Poder

Esquema que desviou R$ 18 milhões do governo do MA é destaque no Fantástico

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O desvio de mais de R$ 18 milhões feito pelo Instituto e Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (IDAC) no sistema de Saúde do Maranhão foi tema do quadro do Fantástico, Cadê o dinheiro que tava aqui?.

Em entrevista, o superintendente da Polícia Federal no Maranhão, delegado Alexandre Saraiva, afirmou que o esquema criminoso não atuou apenas no governo Roseana Sarney, mas também na gestão de Flávio Dino (PCdoB). “Mudou o governo, mas a organização criminosa continuou a atuar, ignorando mandato, ignorando qual partido estivesse no poder”, disse.

O esquema conseguiu driblar a fiscalização por meio de empresas em nome de “laranjas” e de saques na boca do caixa.

Saraiva disse, ainda, que o rombo feito por Organizações Sociais na Saúde estadual chega a R$ 1 bilhão, o valor foi contabilizado após 3 a 4 anos de investigação.

Os fatos de corrupção ocorridos no estado expostos em toda a mídia local e nacionais ratificam a hipótese de que o governador comunista está seguindo os mesmos passos de quem sempre condenava, o grupo Sarney.

Portanto, o discurso proferido por Dino, de que os esquemas atuantes na SES são frutos do governo anterior, caiu por terra.

Veja a reportagem completa aqui

Entenda o caso

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A Polícia Federal (PF) deflagrou no dia 2 de junho, a 4ª fase da Operação Sermão aos Peixes – Operação Rêmora, para apurar os indícios de desvios de recursos públicos federais destinados ao sistema de saúde do Estado do Maranhão, os quais eram geridos pelo Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania – IDAC, organização social sem fins lucrativos.

A ação conjunta contou com a participação do Ministério Público Federal (MPF), do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB).

Foram cumpridos 19 mandados judiciais, que foram expedidos pela 1ª Vara Criminal Federal da Seção Judiciária do Maranhão, sendo: 4 mandados de prisão preventiva, 1 mandado de prisão temporária, 9 mandados de busca e apreensão.

Além disso, foi determinado o bloqueio judicial e sequestro de bens num total que supera a cifra de R$ 12 milhões.

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Poder

Profissão Repórter prepara matéria sobre desvio de verbas

Uma equipe de reportagem da TV Globo está nesse momento em Barreirinhas. Os profissionais da emissora vão retratar as suspeitas de desvios de verbas no Município, envolvendo as secretarias de Educação e de Obras.

O Ministério Público está na cola do prefeito Léo Costa e de seus cúmplices, suspeitos de desviar recursos da merenda escolar. No último dia 5, o MP solicitou o afastamento imediato do prefeito e do secretário de Educação do Município, Manoel dos Santos Costa Junior.

Os dois estão sendo acusados pela Promotoria de Justiça de Barreirinhas de terem fraudado licitações e contratos administrativos para fornecimento de merenda escolar, que acarretaram prejuízo ao erário no valor de R$ 7.695.714,45.

A Ação Civil Pública também apurou o superfaturamento de preços, produtos entregues na merenda escolar de marcas diversas das exigidas nas licitações, itens não entregues ou enviados em quantidades menores e gêneros alimentícios estragados ou em condições impróprias ao consumo.

Diante das irregularidades constatadas no fornecimento da merenda escolar, a Promotoria de Justiça de Barreirinhas pediu a prisão preventiva do secretário municipal de Educação, no último dia 6.

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Maranhão

Fantástico repercute execução de mecânico no Maranhão

O “Fantástico” exibiu ontem (07) reportagem sobre a morte do mecânico Irialdo Batalha (veja o vídeo), de 35 anos, assassinado no dia 28 de maio, em Vitória do Mearim, por um zelador.

A matéria seguiu mostrando que o zelador Luís Carlos Machado de Almeida participava de uma blitz da PM e acabou executando uma pessoa na frente de todo mundo, em plena luz do dia. O Fantástico relatou que os policiais começaram a atirar e acertaram o garupa da moto – Irinaldo Batalha – que caiu, mas ainda estava vivo.

O governo chegou a emitir nota alegando que houve troca de tiros, mas o delegado Guilherme Souza Filho informou que as duas vítimas não estavam armadas. Confira abaixo a matéria completa.

Um crime inacreditável. Como pode um zelador municipal participar de uma blitz da PM e acabar executando uma pessoa na frente de todo mundo, em plena luz do dia?

No vídeo, um homem no chão acabou de ser baleado em uma blitz da PM em Vitória do Mearim, interior do Maranhão. Ele está cercado por curiosos.

No meio da aglomeração está um homem uniformizado. Repare nos trajes dele: calça de estampa militar, colete à prova de balas. Parece um policial. Ele inclusive segura uma arma.

O homem pisa na cabeça da vítima e atira duas vezes. Depois da execução, o assassino e um policial colocam o corpo no carro da PM e vão embora.

Tudo aconteceu em uma rodovia. Os dois jovens seguiam de moto para uma festa. Quando fizeram uma curva deram de cara com uma blitz. O piloto da moto diz que não conseguiu frear imediatamente e, segundo as investigações, os policiais começaram a atirar. Acertaram o garupa da moto que caiu, mas ainda estava vivo.

O garupa era o homem que acabou sendo executado: Irialdo Batalha, um mecânico de 35 anos que não tinha passagens pela polícia.
Quem pilotava a moto era um amigo de infância, Diego Fernandes, que levou um tiro no pé. Diego diz que a moto está com um problema no freio e por isso ele não conseguiu parar na blitz. “Quando eles viram que eu não ia conseguir parar, já começaram atirar”, diz Diego Fernandes.

A moto ainda vai ser periciada. Com base no depoimento dos PMs que estavam na blitz, a secretaria de Segurança Pública do Maranhão afirmou que houve troca de tiros durante uma perseguição a suspeitos de realizarem assalto a comércio.
Para o delegado que investiga o caso, não houve troca de tiros. “Segundo as testemunhas do lugar do crime, as duas vítimas não estavam armadas”, afirma o delegado Guilherme Souza Filho.

A PM então reconheceu o erro e prendeu os dois PMs que fizeram a blitz, identificados apenas como sargento Miguel e soldado Gomes.
E quem é o assassino?

O homem que aparece no vídeo atirando era contratado como zelador pela prefeitura da cidade e estava cedido para prestar serviços à polícia, mesmo respondendo a um processo por homicídio e de não ter sequer autorização para usar uma arma, ele participava de operações policiais. Ele se chama Luís Carlos Machado de Almeida e foi preso na quinta-feira passada.

“Ele era pago pelos cofres do município para trabalhar de vigilante e eu não sei porque cargas d´água ele estava trabalhando, usurpando a função de policial militar”, diz o delegado.

Pior: segundo o delegado, esse não foi o primeiro crime de Luís Carlos cometido em uma blitz. “Ele inclusive aqui na comarca de Vitória do Mearim responde a outro homicídio com as mesmas características”, afirma o delegado.

O comando da PM diz que não sabia que Luís Carlos participava clandestinamente de operações da PM. “A informação que tenho do comando local é que era uma pessoa colocada pela prefeitura para a parte administrativa e não tinha como fim desenvolver operações policiais”, diz o comandante geral da PM do Maranhão, Marco Antonio Alves.

Segundo a apuração da PM, Luís Carlos foi convocado para participar da blitz por um dos policiais que agora estão presos. “O sargento Miguel que era o comandante naquele momento é que fez a solicitação”, diz o comandante.

Irialdo foi levado já morto para o hospital da cidade. O corpo foi periciado, mas o laudo ainda não ficou pronto. Depois da divulgação das imagens, a Secretaria de Segurança emitiu uma nova nota.

Essa nota chama Irialdo de suspeito de participar do assalto, mas reconhece que ele foi executado. A nota afirma ainda que o governo do estado adotará todas as medidas para punir todos os responsáveis pelo crime.

Na sexta-feira passada, houve manifestação em Arari, cidade onde Irialdo morava. “Naquele momento em que ele estava atirando nele ali, ele não estava matando só ele: estava matando todos aqui, junto, porque a família está destruída. Ninguém tem mais alegria para nadaafirma Izanilton Batalha, irmão da vítima.


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Política

Equipe do Fantástico investiga ‘fraude’ no Censo de Anajatuba

Prefeito de Anajatuba.

Prefeito de Anajatuba.

Uma bomba de efeito retardado deve estourar no Maranhão com a reportagem investigativa de Eduardo Faustini, que faz parte da equipe do programa Fantástico, da rede Globo.

O jornalista está fazendo gravações para matéria que será exibida no domingo dia (14) no dominical, e deve ser revelado uma serie de fraudes cometidas, principalmente na Prefeitura de Anajatuba, que declarou números elevados de matrículas das quais são fantasmas no intuito do aumento do repasse da verba para Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério (Fundef).

Segundo apurou o blog, o problema vem acontecendo desde 2013 na gestão do prefeito Hélder Lopes Aragão (PMDB), que maquiava os números informados no censo escolar para modificar a destinação de verbas para os gestores dos vários níveis do sistema educacional do município.

É nitroglicerina pura.


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Poder

Oposicionistas dizem que matéria do ‘Fantástico’ é uma vergonha para o Maranhão

Deputado Bira do PindaréDeputado Bira do Pindaré

Deputado Bira do Pindaré

Os deputados Othelino Neto (PPS), Bira do Pindaré (PT), Marcelo Tavares (PSB) e Eliziane Gama (PPS) ocuparam a tribuna, na tarde desta segunda-feira (8), para manifestar sua indignação em relação à denúncia apresentada na Rede Globo, domingo à noite, em uma reportagem especial do programa ‘Fantástico’, mostrando que no município de Bacabal o Corpo de Bombeiros funciona sem as condições básicas para atender à população.

Othelino Neto foi o primeiro deputado a abordar o assunto e manifestar sua indignação. Ele disse que já se acostumou a assistir a programas jornalísticos veiculados em rede nacional na televisão e deparar com notícias quase sempre depreciativas, que causam vergonha ao povo do Maranhão.

Em seu discurso, ele relatou que como em Bacabal o Corpo de Bombeiros não funciona, quando ocorre um incêndio, tem de ser chamada às pressas uma equipe da capital, São Luís, que fica a quase 250 quilômetros de distância do município da região do Médio Mearim.

Indignado, o deputado Othelino disse que ficou alarmado com a informação de que, no Maranhão, em média, há um quartel de bombeiros para cada 20 cidades. “É uma tristeza ver o Maranhão, mais uma vez, sendo constrangido na imprensa nacional pela irresponsabilidade de um grupo político que desmanda e que subjuga o povo do nosso Estado”, frisou.

No mesmo tom, os deputados Bira do Pindaré e Marcelo Tavares reagiram. Bira do Pindaré disse que a matéria do ‘Fantástico’ representa um achincalhe ao povo do Maranhão.

Deputado Marcelo Tavares

Deputado Marcelo Tavares

“O Fantástico mostrou a realidade, mas demonstra mais uma vez a gravidade que a gente se encontra nesse Estado do Maranhão, apagar fogo com fezes, parece que a gente já tinha visto tudo, a gente já falou de Ilha cercada de fezes por todos os lados, eu pensei que as fezes eram só aqui no entorno de São Luis, mas agora estão usando fezes para apagar fogo”, protestou o deputado petista.

O deputado Marcelo Tavares disse que ficou indignado mais ainda porque deputados governistas foram à tribuna, nesta segunda-feira à tarde, tentar defender o governo em relação a este episódio registrado pela TV Globo em Bacabal. “Isso é um desrespeito com aquela cidade que tem uma população trabalhadora e que é uma das mais representativas do nosso povo”.

A deputada Eliziane Gama também manifestou seu protesto, dizendo que o Maranhão virou uma chacota nacional. “Infelizmente, não é a primeira vez e infelizmente pode também não ser a ultima vez, porque o que a gente tem visto, de uma forma muito presente, é uma exposição da situação real e dramática que o Estado do Maranhão tem vivido. É uma vergonha para todos nós”, enfatizou.b


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Política

Júnior Marreca declara apoio a Gil Cutrim na eleição da FAMEM

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), prefeito Júnior Marreca (PR – Itapecuru Mirim), anunciou oficialmente, nesta segunda-feira (26), apoio a candidatura do prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim (PMDB), à presidência da entidade – biênio 2013/14.

Gil Cutrim e Júnior Marreca.

Gil Cutrim e Júnior Marreca.

“O Gil é o candidato da diretoria da FAMEM. Ele reúne todas as condições para dar continuidade ao trabalho de fortalecer, cada vez mais, o municipalismo no Estado. Além de ser o atual vice-presidente, o Gil tem ótimo trânsito nos Governos do Estado e Federal, situação que, para os municípios, é de suma importância”, afirmou Marreca durante o seminário Desafios, Perspectivas e Limites da Gestão Pública Municipal, que está sendo promovido pela Federação no auditório da FIEMA.

O evento, que terá continuidade nesta terça-feira (27), reúne prefeitos eleitos e reeleitos e tem como objetivo tratar da transição política nos municípios, orientando os gestores a executarem governos bem planejados administrativamente e financeiramente.

O apoio de Júnior Marreca e dos demais membros da atual diretoria da FAMEM à candidatura de Gil Cutrim, que é vice-presidente da entidade, já era de conhecimento público. No entanto, o presidente da entidade fez questão de anunciá-lo oficialmente durante o evento como forma de garantir a unidade na eleição, que acontecerá no período compreendido entre 20 de janeiro até a primeira semana de fevereiro. “A eleição na entidade tem tradição de consenso. E com o nome do Gil tenho certeza que não será diferente. Os prefeitos maranhenses irão dar mais uma demonstração de unidade”, avaliou.


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Maranhão

Fantástico destaca sumiço de rim durante transplante no Hospital Universitário

Do Fantástico

Hospital Universitário da UFMA

Hospital Universitário da UFMA

O Fantástico mostra uma história de mistério. É o caso de um transplante de rins entre irmãos, que tinha tudo pra dar certo, mas, depois de ser retirado do doador, o órgão sumiu.

“Deram fim, deram algum sumiço. Pode estar em alguém. Esperamos por resposta”, comenta Josevan. “Meu irmão ficou sem um rim e eu continuo precisando”, afirma Jacqueline.

Seis anos atrás, a recepcionista Jacqueline Ferreira descobriu que precisava de um transplante. Ela sofria de insuficiência renal crônica. Os rins funcionavam com apenas 10% da capacidade.

Jacqueline emocionada durante entrevista

Jacqueline emocionada durante entrevista

Jacqueline passou a fazer sessões de diálise todos os dias. Ficava seis horas presa a uma máquina, para que os aparelhos fizessem o que os rins não conseguem mais fazer sozinhos. Mas o irmão Josevan fez exames que trouxeram esperança. Com o resultado, os médicos concluíram que ele era doador compatível.

Josevan não pensou duas vezes. “Eu sou mecânico, trabalho com automóveis. Um carro, se eu não substituir a bomba de óleo, com certeza vai trancar o motor. Com rim é a mesma coisa. E a situação estava se agravando”, conta o irmão de Jacqueline.

No dia 1° de agosto de 2006, no Hospital Universitário Presidente Dutra, em São Luís, no Maranhão, o dia e o lugar que era para marcar o fim de um drama, deram início a outro.

Segundo os promotores que investigam o caso, a cirurgia era para ter durado entre 20 e 45 minutos, só que a operação demorou uma hora e seis minutos e não deu certo. O rim de Josevan foi retirado, mas não pôde ser implantado em Jacqueline.

Segundo o Ministério Público, os três médicos que participaram da operação afirmaram que, apesar dos exames feitos nos pacientes, só na hora da cirurgia descobriram que o rim do irmão não servia para resolver o problema da irmã.

Pode parecer estranho os médicos descobrirem, só na hora da cirurgia, que o órgão transplantado não serve. Na verdade, isso acontece com alguma frequência.

“A cada 20 transplantes, um pode complicar no ato cirúrgico e não dar certo. O rim precisa ser retirado”, diz o diretor do Hospital do Rim e Hipertensão, de São Paulo, José Medina Pestana.

Josevan irmão de Jacqueline

Josevan irmão de Jacqueline

Josevan não pôde receber o rim de volta.

“Se o rim foi implantado e foi rejeitado, ou não deu certa a cirurgia, ele não pode ser utilizado em outra pessoa”, explica Pestana.

Apesar das explicações dadas pelos cirurgiões, Jacqueline e Josevan queriam mais exames. O hospital entregou amostras do rim, que foram encaminhadas então ao laboratório da Polícia Técnica da Bahia. E veio a surpresa. De acordo com o laudo, as amostras entregues pelo hospital não era do rim de Josevan.

Uma contraprova foi feita no Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília. Divulgado esta semana, o resultado é o mesmo: as amostras eram de outro rim.

O Ministério Público pediu nesta semana a prisão dos médicos. “Ocorreu um transplante indevido que resultou na perda de um órgão por parte do doador. Nesse caso, a lei prevê que a pena é de reclusão de 4 a 12 anos”, explica o promotor de Justiça do Maranhão Herberth Figueiredo.

A responsável pela equipe de cirurgia do Hospital Universitário Presidente Dutra afirma que não tem responsabilidade sobre o destino do rim, a partir do momento que o órgão saiu do hospital.

“O que aconteceu com esse rim entre a família, a retirada é aqui, e apresentar a Justiça, a gente não tem como responder por isso”, diz a coordenadora do Serviço de Transplante Renal do Hospital Universitário, do Maranhão, Teresa Cristina Ferreira.

“Isso é um absurdo porque um rim não vende em comércio, não vende em supermercado. E onde que eu ia arrumar um rim?“, diz a paciente renal Jacqueline Ferreira.

Procurados pelo Fantástico, os médicos responsáveis pelo transplante, que não deu certo, Erivaldo Souza dos Santos, Maria Inês Gomes Oliveira e Leonildo de Sousa Coelho não retornaram as ligações. Giovana Parada Martins, que na época era coordenadora do setor de transplantes, não quis gravar entrevista, mas, em nota, a médica afirma que todos os exames para a cirurgia foram realizados e que a denúncia contra ela não tem funadamento.

Os irmãos estão processando o hospital e pedem R$ 1.200.000 de indenização.


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Crime

Equipe do Fantástico denunciará as construções de mansões às margens do Rio Preguiças

No próximo domingo (31), será denunciado no programa Fantástico, as “construções de luxo irregulares em áreas de preservação”. Na matéria, será citada, a cidade de  Barreirinhas, que possui hotéis 5 estrelas, mansões em lugares onde a natureza deveria ser entocada.

A mansão de Diniz na beira do Rio Preguiças

A mansão de Diniz na beira do Rio Preguiças

Uma das mansões irregulares que será citada na reportagem especial é do empresário Arione Monteiro Diniz, o dono das Óticas Diniz.

Na casa do empresário há um desvio do rio que foi feito único e exclusivamente para atender a propriedade que foi construída irregularmente, além de ancoradouro tem um campo de futebol, e uma extensa área de lazer.

Na época José Carlos do Vale Madeira, Juiz Federal (5ª Vara), mandou demolir

José Carlos do Vale Madeira, Juiz Federal (5ª Vara), mandou demolir

Porém, se arrasta na Justiça Federal desde 2006, um processo motivado pelo Ministério Público Federal em que a decisão do juiz federal José Carlos do Vale Madeira (5ª Vara), deu favorecimento a demolição de 5 mansões de alto nível e 4 pousadas que foram construídas em total irregularidade ás margens do Rio Preguiças, em Barreirinhas.

Na época alguns proprietários foram indagados, disseram ter autorização tanto da prefeitura daquela cidade, quanto do Governo do Estado para construção de suas mansões e hotéis, às margens do Rio Preguiças.

Além do empresário Diniz, o ex-deputado federal Clóvis Fecury (DEM), também possui uma bela mansão construída em área de preservação ambiental.

Os processos tiveram autuação em maio de 2006, e em julho de 2010 foram redistribuídos automaticamente, só que o processo encontra-se em grau de recurso no TRF da 1a. Região. Veja abaixo a relação dos réus nos processos da Justiça Federal.

Arione Monteiro Diniz (dono das Óticas Diniz). Juiz: Newton Pereira Ramos Neto, da 8ª Vara Federal

Arione Monteiro Diniz (dono das Óticas Diniz). Juiz: Newton Pereira Ramos Neto, da 8ª Vara Federal

Clovis Antônio Chaves Fecury. Juiz: Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da 8ª Vara Federal

Clovis Antônio Chaves Fecury. Juiz: Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da 8ª Vara Federal

Caetes Pousada Turismo e Representações. Juiz: Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da 8ª Vara Federal

Caetes Pousadas Turismo e Representações. Juiz: Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da 8ª Vara Federal

José Rodrigues de Paiva Júnior Juiz: Newton Pereira Ramos Neto, da 8ª Vara Federal

José Rodrigues de Paiva Júnior. Juiz: Newton Pereira Ramos Neto, da 8ª Vara Federal

D B MILAN Juiz: Newton Pereira Ramos Neto, da 8ª Vara Federal

D B MILAN. Juiz: Newton Pereira Ramos Neto, da 8ª Vara Federal

Michael Rudolf Hipp. Juiz: Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da 8ª Vara Federal

Michael Rudolf Hipp. Juiz: Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da 8ª Vara Federal

Miguel Costa Ribeiro. Juiz: Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da 8ª Vara Federal

Miguel Costa Ribeiro. Juiz: Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da 8ª Vara Federal

Valter Dias Calixto. Juiz: Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da 8ª Vara Federal

Valter Dias Calixto. Juiz: Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da 8ª Vara Federal

Waldely Leite de Moraes. Juiz: Newton Pereira Ramos Neto, da 8ª Vara Federal

Waldely Leite de Moraes. Juiz: Newton Pereira Ramos Neto, da 8ª Vara Federal


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