Crime

Polícia Federal investiga cartório de Vitorino Freire

A Polícia Federal do Maranhão deu início a investigação do esquema de falsificação de procurações em cartório no Maranhão. Até agora somente uma pessoa foi presa, o advogado Paulo Roberto da Silva Chagas, de 26 anos.

Ele é acusado de efetuar um saque de R$ 200 mil no ano passado e quando tentou realizar outro no valor de R$ 47 mil nesta semana na agência da Caixa Econômica Federal, foi preso em flagrante.

De acordo com informações, a PF está inevstigando o cartório da cidade de Vitorino Freire, do qual emitia as procurações para o recebimento de precatórios em nome de defuntos.

Agentes federais estão na cidade de Vitorino Freire e podem efetuar prisões nos próximos dias.


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Crime

PF realiza Operação Habitare em Ribamar e Paço do Lumiar

Após reunião no dia (9) na Justiça Federal, onde o juiz da 5ª Vara, José Carlos do Vale Madeira, avaliou como invasão das unidades habitacionais do Residencial Nova Terra, A Polícia Federal desencadeou desde sexta-feira (12), a Operação Habitare que trabalha no desocupação dos ocupantes dos residências Nova Terra e Nova Miritiua, que ficam localizados em São José de Ribamar e Paço do Lumiar

A operação, que mobiliza policiais federais, Justiça Federal, Caixa Econômica Federal, Defensoria Pública da União e a comissão da OAB representada por Pedrosa, é desenvolvida em local onde foram construídos residências do programa Minha Casa, Minha Vida.

Os mais de 4 mil invasores foram noticiados e terão prazo de 72 horas para desocuparem as casas que já possuem donos dos quais foram sorteados através do Governo Federal.

As instituições estão atentas às questões sociais que envolvem o caso e há uma preocupação com a preservação da integridade de todas as pessoas envolvidas no processo.

As invasões começaram antes mesmo das casas serem construídas, as casas ficaram meses desocupadas por conta de uma pendência, já que os beneficiados não concordam em pagar o ITBI.

A Policia Federal investiga se existem pessoas liderando ou promovendo as invasões.

 


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Política

Agentes da Polícia Federal desembarcam em São Luís

Avião da Polícia Federal (foto ilustração).

Avião da Polícia Federal (foto ilustração).

A Polícia Federal do Maranhão deve realizar no início do próximo mês, uma megaoperação para prender prefeitos e ex-prefeitos acusados de desviar recursos destinados aos municípios através do Governo Federal.

Agentes da PF de estados vizinhos desembarcaram no aeroporto Marechal Hugo da Cunha Machado, em São Luís e, segundo informações obtidas pelo Blog do Neto Ferreira, já estão patrulhando os que são considerados integrantes de organização criminosa (ORCRIM).

O superintendente da Polícia Federal do Maranhão, delegado Cristiano Sampaio, deve conduzir a Operação que vai combater crimes contra o erário público.

A movimentação da PF em torno do Maranhão é tão grande que assustou um ex-prefeito de uma cidade próxima à São Luís, do qual já tomou conhecimento que agentes estão no município acompanhando passo a passo.

O nome da Operação é mantida em segredo. Mas, a megaoperação deve provocar graves problemas a políticos importantes do Maranhão. Aguardem!


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Poder

PF faz operação contra desvio de verbas do Dnit no Maranhão

A Polícia Federal, com o apoio do Ministério Público Federal e da Controladoria-Geral da União, desencadeou nesta sexta-feira (25) a Operação Anjos do Asfalto, que investiga o desvio de verbas públicas federais no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em Rondônia e no Acre.

Ao todo, devem ser cumpridos 27 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, em sete estados: Minas Gerais, Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão, Piauí, Acre, e também no Distrito Federal. A operação mobiliza mais de 160 policiais federais e 20 analistas da Controladoria-Geral da União.

Além dos mandados de busca e apreensão, a Justiça Federal determinou o imediato afastamento do cargo de cinco agentes públicos que deveriam fiscalizar e acompanhar a execução da obra de pavimentação asfáltica da BR-429, que liga o município de Presidente Médici à Costa Marques, em Rondônia. Os nomes não foram divulgados.

A Polícia Federal estima que os recursos públicos federais desviados ultrapassem a cifra de R$ 30 milhões. Segundo a investigação, que durou sete meses, há indícios de que a empresa executora da obra utilizou material de baixa qualidade e não tem executado serviços nos termos do contrato, descumprindo o projeto.

Do GI


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