Brasil

Eduardo Campos é enterrado no Recife

Do G1 PE

Família se despede, momentos antes do caixão de Eduardo Campos descer à cova. (Foto: Reprodução / TV Globo)

Família se despede, momentos antes do caixão de Eduardo Campos descer à cova.
(Foto: Reprodução / TV Globo)

Foi enterrado na noite deste domingo (17), no Cemitério de Santo Amaro, o corpo do ex-governador e candidato à Presidência Eduardo Campos. O sepultamento foi seguido por uma multidão, que acompanhou o cortejo de cerca de dois quilômetros do Palácio do Campo das Princesas até o cemitério, na área central do Recife. De acordo com a Polícia Militar, somando velório, cortejo e sepultamento, participaram das cerimônias fúnebres cerca de 160 mil pessoas.

Ao chegar ao cemitério, o caixão com os restos mortais de Campos foi colocado em um carro elétrico, que enfrentou bastante dificuldade para atravessar o caminho até o túmulo, devido à multidão. A viúva Renata Campos e os filhos foram dentro do veículo. Durante o percurso, as pessoas jogaram flores, aplaudiram, gritaram “Eduardo, guerreiro do povo brasileiro” e cantaram o hino nacional.

Em frente ao túmulo, se acomodaram em cadeiras para assistir à cerimônia Renata, os filhos, a mãe de Eduardo Campos, a ministra do Tribunal de Contas da União Ana Arraes, o irmão Antônio Campos, Marina Silva e outros familiares. Mas o caixão foi rapidamente sepultado, após o toque fúnebre de uma trompeta. Renata e os filhos se despediram com beijos no caixão e aos gritos de “Eduardo, guerreiro do povo brasileiro”. Quando o caixão foi colocado no túmulo, fogos de artifício começaram a estourar e a homenagem durou 20 minutos.


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Brasil

Roseana, Flávio e Edinho Lobão lamentam morte de Eduardo Campos

Governadora Roseana Sarney, Flávio Dino e o senador Lobão Filho.

Governadora Roseana Sarney, Flávio Dino e o senador Lobão Filho.

A governadora Roseana Sarney, emitiu nota de pesar lamentando a morte e dizendo estar chocada com a notícia da morte do governador licenciado de Pernambuco, candidato à presidência da República, Eduardo Campos, do PSB.

“Sempre tive uma relação de muito respeito com Eduardo Campos. Ficamos todos tristes com essa tragédia. Solidarizo-me com a família e, em especial, com Anna Arraes, mãe de Eduardo Campos, ex-deputada federal e atual Ministra do Tribunal de Contas da União. Tenho certeza de que Pernambuco e o Brasil perdem um nordestino e homem de futuro na política brasileira”, declarou a governadora.

Flávio Dino, candidato da Coligação Todos Pelo Maranhão, divulgou também nota de pesar pelo falecimento do ex-governador e candidato à Presidência Eduardo Campos. Oara Flávio Dino, Eduardo Campos sempre foi um amigo e companheiro leal.

“Solidarizo-me, em primeiro lugar, com a mãe de Eduardo, a ministra Ana Arraes, pois bem sei que não há dor humana maior do que a perda trágica de um filho”, disse o comunista, que comunicou ter suspendido as agendas de campanha desta quarta após morte.

O senador e candidato ao governo do Maranhão, Lobão Flho, enalteceu a trajetória de Eduardo Campos como sendo uma liderança política que fará imensa falta ao debate deste nosso Brasil democrático.

“Solidarizo-me com sua família, neste momento de sofrimento, apresentando meus votos de mais profundo pesar”, disse Lobão Filho.


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Brasil

Famíla de Eduardo Campos não estavam no avião

A esposa e filhos do presidenciável Eduardo Campos – vitima de acidente aéreo na manhã desta em Santos – não estavam entre os tripulantes da aeronave que caiu em São Paulo.

Na lista dos mortes, aparece nomes de pessoas que trabalhavam na equipe de Campos: Alexandre Severo Silva, fotógrafo, Carlos Augusto Leal Filho (Percol), assessor, Geraldo Henri P da Cunha, piloto, Marcos Martins, piloto, Pedro Valadares Neto e Marcelo Lira.

Ele que morreu aos 49 anos, era natural de Pernambuco, Recife, O ex-governador era cassado e tinha cinco filhos.


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Política

PSB anuncia chapa com Campos para presidente e Marina como vice

Do G1, em Brasília

Eduardo Campos e Marina Silva, na chegada ao evento, acompanhados da deputada Luiza Erundina (PSB-SP) e do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) (Foto: Felipe Néri/G1)

Eduardo Campos e Marina Silva, na chegada ao evento, acompanhados da deputada Luiza Erundina (PSB-SP) e do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) (Foto: Felipe Néri/G1)

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) anunciou nesta segunda-feira (14), em Brasília, a pré-candidatura do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e da ex-senadora Marina Silva para concorrer à Presidência da República nas eleições de outubro. Presidente nacional do PSB, Campos deve encabeçar a chapa e terá Marina como vice.

A formalização da chapa socialista, com a homologação das indicações, deve ocorrer somente em junho, durante a Convenção Nacional

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do PSB. O anúncio da chapa nesta segunda foi feito pelo primeiro-secretário nacional do PSB, Carlos Siqueira.

“As lideranças e os militantes do partido delegaram aos líderes do PSB, Eduardo Campos, e da Rede, Marina Silva, a tarefa de representá-los nesse processo eleitoral como pré-candidatos à Presidência da República […]. A campanha da chapa se confirmará pela convenção de junho seguirá os seguintes princípios [definidos pelo partido]”, disse Siqueira.


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Maranhão

Wellington do Curso e Eliziane Gama participam de reuniões com Marina e Eduardo Campos

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O vice-presidente do Diretório Estadual do PPS-MA, suplente de deputado, Wellington do Curso, juntamente com a deputada estadual Eliziane Gama, participou no último final de semana, em Brasília, do 1º Seminário Programático da REDE de Sustentabilidade: “Reforma do Estado e Fundamentos da Política Econômica”. O evento que reuniu militantes de todo o País contou com a presença do governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e da ex-senadora Marina Silva (REDE).

Wellington do Curso e Eliziane Gama participaram também de reunião na segunda-feira (16), em Recife, com o presidenciável Eduardo Campos (PSB) e membros da Executiva Nacional do Partido Popular Socialista (PPS) , a qual foi coordenada pelo presidente nacional da legenda, deputado federal Roberto Freire (SP), e formada por lideranças políticas da sigla no Brasil. Esta foi a primeira reunião entre Eduardo Campos e o PPS após a aprovação de indicativo a apoio do PPS ao PSB nas eleições de 2014.

No evento, que contou com a presença de três pré-candidatos ao governo do estado filiados ao PPS no País, a deputada Eliziane Gama (Maranhão), a deputada distrital, Eliane Pedroza (Distrito Federal), o vice-prefeito de Manaus, Hissa Abrahão (Amazonas), foi formalizado o apoio do PPS à candidatura do governador de Pernambuco ao Planalto em 2014.

“É importante fazer todo esforço para concretizar uma coalizão não só nacional, mas também nos estados. Para mim, tem sido um grande aprendizado poder acompanhar e participar dos recentes desdobramentos do cenário político nacional com atenção voltada para as articulações que envolvem diretamente as eleições no estado do Maranhão” destacou o professor Wellington, que é pré-candidato a deputado estadual e tem participado ativamente de todas as ações do PPS/MA e tem se destacado como um dos maiores apoiadores e defensores da pré-candidatura de Eliziane Gama ao governo do estado do Maranhão.


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Maranhão

Eliziane e Executiva Nacional do PPS se reúnem com Eduardo Campos em Pernambuco

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A Executiva Nacional do Partido Popular Socialista (PPS) se reúne nesta segunda-feira (16) com o governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos (PSB).

O encontro será realizado em Recife (PE) e conta com a presença dos três pré-candidatos ao governo do estado do PPS no país, entre eles a deputada estadual, Eliziane Gama (Maranhão), a deputada distrital, Eliane Pedroza (Distrito Federal) e o vice-prefeito de Manaus, Hissa Abrahão (Amazonas).

A comitiva do PPS é capitaneada pelo presidente nacional da legenda, deputado federal Roberto Freire (SP) e é formada por deputados federais, deputados estaduais,  e demais lideranças políticas da sigla no Brasil. Esta é a primeira reunião entre Eduardo Campos e o PPS após a aprovação de indicativo a apoio do PPS ao PSB nas eleições de 2014.

“Esse encontro é importante e faz parte da estratégia do PPS de iniciar o debate mais programático e de aliança nos estados, esses três estados: Maranhão, Amazonas e o Distrito Federal. Pois os três são postos hoje como prioridade do PPS, já que contam as candidaturas próprias”, afirmou Eliziane Gama.

A pesquisa divulgada na semana passada pelo instituto Vox Populi mostra o crescimento da deputada Eliziane Gama na disputa para o governo do Maranhão. O levantamento aponta a deputada maranhense como a segunda colocada nos municípios da Região Metropolitana de São Luís com 25, 8%. A parlamentar também aparece com a menor rejeição entre os pré-candidatos maranhenses.

Rede de Sustentabilidade

Neste fim de semana, a presidente do Diretório Estadual do PPS no Maranhão, deputada Eliziane Gama também participou em Brasília do 1º Seminário Programático da Rede de Sustentabilidade. O evento que contou com a presença do governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos (PSB) e da ex-senadora Marina Silva reuniu militantes de todo o país.


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Política

Eduardo Campos poderia ser candidato do PT em 2018, diz Luiz Marinho

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O prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), amigo pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diz que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), errou ao se desgarrar do governo para disputar o Palácio do Planalto .

Em entrevista ao programa Poder e Política, da Folha e do UOL, Marinho relata que ele, Lula e interlocutores do PT sinalizaram para Eduardo Campos que a melhor opção para o socialista seria manter o apoio à reeleição de Dilma Rousseff em 2014 –e assim se qualificar para ser o candidato a presidente em 2018, inclusive com o apoio do PT.

“Eduardo não teve a sabedoria e a paciência de se colocar para suceder em 2018. Ele poderia estar muito bem colocado nessa posição. Abriu mão, infelizmente”, disse Marinho. O socialista “poderia ser candidato ao Senado. E ter o nosso apoio para ser presidente do Senado. Vir a ser ministro importante num segundo governo Dilma. Tinha um monte de possibilidades colocadas. Mas preferiu raia própria. Na medida em que disputa, vira adversário”.

E quem fez as propostas para que Eduardo Campos mantivesse o apoio ao governo Dilma com a possibilidade de ter o apoio do PT para disputar o Planalto em 2018? “Eu disse publicamente isso. Essa sinalização foi colocada para o Eduardo”. Por Lula? “O presidente Lula, a própria presidenta Dilma. Isso foi colocado”, responde o prefeito de São Bernardo. “Eu acho que ele errou”.

Como o PT tem um histórico sofrível quando se trata de ceder vagas em eleições importantes, as negociações não prosperaram. Além disso, em política é muito difícil fazer uma promessa sobre uma mercadoria a ser entregue só daqui a cinco anos. Marinho discorda. “Não acho difícil. Nós temos convicção de que em algum momento o PT terá que botar um partido aliado para governar o Brasil. Se nós queremos um projeto de longo prazo, nós temos que partilhar isso com os aliados”.

Essas declarações são um sinal de como o PT ficou incomodado com a saída de Campos para a oposição. Revelam também um receio que o partido tem a respeito de disputar um segundo turno contra o pernambucano em 2014.

Em São Paulo, Marinho diz que foi sondado para ser o candidato do PT a governador, mas afirmou preferir terminar seu mandato como prefeito de São Bernardo. Na disputa paulista, acredita que o tucano Geraldo Alckmin seja o favorito para ser reeleito, mas que o nome pré-lançado pelo PT –o do ministro da Saúde, Alexandre Padilha–, estará no segundo turno.

Sobre a influência negativa que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, terá nas disputas paulistas de 2014, Marinho acha que os eleitores saberão diferenciar. O petista é aprovado por apenas 18% dos paulistanos, segundo o Datafolha. Para Marinho, Haddad “vai penar” até a metade de 2014 antes de começar a recuperar a popularidade.

Ex-presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o prefeito de São Bernardo não acha que o direito de greve deva ser absoluto. Por exemplo, ele se diz contra paralisações de policiais.


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Poder

Eliziane discute eleições 2014 com Eduardo Campos

Eliziane e Eduardo Campos.

Eliziane e Eduardo Campos.

A presidente do Diretório Estadual do PPS-MA, deputada estadual Eliziane Gama participou ontem terça-feira, dia 22, de solenidade de entrega do título de Cidadão Piauiense ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

A parlamentar recebeu convite da executiva do PPS da cidade de Teresina para participar do evento realizado na Assembleia Legislativa do Estado do Piauí. Na oportunidade, a deputada foi recebida pelo pré-candidato à Presidência da República, governador Eduardo Campos e discutiu as eleições 2014. Ela reafirmou seu posicionamento no campo da oposição.

“Esse foi meu primeiro contato com Eduardo Campos, que ao lado de Marina Silva protagonizam a nova política no Brasil, no mesmo alinhamento que defendemos no Maranhão”, afirmou Eliziane Gama.

A solenidade de entrega do título de Cidadão Piauiense ao governador de Pernambuco, presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e pré-candidato à Presidência da República, Eduardo Henrique Accioly Campos foi realizada na Assembleia Legislativa do Piauí. O título foi um requerimento do deputado Antônio Félix (PSD).


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Brasil

Para Aécio, Dilma fez campanha eleitoral ao falar de pré-sal na TV

Aécio Neves.

Aécio Neves.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), que ensaia concorrer à presidência em 2014, criticou nesta terça-feira (22) o pronunciamento de Dilma Rousseff em cadeia nacional para comentar o leilão de Libra que ocorreu ontem.Segundo o senador, a “presidente Dilma Rousseff contraria a legislação em vigor e apropria-se, indevidamente” da rede, para fins eleitorais. Ontem, a presidente afirmou em pronunciamento que o leilão não era uma privatização do petróleo brasileiro, mas uma grande conquista para o país.

Segundo Aécio, a presidente deveria ter falado da “imensa desvalorização” da empresa sob a administração petista –segundo dados da Economatica, o valor de mercado da empresa cresceu 336% desde 2003.

Ontem, ele já havia feito críticas ao governo, quando declarou que o leilão trouxe o reconhecimento do governo, “ainda que tardio e envergonhado, da importância do investimento privado para o desenvolvimento do país”.

“O atraso na realização do leilão e as contradições do governo vêm minando a confiança de muitos investidores e, no caso da Petrobras, geraram uma perda imperdoável e irrecuperável para um patrimônio construído por gerações de brasileiros”, disse.

Já o senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) afirmou que o interesse do governo é somente a produção superavit primário. Já o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), afirmou que “o governo está de olho no bônus que aferirá com a privatização desse patrimônio denominado Libra.”

Crítico do governo, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse que a gestão Dilma é “neoliberal”, e não progressista, como alardeado na campanha da presidente.

Em contrapartida, o ministro Aloizio Mercadante (Educação) disse hoje que o “êxito” do leilão de Libra permitirá que o país “dê um salto extraordinário nos investimentos feitos em educação”.

EDUARDO CAMPOS

Já o também presidenciável Eduardo Campos, governador de Pernambuco, disse em nota e em uma publicação em seu perfil no Facebook que o modelo “precisa ser aperfeiçoado” para que haja participação de mais grupos.

“Acho que todos brasileiros e brasileiras viram com muita decepção, ontem, uma área gigante do pré-sal, o campo de Libra, ser leiloada pelo preço mínimo e sob um processo pouco debatido com a sociedade”, afirmou o presidenciável na rede social.

O governador pernambucano colocou em dúvida a destinação dos recursos do pré-sal, que deveriam ir para saúde e educação: “A gente percebe que o dinheiro vai terminar compondo a questão fiscal dura que o país atravessa, apenas amenizando a falta de caixa do governo. E isso nos preocupa”.

Folha.


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Geral

Dilma lidera nova pesquisa Datafolha

DilmaA presidente Dilma Rousseff (PT) seria reeleita no primeiro turno se disputasse a eleição presidencial contra o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB), segundo pesquisa do instituto Datafolha realizada nesta sexta-feira, 11. Dilma teria 42% das intenções de voto, enquanto Aécio ficaria com 21% e Campos, 15%. Votos em branco, nulo ou nenhum totalizam 16% e outros 7% não sabem em quem votar.

Para vencer no primeiro turno, o candidato precisa somar mais de 50% dos votos válidos, o que exclui os votos branco e nulos.

A pesquisa é a primeira após a união da ex-senadora Marina Silva com Eduardo Campos. Foram feitas 2.517 entrevistas em 154 municípios, e a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Foram testados quatro cenários para a eleição presidencial de 2014, alternando os nomes de Campos e Marina, pelo PSB, e os de Aécio e do ex-governador José Serra, pelo PSDB. De acordo com a pesquisa, publicada hoje pelo jornal Folha de S. Paulo, nas outras três combinações, Dilma não teria índice suficiente para garantir a reeleição no primeiro turno.

A disputa que seria mais acirrada é a que inclui Marina e Serra. Nesse cenário, Dilma soma 37% dos votos, Marina, 28%, Serra, 20%, brancos, nulos e nenhum, 10%, e não sabem, 5%. Contra Serra e Campos, Dilma teria 40%, o tucano, 25%, o socialista, 15%, brancos, nulos e nenhum, 15%, e não sabem, 6%. No confronto envolvendo Marina e Aécio, a presidente teria 39%, a ex-senadora, 29%, o senador, 17%, brancos, nulos e nenhum, 10%, e não sabem, 5%.

Ainda de acordo com o Datafolha, Dilma venceria todas as simulações de segundo turno. A vitória mais apertada seria contra Marina: 47% a 41%. No enfrentamento com Aécio Neves, a petista ganharia por 54% a 31%. Contra Serra, a presidente seria reeleita por 51% a 33%.

O maior índice de rejeição é ao nome de José Serra: 36% não votariam no ex-governador paulista. Dilma tem rejeição de 27%, Campos, 25%, Aécio, 24% e Marina, 17%.


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