Poder

Manjericão e Iogurte irão custar R$ 231 mil para a Prefeitura de Presidente Médici

Mesmo com a crise que assola o país, a Prefeitura de Presidente Médici tem feito gastos exorbitantes.

Segundo um contrato publicado no Diário Oficial do Município, o Executivo municipal vai gastar R$ 653.075,85 (seiscentos e cinquenta e três mil setenta e cinco reais e oitenta e cinco centavos) em gêneros alimentícios para atender a demanda do Programa Nacional de Alimentação Escolar –PNAE do Município de Presidente Médici/MA.

O Blog do Neto Ferreira verificou quanto cada alimento vai custar para a Prefeitura de Presidente Médici e descobriu um fato no mínimo, beirando ao absurdo.

De acordo com a Ata de registro de preço, serão gastos somente com manjericão a quantia de R$ 139.749,75 mil, o equivalente a 79.857 mil pacotes. O preço unitário é R$ 1,75.

Outro objeto que vai sair caríssimo aos cofres públicos é o iogurte. Serão comprados 47.300 mil unidades, que somados resulta em R$ 92.235,00 mil, sendo a unidade R$ 1,95.

Somente com esses dois produtos, a Prefeitura vai desembolsar R$ 231.984,75 mil.

Os valores são altíssimos e os órgãos competentes deverão analisar o caso.

Veja a lista dos alimentos completa aqui

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Política

Emílio Weba segue na liderança e será eleito em Presidente Médici, diz Escutec

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O candidato a prefeito de Presidente Médici, Emílio Weba (PCdoB), vem liderando as pesquisas de opinião.

Segundo o levantamento do Instituto Escutec, divulgado dia 26 de setembro, no cenário estimulado, Weba está em primeiro lugar com 54,3% das intenções de votos contra 42% de Ivone do Antonio da Paraense (PSD), não sabem vem com 3,7%.

Na modalidade espontânea, o candidato do PCdoB surge com 53,7% e Ivone do Antonio da Paraense (PSD) com 40,7%. Não sabem aparece com 5,7%.

O Escutec também apurou o índice de rejeição. Ivone do Antonio da Paraense (PSD) tem 46,7% de rejeição e Emílio Weba (PCdoB) possui 39,0%. Não sabem 14,3%.

A pesquisa ouviu 300 eleitores e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-02161/2016.

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Política

Prefeita de Presidente Médici declara apoio a Emílio Weba

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Prefeita de Presidente Médici, Dra Élia; o empresário Emílio Weba e a sua esposa.

A Prefeita da cidade de Presidente Médici, Dra. Élia, não concorrerá a reeleição. Ela decidiu abdicar da candidatura para apoiar o empresário, Emílio Weba.

O anúncio foi feito em um evento realizado no povoado Nova Esperança, localizado naquele município, no último final de semana.

No dia 30, acontecerá a convenção do partido, onde serão anunciados, de maneira oficial, todos os nomes que irão concorrer aos poderes Executivo e Legislativo de Presidente Médici.


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Política

Avança pavimentação da estrada de Centro do Guilherme a Presidente Médici

Pavimentação da estrada de Centro do Guilherme a Presidente Médici está bastante adiantada.

Pavimentação da estrada de Centro do Guilherme a Presidente Médici está bastante adiantada.

O Governo do Estado já realizou mais de 70 porcento das obras de recuperação e melhoramento da rodovia MA-307, no trecho entre os municípios Centro do Guilherme, Maranhãozinho e Presidente Médici, na região oeste do estado.

Além da pavimentação, estão sendo construídas quatro pontes de concreto, em substituição às de madeira. A previsão é que a obra esteja concluída em dezembro.

Quatro pontes de madeira estão sendo substituídas por estruturas de concreto ao longo da rodovia. Duas já estão em fase de conclusão, sendo uma sobre o Rio Imbaúba e outra sobre o Rio Igarapé Grande. As pontes sobre os rios Maracaçumé e Várzea também já foram iniciadas.


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Política

Prefeita de Presidente Médici cria cargos comissionados para fugir de concurso público

A prefeita de Presidente Médici, Gracielia Holanda de Oliveira, a Dra. Élia (PTB), encaminhou para a Câmara Municipal dia 04 de março de 2013, sob forma de pedido urgente, da qual foi aprovado, um projeto de lei que cria cargos de comissão e novos órgãos na estrutura administrativa municipal. Ou seja, para fugir do concurso público.

Prefeita de Presidente Médici, Dra. Élia.

Prefeita de Presidente Médici, Dra. Élia.

Cargos comissionados com direito a gratificações, várias coordenações e departamentos para dar apoio às Secretarias antigas e às criadas por meio da mesma lei.

A mensagem nº 01/2013 do poder executivo municipal, cria as seguintes secretarias: Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes; Secretaria Municipal de Articulação Política e Secretaria Municipal Extraordinária de Projetos Especiais. Para atendê-las também foi solicitada a criação de Sub-Secretarias, a criação de coordenações e departamentos e seus respectivos cargos, ao todo 32 com média salarial de R$ 1.800,00, fora as gratificações.

Desconfia-se que a manobra sirva para satisfazer promessas de campanhas e burlar a obrigação que qualquer município tem de realizar concurso público. E a realização de concurso público é o melhor, mais justo e está dentro da lei, pois atenderia, no mínimo, o princípio constitucional da isonomia, dando a todos o direito de pleitear uma vaga de igual pra igual. Algo que o Ministério Público deve cobrar

Em 2007 a Prefeitura realizou um concurso após o Ministério Público exigir, por meio de ofício, que todos os parentes do prefeito da época e dos vereadores fossem demitidos.

Na época, para surpresa o irmão do prefeito Antonio da Paraense passou em primeiro lugar no cargo de Fiscal de Tributos. A esposa do prefeito também passou para a única vaga existente para secretária de escola. A cunhada do prefeito, também conquistou a vaga de professora da creche municipal, filhos de vereadores também foram classificados.

Sendo assim, o melhor mesmo é que o Ministério Público continue de olho e a população fiscalize os passos da atual administração, para que os erros do passado não se repitam. E o pior, não permitam que os abusos se legalizem após a aprovação, a toque de caixa, de projetos de lei que beneficiam minorias sob a desculpa de estar agindo a bem do serviço público.

Caso parecido

Não é apenas a prefeita de Presidente Médici que criou cargos comissionados para fugir do concurso público. Em Itapecuru Mirim, o prefeito Magno Amorim (PPS), foi mais além: criou 1.585 cargos temporários

O projeto de lei, praticamente idêntico ao de Dr. Élia, ampliaria a estrutura do executivo, teve intervenção da promotora Theresa Ribeiro, titular da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Itapecuru-Mirim que em janeiro,  recomendou que o prefeito Magno Amorim abstenha-se de contratar os servidores temporários.

A manifestação do MP veio quatro dias depois de Magno Amorim garantir, a criação de 1.585 cargos.


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Poder

Absurdo! Crianças tomam vacina vencida em Presidente Médici

Vencida em agostoe aplicada em dezembro,a validade da vacina foi circulada de vermelho.

Vencida em agosto e usada quatro meses após, a validade da vacina foi circulada de vermelho.

Na tarde de ontem (05) Claudiane Santos Guimarães  23 anos, moradora do município de Presidente Médici, procurou a equipe do Blog do Neto Ferreira para fazer uma grave denúncia que envolve a Secretaria de Saúde do Município.

A autônoma Claudiane Santos Guimarães, só não pensou que, ao imunizar seu filho A.J.G.S., de cinco meses, poderia causar preocupações para toda a família. Na última segunda-feira, após levar seu bebê para se vacinar pela segunda vez no Centro de Saúde Raimundo Juruca, percebeu no selo, anexado ao cartão de vacinação, que a primeira dose contra o rotavírus que foi aplicada em dezembro do ano passado, estava vencida desde agosto.

“Quando levei meu filho para tomar a segunda dose, nessa hora, percebi que vacina do rotavírus, justo a única que eles pregam o selo, estava com a data de validade vencida. Fiquei muito preocupada. Além do meu filho, outras 10 crianças tomaram a vacina vencida “, relatou a mãe.

Meu bêbe so vive doente depois de tomar a vacina vencida, diz a mãe.

Meu bêbe so vive doente depois de tomar a vacina vencida, diz a mãe.

Para a autônoma, é angustiante saber que o bebê é vítima de erros no posto de Saúde de Presidente Médici. “Meu filho vive doente, com diarréia, está com moleza e febre”, desabafou.

Segundo médicos especializados, em geral, as vacinas têm um prazo de tolerância de até seis meses além da validade. No entanto, se ultrapassar esse prazo “extra”, como explica, é possível que não haja imunização da criança e pode haver a manifestação dos sintomas contra os quais a vacina age.

Ainda segundo eles, essa responsabilidade é atribuída também aos profissionais que deveriam verificar o lote de fabricação e validade, quando as vacinas são distribuídas pelo Município.

Quando a mãe do bebê procurou a coordenação da unidade de saúde, eles jogaram a culpa em cima da Secretaria de Estado da Saúde, comandada por Ricardo Murad.

Mas, em nota emitida ao Blog, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que recebe as vacinas do Ministério da Saúde e faz a distribuição aos municípios.

De acordo com a nota: é responsabilidade dos municípios o recebimento, o armazenamento e a aplicação, das vacinas, inclusive com o controle dos prazos de vencimento. Para que a saúde das crianças e adultos vacinados seja preservada, a SES também faz a capacitação dos técnicos municipais, para orientá-los de forma a garantir que normas de segurança – como a observância dos prazos de validade – sejam obedecidas antes da aplicação das vacinas.


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