Crime

Pistola usada para executar Décio Sá pode não ter sido jogada no mar

Décio Sá

Décio Sá

Os peritos do Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim-MA), estão trabalhando a todo vapor para tentar comprovar que a pistola .40 utilizada para matar Décio Sá, na Avenida Litorânea, não foi jogada ao mar, conforme informou o pistoleiro Jonathan de Souza Silva.

Dispondo de um aparelho “microcomparador balístico”, os peritos focam na possibilidade de uma da pistola apreendida com o executor de Sá, que poderá ser a verdadeira .40 utilizada para cometer o crime bárbaro e hediondo.

“O exame de balística é 100% seguro. Se esta arma não tiver sido jogada no mar, com certeza vai ser encontrada”, disse Carlos Henrique de Abreu (Diretor do Icrim).

O secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, informou que os sete acusados na participação da morte de Décio Sá, em destaque o executor Jonathan teria jogado na a arma na baia de São Marcos, ao atravessar de ferryboat da Ponta da Espera(São Luís) para Cujupe. Segundo o executor, a arma foi dada pelo subcomandante do Batalhão de Coque Fábio Aurélio Saraiva.

Resultado da Perícia

O Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim) informou em resultado técnico sobre a morte do jornalista, ao total dos seis disparos que atingiram Sá, cinco foram em pontos vitais do corpo de Décio Sá.


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Crime

Polícia investiga ligação de políticos com quadrilha envolvida na morte de Décio Sá

Jornalista Décio Sá, de 42 anos foi morto na Avenida Litorânea (Foto: Divulgação)

Jornalista Décio Sá, de 42 anos foi morto na Avenida Litorânea (Foto: Divulgação)

O secretário de Segurança Pública do Maranhão, Aluísio Mendes afirmou na manhã desta quinta-feira (14) em entrevista ao Bom dia Mirante que não descarta a possibilidade de políticos terem ligações direta com a quadrilha que tramou a execução de Décio Sá.

De acordo com Aluísio, seria quase impossível que a quadrilha não fosse altamente protegida por políticos de forte expressão no Maranhão.

“Uma quadrilha dessa não atua durante tanto tempo, sem uma proteção maior, isso está sendo investigado”, disse o secretário.

A mesma quadrilha responsável pelo assassinato de Décio Sá, arquitetou o assassinato do empresário Fábio Brasil, na cidade de Teresina (PI).

“Foi descoberto que essa quadrilha tinha outras ações, temos a responsabilidade de desvendar o restante desse crime”, informou Aluísio.

Segundo fonte do blog, a linha de investigação orientada por Aluísio Mendes, remete a apenas um deputado estadual.

Com a elucidação do crime de Décio Sá, abre oportunidade para chegar ao político que era conivente com a quadrilha de alta periculosidade que tramou a morte do jornalista.


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Crime

Veja quem são os presos acusados pela execução de Décio Sá

Foram presos na Operação “Detonando”, o pistoleiro Jhonatan de Sousa Silva, de 24 anos, José de Alencar Miranda Carvalho, de 72 anos, o agiota Gláucio Alencar Pontes Carvalho, de 34 anos, José Raimundo Sales Chaves Júnior (o Júnior Bolinha – 38 anos), Fábio Aurélio do Lago Silva ( o Buchecha – 32 anos) e o subcomandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Maranhão, capitão Fábio Aurélio Saraiva Silva. Todos eles são acusados de integrar o grupo que executou o jornalista/blogueiro Décio Sá, morto na Avenida Litorânea, em São Luís.


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Crime

Assista a chegada do executor de Décio na Segurança Pública

Bandidos apreendidos

Bandidos apreendidos

O blog divulga as imagens da chegada do pistoleiro Jhonatan de Sousa Silva, que executou o jornalista Décio Sá, no Bar e Restaurante Estrela do Mar, na Avenida Litorânea. De acordo com o secretário Aluísio Mendes, o monstro que matou brutalmente Décio, confirmou que foi contratado por do empresário José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha, e que o subcomandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Maranhão, capitão Fábio Aurélio Saraiva Silva, disponibilizou sua pistola ponto 40 (arma de uso exclusivo das forças policiais).

Assista abaixo as imagens:


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Crime

Polícia elucida execução do crime de Décio Sá

Do G1

Jornalista Décio Sá, de 42 anos foi morto na Avenida Litorânea (Foto: Divulgação)

Jornalista Décio Sá, de 42 anos foi morto na Avenida Litorânea (Foto: Divulgação)

Sete pessoas já foram presas na operação “Detonando” deflagrada, na manhã de desta quarta-feira (13), pela polícia do Maranhão. Os presos são suspeitos de envolvimento na morte do jornalista Décio Sá.

O autor dos cinco disparos que mataram o jornalista está entre os presos. Ele tem 24 anos e é do Estado do Pará. Ainda segundo a polícia, as características do executor conferem com as mostradas no retrato falado, divulgado no dia 1º deste mês, mas ele estaria com os cabelos cortados. Os outros presos são das cidades de Santa Inês, Zé Doca e São Luís, no Maranhão.

Na operação, estão sendo empregados doze delegados e setenta policiais civis e homens do GTA. Os presos serão apresentados na Secretaria de Segurança Pública do Maranhão no início da tarde.

Entenda o caso
O jornalista Décio Sá foi assassinado no dia 23 de abril, com cinco tiros, em um bar da Avenida Litorânea, em São Luís. No mesmo dia do crime, as investigações foram iniciadas e uma recompensa de R$ 100 mil foi oferecida  pelo Disque-Denúncia por pistas que levassem ao executor de Sá.

Logo no início das investigações, agentes descobriram o pente da arma usada pelo assassino, que o deixou cair durante a fuga e testemunhas começaram a ser inquiridas para prestar esclarecimentos sobre o fato.

Contudo, três depoimentos de testemunhas vazaram na internet e, com isso, a polícia decretou sigilo absoluto para não atrapalhar as investigações.

Quase 40 dias após o crime, a polícia divulgou o retrato falado do suspeito de assassinar o jornalista Décio Sá. Com a veiculação da imagem, o Disque-Denúncia, em 24 horas, recebeu 60 ligações que indicariam o paradeiro do executor.

Um dos suspeitos de participar do assassinato do jornalista, Valdênio José da Silva, chegou a ser preso, mas por falta de provas consistentes, acabou sendo libertado. Na última segunda-feira (12), Valdênio foi assassinado dentro de casa, na Vila Talita, em Raposa (Região Metropolitana de São Luís), também com cinco tiros. Após 51 dias do crime, a polícia elucidou o caso e já prendeu sete apontados de participação no assassinato.


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Crime

Segurança Pública emite nota sobre assassinato do suposto envolvido na morte de Décio Sá

Valdênio José da Silva

Valdênio José da Silva

A Secretaria de Estado da Segurança Pública emitiu nota sobre o assassinato do suposto envolvido no crime do jornalista/blogueiro Décio Sá, na Avenida Litorânea, em São Luís.

De acordo com a nota, por volta das 23h, Valdênio foi alvejado dentro de sua residência na Vila Pirâmide com cinco tiros de revólver calibre 38 e não de pistola ponto 40 (arma de uso exclusivo das forças policiais). Leia abaixo a nota:

SSP – NOTA

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), por meio da Polícia Civil do Maranhão, informa que já foram iniciadas as investigações sobre o assassinato de Valdênio José da Silva, 38 anos. O crime ocorreu na noite da última segunda-feira (11), na Vila Pirâmide, em Raposa, por volta das 23h. Valdênio foi alvejado com cinco tiros de revólver calibre 38.

Policiais da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) estão à frente do caso. Segundo informações, Valdênio tinha envolvimento com vários crimes no Maranhão e em outros estados, e, inclusive, já tinha sido preso diversas vezes por chefiar uma quadrilha especializada em roubo de carga e sob a acusação de latrocínio no Pará.

Ele foi preso no dia 26 de abril portando um revólver calibre 38 por suspeita de envolvimento na morte do jornalista Décio Sá.


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Crime

Suposto envolvido na morte de Décio Sá é executado com cinco tiros

Valdênio foi executado da mesma forma que Décio Sá

Valdênio foi executado da mesma forma que Décio Sá

Foi assassinado na noite de segunda-feira (11), Valdênio José da Silva, de 38 anos, que tinha sido preso por envolvimento na morte do jornalista/blogueiro Décio Sá, vitima de pistolagem em 23 de abril, no Bar e Restaurante Estrela do Mar, na Avenida Litorânea.

De acordo com informações, Valdênio foi executado da mesma forma que Décio Sá, com cinco tiros de pistola ponto 40 (de uso exclusivo das forças policiais). O Crime ocorreu dentro da residência onde morava o suspeito, localizada na Vila Pirâmide, em Raposa.

Ao que tudo indica, ele teria sido vitima do mesmo grupo que deu fuga e participou do assassinato do Décio Sá. A forma da execução que levou a morte Décio Sá e Valdênio será novamente debatida nos meios de comunicação.

Quando preso Valdênio chegou a ser acusado indiretamente pela Seic (Superintendência Estadual de Investigação Criminal), como um dos responsáveis pela fuga do assassino do jornalista.

Há quase um mês atrás, a Justiça deu liberdade a Valdênio por falta de provas que ligassem diretamente ao crime.

Daqui a pouco mais detalhes…


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Crime

Homem é preso após abusar sexualmente contra a própria mãe

Policiais civis e militares efetuaram, na manhã desta segunda-feira (11), no município de Vitória do Mearim, a prisão de Jhony Silva dos Santos, 22 anos, sob a acusação de praticar estupro contra a sua própria mãe.

Segundo informações policiais, o fato ocorreu por volta das 4h da manhã desta segunda-feira, quando Jhony chegou à residência da sua mãe, situada no Povoado Vila Nova, após consumir drogas.

Ele teria entrado no quarto da mãe, Maria da Graça Silva dos Santos, 60 anos, onde a mesma foi forçada a ter relações sexuais.

Após o filho ter cometido o crime, Maria da Graça foi à delegacia onde relatou tudo que aconteceu. A vítima foi encaminhada para o Hospital Municipal Kalil Moisés da Silva onde foi realizado o exame de conjunção carnal que comprovou o abuso.
Em poder das informações, policiais civis e militares saíram em diligências até o local do crime, onde o acusado foi capturado.

Jhony Silva dos Santos foi autuado em flagrante delito pelo delegado Elcio Alves, titular da Delegacia de Vitória do Mearim. Ele permanece custodiado à disposição da Justiça.


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Crime

Som automotivo é apreendido em São Luís

Em mais um fim de semana de operação para coibir o excesso de som na Região Metropolitana de São Luís, a Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC) autuou oito pessoas por desobediência a Lei do Silêncio. As ações de combate à poluição sonora fazem parte do Programa Polícia Civil nas Ruas.

Os mais de 60 investigadores, delegados e escrivães divididos em equipes operacionais, durante três dias de trabalho, percorreram diversos pontos da capital, vistoriando postos de gasolina e casas de shows denunciadas nas ligações que chegam à delegacia de Costumes e Diversões Públicas.

Autuações – No último fim de semana foram oito autuações, totalizando 42 incursões. No sábado (9), a SPCC contabilizou seis autuações. Na área da Cidade Operária, dois veículos foram apreendidos, sendo um no posto de gasolina, localizado na Avenida Lourenço Vieira da Silva, próximo a Universidade Estadual do Maranhão (Uema). Nesta, o proprietário, ao perceber a presença dos policiais, deixou o local abandonando o veículo, um Peugeot, com placas de São Paulo. A segunda apreensão aconteceu na Unidade 205, no Viva daquele bairro.

Ocorreram apreensões também na Avenida Santos Dumont (um veículo apreendido), Avenida Tancredo Neves (duas apreensões) e uma na Praça do Bacanga. Já no domingo (10), ocorreram apenas duas apreensões. Todo o material apreendido está nas dependências da Delegacia de Costumes.

“Neste fim de semana, aumentamos o efetivo para que as equipes tivessem mais agilidade. Dessa forma, os trabalhos foram mais rápidos e conseguimos atender um número maior de ocorrências”, explicou a delegada.

Segundo a SPCC, os trabalhos do Programa Civil nas Ruas vão continuar durante o período junino. De acordo com a delegada Edilúcia Trindade, todos os proprietários de arraias e grupos folclóricos foram orientados sobre o funcionamento dos estabelecimentos e horários permitidos por Lei. “Não iremos permitir nenhum excesso. O combate à poluição sonora trabalha em várias vertentes. Tudo o que estiver acima de 80 decibéis não será permitido”, enfatizou.


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Crime

Mais um blogueiro é ameaçado

Blog do Luis Cardoso

Recebi ontem, pela segunda vez, a informação de que duas pessoas estão rondando, em uma Hilux preta, o Recanto dos Vinhais, procurando saber o meu endereço.

Na sexta-feira, por volta das 17h30, as duas figuras estavam procurando meu endereço na antiga residência, nos Colibris, um conjunto de apartamentos no Recanto.

Um deles, que estava ao volante, falou que meu blog lhe deu um enorme prejuízio financeiro por causa de uma denúncia que envolvia vendas de medicamentos e equipamentos hospitalares. Deve ter sido alguma coisa sobre superfaturamento.

Das duas informações que obtive, nenhuma soube precisar as placas do veículo. Liguei ontem mesmo para o secretário de Segurança Pública, Aluízio Mendes. Sem retorno.

Conversei com um delegado da SEIC, que me orientou para permanecer em casa. Um c0ronel amigo meu solicitou ajuda policial e por algumas horas uma viatura ficou vistoriando locais mais próximos de minha residência.

Assim como o jornalista Décio Sá, já sofri inúmeros processos e ameaças de morte. Desde a execução dele, não tenho mais saído do meu cantinho, principalmente no período da noite. Fiquei privado do que mais gosto: a vida noturna, dos botecos e de caminhar na praia.

Uma das mais recentes ameaças partiu de uma deputada estadual. Vianey Bringel, depois de denúncia aqui no blog sobre o esquema corrupto instalado na prefeitura de Santa Inês, que é comandada pelo seu marido, o prefeito Robert Bringel, ocupou a tribuna do Legislativo maranhense para dizer que nada faria contra a minha pessoa, mas que do seu genro ela nada saberia. A ameaça parlamentar, feita de uma tribuna de um poder, foi presenciada por dezenas de deputados.

O jornalista Décio Sá foi executado de forma cruel, covarde e bárbara, em um dos pontos de maior atração turística da cidade: a avenida Litorânea, por volta das 23h do dia 23 de abril passado. O crime permanece sem solução. Os criminosos impunes.

A Polícia Civil, que investiga o caso, precisa elucidar o assassinato de que foi vítima Décio Sá. Nós, jornalistas e blogueiros estamos vulneráveis. Os crimes de pistolagens  aumentam a cada dia no Maranhão.

O nosso blog foi o primeiro a sugerir que fosse criada e instalada uma CPI pela Assembleia Legislativa para apurar os crimes de encomendas. Sem sucesso; até porque existem deputados direta e indiretamente envolvidos.

Agora mesmo, bem no início da campanha eleitoral, alguns candidatios foram alvos de atentados pela pistolagem. Mas o governo do Maranhão prefere ficar calado, aceitando que as velhas práticas se instalem. Estamos regredindo. Aqui virou uma terra sei lei.  Uma lástima!


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