Judiciário

Promotor diz que perfil de gaúcha com ofensas ao MA pode ser falso

O promotor de Justiça Joaquim Júnior, de Imperatriz (MA), disse nesta terça-feira (3) que pode ser falso o perfil no Facebook investigado por ele em um suposto caso de ofensas contra o Maranhão. Inicialmente, ele considerava certo que a autora das ofensas era real.

O caso surgiu no domingo (1º), quando começou a circular nas redes sociais uma página em que uma pessoa identificada como Isabela Cardoso, de 24 anos, se diz gaúcha e afirma que “a cultura maranhense é horrível, o carnaval é um lixo”, que “a maioria das mulheres são piriguetes e os Homens malandros” e que mais da metade das pessoas é semianalfabeta.

Segundo o promotor, depois que o caso foi noticiado, uma mulher ligou do estado do Rio de Janeiro dizendo que a imagem usada na página com as ofensas era dela e que ela não se chama Isabela. O promotor do Maranhão diz que pedirá para o Ministério Público do Rio checar a informação.

Joaquim Júnior diz que, mesmo que o perfil seja falso, ele continuará atrás do autor da página, pois considera que a agressão existiu independente da veracidade do perfil ou da imagem. (Do G1MA).


Acompanhe o Blog do Neto Ferreira também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Poder

Cultura e maranhenses são alvos de preconceito e insultos

A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Maranhão, deve entrar com uma notícia-crime contra uma jovem do Rio Grande do Sul, Isabela Cardoso, responsável por uma manifestação de preconceito contra o Maranhão.

Isabela estava juntamente com o esposo morando há quase 2 anos na cidade de Imperatriz e trabalhando na Susano Papel e Celulose.

De acordo com a declaração de Isabela, ela pratica os crimes de racismo e de incitação pública contra a cultura e os maranhenses.

“A cultura do maranhense é horrivel. Carnaval é um lixo tal de bomba meu boi tambor de crioula. Maioria das mulheres são piriguetes e os homens são malandros”, comenta Isabela difamando.

Isabele Cardoso que atualmente reside na cidade de Gramado pode ser acusada pelo ato de xenofobia quando há discriminação dirigida a pessoas de outras culturas.


Acompanhe o Blog do Neto Ferreira também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Crime

Homofobia: gay é impedido de comprar produto

Júnior Cabeleireiro

Júnior Cabeleireiro

Joacenio da Silva, 30 anos, mais conhecido por Júnior Cabeleireiro, foi impedido de comprar uma cadeira de espaguete pelo simples fato de ser gay em plena Praça Pública.

Aconteceu na Praça Honório Santos, quando o vendedor da loja Credlar, que vende mensalmente cadeiras de espaguete na cidade, recusou a vender uma cadeira, justificando que Junior era gay e que não vendia para gays porque ‘eles não têm dinheiro e principalmente não tem residência fixa’.

O preconceito por parte do vendedor foi presenciado por diversas pessoas que passavam e que almoçavam no box da Letinha.

No momento, estavam o promotor de justiça Dr. Charles Antônio e o Juiz de Direito Sergio Fortes, que ao perceber o que estava ocorrendo, orientou Júnior Cabelereiro a registrar um Boletim de Ocorrência na delegacia mais próxima do local.

Casos iguais ou até pior acontecem diariamente por todo o Brasil, como se observa também o recente assassinato do jovem Alexandre Ivo, 14, que foi sequestrado por um grupo de skinheads jovens enquanto esperava o ônibus, em São Gonçalo.

(Do Portal AZ)


Acompanhe o Blog do Neto Ferreira também pelo Twitter™ e pelo Facebook.