Política

Clodomir é afastado pela terceira vez do cargo de prefeito da Raposa

Afastar gestores públicos do cargo virou moda no Maranhão. Em pouco mais de 1 mês, o prefeito da Raposa, Clodomir de Oliveira (PRTB), e o vice-prefeito, Messias Lisboa, foram cassados pelo menos três vezes.

O juiz e membro do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), José Eulálio Figueiredo de Almeida, afastou Clodomir na noite de ontem domingo (14). Em seu lugar a comunista Talita Laci assume o Executivo Municipal.

No dia 13 do mês passado, o juiz Osmar Gomes, determinou o afastamento imediato do gestor pelo crime de compra de votos em 2012. Em uma semana, Clodomir conseguiu retornar ao cargo.

15 dias após ser cassado e conseguido o retorno, a juíza Alice de Sousa Rocha, cassou pela segunda vez e determinou que fosse empossado a filha do ex-prefeito Laci.


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Poder

Clodomir retorna pela segunda vez ao cargo de prefeito da Raposa

O segundo capítulo do imbróglio político que afastou o prefeito da Raposa, Clodomir de Oliveira (PRTB), foi encerrado nesta quarta-feira (11).

Um mandado de segurança concedida pelo desembargador Guerreiro Júnior, reconduziu Clodomir ao cargo. Ele já foi afastado e retornou ao Executivo Municipal pela segunda fez.

Os advogados de Talita Laci, candidata a prefeita nas ultimas eleições, acusaram o gestor de compra de votos – caracterizando crime eleitoral em benefício próprio.

No dia 29 do mês passado, Clodomir e seu vice-prefeito, Messias Lisboa, foram afastados pela juíza Alice de Sousa Rocha. Ao tentar retornar ao cargo, o juiz federal Clodomir Sebastião Reis, negou o pedido e manteve a decisão da magistrada.


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Cidade

Prefeitura de Raposa é obrigada a regularizar abastecimento de água

Prefeito Clodomir.

Prefeito Clodomir.

Por determinação da juíza da Comarca de Raposa, Rafaella de Oliveira Saif, o Município e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Raposa devem fornecer água gratuita através de caminhões-pipa aos moradores em caso de interrupção do abastecimento por mais de quatro horas seguidas. Ela também determinou que, no prazo máximo de 60 dias, sejam adotadas providências necessárias para o fornecimento de água a todas as casas da cidade por 18 horas diárias.

Em caso de descumprimento da decisão, a multa diária é de R$ 1 mil.

A decisão atendeu a uma Ação Pública com Pedido de Liminar proposta pelo Ministério Público. De acordo com as denúncias, os moradores de Raposa, especialmente dos bairros Garrancho, Itapeuá, Vila Maresia, Vila Bom Viver, Vila Laci, Juçara, Centro, Inhaúma, Ponta Verde e Vila Pantoja, estão prejudicados, há alguns meses, com o abastecimento de água precário. Além da água que não apresentaria qualidade para consumo, o MP relata que os consumidores continuam recebendo as faturas de cobrança.

Além da determinação de abastecimento imediato com caminhões-pipa e de 60 dias para regularização do abastecimento de água por 18 horas diárias aos consumidores de Raposa, a juíza Rafaella Saif definiu que dez das 18 horas devem ser entre as 7h e 20h, com pressão necessária para garantir o abastecimento das caixas d’água domiciliares. Ela determinou, ainda, um prazo de 120 dias para que o abastecimento seja estendido para 20 horas diárias, sendo 12 delas entre as 7h e 22h.


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Política

Prefeito de Raposa não cumpre acordo e educadores paralisam

Prefeito Clodomir.

Prefeito Clodomir.

Os professores da rede municipal da Raposa paralisam as atividades por 72 horas a partir desta segunda-feira, dia 06 de maio. A paralisação foi definida na Assembleia Geral da categoria, realizada na última sexta-feira, dia 03 de maio em frente a prefeitura da Raposa. Na assembleia, convocada pela ASISMU – Associação Representativa dos Servidores Municipais de São Luis, São José de Ribamar, Raposa e Bacabeira, com o apoio da UGT – União Geral dos Trabalhadores, deliberou por esta decisão após terem passados mais de 60 dias do acordo feito com a prefeitura, onde ela se comprometia a atender algumas reivindicações dos professores.

Entre estas reivindicações estão a garantia jornada máxima de trabalho dentro da sala de aula fixada em pela Lei 11.738/200, o recebimento da gratificação do Fundeb e o pagamento de 1/3 de férias sob os 45 dias trabalhado. Beka Rodrigues, presidente da ASISMU lembra que também foi decidido na assembleia a entrega de uma Carta Aberta à População da Raposa, onde os professores justificam entre os motivos para a paralisação as precárias condições de trabalho encontrada nas escolas da rede municipal de ensino e convocam os pais de alunos a somarem forças na luta da c ategoria que também pede a valorização da área da educação por parte da prefeitura

Em Assembleia Geral, realizada na frente da Prefeitura da Raposa, categoria dos professores decidiu paralisar as atividades por 72 horas.

Em Assembleia Geral, realizada na frente da Prefeitura da Raposa, categoria dos professores decidiu paralisar as atividades por 72 horas.

No primeiros meses deste ano, a Prefeitura de Raposa recebeu o o valor de 3.940.038,12( Três milhões, novecentos e quarenta mil e trinta e oito reais e doze centavos) mas no cotidiano da rede municipal de ensino, não é observado pelos professores a aplicação eficaz destes recursos.


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Política

Prefeito da Raposa empurra professores com a barriga

No próximo dia, 25 de abril, acaba o prazo pedido pela Prefeitura da Raposa em atender algumas das reivindicações feitas pelos professores da cidade que até o momento aguardam sinalização do prefeito Clodomir.

Professores cobram do gestor que a legislação da qual determina a carga horária semanal de trabalho dos professores dentro da sala de aula sejam colocadas em prática, além disso, o cumprimento do piso salarial dos magistérios também é outra reivindicação. No caso de professores com jornada de trabalho de 40h, eles só podem ficar no máximo 26h dentro da sala de aula.

As reclamações por parte da categoria é geral que professores da Raposa não recebem a gratificação residual do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação.

Eles também cobram o pagamento do décimo terceiro, de férias e do adicional do tempo de serviço, direitos esses assegurados por lei, mas que não estão sendo garantidos pelo prefeito de Raposa, Clodomir de Oliveira (PRTB).


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