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Braide chama denúncias contra Hospital da Criança de canalhice e Grupo Mirante rebate: “jornalismo sério”

Após divulgação de reportagem sobre denúncias contra o Hospital da Criança Odorico Amaral de Matos pela TV Mirante, ex-prefeito de São Luís e pré-candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide (PSD), deu uma declaração chamando o caso de canalhice.

Após isso, o canal de comunicação divulgou nesta terça-feira (14) uma nota pública em resposta às críticas feitas pelo ex-gestor. No comunicado, a empresa reafirma seu “compromisso inegociável com o jornalismo sério e apurado” e sustenta que a cobertura trata de um tema de “inequívoco interesse público”.

Segundo a nota, o trabalho jornalístico foi construído com base em relatos de pais, depoimentos de funcionários da própria unidade hospitalar e documentos produzidos por órgãos como o Ministério Público, a Defensoria Pública e o Ministério da Saúde, que, conforme o comunicado, realiza auditoria no hospital diante da gravidade das denúncias. O Grupo Mirante também afirma que a Prefeitura de São Luís foi procurada em todas as etapas da apuração, tendo sido assegurado o direito ao contraditório.

A empresa destaca ainda que, quando órgãos de controle instauram procedimentos para investigar possíveis irregularidades, cabe à imprensa apurar, contextualizar e informar a sociedade, especialmente em casos que envolvem a saúde pública e o atendimento de crianças pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Grupo Mirante afirma que divergências fazem parte da democracia, mas ressalta que ataques ao trabalho da imprensa “não afastam a necessidade de que os fatos sejam apurados”. A nota também manifesta solidariedade às famílias que perderam seus filhos e reafirma que o grupo continuará informando a sociedade “com independência e responsabilidade, sempre em defesa do interesse público”.

One thought on “Braide chama denúncias contra Hospital da Criança de canalhice e Grupo Mirante rebate: “jornalismo sério”

  1. KKKKKKKK, Alguém da reportagem, no ano passado recebeu num escritório da Ponta do Farol, um mimo financeiro de 60 mil no escritório de um advogado e em outra ocasião 100 mil no Tropical quem para não editar uma denuncia que atingia um chefe de poder. Que fique bem claro, quem recebeu foi alguém que usa saia, calça etc.

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