Maranhão

Hospital de Matões do Norte será inaugurado nesta sexta

matões

A operacionalização da primeira unidade avançada do Hospital Geral de Alta Complexidade Tarquínio Lopes Filho, que será inaugurada nesta sexta-feira (31), no município de Matões do Norte, foi detalhada, na última quarta-feira(29), pelo secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, a prefeitos e secretários de saúde dos 14 municípios da região de Matões do Norte.

O hospital prestará atendimento de traumas e cirurgias ortopédicas de urgência. Ricardo Murad explicou que o hospital será referência para os municípios de Matões do Norte, Anajatuba, Arari, Belágua, Cantanhede, Itapecuru-Mirim, Miranda do Norte, Nina Rodrigues, Pirapemas, Presidente Vargas, São Benedito do Rio Preto, Urbano Santos, Vargem Grande e Vitória do Mearim.

“É mais um hospital da rede estadual que será porta aberta para pessoas que sofrerem acidentes em áreas próximas ou forem encaminhadas pelos 14 municípios. Com isso, vamos resolver o drama da superlotação da rede de urgência e emergência em São Luís e diminuir o sofrimento das pessoas que ficam aguardando por cirurgias nos corredores dos Socorrões”, afirmou o secretário.

Ele adiantou que, para dar suporte à unidade avançada de Matões do Norte, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) está redefinindo o perfil do Hospital Regional Adélia Matos Fonseca, em Itapecuru-Mirim, que deixará de realizar cirurgias de emergências e terá maior disponibilidade para assistência materno-infantil. “Dentro de 15 dias vamos reorganizar o atendimento no hospital de Itapecuru que, com novos obstetras, pediatras e anestesistas dará mais conforto às gestantes e aos bebês”, adiantou.

Unidade avançada

O secretário informou que a unidade de Matões do Norte, mantida com recursos estaduais, funcionará 24 horas, com equipes qualificadas de cirurgiões, ortopedistas, anestesistas, intensivistas, três salas cirúrgicas e salas vermelhas com leitos de UCI. “As unidades de urgência e emergência não podem ser de pouca qualidade e resolução. Esta será uma extensão do Hospital Geral de São Luís, com a mesma qualidade e equipes qualificadas para que as intervenções sejam realizadas com sucesso e rapidez”, enfatizou.

O prefeito de Cantanhede, José Martinho (Cabão), disse que encaminha para São Luís pacientes vítimas de traumas e necessitando de cirurgias. “Este hospital de Matões do Norte fica distante 20 quilômetros da nossa cidade e vai facilitar o deslocamento do paciente, além da certeza que ele não ficará aguardando muito tempo pelo procedimento. Vai tirar uma grande responsabilidade dos municípios, que é viabilizar estes atendimentos”.

Com o mesmo perfil do Hospital de Matões do Norte, serão implantadas outras três unidades avançadas do Hospital Geral em São Luís – nos bairros Vila Luizão, Vila Palmeira e Maiobão. Estas obras estão em andamento e serão concluídas ainda neste semestre.


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Maranhão

Falso médico é preso e Ricardo Murad alerta prefeitos do interior do estado

Ricardo Murad.

Ricardo Murad.

O secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad , usou o Facebook para alertar aos prefeitos e secretários municipais de Saúde, sobre o exercício ilegal da medicina.

Na mensagem postada neste sábado (23/11) na rede social, Murad pediu com urgência uma varredura em todos os médicos que atuam nos municípios para checarem o CRM ou da inscrição válida no programa Mais Médicos no Estado. A iniciativa foi tomada após um nigeriano ser detido no Hospital Municipal de Bacuri, na Baixada Maranhense, suspeito de exercício ilegal da medicina.

O suspeito nigeriano foi detido no início da tarde deste sábado (23/11) com suspeita de exercício ilegal da profissão, a polícia também investiga informações de que o homem tenha receitado medicamentos para uma criança, na cidade de Mirinzal, que teria morrido vítima de raiva humana. A partir do caso, o secretário de Saúde alertou as autoridades municipais de Saúde. “Assim como esse, podem existir outros se fazendo passar por médico”, chamou a atenção, Ricardo Murad.

Após a prisão, o suspeito nigeriano foi encaminhado para a Delegacia Regional de Pinheiro. Segundo o Código Penal, o exercício ilegal da medicina é um crime contra a saúde pública, passível de detenção de seis meses a dois anos.

Veja a íntegra da publicação do secretário de Saúde

“ALERTA GERAL
Prefeitos e secretários municipais de saúde
Registramos o óbito de uma criança por raiva humana (canina) porque não recebeu o tratamento recomendado pelo protocolo estabelecido para esses casos e com o agravante de ter sido atendida por pessoa não habilitada.

O cidadão que atendeu a criança no hospital municipal de Mirinzal, não tem CRM, portanto não tem registro para atuar como médico expedido pelo conselho regional de medicina conforme atestado do Dr. Abdon Murad, como também não faz parte do programa “Mais Médicos” do Ministério da Saúde para o Maranhão, sendo-lhe vedado o exercício legal da medicina em qualquer unidade de saúde.

Esse cidadão, conforme apuramos hoje – com denúncia já formalizada diretamente ao secretário de segurança pública – atua como médico em vários municípios colocando em risco a vida de pessoas inocentes.

Peço a todos os prefeitos e secretários municipais de saúde que façam imediatamente uma varredura em todos os médicos que atuam nos municípios para checagem do CRM ou da inscrição válida no programa “Mais Médicos” para o Maranhão.

Assim como esse, podem existir outros fazendo-se passar por médico.

o nosso compromisso é com a saúde da população maranhense e somente com ela.
Nome do cidadão de origem nigeriana: Kingsley Ify Umeilechukwu”


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Maranhão

Sem ambulância em Guimarães paciente é transferido para Cururupu em cima de uma porta

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A falta de ambulância na cidade de Guimarães obrigou o motociclista José Antônio Lázaro Louzeiro, de 27 anos de idade, vítima de acidente de trânsito na estrada que liga o povoado Santo Antônio ao Jandiritíua a ser transportado para o hospital na carroceria de uma L200. Ele foi levado para uma emergência em cima de uma porta, utilizada coma maca por populares, com fratura exposta no fêmur.

Em Guimarães, o médico de plantão Dr. Wilson Carvalho atendeu o paciente e logo encaminhou para a Santa Casa de Cururupu. A direção do hospital não tendo outra opção, por não dispor de uma ambulância fez a transferência da vítima na corroceria.

Uma calamidade.


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Poder

Prefeitura de Brejo recebeu mais de R$ 1 milhão para a saúde

A prefeitura de Brejo via secretária municipal de saúde, recebeu somente em 2013 mais de R$ 1 milhão em recursos para a saúde. Os repasse da saúde são referentes à assistência farmacêutica, atenção básica e vigilância em saúde.

Os valores divulgados mostra que o prefeito de Brejo, Dr Omar, já tem motivos de sobra para tirar o município do brejo.

Assistência Farmacêutica

Vigilância em saúde

Documentos extraídos do blog do Foguinho.


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Poder

Secretário culpa políticos pelo caos na saúde

Por Dr.Santiago Servin

Amanhã completo quase sete meses como secretario, período sofrido, difícil, mas com algumas conquistas, conheci muitas pessoas algumas muito preparadas, inteligentes e bem intencionadas, porém subutilizadas por questões políticas, já outras despreparadas para os cargos que exerciam mais ocupando estes por exigência política de outros mais poderosos, realmente uma pena, pois isto dificulta muito o andamento do sistema dentro da secretaria.

Santiago Servin e João Castelo

‘Santiago Servin e João Castelo

Na lista dos meus sonhos a serem realizados nunca esteve o de ser secretario municipal ou de qualquer cargo político, mas aconteceu por vários motivos e principalmente pelo desejo de querer fazer alguma coisa pela saúde, tentar deixar uma marca, algo quase que impossível quando as intenções são boas.Entrei com vontade, querendo tudo para ontem, como bom cirurgião que sou, mas me deparei não com uma muralha e sim com varias de vários tamanhos, algumas muito altas e lógico com bendito período eleitoral, que não permite que se tome praticamente nenhuma medida política ou administrativa de grande porte.

Descobri assim, que as coisas não são como eu imaginei e logo de inicio encontrei um longo e difícil caminho que em vários momentos me levaram a pensar em desistir, mas me mantive firme apesar das pressões que sofri, apesar da politicagem a qual a saúde é submetida, apesar dos políticos irresponsáveis que só pensam em manter o mandato e não se preocupam com a vida das pessoas. Alem de que eu tinha dado a minha palavra, de que me manteria firme ate o final.

A ajuda dada pela secretaria estadual de saúde foi uma decisão minha, foi um pedido de socorro, pois o risco que corríamos em prejudicar um inocente era grande, alem de levar a culpa por isto. Estávamos sozinhos apagando incêndios que estavam cada vez mais difíceis de serem controlados, os políticos não entendem e nunca vão entender isto, só quem é técnico e trabalha na ponta sabe do que estou falando.

O estado demonstrou ser efetivo e preciso, ajudou muita gente necessitada, nós estávamos quase que impossibilitados de resolver os problemas destas pessoas, acredito que a única forma que o governo tem de fazer saúde sem misturar com a política é dar as mãos e trabalhar juntos.

Muitos falaram mal da minha pessoa por ser paraguaio ou por ser mais técnico do que político, político não sou mesmo, mas paraguaio sou e com orgulho, mas também sou brasileiro naturalizado há quase 10 anos, sou casado com uma maranhense e tenho uma filha maranhense (sou maranhense de coração, quem me conhece sabe muito bem disso), formei na UFMA há mais ou menos 18 anos, sou especialista em cirurgia geral pela UFMA e especialista em Coloproctologia, sou cria do Socorrão (adoro emergência); ando pelo socorrão há quase 22 anos, sei de todos os problemas destes hospitais, pena que não tive tempo e nem autonomia de pelo menos tentar resolver alguns deles.

Estes problemas podem ter piorado no último ano, mas sempre existiram e todos sabem quais são (superlotação, falta de autonomia da direção destas unidades, subfinanciamento, manipulação política da emergência, etc.), os políticos parecem não querer ou pode também não ser de interesse deles resolver estes problemas, talvez manter estes pacientes no fio da navalha, seja mais beneficioso politicamente, sinceramente não consigo entender; espero sinceramente que o novo prefeito e a nova equipe da secretaria de saúde (tenho Fé nesta nova equipe) tenham consciência e deixem a política de lado ao cuidar da saúde, elas duas não devem ser misturadas de forma alguma, talvez esta seja uma das soluções para o problema da saúde do município, negociar sem querer tirar vantagem e pensar nas pessoas que precisam destes serviços.

Finalizando queria agradecer as pessoas que me tiveram paciência me apresentaram e ensinaram sobre algumas coisas das quais realmente não tinha nem ideia da sua existência e muito menos como funcionava (SUS, política de saúde, gerenciamento de pessoal, ministério da saúde, conselho municipal de saúde, comissão intergestora regional, CIB, etc.), não é tão difícil quando se tem as pessoas certas do seu lado, praticamente me pegaram pela mão. Não vou citar nomes, pois posso esquecer injustamente alguns. Do fundo do meu coração agradeço a todos com quem trabalhei durante estes sete meses e peço desculpas a quem dei mais trabalho.


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Poder

Saúde aplica recursos para prevenção da obesidade

Para reforçar ações de prevenção e controle da  obesidade, o Ministério da Saúde liberou R$ 10,3 milhões para compra de equipamentos que vão identificar casos de excesso de peso em unidades de saúde e em academias da saúde, espaços públicos destinados à prática de atividades
físicas e promoção de hábitos saudáveis. O repasse foi estabelecido pelas portarias 3156 e 3157, publicadas nesta semana no Diário Oficial da União. A pasta ainda preparar um plano nacional contra a obesidade, que deve ser divulgado no início de 2012.

Serão contempladas com o repasse unidades de saúde em 1.796municípios com adesão homologada ao Programa Nacional de Melhoria do
Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB). Essas unidades de saúde terão antropômetros – instrumentos para aferir altura –, balanças pediátricas para crianças menores de 2 anos, balanças com maior capacidade de mensuração, adequadas para diagnóstico de obesidade órbida além de fitas antropométricas.

A portaria 3156 habilita os municípios a receber R$ 3 mil por Unidade Básica de Saúde. Para incluir esses equipamentos nas unidades de saúde serão alocados R$ 10,176 milhões.

As academias da saúde que já estão em funcionamento e que começarão a receber o incentivo de custeio do Ministério da Saúde passarão a contar também com antropômetros, balanças e fitas antropométricas. A portaria 3157 habilita os municípios a receber recursos para a ruturação da Vigilância Alimentar e Nutricional, no valor de R$ 1,5 mil por polo do Programa Academia da Saúde. Os polos receberão ao todo R$ 133,5 mil reais para a compra desses equipamentos.

“Trata-se de mais um esforço para prevenir e controlas a obesidade e as doenças crônicas relacionadas”, ressalta o coordenador adjunto de limentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Eduardo Nilson. Ele lembra que no Brasil, as doenças crônicas não transmissíveis, que têm como fatores de risco a inatividade física, a alimentação não saudável, o sobrepeso e obesidade, respondem por 72% das mortes.

Números preocupantes – A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2008-2009, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que metade dos adultos brasileiros apresentam excesso de peso e que 12,4% dos homens e 16,9% das mulheres são
obesos. A obesidade relaciona-se com altos níveis de gordura e açúcar no sangue, excesso de colesterol e casos de pré-diabetes. A obesidade também está ainda associada a, doenças cardiovasculares, principalmente isquêmicas (infarto, trombose, embolia e arteosclerose), além de problemas ortopédicos, asma, apnéia do sono, alguns tipos de câncer, esteatose hepática e distúrbios psicológicos. A doença é, também, fator de risco para problemas de pele e infertilidade.

Além disso, a pesquisa aponta que uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estão com peso acima do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. O percentual de jovens de 10 a 19 anos com excesso de peso passou de 3,7%, em 1970, para 21,7%, em 2009.


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