Poder

Deputada faz festa após marido matar motoqueiro

A atitude revoltou a população de Buriticupu.

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A deputada estadual Francisca Primo e o esposo, Antônio Marcos de Oliveira, mais conhecido como Primo, esqueceram rapidamente o acidente que sofreram na BR 222, no último dia 9, que resultou na morte de um motociclista (Reveja).

Dois dias após a tragédia, o marido da deputada promoveu uma festa de lançamento da pré-candidatura da esposa à Prefeitura de Buriticupu. O mega evento aconteceu na AABB, no Bairro Colégio Agrícola. Rapidamente, a população comentou a postura reprovável da parlamentar e do esposo nas redes sociais.

Em um dos grupos do Município, uma pessoa chegou a dizer que o Primo não tem sentimento por ninguém. Pelo fato de ter realizado uma festa de lançamento para a esposa, logo após o acidente que matou uma pessoa. O cidadão ainda indagou: e a família da vítima que faleceu?

A atitude do casal mostrou uma falta de respeito com a vida humana e indiferença com a vítima que foi ceifada. A assessora da parlamentar também agiu de forma similar. Em um áudio ela chega até a sorrir; dizendo que o Primo e a Francisca estão bem, e que não sabe do estado de saúde do motoqueiro. Também fez pouco caso com a vítima. Puro desrespeito!

Com essa postura ficou bem nítido que a deputada e o marido só estão interessados nos votos dos vivos.

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Judiciário

Irmã de deputada pode ser condenada a 11 anos de prisão

O Ministério Público pede a devolução de mais de R$ 1 milhão.

A ex-secretária de Finanças de Buriticupu, Isabel Vitória Ferreira (Finanças), foi levada na Justiça e pode ser penalizada devido supostos crimes cometidos e constatados nas prestações de contas do município, no exercício financeiro de 2008, apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA).

Irmã da deputada estadual Francisca Primo, Issbel é acusada de irregularidades em despesas, processos licitatórios irregulares e gastos feitos sem a devida licitação.

O Ministério Público cobra Isabel Vitória Ferreira a devolução de mais de R$ 1 milhão e multas.

Na esfera penal, ela descumpriu os artigos 89 (“Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei, ou deixar de observar as formalidades pertinentes à dispensa ou à inexigibilidade”) e 96 (“Fraudar, em prejuízo da Fazenda Pública, licitação instaurada para aquisição ou venda de bens ou mercadorias, ou contrato dela decorrente”) da Lei de Licitações.

As leis 89 e 96 penalizam em detenção de três a cinco anos e multa. A segunda refere-se a detenção de três a seis anos, mais multa.


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