Poder

“Edivaldo foi para TV mentir para a população”, diz Wellington do Curso

Wellington

O candidato a prefeito de São Luís e deputado estadual, Wellington do Curso (PP), criticou a gestão de Edivaldo Holanda Júnior (PDT), e disse que o atual gestor foi para a TV enganar e mentir para a população, durante a sabatina realizada pelo jornal O Estado do Maranhão, na manhã desta quarta-feira (17). Wellington foi o 8º candidato a ser sabatinado.

O candidato do PP também declarou que o legado deixado por Edivaldo Júnior é a frustração para a sociedade e que o gestor foi para a TV enganar e mentir. “Ele prometeu viaduto na Forquilha sem planejamento. Ele mentiu ao fazer promessas que não poderiam ser cumpridas. Foi para TV enganar, mentir”, frisou Wellington do Curso.

Durante a entrevista, que durou cerca de 1h, o deputado disse, ainda, que o prefeito fala em herança maldita deixada pela gestão de João Castelo e em crise, mas destinou R$ 33 milhões com dispensa de licitação para a Secretaria Municipal de Orçamento Participativo contratar o ISEC e repassou R$ 23 milhões para a Secretaria de Comunicação “para fazer propaganda enganosa”, ressaltou o candidato do PP.

Na sabatina, Wellington do Curso falou sobre o plano de governo e respondeu perguntas sobre os temas da educação e mobilidade urbana. Segundo o parlamentar, há uma necessidade de implantar uma campanha de educação no trânsito.

“É necessário fazer um planejamento estratégico. O meu projeto está baseado em quatro eixos: gestão, políticas sociais, geração de emprego e renda, meio ambiente e saneamento básico. É preciso criar rotas alternativas para diminuir congestionamentos e ampliar as inter-bairros”, detalhou o pepista.

Wellington ressaltou que, caso venha a ser eleito, São Luís terá um Centro Integrado de Operações Municipais e construirá passarelas em pontos como Avenidas Colares Moreira e Cohab.

E ao ser questionado sobre o viaduto da Forquilha, o deputado foi enfático: “Com crescimento da população, houve um estrangulamento do trânsito na Forquilha, por isso precisamos fazer um estudo técnico, um estudo de viabilidade”.

O candidato do Partido Progressista comentou também sobre a educação e frisou que vai priorizar a educação de forma compartilhada, pois foi resgatado pela educação. “Se não fosse pela educação não estaria onde estou hoje. Tudo depende da educação. É necessário dar oportunidade aos jovens e construir escolas. A periferia de São Luís está dominada pelas drogas porque o ‘braço do Estado não chega”, pontuou.

Wellington criticou a atuação do atual prefeito na área educacional e relembrou que Edivaldo Holanda Júnior prometeu 25 creches, que não foram entregues. “Ele deveria ter transformado São Luís pela educação, o prefeito reformou a Praça do Jumento, na Camboa, mas não reformou a creche. O gestor poderia ter usado os R$ 33 milhões na construção das unidades de ensino infantil, mas não o fez”, falou. E disse mais: “A região do Itaqui-Bacanga está esquecida e abandonada”.

E para finalizar, Wellington respondeu a uma pergunta sobre a relação de Waldir Maranhão (PP), uma vez que todos são do mesmo partido. “Waldir Maranhão não é figura presente na minha candidatura. Tenho respeito por ele, mas ele não faz parte do nosso projeto e ele direciona o PT do B, que está coligado com outro candidato”, afirmou


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Política

‘Eu não fui recebido até hoje pelo governador’, diz Wellington em convenção

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O candidato a prefeito de São Luís, Wellington do Curso (PP), afirmou, durante a convenção do Partido Progressista em São Luís, que jamais foi recebido pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), pois tem independência política.

“Quando eu falei que eu não fui recebido até hoje pelo governador do estado é porque tenho independência política, mas independência não pode ser confundida com arrogância, com prepotência”, garantiu Wellington do Curso.

Em seu discurso, o candidato do PP disse que, caso seja eleito, Flávio Dino terá que recebê-lo, afinal será um prefeito atuante e trabalhador. E se o gestor estadual não aceitar a sua visita dará a entender que não gosta de São Luís.

“Mas prefeito Wellington, o governador vai lhe receber? Vai! Qual é o governador que não vai receber um prefeito atuante? Um prefeito trabalhador, um prefeito que quer o bem da cidade, a não ser que ele não goste de São Luis e do povo, porque se gostar da cidade e respeitar o povo, ele vai receber o prefeito Wellington trabalhador, atuantes, determinado, que sabe fazer e vai resolver os problemas de São Luís”, afirmou o pepista.

E no final, declarou que não vai fazer promessas em vão. “Não vamos prometer o que não podemos cumprir”, disse Wellington do Curso.


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Poder

Quem vai pagar o pato em Pinheiro?

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Na tarde de sexta-feira (05), o Partido Progressista (PP) decidiu que não aceitará o PCdoB na chapa de Luciano Genésio, em Pinheiro. A definição foi dada por uma resolução emitida pela Comissão Provisória Estadual do PP.

Com essa decisão, Leonardo Sá do PCdoB não fará mais parte da coligação, que tinha o apoio do governador Flávio Dino.

“O Partido Progressista com o objetivo de manter a unidade e a integridade partidária e garantir o direito de seu filiados em disputar as eleições municipais de 2016, objetivando o crescimento da nossa agremiação partidária, resolve, por decisão unânime dos membros presentes que o Diretório do Partido Progressista na cidade de Pinheiro não se coligará na majoritária e nem na proporcional com o Partido Comunista do Brasil – PCdoB” declarou o documento.

Portanto, nem Luciano Genésio muito menos Leonardo Sá são culpados. Resta saber quem pagará o pato dessa situação.

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Política

Convenção do PP homologa candidatura de Wellington do Curso nesta sexta-feira

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O Partido Progressista (PP) realizará a sua Convenção Municipal em São Luís hoje, a partir das 16 horas no auditório Fernando Falcão, na Assembleia Legislativa do Maranhão.

No evento, o partido homologará a candidatura de Wellington do Curso a Prefeito de São Luís e também anunciará os seus candidatos a vereador para a capital.

Na oportunidade, também será anunciado os partidos que integrarão a coligação partidária nas eleições deste ano que também estarão presentes na Convenção.

Após ter começado a pré-campanha de forma independente e com um forte clamor social Wellington destaca a importância da participação popular em todo processo e acredita que é preciso ter coragem e para transformar São
Luís.

“Há vários meses estamos ouvindo São Luís, realizando visitas, recebendo sugestões para plano de governo progressista, agora, chegou a hora de seguirmos avante, chegou a hora de nos unirmos e construirmos uma nova São Luís. A participação popular tem sido muito importante nessa construção. Juntos, com coragem e determinação, transformaremos a nossa querida São Luís”, declarou Wellington.


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Poder

Wellington do Curso terá 2,3 minutos do tempo de televisão

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O candidato do Partido Progressista à Prefeitura de São Luís, Wellington do Curso, só ganhou com os apoios fechados ontem (04). O pepista terá 2 minutos e 3 segundos de propaganda eleitoral gratuita na Televisão e no Rádio.

A duração se justifica pelo fato de a coligação do candidato pepista ter adesão de mais 3 partidos em sua chapa, que são o PHS, PSD, PSB.

O partido de Wellington do Curso, o PP, tem 31,1 segundos na propaganda e ganhou mais 29,4 segundos do PSD, outros 27,8 segundos do PSB e mais 4 segundos do PHS, totalizando 92,3 segundos.

A Justiça Eleitoral determina a divisão de 60 segundos, igualitariamente, entre todos os candidatos e em São Luís serão nove candidatos, Wellington terá mais 6,6 segundos adicionais, chegando a 98,9 segundos, que, dividido por 60 é igual a 1,64 segundos, ou 2 minutos e 3 segundos.

O tempo é um dos maiores entre os candidatos a Prefeitura de São Luís. A propaganda eleitoral no Rádio e na TV começa no dia 26 de agosto.


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Poder

PSB, PSD e PHS anunciam apoio a Wellington do Curso

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Na tarde desta quinta-feira (04), 3 partidos declararam apoio a candidatura de Wellington do Curso (PP) para prefeito de São Luís.

O Partido Humanista da Solidariedade (PHS), que tem como vice-presidente nacional, Jorge Arturo, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), que é comandado em São Luís pelo vereador Roberto Rocha Júnior, e o Partido Social Democrático (PSD), comandado por Cláudio Trinchão, irão compor a chapa de Wellington do Curso.

A informação foi confirmada ao titular do Blog do Neto Ferreira pelo presidente estadual do Partido Progressista, André Fufuca, durante uma reunião.

“As possibilidades de coligações fazem toda diferença no pleito eleitoral, então estou muito feliz com essa composição com o PHS, PSB, PSD. Outras movimentação estão em andamento e com certeza até o horário da convenção, nós teremos outras articulações que resultarão em novidades boas. Nós estamos tendo a oportunidade de ter uma chapa competitiva e de mostrar a sociedade que nós temos um projeto progressista com o apoio de outros partidos que só engrandecem a nossa campanha”, declarou Wellington do Curso, após a confirmação dos companheiros da chapa.

Com essa coligação, o pepista terá de tempo na televisão e no rádio 1 minuto 34 segundos. A composição da chapa será oficializada nesta próxima sexta-feira (05), durante a convenção do Partido Progressista.


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Poder

Procuradoria representa partidos por propaganda irregular

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A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão (PRE/MA) representou contra o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e Partido da Mobilização Nacional (PMN) junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão por prática de propaganda partidária irregular. De acordo com a ação, os partidos utilizaram o tempo destinado à propaganda partidária para promover pré-candidatos à Prefeitura de São Luís nas próximas eleições.

Em junho desse ano, os deputados estaduais Ubirajara do Pindaré Almeida Sousa, conhecido como Bira do Pindaré (PSB), e Eduardo Salim Braide (PMN) participaram ativamente de inserções de seus respectivos partidos em emissora de televisão local com o objetivo de atender a interesses pessoais, já que são apontados como pré-candidatos a prefeito da capital maranhense.

De acordo com o procurador regional eleitoral, Thiago Ferreira de Oliveira, os partidos “desvirtuaram a propaganda partidária, que tem como finalidade promover as ideias e programas do partido, e não ser usada como instrumento de promoção pessoal de qualquer filiado”.

O PTB, no mesmo mês, teria promovido o atual prefeito da capital maranhense, Edivaldo de Holanda Braga Júnior, filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). Nas inserções do partido, Edivaldo anunciou suas realizações no exercício do cargo. Segundo a ação, o “PTB submeteu-se a ser um veículo de propaganda do PDT e da futura candidatura do Sr. Edivaldo Holanda Júnior à reeleição ao cargo de Prefeito de São Luís”, o que também é vedado por lei.

De acordo com a PRE/MA, ao permitir a promoção pessoal de pretenso candidato a cargo eletivo em programa partidário e, no caso do PTB, permitir ainda a participação de pessoa não filiada, os partidos submeteram-se à aplicação de penalidade definida em lei, que prevê o desconto de tempo de programação no semestre seguinte àquele em que é praticado o ato ilícito.

Por esse motivo, a Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão pede que o direito de transmissão do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e Partido da Mobilização Nacional (PMN) seja reduzido em cinco vezes o tempo das inserções irregulares no primeiro semestre de 2017, já que a pena não pode ser aplicada no segundo semestre de 2016, por ser proibida a veiculação de propaganda partidária gratuita nesse período.


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Poder

PP abre processo para expulsar Waldir Maranhão

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Ciro Nogueira, presidente do PP, finalmente decidiu dar início ao processo de expulsão de Waldir Maranhão da legenda.

Revelamos aqui que Nogueira tinha ignorado o pedido de deputados da bancada na Câmara. A pressão aumentou depois disso e, agora, Maranhão pode perder a filiação.

“Maranhão desrespeita e enfrenta o partido e a sociedade. Estamos pedindo que ele seja afastado já durante o trâmite do processo. Chega de ele continuar manchando a imagem do parlamento e de nossa sigla”, disse a O Antagonista o deputado Jerônimo Goergen, do Rio Grande do Sul.


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Política

André Fufuca deixa vaga na Câmara dos Deputados para Ildon Marques

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O ex-prefeito de Imperatriz, Ildon Marques (PSB), tomou posse ,na manhã desta terça-feira (21), na Câmara dos Deputados, em Brasília. Ele assume a vaga do deputado federal André Fufuca (PP), após aliança firmada entre senador Roberto Rocha e Fufuca.

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O deputado do PP se licenciou do cargo por 4 meses para o suplente Ildon assumir, em prol das candidaturas a prefeito de São Luís e Imperatriz. Uma vez que, PSB a partir de agora apoiará Wellington do Curso, bem como o PP reforçará a candidatura de Ildon Rocha, em Imperatriz.

A posse de Ildon Marques foi realizada há pouco no Plenário da Câmara Federal.


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Poder

Waldir Maranhão diz que não deixa presidência ‘de jeito nenhum’

Deputado Waldir Maranhão.

Deputado Waldir Maranhão.

O primeiro-secretário da Câmara, deputado Beto Mansur (PRB-SP), conversou nesta quinta-feira (12) com o presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que contou que, apesar da pressão, não deixará a presidência da Casa “de jeito nenhum”. Segundo matéria veiculado no G1.

Maranhão assumiu o comando da Câmara na semana passada, quando o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi afastado do cargo por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Com a decisão de Maranhão, tomada na segunda-feira (9), de tentar anular a sessão do impeachment na Câmara, líderes partidários passaram a pressioná-lo para que renunciasse ao cargo de vice-presidente, abrindo mão, assim, da presidência interina.

Por conta da repercussão negativa, Maranhão acabou revogando a medida no fim do dia e pediu até esta quinta para dar uma resposta se renunciaria ou não ao comando da Câmara.

“[Ele me] ligou e disse que não sai de nenhum, não quer deixar a presidência. Ele não quer renunciar nem se afastar ou assumir uma secretaria em seu estado”, afirmou Mansur ao G1.

O deputado Silvio Costa (PTdoB-PE) conversou com Maranhão nesta tarde e disse que o presidente interino da Casa fica. O deputado Pauderney Avelino (DEM-AM) também afirmou que Maranhão não vai renunciar: “Vai ser cassado”.

Próximos dias
Beto Mansur afirma que Maranhão foi eleito, logo é o presidente. “Temos que seguir com o andamento das matérias. O Maranhão errou e deve resolver seus problemas sozinhos. Vamos dar um prazo de 15 dias para a poeira baixar.”

Diante desse cenário, a proposta do primeiro-secretário é que, pelo menos nas próximas duas semanas, Maranhão saia da linha de frente dos trabalhos e as sessões da Câmara sejam conduzidas pelos demais integrantes da Mesa Diretora, com a anuência dos líderes partidários.

“Sinto que não deveríamos judicializar essa questão [da presidência]. Nos próximos 15 dias, o Colégio de Líderes pode tocar as sessões”, afirmou. Mansur argumentou que novas eleições neste momento na Câmara poderão, eventualmente, atrasar a discussão de matérias a serem enviadas pelo novo governo do presidente Michel Temer ao Legislativo.

“Eu falei com o [novo ministro da Fazenda] Henrique Meirelles, mas ele não quis adiantar o que vem aí, mas estão trabalhando intensamente em uma pauta grande”, ponderou Mansur.

Conselho de Ética
O DEM e o PSD chegaram a acionar o Conselho de Ética apresentando uma representação contra Maranhão sob o argumento de que ele cometeu abuso de poder ao tentar anular o resultado de uma votação decidida no plenário, medida que não tem previsão regimental.

Líder do DEM na Câmara, o deputado Pauderney Avelino (AM) está irredutível e afirma que o partido não irá retirar a representação contra Maranhão. “Eu sou completamente refratário, eu disse para os demais líderes que não vou aceitar que Maranhão presida nenhuma sessão. No máximo, vou aceitar nessas duas semanas o Colégio de Líderes comandar o processo. Não quero conversa com o Maranhão. Não devemos manter essa situação, é vergonhoso para a Casa”, afirmou Pauderney.

Pauderney se reuniu esta quinta com Antonio Imbassahy (PSDB-BA), Miro Teixeira (Rede-RJ) e Alberto Fraga (DEM-DF) na liderança do DEM.

Após três sessões ordinárias no Conselho de Ética, a representação contra Maranhão será numerada no colegiado. Pauderney explicou que apenas uma sessão ocorreu até agora. Ele disse ainda que há esforços para que o documento seja oficializado nesta quinta, mas não especificou os motivos.

Rogério Rosso disse mais cedo que a representação segue correndo. Fraga, que estava na reunião, afirmou que Mansur deve assumir o comando da Casa por meio de acordo, já que Fernando Lúcio Giacobo (PR-PR) é o segundo vice, sucessor de Maranhão.


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