Poder

Os laranjas da política…

Historicamente o Partido Socialista Brasileiro (PSB) já serviu na política maranhense de laranja nas eleições como – por exemplo -, o ex-secretário de Saúde Ricardo Murad candidato ao Governo em 2002.

Durante as eleições de 2002, que deu a vitória a José Reinaldo Tavares, o ex-deputado Ricardo Murad, foi candidato ao governo como uma espécie de “laranja”. Sua candidatura tinha a função de ser pedra no sapato dos demais adversários. Ele conseguiu.

No final, a candidatura de Murad acabou cassada pelo mesmo ter um grau de parentesco com a ex-governadora Roseana Sarney. Mas antes, o que rolava por trás era uma espécie de troca de favores. Nesse caso, o tal laranja tem o único intuito de se candidatar exclusivamente para atacar os adversários, queimando e expondo todos os podres possíveis. Tudo isso, em troca, lógico, de um cargo de alta relevância que certamente está garantido após a eleição do candidato mais votado.

Em 2002, o aprendiz Roberto Rocha, mostrou ser laranja e anulou sua candidatura ao governo para apoiar Jackson Lago, tudo para atropelar a família Sarney. Nos tempos atuais, pode-se perceber com clareza a intenção politica de Rocha, assim como Bira do Pindaré.

Duas prováveis candidaturas de laranjas, dispostos a permanecer no encalce dos adversários para garantir a reeleição de Holandinha. Se o eleitor for esperto, ele vai perceber as intenções logo nos primeiros dias de campanha. A intenção não é ganhar, mas ser pedra no sapato de quem se colocar no caminho do atual prefeito. O eleitor precisa abrir o olho e exercer sabiamente seu poder de decisão. Mesmo que os laranjas não combinem com o eleitorado.


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