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Brandão conversa com Felipe Camarão pelo WhatsApp, mas diálogo não avança

Os bastidores políticos ficaram agitados com a informação de uma conversa do governador Carlos Brandão (sem partido) e o vice-governador, Felipe Camarão (PT). Apesar de não haver encontro pessoal, os dois trocaram mensagens. Do diálogo, nada avançou. Essa foi a última tentativa para um acordo visando a disputa eleitoral deste ano.

A tentativa de conversa começou ainda em dezembro. O governador Carlos Brandão chamou Felipe Camarão para conversarem no Palácio dos Leões. Por duas vezes, houve ligações para que o encontro pessoal acontecesse, mas não se consolidou.

E a retomada para um diálogo foi feita por “conselho” vindo lá de Brasília. Em conversa por telefone com Brandão, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse ao governador que ele tentasse mais uma vez dialogar com Camrão e tentar fechar um acordo. E assim Carlos Brandão fez.

Como dito mais acima, não houve encontro pessoal. O governador e o vice trocaram mensagens. A conversa foi para um acordo que, segundo os dinistas, somente favorece o próprio Brandão. De novo a tentativa de que Camarão renuncie ao mandato e assim teria o apoio do Palácio dos Leões para uma candidatura a deputado federal.

E de novo Felipe Camarão disse que não renuncia. Foi tudo em um tom amistoso, disseram os palacianos.

O fato é que para os aliados de Brandão, essa tentativa de uma acordo sem êxito encerra de uma vez as especulações sobre uma reaproximação entre palacianos e dinistas. Agora é cada um buscar seus rumos para as eleições de outubro.

Claro que tanto dinistas quanto palacianos buscam manter o apoio do presidente Lula (PT) no Maranhão. E, para isso, buscam diálogos constantes com a direção nacional petista.

Por fim, pelo que o cenário aponta, ficará para o início de abril mesmo as definições de rumos com o prazo de desincompatibilização findado.

Com informações do Imirante.com

One thought on “Brandão conversa com Felipe Camarão pelo WhatsApp, mas diálogo não avança

  1. “Felipe virou um peso morto que Brandão insiste em carregar, como se fosse medalha de honra. Na prática, só atrapalha: depende da máquina para respirar politicamente e não soma nada de votos. Brandão teria muito mais força se fosse sozinho para a disputa, mostrando independência e coragem, em vez de se prender a quem só drena energia.”

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