Poder

Prefeito de Itinga é recebido pelo governador

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O governador Flávio Dino e o prefeito de Itinga do Maranhão, Lúcio Flávio, estiveram reunidos no início da noite desta quarta-feira (24), no Palácio dos Leões, para discutir parcerias a serem implementadas no município. Durante a reunião ficou estabelecido que o Governo do Estado vai implantar o programa Mais Asfalto, reformar duas praças e o mercado, reforçar a saúde com uma ambulância e apoio ao hospital e construir um restaurante popular e poços artesianos na cidade.

O diálogo é parte da política do Governo de construir políticas públicas para os maranhenses em parceria com as Prefeituras. O governador destacou a importância do programa Mais Asfalto, que contemplará ruas e avenidas de Itinga, e disse que é uma iniciativa “vitoriosa e muito reconhecida porque tem a capacidade de melhorar a vida da pessoas. Nós vamos começar imediatamente na cidade”, garantiu.

Flávio Dino ressaltou ainda que em decorrência da audiência com o prefeito Lúcio Flávio e sua equipe, o Governo do Estado estendeu o compromisso para a reforma de duas praças e a concessão de um material que o hospital hoje necessita para o centro cirúrgico voltar à atividade. O munícipio ganhará, ainda, uma ambulância e um restaurante popular.

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“Assumi um compromisso de grande importância que é o Hospital de Itinga. O prefeito Lúcio está encarregado de viabilizar uma alternativa visando a construção rápida desse hospital. O projeto vai ser feito pela Prefeitura Municipal, vai nos ser entregue e nós vamos, em parceria, construir juntos um novo hospital para a cidade”, destacou o governador.

De acordo com Flávio Dino, esses são compromissos importantes visando a melhoria de todos os serviços públicos, aqueles que são de competência do Estado, como, por exemplo, a delegacia, e aqueles que são de competência do município contando com o apoio do Governo. “Temos outras questões como a conclusão da reforma do mercado”, informou.

O prefeito disse que a reunião foi um dia histórico para Itinga. “Pra gente é um prazer ser recebido aqui no Palácio. Fico muito feliz por estar ajudando o povo de Itinga. Esse foi o nosso discurso, lá em Itinga, e que a gente iria trabalhar justamente para ajudar aquela população tão carente. Eu acredito que o governador do povo do Maranhão se sensibilizou come estas causas. Estamos muito felizes”, comemorou Lúcio Flávio.

Também participaram da reunião os secretários Marcelo Tavares (Casa Civil), Neto Evangelista (Desenvolvimento Social) e Márcio Honaiser (Agricultura Pecuária e Pesca), além de gestores municipais e vereadores e Itinga.


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Poder

Em entrevista, Flávio Dino é questionado sobre repasse de R$ 400 mil da Odebrecht

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Durante a entrevista concedida ao site UOL, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), foi questionado sobre a sua relação com o ex-executivo da Odebrecht José de Carvalho Filho, o seu nome constar na lista do ministro Edson Fachin e sobre ter recebido o montante de R$ 400 mil de propina em 2010, época em que era deputado federal.

Dino respondeu que a denúncia é frágil e inconsistente e que no meio dessa narrativa a denúncia é apenas uma vírgula e que não tem sustentação jurídica.

“É um fato que não aconteceu, e já provei documentalmente. Sou acusado por um delator que diz que vendi um parecer em um projeto de lei que ainda esta na Câmara e que nunca dei parecer, nunca levei a voto. O fato narrado não existiu. Se não existiu, como vai ter processo? Por isso não mudou nada nossa atuação, nunca perdi um minuto de tranquilidade por isso, É claro que a gente se chateia, fica indignado, porque não é bom você constar numa lista. Mas, na medida em que acontece, no meu caso adotei desde o primeiro minuto a transparência e tenho prestado todos os esclarecimentos. Logo, logo estará arquivado.”, explicou o governador.

E sobre a sua relação com o delator explicou que conhece o ex-executivo, pois dialoga com os representantes de todas as empresas e sindicatos. “E graças a Deus eu era relevante, especialmente na Comissão de Constituição e Justiça, onde atuava. Recebia semanalmente as demandas mais variadas, demandas de setores econômicos e sociais, como faço hoje como governador: atendo empresas que querem mudanças na lei, benefícios fiscais. Não há nada de errado nisso. Errado é submeter isso a contrapartidas”.

Ao ser questionado sobre o dinheiro repassado pela empreiteira, Dino negou.

Veja a entrevista na íntegra aqui


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Poder

Dedé Macedo quase vai preso por ajudar Flávio Dino e hoje é desprestigiado no governo

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Helicóptero de Dedé Macedo usado por Flávio Dino nas eleições de 2010.

Desleal. Essa é a palavra que define bem o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Para se eleger como chefe do Executivo estadual, o comunista firmou diversos compromissos de campanha com vários empresários e políticos com a promessa de que todos teriam espaço durante a gestão. Contudo, não é o que vem acontecendo.

Um exemplo bem nítido das falsas promessas feitas por Dino é o caso da família Macedo. Durante as campanhas eleitorais de 2010 e 2014, o empresário e pecuarista Dedé Macedo e os seus filhos Fábio e Hernando Macedo deram total apoio financeiro e político do qual o comunista precisava e pedia. Em contrapartida, o comunista garantiu ao empresário que daria “espaço” na gestão estadual.

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Flávio Dino e a família Macedo

Compromisso firmado. E os ataques começaram.

Em razão do apoio a Flávio Dino, Dedé Macedo foi alvo de inúmeros ataques vil e rasteiros. Chegou a ser achincalhado e massacrado pela imprensa local, na campanha de Edinho Lobão, tendo, assim, a sua imagem completamente desmoralizada, pois foi acusado de agiotagem, entre outras acusações. Quem pesquisar no Google o nome “Dedé Macedo” só encontra as piores coisas, após ter entrado na campanha comunista para contribuir.

O ponto alto da tentativa de desmoralização e demonização foi a quase prisão do pecuarista orquestrada pelo governo Roseana Sarney, por meio do antigo secretário de Segurança Pública.

Apesar de tudo isso, Dedé continuou firme no projeto de Flávio Dino. Emprestou helicópteros, tanto em 2010 (conforme a imagem acima) quanto em 2014, doou dinheiro e fez articulações políticas.

Governador eleito. E os Macedos caíram no esquecimento.

E o comunista se consagra como uma pessoa desleal, afinal as falsas promessas não foram ditas apenas à família Macedo, mas também ao deputado federal José Reinaldo Tavares, que sempre acreditou em Dino desde quando foi candidato a Câmara Federal, em 2006.

No dia do pré-lançamento da candidatura de Tavares ao Senado, Dino não apareceu e mandou como representante o secretário de Comunicação, Márcio Jerry. Quanto desprestígio!

As eleições de 2018 estão se aproximando e o governador já está se articulando em busca de apoio. Na última semana, o comunista se reuniu com o deputado estadual Josimar de Maranhãozinho (PR), que garantiu o apoio a Dino em 2018. Portanto, fica a dúvida no ar: se o comunista não está honrando com a família Macedo imagina com Josimar do PR? O mais provável que não.

Flávio Dino conseguiu o que sempre quis: o Governo do Estado. E tem se revelado uma pessoa completamente desleal a quem lhe ajudou como – por exemplo -, Dedé Macedo.


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Política

Dedé e família Macêdo revoltados com Flávio Dino

O pecuarista e empresário Dedé Macêdo, pai do deputado estadual Fábio Macêdo, não quer nem saber do governador comunista Flávio Dino.

Motivo?

A família Macêdo nunca foi reconhecida pelo governador, embora tenha dado todo apoio nas campanhas de 2010 e 2014. Flávio Dino usufruiu do helicóptero de Dedé nas campanhas de 2010. Usou a mesma aeronave nas eleições de 2014, dentre outras coisas.

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Por conta da ligação com o chefe do Executivo estadual, o governo Roseana Sarney criou um artifício para mandar prender o pecuarista.

Além de ceder a sua aeronave, Dedé Macedo, ainda, ajudou o governador financeiramente- e como ajudou. O titular do blog sabe quanto foi, mas não vai comentar sobre as cifras.

E mesmo com todo esse suporte oferecido, Flavio Dino “aparenta” ter tido um grande lapso de memória.

Dedé e seus filhos, Fábio e Hernando Macêdo, já sabem que a tese criada – “Governo da Mudança” – agrada apenas a Dino.

Outra demonstração de que Flávio não tem a menor consideração para com os Macêdos, é a falta de acolhimento de Hernando, que vai ser obrigado a deixar o PCdoB para disputar o pleito de 2018 como deputado federal pelo PDT.

Se o governador fosse leal a quem o ajudou, ele sacrificava a candidatura de Márcio Jerry e mantinha Hernando como seu candidato do PCdoB, mas isso nunca vai acontecer.

Ao que parece, Flávio Dino esqueceu que no passado que vivia bajulando Dedé Macédo, afinal tem oferecido apenas alguns cargos no governo, ou seja, migalhas, achando que está retribuindo todo o apoio concedido lá atrás.

Talvez por Dedé ser um homem de bom coração, e Márcio Jerry sabe disso, a exemplo de um carro, mas não vou comentar, é que hoje o governador desprestigia, da pior forma possível.


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Poder

“Somos pessoas diferentes e com identidades diferentes”, diz Nicolao sobre Flávio Dino

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Os valores que eu defendo me acompanham desde que eu ingressei na vida pública como procurador da República. Por outro lado, nesta mesma toada, somos pessoas diferentes e com identidades diferentes. Tenho dito que nado não apenas em raias diferentes, mas em piscinas diferentes. Minha vida pública como procurador da República em nada interfere na vida dele como político e vice­-versa. Não vejo como misturar essas estações.

Essa é a declaração do vice­-procurador-­geral eleitoral, Nicolao Dino, irmão do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). A entrevista foi concedida à Folha de São Paulo.

Durante a conversa, Dino foi questionando, principalmente, sobre o “caixa dois” e se a inclusão do seu irmão na Lava Jata atrapalhava a sua intenção de ser o substituto de Rodrigo Janot. Nicolao é um dos candidatos à sucessão do procurador­-geral da República, Rodrigo Janot, em setembro.

Veja a entrevista abaixo:

Folha – Chama atenção a quantidade de suspeitas de pagamento via caixa dois no processo eleitoral. O que isso representa?

Nicolao Dino – O caixa dois é utilizado por empresas e pessoas para movimentar recursos sem a devida contabilização. Em uma empresa, por exemplo, é dinheiro que não fica registrado na contabilidade oficial da pessoa jurídica e, portanto, não está submetido a mecanismos de auditoria e nem à carga tributária.

Transpondo para o âmbito eleitoral, o caixa dois nada mais é que o recurso que ingressa em um partido ou determinada campanha e não é devidamente contabilizado para fins de quantificação das despesas. Ou seja, é um recurso camuflado que pode ser gasto à revelia de quaisquer mecanismos de controle. O caixa dois favorece em muito o abuso de poder econômico e as práticas de corrupção eleitoral. E pode escamotear uma relação de troca de favores. É destinação a uma campanha mas, na realidade, se trata de uma retribuição por favor já feito ou a ser feito.

Quais as consequências para o pleito?

Hipertrofria dos gastos de campanha, abuso de poder econômico, troca de favores, e, sobretudo, mecânica viciada em que as partes atuam sob perspectiva monetária não visível aos órgãos de controle. O caixa dois serve para driblar os gastos de campanha e quitar despesa fora do declarado para a Justiça Eleitoral.

Isso é uma prática nociva, desigual. Quem consegue arrecadar mais ilicitamente tende a ter vantagem no processo de cooptação ilegal de eleitores.

O que a Lava Jato tem demonstrado, e as investigações eleitorais também, é que as despesas de campanha no Brasil são extremamente elevadas. Por que as campanhas têm de ser milionárias? Até há pouco tempo era pior, havia “showmício”, o comício embalado por apresentação artística para incentivar a participação das pessoas. Isso custa muito dinheiro. O marketing político também tem contribuído para a elevação dos gastos de campanha. Tudo isso acaba por afastar a campanha eleitoral daquilo que deve ser: um debate de ideias.

É possível reduzir os custos?

O debate hoje pode se estabelecer de maneira rápida e eficiente, sem grandes dispêndios, nas redes sociais, por exemplo. Eu defendo enfaticamente a limitação de gastos de campanha, o estabelecimento de tetos de despesas nas campanhas eleitorais, tal como consta na [proposta de] reforma eleitoral que se encontra na Câmara.

Caixa dois é crime difícil de investigar e de provar?

É. Requer evidências muito específicas, que agora no processo eleitoral têm sido observadas em alguns casos. Por exemplo, o estabelecimento de um setor que incumbiu de gerenciar e destinar dinheiro por caixa dois, o setor de operações estruturadas da Odebrecht. De forma geral, existe dificuldade na demonstração do caixa dois. Felizmente, as investigações em curso no âmbito eleitoral têm conseguido demonstrar muita coisa nessa seara.

Como provar entrega de dinheiro vivo?

Tudo depende do caso concreto. Há situações em que foi possível detectar a movimentação de recursos de caixa dois mediante flagrantes, como a distribuição de recursos em igreja evangélica. Temos no artigo 350 do Código Eleitoral a falsidade ideológica —uma omissão na prestação de contas quanto aos recursos que não foram contabilizados. A dificuldade pode ser contornada mediante modernos mecanismos como a colaboração premiada.

É possível fortalecer a investigação desse crime?

A previsão legal do crime de caixa dois ainda não é suficiente. Só haverá crime se o candidato, ao prestar contas, omitir o valor não contabilizado. Há no pacote das dez medidas anticorrupção uma referência mais explícita quanto à simples movimentação dos recursos não contabilizados: manter, movimentar ou utilizar qualquer recurso ou valor paralelamente à contabilidade exigida pela legislação, independe de prestar contas. Com penas de dois a cinco anos, incorrendo às mesmas penas os gestores de partidos políticos ou comitês e coligações

Se a defesa de um político alega que ele usou o dinheiro para o partido, e não em benefício próprio, isso é plausível?

É a lei que considera isso como justificativa implausível. Está no Código Eleitoral desde 1965. A corrupção e o caixa dois são zonas muito fronteiriças. O caixa dois é a antessala da corrupção. Não há como relativizar a irregularidade do caixa dois porque pode ser fruto de tráfico, de contrabando ou de dinheiro encaminhado ao exterior de forma irregular, sem ter sido submetido à Receita. O simples fato de não ter a possibilidade de auditar [o dinheiro] já é em si algo perigoso. A obscuridade abre espaço muito fértil à prática de ilicitudes.

O sr. é forte candidato na corrida pela sucessão do procurador-geral da República. Como será sua campanha?

O universo do MP é de mil procuradores num país de dimensão continental, mas minha intenção é estabelecer o máximo de interlocução para apresentar programa e o que penso, além do meu histórico de atuação na carreira em várias áreas: indígena, meio ambiente, combate à corrupção, consumidor.

*Seu irmão é alvo de suspeitas na Lava Jato por causa da delação da Odebrecht. Isso atrapalha? [Um delator disse que a empresa deu R$ 400 mil para a campanha de 2010 do então deputado federal Flávio Dino (PC do B­ MA) para o governo do Maranhão. Dino perdeu a disputa de 2010, mas foi eleito governador em 2014]*

Os valores que eu defendo me acompanham desde que eu ingressei na vida pública como procurador da República. Por outro lado, nesta mesma toada, somos pessoas diferentes e com identidades diferentes. Tenho dito que nado não apenas em raias diferentes, mas em piscinas diferentes. Minha vida pública como procurador da República em nada interfere na vida dele como político e vice­-versa. Não vejo como misturar essas estações.


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Poder

Flávio Dino divulga certidão e diz que não deu parecer em prol da Odebrecht

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), divulgou em suas redes sociais uma certidão e diz que não deu qualquer parecer a favor do projeto que beneficiava diretamente a Odebrecht enquanto era relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara. À época, Dino era deputado federal

Atualmente, o comunista está sendo acusado de receber R$ 400 mil de propina da construtora.

O chefe do Executivo estadual foi citado pelo ex-diretor da empreiteira, José de Carvalho Filho, durante o depoimento dado à Lava Jato. Segundo José de Carvalho, o comunista recebeu a suposta propina em troca de voto favorável ao Projeto de Lei 2.279/2007, que se aprovado atribuiria “segurança jurídica a investimentos do grupo Odebrecht”.

A denúncia foi feita pelo procurador-geral da República (PRG), Rodrigo Janot.

Flávio Dino nega todas as acusações.

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Poder

Ex-Odebrecht delata repasse de R$ 400 mil a Flávio Dino

Em colaboração premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-executivo do Grupo Odebrecht José de Carvalho Filho fez uma revelação bombástica contra o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB).

De acordo com o delator José Carvalho, em 2010 houve uma reunião com Dino, que foi tratado sobre projeto de Lei 2.279/2007, do qual daria segurança Juridica para investimentos da Odebrecht.

O delator afirmou que num dos encontros com o hoje governador Maranhão, foi solicitado (pelo comunista) ajuda para campanha eleitoral no valor de R$ 400 mil.

Ainda no mesmo depoimento, ele afirma que teria entregue à época para o próprio Flavio Dino os R$ 400 mil. O delator informou que o dinheiro foi retirado do Setor de Operações Estruturais – o famoso setor de propinas – e registrado no sistema “Drousys”.

O suposto dinheiro recebido por Flavio Dino saiu do coração da Odebrecht, onde funcionava o famoso setor de propinas e tinha funcionários dedicados a uma espécie de contabilidade paralela que visava pagamentos ilícitos (caixa dois). A área era chamada de “Setor de Operações Estruturadas”.

Carvalho Filho é apontado como o homem responsável de entregar dinheiro da Odebrecht para políticos. Ele recebia pedidos de políticos por doações ou algum tipo de vantagem ilícita e levava as dandas aos executivos da construtora.

O presidente estadual do PCdoB, secretário de Comunicação Márcio Jerry, negou que o governador Flávio Dino tenha recebido qualquer vantagem indevida.

“Flávio Dino jamais recebeu estes 400 mil. Na decisão do ministro Fachim é dito que foi entregue uma senha, fato que também não houve”, diz o secretário porta-voz do governo.


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Poder

Laboratório Cedro ganha contrato de quase R$ 2 milhões no governo Flávio Dino

O Laboratório Cedro, de propriedade de Elie Georges Hachem, Ilma Fiquene Hachem e Samira Georges Hachem Muniz, faturou um contrato milionário na Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – Emserh, órgão ligado ao governo Flávio Dino (PCdoB) e que tem como presidente Ianik Rafaela Lima Leal.

Segundo foi publicado no Diário Oficial do Maranhão, o acordo contratual está avaliado em R$ 1.930.241,93 (Um milhão, novecentos e trinta mil, duzentos e quarenta um reais e noventa e três centavos) com vigência de apenas 180 dias.

O contrato prevê a prestação de serviços laboratoriais dos exames de patologia clínica, imunologia geral, dosagem de hormônios, marcadores tumorais, imunohistoquímica, histologia, citologia, anatomia patológica e exames com técnica de biologia molecular laboratorial para atender as necessidades do Hospital do Câncer do Maranhão Dr. Tarquínio Lopes Filho.

Esse não é primeiro contrato milionário firmado pela Emserh, conforme pesquisa feita pelo Blog do Neto Ferreira, o órgão vem fazendo uma verdadeira “farra” de acordos com quantias altíssimas.

Mas isso é assunto para outro post…

Leia mais

Empresas de equipamento hospitalar ganham contratos de R$ 7,8 milhões na Emserh

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Poder

Gardeninha insinua que o PSDB não apoiará Flávio Dino

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A ex-deputado e diretora adjunta da Assembleia Legislativa, Gardênia Castelo, a Gardeninha (PSDB), em uma conversa com o titular do Blog, insinuou que o PSDB não apoiará o governador do estado, Flávio Dino (PCdoB), nas eleições de 2018.

Ao ser questionada se a legenda apoiará p comunista no próximo ano, Gardeninha respondeu com outra pergunta: “Tu acha que o PSDB vai apoiar Lula em 2018?” Dando a entender que os tucanos estaduais não apoiarão, de fato, o governador.

Com essa insinuação, os rumores de que o vice-governador, Carlos Brandão (PSDB), sairá da chapa de Flávio Dino ganham mais força.

Brandão tenta de todas as formas vender a ideia de que os tucanos não sairão da base do governador, mas ao que parece, é que ele já é voto vencido.


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Política

Insatisfeito com PCdoB, Hernando Macedo migra para o PDT

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Não é segredo para ninguém que a família Macedo anda insatisfeita com o governo Flávio Dino (PCdoB). A insatisfação é tão grande, que mudanças já estão sendo feitas.

Em conversa com o titular do Blog, o ex-prefeito de Dom Pedro, Hernando Macedo, afirmou que está saindo do PCdoB para ser membro do PDT e se lançar como candidato a deputado federal pela legenda em 2018, que terá também o ex-prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim, concorrendo a uma vaga na Câmara Federal.

A saída de Macedo do partido comunista joga luz nas insatisfações geradas no âmbito do partido de Flávio Dino e escancara ainda mais as prioridades do governo, que é eleger como deputado federal os secretários de Comunicação, Márcio Jerry, de Infraestrutura, Clayton Noleto, e reeleger Rubens Pereira Júnior.

A indiferença de Dino em relação a família Macedo é notória e só tem aumentado, embora o pai de Hernando, o empresário Dedé Macedo, tenha sido um dos grandes apoiadores do governador em 2014. Ele chegou até emprestar o seu helicóptero para facilitar a ida do gestor estadual às cidades Maranhão durante a campanha de 2014.


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