Cidade

Moradores da Cohab sofrem com rua sem asfalto

Do Imirante

Poeira, sujeira e problemas respiratórios, essas são algumas das coisas que estão acompanhando os moradores da Cohab, mais precisamente na rua 15 do Cohab Anil IV. O problema é que uma obra de construção de galerias foi realizada no local, mas os estragos causados nunca foram solucionados.

Uma das sujeitas por conta das condições da rua é a moradora do bairro da Cohab há mais de 30 anos, a dona de casa Santana Nogueira. Em conversa com o Imirante.com, compartilhou apontando para o rosto que nunca mais conseguiu ter uma saúde plena por conta da poeira e sujeira que acumula no local: “Eu vivo gripada, não posso varrer o terraço que fico desse jeito”.

E acrescenta, também, que na época de chuva é pior: “A gente só vive atolado de lama, e pisar na rua é pedir para vir todo sujo por conta da água que mistura com a terra e vira uma lama sem fim. Você fica sujo e doente”.

Veja abaixo algumas fotos do local:


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Cidade

São Luís: lixo, esgoto e buracos tomam conta de rua

Do Imirante

A Estrada da Vitória, no bairro do João Paulo, é uma alternativa para o motorista que tenta fugir do trânsito caótico na região em determinados horários. Mas, o condutor que se vê livre do engarrafamento acaba tendo prejuízos devido aos buracos. As condições do asfalto na região têm dificultado o tráfego e não só de veículos. Até quem passa a pé reclama da lama.

Isso porque, além, das chuvas, na Estrada da Vitória é despejado esgoto liberado das casas com o quintal voltado para a via. São visíveis os canos com escoamento para a localidade. O Imirante.com entrou em contato com a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) e aguarda uma resposta.

Outro problema é o lixo que, segundo a dona de casa Célia Regina Piedade, é deixado por carroceiros. “Nunca mais vieram limpar. Quando chove vem tudo para a porta da gente”, reclama. A situação fica, ainda, pior à noite, uma vez que a maioria dos postes de iluminação pública, segundo a dona de casa, estão sem funcionar desde o último sábado (7). “Já passaram por aqui, já verificaram, mas não fizeram nada. Deram 15 dias para ajeitar”, contou. Enquanto a situação não é solucionada, os moradores convivem com a medo de saírem à noite e serem assaltados.


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