Poder

Júnior Bolinha vai em audiência, mas Marcos Regadas não comparece em depoimento

Júnior Bolinha durante audiência neste segunda-feira. (Foto: Neto Ferreira).

Júnior Bolinha durante audiência neste segunda-feira. (Foto: Neto Ferreira).

O dono da Construtora Franere, Marcos Regadas, se ausentou alegando problemas de saúde e conseguiu adiar pela segunda vez o depoimento que seria colhido nesta segunda-feira (16), de José Raimundo Sales Chaves júnior, o “Júnior Bolinha”. O detento promete falar tudo em depoimento.

Além de não comparecer no Fórum Desembargador Sarney Costa, Marcos Regadas pediu através de seus advogados um prazo de 5 dias para juntar atestados médicos que justifiquem sua ausência.

Júnior Bolinha que foi preso por contratar o pistoleiro Johantan Silva – autor da execução do jornalista Décio Sá, compareceu hoje na audiência referente a um processo movido desde 2013 por Regadas que tenta via justiça censurar os jornalistas que divulgaram uma carta-acusação.

A carta de autoria de Bolinha e divulgada pelo Blog do Neto Ferreira, revela a participação indireta do emoresario Marcos Regada em uma espécie de consórcio para financiar o crime (reveja). Regadas e Bolinha chegaram a se encontrar no restaurante Gran Ku.

A juíza que responde pela 6 Vara Criminal, Ana Célia Santana, remarcou a audiência para colher o depoimento no dia 23 de abril, data em que completa 3 anos da morte do jornalista Décio Sá.


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Cidade

Franere volta a atormentar moradores do Parque Shalom

As obras da Construtora Franere, empresa de propriedade de Marcos Regadas, voltam a ser uma preocupação para os moradores do Parque Shalom, que residem na Rua H20, em São Luís.

Após a primeira reclamação dos moradores (reveja) que foi veiculada no Blog do Neto Ferreira (diga-se de passagem, prontamente atendida pela construtora), a Franere voltou a escavar a Rua H20, para colocação de manilhas. Segundo palavras de uma pessoa da empresa terceirizada: “Essa obra trará benefícios para o bairro”.

Ocorre que enquanto o Condomínio Grand Park está com suas ruas de acesso impecáveis, as ruas que sofrem intervenção para beneficiar não ao bairro Parque Shalom, mas aos interesses do empreendimento, estão afundando, enlameadas as ruas e em muitos pontos as residências tem suas tubulações de água quebradas.

Também existem reclamações que as circunstâncias da obra resulta em casas invadidas por muito barro e poeira, trazendo transtornos físicos e principalmente a saúde dos moradores.

E o que é pior, somente após cinco meses da primeira reclamação feita por meio deste Blog, a construtora iniciou com as obras para “recebimento de águas de chuva”, mais exatamente no dia 28 de janeiro.

Em maiores informações obtidas no local com empresa terceirizada que realiza a obra, a promessa seria que após a colocação de cada seção de manilhas, seriam cobertas e asfaltadas as áreas cortadas, o que não acontece conforme fotos retiradas na manha desta quarta-feira (25). Ou seja, cobriram com o mesmo barro da escavação e em alguns pontos a rua está afundando e os próprios moradores estão sinalizando os pontos de risco para os transeuntes.

É inadmissível uma empresa privada abrir, esburacar, quebrar calçadas, trazer transtornos aos moradores de um bairro da capital e o prefeito Edivaldo Holanda Júnior se fazer de cego, surdo e mudo.

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Geral

Helicóptero de Marcos Regadas da Franere atrai atenção de curiosos

O helicóptero do mega-empresário do setor da construção civil, Marcos Regadas, proprietário da empresa Franere que detém o Shopping Rio Anil, chamou bastante atenção dos curiosos de plantão ao sobrevoar uma cidade do interior do Maranhão.

Plotado com a marca da Franere, o helicóptero de prefixo PR – TOC modelo esquilo pousou em uma quadra de futebol com Marcos Regadas e um amigo, onde lá eram aguardados por duas belas mulheres.

Marquinho Regadas.

Marquinho Regadas.

Conhecido pelos amigos mais próximos como Marcão, o empreiteiro é pai de Marcos Regadas Filho, o Marquinhos Regadas, que se envolveu em uma confusão em 2010, após ser denunciado por sequestro, tentativa de homicídio, cárcere privado, entre outros crimes, praticado contra o assessor do empresário Alessandro Martins.

Na época, o assessor José Faustino dos Reis Júnior sofreu ameaças das armas de Marquinhos e Jurandir (segurança), em virtude de um acordo firmado com a Volkswagen do Brasil que Regada estava cobrando do ex-dono da euromar uma “comissão” no valor de R$ 600 mil. Marquinho chegou a se empossar da Ferrari para pressionar Martins a pagar sua comissão.

Depois de denunciado a Polícia, o empresário Marquinhos Regadas, chegou a ser indiciado pelo crime de uso arbitrário das próprias razões. Confira abaixo o Boletim de Ocorrência do assessor de Alessandro Martins.


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