O Centro Universitário Santa Terezinha (CEST), em São Luís, atravessa um momento considerado delicado por professores da instituição, que relatam atrasos recorrentes no pagamento de salários e possíveis irregularidades no recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A situação tem gerado forte insatisfação, insegurança financeira e desgaste emocional entre os profissionais da educação.
Há casos de salários em atraso desde novembro de 2025, enquanto outros afirmam não receber desde dezembro do mesmo ano e o cenário vem se prolongando sem informações oficiais claras ou comunicação transparente por parte da gestão da instituição.
Além dos atrasos salariais, existe também ausência de depósitos regulares do FGTS. Um dos relatos aponta que, mesmo após mais de dois anos de vínculo formal com carteira assinada, não há qualquer registro de recolhimento do fundo. Consultas realizadas junto aos sistemas oficiais indicariam a inexistência de depósitos, o que agrava ainda mais a situação trabalhista.
O não pagamento de salários e o descumprimento das obrigações relativas ao FGTS configuram violações à legislação trabalhista vigente, sujeitando a instituição a sanções judiciais por questões trabalhistas.
Entre as principais reivindicações estão os esclarecimentos objetivos sobre um cronograma concreto para regularização dos salários e garantias efetivas quanto aos direitos trabalhistas, especialmente o FGTS.
“Seguimos trabalhando, cumprindo nossas obrigações, mas sem qualquer segurança financeira. O que pedimos é diálogo, transparência e respeito aos nossos direitos”, afirmou um professor, que preferiu não se identificar por receio de represálias.
O espaço permanece aberto para que o Centro Universitário Santa Terezinha (CEST) se manifeste, apresente sua versão dos fatos e informe quais providências estão sendo adotadas para solucionar as denúncias.

Boa tarde, essa situação não é de agora, a questão de atraso de pagamento de professores, já vem de muito tempo, porém de novembro passado para cá, a situação se agravou ainda mais, inclusive no pagamento do decimo terceiro, quanto ao recolhimento do FGTS, tem casos que desde 2021, não recolhido ou melhor, depositado, dai me pergunto cadê o Ministério do Trabalho? O mais estranho de tudo isso é que na Instituição tem professor que é juiz do Trabalho, talvez seja o único que esteja com sua situação em dias, seria de bom tom que o Ministério do Trabelho, se interessasse pelo assunto, os professores pedem socorro.