Política

Roseana, Jackson e Zé Reinaldo…

Roseana Sarney, Jackson Lago

Tirada nas dependências da Câmara dos Vereadores de São Luís, a imagem do arquivo do jornalista Luis Cardoso, mostra Roseana Sarney – na época governadora, Jackson Lago e Zé Reinaldo (carregador de mala de José Sarney), em um clima agradável e cordial. Até então amigos.

Com o passar dos anos houve uma reviravolta na política: Jackson Lago virou desafeto do grupo Sarney, mas Zé Reinaldo permaneceria ainda em defesa. Não passou muito tempo e Reinaldo pulou do barco.

A decisão que levou ele a deixar o grupo se deu pelo incentivo da ex-mulher Alexandre Tavares, ou melhor, Alexandra Trovão, que não tolerou observar o tratado que o ex-marido recebia de Roseana Sarney quando era governador. Até aí está coberta de razão.

O rompimento do grupo gerou fragmentos que um dia iriam atingir em especial o patriarca da família Sarney. Isso por que Zé Reinaldo era como um filho para o ex-senador. Foi com Sarney que ele aprendeu a fazer política e eleger governadores.

Quando governador, Zé Reinaldo fez Jackson Lago derrotar a mais antiga oligarquia do Brasil e levou o juiz Flávio Dino para vida pública com a mesma visão futurista de Sarney. 8 anos após, o comunista virou governador do Maranhão derrotando Edinho Lobão, filho do senador Edson Lobão, ambos do PMDB.

Em meio a mais recente derrota, surge um plano da ex-governadora Roseana Sarney. Ela acredita que a possível rejeição do governo comunista possibilitará o retorno do seu grupo político ao Poder Executivo.

Mas, a derrota imposta por Flávio Dino, trouxe um declínio imensurável para o grupo Sarney.

E essa realidade inviabilizará o projeto torpe de Roseana e família.


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Poder

Roseana Sarney é novamente arrolada a propinagem em acareação de delatores

Ex-governadora Roseana Sarney.

Ex-governadora Roseana Sarney.

A ex-governadora Roseana Sarney pode realmente ser presa pela Polícia Federal, em desdobramento da Operação Lava-Jato. Ela teve o nome citado pela quinta vez durante informações colhidas sobre políticos envolvidos no esquema que desviou milhões da Petrobras.

Na tarde de ontem segunda-feira (22), o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef passaram por acareação na Polícia Federal de Curitiba. Um ponto abordado nos questionamentos foi o nome da filha do ex-senador José Sarney.

Para os membros da Polícia Federal e Ministério Público Federal Paulo, Roberto Roberto Costa voltou a reafirmar que mandou entregar R$ 2 milhões em propina para a campanha de Roseana. E essa reafirmação complicada cada vez mais a peemedebista.

O verba destinada para Roseana Sarney, segundo depoimentos dos acusados, é oriunda do esquema corrupto que teve o objetivo de desvio e lavar dinheiro na Petrobras.


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Poder

Sarney e João Alberto brigam por cargos no Governo Federal

Sarney e João Alberto.

Sarney e João Alberto.

Visando fortalecer a oposição contra o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), o ex-senador José Sarney, pai da ex-governadora Rosean Sarney, ambos do PMDB, deve conseguir através da presidente Dilma Rousseff a nomeação de quatro pessoas em cargos no Governo Federal.

Deve ser publicado no Diário Oficial da União os nomes dos indicados de Sarney com – por exemplo -, o ex-deputado estadual Arnaldo Melo para ocupar a Diretoria da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). O órgão é veiculado ao Ministério da Saúde.

O ex-secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Sagrima), Cláudio Azevedo, também foi indicado para comandar a Superintendência Regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF).

André Campos, que ocupou o cargo de diretor do Detran no governo Roseana Sarney, deve assumir a Superintendência Estadual da Funasa no Maranhão. Campos é indicação pessoal do senador João Alberto.

José Sarney deve levar para o Governo Federal a ex-secretária Estadual de Meio Ambiente, a economista Genilde Campagnaro. Ela deve substituir Alison Penha na Superintendência da Pesca e da Aquicultura do Maranhão.


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Poder

Roseana Sarney e Lobão podem ser presos pela Polícia Federal

Lobão e Roseana Sarney (foto: grajaudefato).

Lobão e Roseana Sarney (foto: grajaudefato).

A delação do dono da UTC, Ricardo Pessoa, pode levar a ex-governadora Roseana Sarney e o senador Edison Lobão para a cadeia. O empresário citou o nome dos dois como participantes do esquema da Petrobrás. Ambos do PMDB são acusados de receberem propinas.

A Polícia Federal investiga Roseana e Lobão, com base nas delações premiadas que apontam os maranhenses como beneficiados, com mais essa delação, o cerco se fecha cada vez mais. Pessoa também teria detalhado pagamentos envolvendo outros parlamentares do PMDB. O processo é conduzido pela Procuradoria Geral da República.

A delação de Ricardo Pessoa ainda está em curso e depende de homologação do STF. Por enquanto, os principais nomes de peso citados pelo empresário foram os de Roseana e Lobão.

A UTC e Camargo Corrêa são acusados de negociar o cartel que negociou contratos com a Petrobras. O dono do UTC aderiu à delação premiada após ser transferido para prisão domiciliar, onde revelou os nomes.


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Crime

Presos por desvio de R$ 34 milhões tinham contratos em vários órgãos do ex-governo Roseana Sarney

Mansão de um dos presos.

Mansão de um dos presos.

Os empresários Inaldo Damasceno Corrêa e Valmir Neves Filho, presos durante a manhã de hoje suspeitos de desviarem R$ 34 milhões com mais quatro pessoas da Universidade Virtual do Maranhão (Univima), não tiveram contratos somente no referido órgão, mas também em várias secretarias do ex-governo Roseana Sarney. Segundo apurou o Blog do Neto Ferreira.

Operação Cayenne.

Operação Cayenne.

De acordo com documentos, a empresa Valmir Neves Filho Comércio-ME, teve contratos com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), na época em que o secretário era Fernando Fialho. Além disso, a mesma possuía tentáculos no Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial do Maranhão (Inmeq), fornecendo material de expediente, limpeza e serviços gráficos.

Inaldo Damasceno Corrêa, empresário apontado como integrante de quadrilha, prestava serviços para a Secretaria de Estado da Fazenda, na gestão Cláudio Trinchão (PSD), fornecendo café, leite líquido, açúcar e água mineral. Os valores dos contratos por dispensa de licitação variam.

A fraude que levou para cadeia empresários e servidores foi realizada durante três anos. Nesse período, o Univima foi comandado pelos ex-secretários de Roseana Sarney, Olga Simão e José Costa.

Contrato Neves Filho 2013.

Contrato Neves Filho 2013.

Contrato Neves Filho 2014.

Contrato Neves Filho 2014.


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Poder

João Abreu foi citado 4 vezes por delatores de receber propina

Ex-secretário João Abreu. Elo com esquema de propina pode resultar em cadeia.

Ex-secretário João Abreu. Elo com esquema de propina pode resultar em cadeia.

O ex-secretário chefe da Casa Civil, João Guilhermino Abreu, foi citada nominalmente pelo menos quatro vezes nos termos de depoimentos prestados pelos principais delatores da Operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef e a contadora Meire Poza.

O ponto crucial das declarações foi a respeito da negociata que gerou o pagamento de propina motivando o acordo de liberação da divida de precatório de R$ 113 milhões da empresa Constran, que cobrava do ex-governo Roseana Sarney (PMDB).

A primeira a revelar o nome de Abreu no esquema de propina foi a contadora, inclusive, chegou a comentar que procuradores do estado participaram da reunião que ficou definido o pagamento do precatório.

O segundo a delatar o nome do ex-auxilar de Roseana foi o doleiro Alberto Youssef. Ele detalhou em depoimento como foi efetuado os repasses de dinheiro através de outras pessoas que atuavam como ferramentas na organização crimino (ORCRIM).

Na terceira delação, Rafael Ângulo Lopez, empregado do doleiro Alberto Youssef, confirmou ser o homem que cumpria missões com o corpo coberto por camadas de notas fixadas com fita adesiva e filme plástico. Foi assim que Rafael trouxe o dinheiro para o Maranhão.

Proprietário da UTC e dono do precatório, o empresário Ricardo Pessoa confirmou ter repassado cifras para Youssef que levou para Abreu em duas parcelas pelos emissários Adarico Negromonte e Rafael Angulo, além de uma terceira pessoa. O doleiro chegou a confirmar que levou R$ 1,4 milhão para João Abreu.

João Guilhermino Abreu é alvo de investigação da Polícia Federal e pode ser preso pela participação direta no esquema de propinagem.


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Poder

As relações de Roseana Sarney, Lobão e Paulo Roberto Costa

A ex-governadora Roseana Sarney e o senador Edison Lobão provavelmente estão na lista dos 26 políticos que visitaram a sede da Petrobrás no Rio entre 2004 e 2014.

Registros da Petrobras mostram que 26 dos 48 políticos que são investigados no Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da Operação Lava-Jato estiveram na estatal durante este período. Ao todo, cerca de 202 visitas foram registradas.

O mais requisitado pelos políticos foi o ex-diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, delator do esquema. Com o aval do ex-diretor, em 2014, Roseana assinou um decreto para fins de desapropriação e declarando de utilidade pública, uma área em Bacabeira de 20 km² em favor da Petrobrás.

Costa também afirma que o ex-ministro de Minas e Energia pediu pessoalmente a ele uma ajuda de R$ 1 milhão, além de outros R$ 2 milhões para a campanha de 2010 da então governadora do Estado.

Os dados sobre a movimentação na Petrobrás têm o objetivo de reforçar o teor das acusações feitas nas delações premiadas, principalmente a de Paulo Roberto Costa.


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Maranhão

Flávio Dino diz que homicídios reduziram comparado com governo Roseana Sarney

Flávio Dino.

Flávio Dino.

As medidas de combate à violência e promoção da paz determinadas pelo governador Flávio Dino já nos 100 primeiros dias de gestão à frente do Governo do Estado do Maranhão vem apresentando resultados positivos em todas as regiões do estado.

Fazendo o comparativo entre os dias 1º de janeiro e 6 de abril dos anos de 2014 e 2015, o número de homicídios dolosos no Maranhão, aqueles em que há intenção de matar, caíram 11,11 porcento considerando todas as regiões do estado. Na região metropolitana de São Luís a redução foi de 5,08 porcento.

“Os números não são os ideais, mas nós estamos no caminho certo, os números eram crescentes e agora são declinantes, ou seja, nós conseguimos inverter a curva. Vamos continuar progredindo”, declarou o governador Flávio Dino sobre os resultados alcançados na área da segurança nestes 100 dias de governo.

A queda mais expressiva foi registrada na Delegacia Regional de Viana, onde o número de homicídios dolosos caiu 57,14 porcento no comparativo do mesmo período em 2014 e 2015. As outras maiores quedas foram registradas respectivamente nas delegacias regionais de Imperatriz (52,17 porcento), Timon (40,91 porcento), Caxias, (30,43 porcento) e Zé Doca (28,57 porcento).


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Política

Sarney acusa procurador de cometer vingança contra Roseana

senador José Sarney (PMDB-AP)

senador José Sarney (PMDB-AP)

Em sua coluna, publicada ontem (9), no jornal O Estado do Maranhão, o ex-presidente José Sarney, acusa o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de estar se vingando da ex-governadora Roseana Sarney a colocando na lista de investigados sob suspeita de corrupção na Petrobrás.

Sarney diz que Janot resolveu se vingar de sua filha porque o Senado recusou, em 2009, a indicação do subprocurador –geral Nicolao Dino, irmão do governador do Maranhão Flávio Dino (PC do B), para o Conselho Nacional do Ministério Público. Na época Sarney presidia o Senado.

Sarney nega ter interferido na decisão e diz que a filha é alvo de perseguição. “Como vem fazendo desde a última eleição, quando pediu intervenção federal no Maranhão e perseguiu a governadora Roseana Sarney no episódio em Pedrinhas, em que presos foram decapitados, resolveu vingar-se de mim, atribuindo-me a culpa pela recusa do amigo. Eu não votei, não presidi a sessão que recusou seu nome, e nem sabia da votação”.

Em nota divulgada pela Assessoria Nacional dos Procuradores da República afirma que Janot e integrantes do Ministério Público atuam na Lavo Jato “sem deixarem intimidar ou influenciar” por ingerência política, e manifesta “irrestrito apoio” ao procurador geral.

Leia o artigo de Sarney na íntegra:

As marcas do fanatismo

Três coisas na história da humanidade têm sido fonte das maiores atrocidades cometidas pelo homem: a religião, a raça e a ideologia. A primeira, que começa no dogmatismo, passa rapidamente para o ódio e descamba para a atrocidade. Há pior lembrança na história do homem do que a Inquisição? A fogueira queimando vivas as pessoas que eram consideradas infiéis. A arma dela era a delação. Os inimigos construíam mentiras, inventavam calúnias, fatos inexistentes que serviam de motivo para os famosos tribunais inquisitoriais que levaram tantos inocentes ao sofrimento da fogueira. Dos tempos antigos à perseguição aos cristãos levados a serem devorados pelas feras no Coliseu e Nero comandando o espetáculo. Quantos santos e mártires não estão inscritos nessa mancha simplesmente por acreditarem na vinda do Messias e na recusa de adorar os deuses pagãos.

Veja-se do que o fanatismo religioso é capaz nas imagens indignas da destruição no Museu de Mossul, das estátuas babilônicas, de milhares de anos antes de Cristo, que guardavam não só a arte, mas, através dela, os costumes e a evolução da humanidade. Já antes o que fizeram com o Museu de Bagdá, de onde levaram a mais antiga relíquia da história da escrita, que era a Pedra em que ficaram registrados os primeiros sinais em que o homem pensou em transferir a memória para símbolos – hoje as letras, ideogramas e escritas de toda forma.

O segundo, a perseguição e discriminação de raça, cujo exemplo maior é o holocausto que levou à câmara de gás e fornos crematórios milhões de judeus pelo ódio demente de Hitler na busca da raça ariana pura. A escravidão dos negros considerados como se não fossem humanos e sim coisas que podiam ser vendidas, trocadas, mortas, assim foram vítimas dos maiores sofrimentos de uma raça.

A terceira e mais sofisticada: as ideologias. Estas foram tantas e tão diversificadas que foram as que mais se propagaram e foram transformadas em costumes que serviam a motivações de todo tipo, englobando raça, religião e crenças pessoais – e até simulacro de boas ideias – quando, no fundo, o que prevalecia era quase sempre o interesse individual. Vejam-se os bilhões de pessoas mortas pelo stalinismo, sob a visão de uma sociedade sem classes. O nazifascismo, com outras motivações. O Gulag é um símbolo desse tipo de atrocidade.

Há uma palavra que parece não ser tão forte, mas que define toda essa violência sofrida pelo homem por diversos motivos: INJUSTIÇA.

O Maranhão não fugiu a nenhuma dessas misérias. A Inquisição por aqui passou e li há algum tempo um excelente trabalho de pesquisa feito por uma historiadora na nossa universidade federal, que infelizmente não guardei. Quanto à raça temos a marca do crime da Baronesa de Grajaú, e o relato do que foi o cativeiro na obra monumental de Josué Montello, Os tambores de São Luís, e as ideologias, estas, são constantes e agora renascem, depois de mortas, na perseguição vergonhosa que se derrama em todos os níveis.

Derrubam-se em Mossul as estátuas do passado sem adotar nenhuma proporção, mas aqui destrói-se a Fundação da Memória Republicana Brasileira. Agora, na pior de todas, inclui-se Roseana na investigação de um escândalo que envergonha o Brasil. E nesse gesto está a política do Maranhão. A instituição sagrada do Ministério Público, a qual meu pai pertenceu e eu fui um dos maiores beneméritos, prestigiando-a toda a vida – fui eu, como governador do Maranhão, o primeiro no Brasil a igualar o MP à magistratura; e sua atual organização foi feita pelo ministro (Sepúlveda) Pertence, durante meu governo e na Constituinte -, está sendo colocada agora mais a serviço do personalismo político do que do partidarismo.

Um cabeça coroada do órgão, cérebro e braço direito do dr. Janot, foi recusado para o CNMP pelo Senado. Agora, o dr. Janot, em solidariedade ao colega, coloca mal a instituição MP. Como vem fazendo desde a última eleição, quando pediu intervenção federal no Maranhão e perseguiu a governadora Roseana Sarney no episódio de Pedrinhas, resolve vingar-se de mim, atribuindo-me a culpa pela recusa do amigo. Eu não votei, não presidi a sessão que recusou seu nome, e nem sabia da votação. Agora, o dr. Janot, na sua escolha da lista dos destinados autos de fé, inclui Roseana nessa cloaca. Ela nunca foi à Petrobras, nunca teve nenhuma relação com o senhor Paulo Roberto, nunca teve nenhum pleito na Petrobras por firmas ou pessoas.

Da Petrobras, só pediu, não pedindo, mas – como dizia o padre Vieira – exigindo e protestando, a Refinaria de Bacabeira a que o Maranhão tem direito.

Assim, é justo o nosso direito de revolta pela INJUSTIÇA. Minha, porque jamais – não é do meu feitio – seria capaz de recusar o dr. Nicolao Dino por motivos pessoais, que não tinha e não tenho, cujas referências de bom profissional sempre ouvi; e de Roseana, que está amargando o fel da vingança, uma mistura de ódio e política.

Quais as acusações? O senhor Paulo Roberto teria dito que Lobão pediu a ele para ajudar Roseana na eleição. Youssef diz que não confirma nenhum pagamento a Roseana.

E o que fala o dr. Janot (ele?): “Apesar das divergências entre as versões de Costa e de Youssef, o Ministério Público Federal considerou que havia elementos suficientes para a abertura de inquérito contra Roseana”. Quais esses elementos? Não disse nem tem. Evidentemente, o dr. Janot fez uma escolha e usou a instituição Ministério Público para sua atuação, nessa escolha de a quem denuncia ou não, atarefado com sua própria eleição nestes dias.

Essa a verdade.”


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Poder

Arnaldo Melo já está com carta de renúncia de Roseana Sarney

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), já está com posse da carta de renúncia da governadora Roseana Sarney.

Melo se reuniu com Roseana e deixou há pouco o Palácio dos Leões com o documento que fará amanhã ele se transformar em governador do Maranhão.

Durante o encontro na noite desta terça-feira (09), ficou definido para às 09h de amanhã a cerimônia na Assembleia Legislativa e, em seguida, Arnaldo Melo se descola para o Palácio dos Leões onde receberá a faixa de governador.


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