclamam de goteiras em escola de Timon

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Prefeito Luciano Leitoa

Indignados, alunos da escola municipal Marechal Castelo Branco, no município de Timon, registraram a situação da unidade escolar quando chove. No vídeo, é possível ver as inúmeras goteiras, que formam uma cachoeira e alagam a escola.

A situação é ainda mais grave, pois a água da chuva atinge a instalação elétrica, podendo causar um curto-circuito e colocar a vida dos alunos e funcionários da escola em perigo. O que mais revolta é o fato da escola ter passado recentemente por uma ‘reforma’. O Município é administrado pelo prefeito Luciano Leitoa.

Confira o vídeo registrado por um aluno da escola Marechal Castelo Branco:


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Educação

Monção realiza ação com crianças no Dia Mundial da Saúde

1No dia 7 de abril comemora-se o Dia Mundial da Saúde. A data foi escolhida em 1948 e coincide com o dia da fundação da Organização Mundial da Saúde. O objetivo principal da data é conscientizar a população sobre os cuidados com a saúde para que se obtenha uma melhor qualidade de vida.

Aproveitando a data, a prefeitura de Monção, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, elaborou uma programação voltada para crianças e adolescentes nas comunidades de Santa Helena, Bairro de Fátima e Palmeirinha. A ação levou dentistas às localidades citadas e promoveu uma grande ação na área da saúde bucal.

Durante o evento, as crianças participaram de palestras sobre os cuidados com a escovação dos dentes, receberam kits de higiene bucal e aplicação de flúor. A meninada ficou entusiasmada com o evento e ouviu atentamente as instruções dos profissionais.

A Prefeitura de Monção destacou que a ação realizada no dia 7 de abril faz parte do programa Criança Sorriso Alegre, desenvolvido pela secretaria de Saúde do Município, e reiterou que outras ações ainda estão previstas para acontecer na cidade.

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Educação

Merenda escolar vencida é distribuída para alunos em Pinheiro

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Na última quarta-feira (06), pais de alunos ficaram revoltados com as péssimas condições da educação oferecida pelo município de Pinheiro.

Segundo informações, a merenda escolar com data de validade vencida foi oferecida aos alunos da escola municipal Alnir Lima. Na embalagem dos biscoitos entregues aos estudantes consta o vencimento de 22 de dezembro de 2015, e após 4 meses foram distribuídos para as crianças.

A reclamação dos pais não se resume somente a precariedade da merenda escolar, que na maioria das vezes nem tem, vai muito mais além. Pois muitos deles afirmam que a Alnir Lima não tem água potável para beber, os banheiros estão em péssimas condições, o transporte escolar é deficiente.

Precária é a palavra que define a rede de ensino municipal de Pinheiro.

A Educação está agonizando e a Secretaria Municipal de Educação e o prefeito, Filuca Mendes (PMDB), fingem que não veem. Um absurdo!

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Educação

STJ determina que Prefeitura forneça educação com qualidade em São Luís

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Em atendimento ao Ministério Público do Maranhão (MPMA), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a liminar concedida pela 1ª Vara da Infância e da Juventude de São Luís, que determina que o Município de São Luís garanta o acesso dos alunos fora da escola à educação infantil e fundamental, dentro dos padrões mínimos de qualidade.

A garantia deve ser efetivada por meio de condições de estudo próximo às suas residências ou transporte seguro e gratuito. A determinação judicial também abrange construções, reformas ou adaptações das unidades da rede municipal de ensino.

A decisão, proferida, em junho de 2015, pelo ministro Olindo Menezes, acolhe Ação Civil Pública ajuizada, em 2013, pelo titular da 1ª Promotoria de Justiça Defesa da Educação de São Luís, Paulo Silvestre Avelar Silva.

Datada de agosto de 2013, a liminar confirmada foi concedida pelo juiz José Américo Abreu Costa.
A multa por descumprimento da determinação é de R$ 1 mil diários por aluno, cujo montante deve ser revertido ao Fundo Estadual da Educação.


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Educação

Alunos são levados para escola em carros precários em São Raimundo das Mangabeiras

G1, MA

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Os estudantes que moram no Povoado Verde, na zona rural do município de São Raimundo das Mangabeiras, no sul do Maranhão, estão sendo levados para a escola em caminhões abertos conhecidos popularmente como “paus de arara”.

Com a carroceria aberta, os veículos não oferecem o mínimo de segurança durante as viagens dos alunos que são distribuídos entre crianças e adolescentes.

Os veículos transportam as crianças que moram em propriedades com até 60 km de distancia da escola. No caminhão, eles seguem até a escola em condições precárias. Na maioria das vezes viajam de maneira improvisada, amontoados em bancos construídos com madeira estreita.

A lona que cobre o teto dos veículos serve de proteção contra o sol, mas o plástico só faz aumentar o calor dos alunos. Eles não têm onde se segurar e fazem todo caminho solto na carroceria do carro e uma freada brusca pode ser perigosa para eles.

A estudante Elisangela dos Santos afirma que quando os alunos mais velhos não estão no veículo os mais novos são obrigados a faltar às aulas. “Nós somos os mais grandes que vai no carro e nós tem de proteger os mais pequenos que vem no carro. Quando nós não vem tem vez que os pequenos não vem porque não tem como se segurar só”, revela.

Segundo os estudantes, a justificativa dada pela a direção da escola é de que não existe ônibus suficiente para transportar todos os alunos. Muitos desses meninos e meninas chegam a rodar até 50 km no “pau de arara” para poder chegar até a escola.

A viagem até a escola para muitos desses alunos dura em média duas horas. Os primeiros descem na Escola Municipal Nascimento de Moraes, onde funciona o ensino fundamental. Já os últimos descem na Escola São Luis Gonzaga, também da rede municipal de ensino.

Chegar até a escola para muitos deles significa alívio depois tanto desconforto e medo. Como é o caso da estudante Naiara Oliveira que diz que teme pelos buracos na estrada. “A gente vem nesse pau velho de arara caindo nos buracos. É ruim demais”.

Por meio de nota, o prefeito de São Raimundo das Mangabeiras, Francismar Carvalho, disse que ampliou de cinco para 28 linhas o transporte escolar no município, mas não dispõe de ônibus suficientes para transportar todos os alunos. Por isso a Prefeitura fez um acordo com algumas comunidades para oferecer o serviço em carros paus de arara. O prefeito disse que vai voltar a manter contato com essas comunidades para tentar resolver a situação.

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Educação

Censo Escolar: 3 milhões de alunos estão fora da escola

Agência Brasil

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Os dados do Censo Escolar de 2015 mostram que as matrículas diminuiram em todas as etapas de ensino, menos na creche, que atende as crianças até os 3 anos de idade. Os números refletem a queda da população, em geral, que tem reduzido entre criança e jovens, mas, de acordo com especialistas refletem também desafios para o sistema educacional. São 3 milhões de crianças e jovens de 4 a 17 anos fora das salas de aula, e que, por lei, deverão ser incluídos até este ano. O censo foi divulgado nessa semana pelo Ministério da Educação (MEC).

As idade mais críticas são 4 anos, 690 mil de crianças não são atendidas, e 17 anos, em que 932 mil adolescentes deixaram os estudos. O censo mostrou que a pré-escola, voltada para crianças de 4 e 5 anos, teve uma redução de 1% de matrículas em relação a 2014, passando de 4,96 milhões para 4,92 milhões, aproximadamente. Foi a primeira queda desde 2011. O ensino médio, que já reduzia as matrículas pelo menos desde 2010, teve, desde então, a maior queda, entre 2014 e 2015, de 2,7%. O número de estudantes passou de 8,3 milhões para 8,1 milhões.

“Nos dois casos, ainda tem um percentual alto de crianças fora da escola e a gente não pode desperdiçar essa janela de oportunidade, de conseguir inserir mais crianças na rede escolar”, diz a superintendente do Todos Pela Educação, Alejandra, Meraz Velasco. A educação até os 17 anos é obrigatória no Brasil de acordo com a Emenda Constitucional 59 e com o Plano Nacional de Educação (PNE). Termina neste ano o prazo previsto no PNE para que todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos estejam matriculados.

Crise
Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a crise orçamentária pela qual passam tanto União, quanto estados e municípios, impacta a educação. “Não só na redução das matrículas, mas na dificuldade de expansão. Ao invés de estarmos diminuindo ou patinando, precisaríamos aumentar o número de matrículas”, diz.

Cara ressalta que isso é necessário até mesmo no ensino fundamental, tido como universalizado. “Temos 1% das crianças fora da escola, não pode sobrar ninguém. Para aquele 1%, a educação é definitiva para várias possibilidades na vida. Educação não pode ser secundarizada, tem que ver as opções orçamentárias que o Brasil faz”.


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Educação

Escola infantil de Capinzal do Norte está em estado precário

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Caos. Essa é a palavra que define a atual rede de ensino municipal de Capinzal do Norte.

A Unidade Escolar Domingos Soares, localizada no Povoado Santa Cruz, naquela cidade, é única unidade de ensino infantil da região e está em situação de calamidade pública.

Os banheiros são improvisados com lonas pretas, pois o único que existe não funciona; não há salas de aula e nem bebedouros. A água é armazenada em galões sem qualquer higiene. Além disso, segundo informações, os alunos não tem merenda escolar.

A escola está completamente abandonada.

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Educação / Poder / Política

Alunos e professores denunciam a precariedade da Educação em Pedro do Rosário

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Prefeito Irlan

As escolas municipais de Pedro do Rosário estão numa situação caótica. Além das péssimas condições estruturais, faltam merenda de qualidade, água e até banheiros. A situação está insustentável e compromete o aprendizado das crianças e adolescentes que dependem das unidades de educação do Município. Alunos e professores sofrem com o descaso e falta de compromisso da gestão municipal, que é comandada pelo prefeito Irlan Serra.

Uma aluna indignada denunciou que as escolas não tem nada. “É uma vergonha. Não tem água, o banheiro não presta, não tem ventilador e nem merenda. Não tem nada na escola”. Ela ainda relatou que há poucos dias uma aluna chegou a passar mal na unidade por causa do calor. “Mesmo no inverno faz calor. Imagina como vai ser no verão”, disparou.

O discurso se repete com os funcionários. “Se quer ver a atual administração é só dar uma olhada nas escolas. Já está com mais de 20 dias que as aulas começaram e não tem merenda, água e nem banheiro. A escola Pedro Cunha, que é a maior do Município, está parecendo com o presídio de Pedrinhas. A unidade está sucateada, e não só ela, mas todas as escolas da sede” desabafou uma servidora do Município.

O prefeito Irlan deve explicar o que fez com os recursos federais destinados ao Município no ano de 2015, que totalizaram R$ 56.560.892,25. Só para a Educação, o Governo Federal destinou a quantia de R$ 29.546.946,68. A maior parte, R$ 24.931.447,52, proveniente do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB). Os alunos e servidores se queixam da falta de merenda, mas o intrigante é que o Governo Federal destinou R$ 1.190.192,00 do Programa Nacional de Alimentação Escolar. Afinal, onde foram parar esses recursos?

pedro


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Educação

Flávio Dino nomeia 1.500 professores aprovados no concurso

O governador do Maranhão, Flávio Dino, acabou de nomear 1.500 professores da rede estadual de ensino. O anúncio foi feito por meio das rede sociais do gestor.

Os profissionais foram aprovados no último concurso promovido pela Secretaria de Estado de Educação e terão uma remuneração de R$ 5.000 mil.

“Nomear nos termos do inciso I do art. 12 da Lei nº 6.107, de 27 de julho de 1994, para a Secretaria de Estado de Educação, a fim de exercerem o cargo de Professor, do Quadro de Cargos Estatuários do Poder Executivo, os candidatos aprovados e classificados no concurso público regido pelo Edital nº 01, de 6 de novembro de 2015, publicado na Edição nº 205 do Diário Oficial do Estado, conforme Anexo Único deste Ato.”, afirmou o governador Flávio Dino no ofício publicado.

DINO


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Educação

Escola é abandonada pela Prefeitura de Capinzal do Norte

Mais uma vez a situação de uma escola do Maranhão é alvo de denúncia. O caso agora é no Povoado Ipiranga, no município de Capinzal do Norte.

O abandono toma conta da Unidade Escolar Tomás Moreira, que está velha, suja e precária. Os banheiros estão completamente impróprios para uso. A merendar é armazenada de forma irregular. Não há bebedouros no local. A água dada às crianças é colocada dentro de galões, permitindo assim proliferação de bactérias.

Esse é o retrato do descaso da Prefeitura de Capinzal do Norte para com a educação municipal. Agora cabe ao Ministério Público ir em loco verificar as condições da escola, para que assim o gestor público cumpra com o seu dever que é de dar uma educação de qualidade para a população da cidade.

Veja as fotos e o vídeo que retratam as condições da escola:

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