Poder

Arnaldo Melo é acusado de crime de assédio moral

Do Atual7

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Arnaldo Melo (PMDB), e o diretor-geral da Casa, Heraldo Marinelli, foram acusados, na terça-feira (3), de prática de crime de assédio moral pelo economista Luiz Carlos Noleto, presidente do Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa (Sindsalem). A denúncia foi feita na página que o sindicato mantém na internet.

Arnaldo Melo teria tentando negociar PCCV com diretoras de sindicato. Foto: Divulgação / Agência Assembleia

Arnaldo Melo teria tentando negociar PCCV com diretoras de sindicato. Foto: Divulgação / Agência Assembleia

De acordo com Luiz Noleto, dirigentes da entidade foram impedidos de participar de uma reunião para discutir a proposta Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) apresentada pela direção do Sindsalem.

‘Ao entramos na sala do diretor-geral, ele se dirigiu a mim da seguinte forma: ‘não te avisaram a reunião é só com os técnicos do Sindsalem? Não faremos reunião com a presença do presidente do Sindicato’, relatou Noleto.

Em resposta, o presidente do Sindsalem teria dito a Marinelli que ele, o tesoureiro Ricardo Cardoso, e Clemilton Goulart Costa, presidente do Conselho Fiscal da entidade, eram os técnicos indicados pela direção do sindicado.

Diante da recusa de sua entrada, Noleto e os outros dirigentes do Sindsalem se retiram da reunião, acreditando que tudo não se tratava de uma farsa montada por Arnaldo Melo e Heraldo Marinelli.

A proposta do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos e outras demandas foram aprovadas em Assembleia Geral da categoria deste o dia 9 de agosto, e apresentadas à direção da Assembleia no dia 13.

Noleto afirma também que Arnaldo Melo procurou duas diretoras do sindicato para negociar o PCCV. ‘Como essas investidas não surtiram efeito, eles simularam uma reunião com objetivo de jogar a categoria contra o presidente do Sindsalem’, declarou.

Segundo o presidente do Sindsalem, com essa atitude, Arnaldo Melo e Heraldo Marinelli cometeram o crime de assédio moal contra um servidor da Casa e outro contra a organização sindical, na medida em que resolveram impor quem negocia com a direção da Casa e não aceitam quem o sindicato escolheu.


Acompanhe o Blog do Neto Ferreira também pelo Twitter™ e pelo Facebook.