Política

Prefeitura de Primeira Cruz inicia obra sem placas informativas

A prefeitura de Primeira Cruz, interior do Maranhão, iniciou mês passado a construção de algo que a população não tem conhecimento, devido a ausência de placas informativas.

Sérgio Albuquerque, gestor do município, ordenou o inicio da obra no povoado Caeté, que acredita-se ser uma escola. Ocorre que a população não aceita a construção no local em virtude de ser muito arenoso, ficando muito próximo da maré.

O artigo 14 da Lei 12.378, de 2010, obriga a prefeitura a informar a sociedade sobre os gastos e responsabilidade técnica daquela obra. As placas servem para promover a transparência das verbas públicas do município e devem conter informações sobre nome da empresa responsável e prazo para conclusão do serviço.

Neste caso, o prefeito de Primeira Cruz pode ser alvo de Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.


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Política

Prefeito de Primeira Cruz deixa povoado do município em estado de abandono

Prefeito de Primeira Cruz, Sérgio Bogéa

Prefeito de Primeira Cruz, Sérgio Bogéaz,

Relatos dos moradores de Primeira Cruz sobre a gestão do prefeito Sérgio Albuquerque, em relação ao povoado de Caeté, deixam qualquer pessoa revoltada com a situação. O povoado tem pouco mais de 1000 habitantes e não possui escola de ensino médio.

Para estudar os alunos enfrentam horas exaustivas de viagens de barco, todos os dias, para chegar até a sede do munícipio.

O transporte é pago pelos pais dos alunos. Quem não tem condição de pagar, fica sem estudar, pois a prefeitura não arca com as despesas, que foi cortada após um determinado período. Além disso, a embarcação não oferece segurança aos alunos.

Uma creche que havia no povoado foi saqueada durante uma madrugada e levaram o que puderam carregar, entre as telhas e janelas.

Populares afirmam ainda que um poço que seria construído no local nunca teve a obra concluída. Fora uma placa que anuncia a construção de kits sanitários, no valor de R$ 1.012.144,60 milhão e não saiu do papel. Detalhe, a obra já deveria ter sido concluída há três anos.

A maior parte da população de Caeté é composta por pescadores, trabalhadores rurais e artesãs.

Placa de obra que não saiu do papel

Placa de obra que não saiu do papel


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