Cultura

A obra “O fenômeno humano” de Agassiz Almeida afronta um mito universal

Na vanguarda das lutas democráticas e no apoio à cultura brasileira, há mais de cem anos, desde os seus fundadores, Gustavo de Lacerda, Mário Galvão e Amorim Junior, até o seu atual presidente Mauricio Azêdo, a Associação Brasileira de Imprensa, ABI, e como várias personalidades e entidades, vêm manifestando critica favorável ao livro “O fenômeno humano” de Agassiz Almeida

Destacando esta obra como uma das mais importante nas últimas décadas na literatura brasileira, de vez que o autor, numa longa pesquisa investigativa desvendou a viagem de Charles Darwin no H.M.S. Beagle, no século XIX, como uma estratégica farsa montada pelo Império Britânico visando usurpar as riquezas dos países sul-americanos recém libertos do jugo espanhol, inclusive o Brasil.

Ressalta a critica: Eduardo Galeano, na sua clássica obra, apontou as veias abertas da América Latina, Agassiz Almeida escancarou as vísceras dos povos espoliados, no século XIX, da América do Sul, sangrados pelas garras da Inglaterra cujas consequências danosas ainda alcançam os dias atuais.

Nos altos momentos da nacionalidade brasileira, destacadamente nos campos político e cultural, a Associação Brasileira de Imprensa, ABI, sempre esteve presente numa posição de combate ao autoritarismo e as oligarquias, ou no incentivo à promissoras iniciativas, como esta manifestação expressa pelo seu combativo presidente Maurício Azêdo, resumida nesta expressão: A fascinante obra “O fenômeno humano” de Agassiz Almeida, após uma profunda pesquisa pelo seu autor, afrontou um mito universal. Parabéns, companheiro Agassiz.


Acompanhe o Blog do Neto Ferreira também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Poder

Presidente da Associação de Imprensa quer Polícia Federal na investigação da morte de Décio Sá

Maurício Azevedo

Maurício Azevedo

Sabemos que todos os dias são assassinados injustamente pessoas de bem, a exemplo disto, o jornalista/blogueiro Décio Sá, vitima de pistolagem na última segunda-feira, 23, em plena Avenida Litorânea, em São Luís

Hoje, me deparo com a ótima notícia dada pelo jornalista Marco D’Éca, de que o presidente da Associação Brasileira de Imprensa, jornalista Maurício Azedo, encaminhou o presidente Dilma Rousseff e ao ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, pedindo acompanhamento da Polícia Federal, no caso da morte do Décio Sá.

De fato, a PF já se faz presente nas investigações, porém, não chega á 30%. A iniciativa em levar o pedido para Dilma Rousseff, é que o crime não fique impune no qual a sociedade em modo geral, tenha respostas concretas imediatas de quem cometeu e de quem ordenou a execução dessa barbaridade.

Cabe agora, ao secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, da respostas imediatas a sociedade que cobra veemente do poder publico a elucidação não só deste, como de vários casos que até então, ficam impunes perante os olhos da população maranhense.


Acompanhe o Blog do Neto Ferreira também pelo Twitter™ e pelo Facebook.