Poder

Flávio Dino teria convidado Dilma para disputar Senado pelo Maranhão

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), teria feito convite à ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff, para disputar uma vaga para o Senado pelo Maranhão. A informação é da coluna Radar On-line, da revista Veja.

Além do comunista, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), também convidou Dilma para mudar o domicílio eleitoral para seu estado e concorrer a uma vaga por lá.

Segundo a coluna Rdar, o caso do Maranhão, no entanto, é mais complicado. Se Lula for candidato a presidente e Dilma aceitar a cantada de Dino, o Lula não poderá sequer sentar para conversar com o clã Sarney, inimigo mortal do atual governador.

Mas enquanto os aliados se movimentam por ela, Dilma nem emite sinais sobre seus planos para o ano que vem.


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Poder

Joesley diz que ‘comprou’ 5 deputados para votarem contra impeachment de Dilma

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O dono da JBS, Joesley Batista, disse, em delação premiada, que atuou juntamente com o deputado João Bacelar (PR-BA) na compra de cinco deputados federais, ao custo de R$ 3 milhões cada um, para votarem contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Segundo Joesley, no dia 9 de abril de 2016, um sábado, uma semana antes da votação do impeachment na Câmara dos Deputados, ele se reuniu com Bacelar. Na ocasião, segundo o delator da JBS, Bacelar disse que ‘tinha conseguido convencer 30 deputados a votarem a favor de Dilma em troca de R$ 5 milhões cada um’.

Joesley, no entanto, diz ter concordado com a ‘compra’ de apenas 5 deputados no valor total de R$ 15 milhões divididos em parcelas.

No depoimento, o dono da JBS, porém, afirma que não lembra quais eram os parlamentares que receberam o pagamento. Segundo ele, o dinheiro era distribuído por João Bacelar, e que só tinha conseguido repassar R$ 3,5 milhões.

Parte do pagamento – R$ 500 mil -, diz Joesley, ocorreu em março deste ano.

COM A PALAVRA, DILMA ROUSSEFF

A propósito das notícias a respeito das delações efetuadas pelo empresário Joesley Batista, a Assessoria de Imprensa da presidenta eleita Dilma Rousseff esclarece que são improcedentes e inverídicas as afirmações do empresário:
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1. Dilma Rousseff jamais tratou ou solicitou de qualquer empresário, nem de terceiros doações, pagamentos ou financiamentos ilegais para as campanhas eleitorais, tanto em 2010 quanto em 2014, fosse para si ou quaisquer outros candidatos.

2. Dilma Rousseff jamais teve contas no exterior. Nunca autorizou, em seu nome ou de terceiros, a abertura de empresas em paraísos fiscais. Reitera que jamais autorizou quaisquer outras pessoas a fazê-lo.

3. Mais uma vez, Dilma Rousseff rejeita delações sem provas ou indícios. A verdade vira à tona.
ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

Do Estadão de São Paulo


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Política

Dilma diz que senadores rasgaram Constituição

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Em seu primeiro pronunciamento após a aprovação do impeachment pelo Senado, a agora ex-presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (31) que os senadores que votaram pelo seu afastamento definitivo rasgaram a Constituição e consumaram um golpe parlamentar.

“Hoje, o Senado Federal tomou uma decisão que entra para a história das grandes injustiças. Os senadores que votaram pelo impeachment escolheram rasgar a Constituição Federal, decidiram pela interrupção do mandato de uma presidente que não cometeu crime. Condenaram uma inocente e consumaram um golpe parlamentar”, disse.

Dilma fez o pronunciamento no Palácio da Alvorada, em Brasília, ao lado de um grupo de aliados, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também acompanharam o discurso cerca de 30 manifestantes contrários ao impeachment que protestavam em frente ao Alvorada e foram autorizados a entrar.

O plenário do Senado aprovou nesta quarta, por 61 votos favoráveis e 20 contrários, o impeachment de Dilma Rousseff. A presidente afastada foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional, mas não foi punida com a inabilitação para funções públicas. Com isso, ela poderá se candidatar para cargos eletivos e também exercer outras funções na administração pública.

Segundo golpe

Dilma disse ainda que a decisão do Senado foi o “segundo golpe de estado” que enfrentou em sua vida.

“Apropriam-se do poder por um golpe de estado. É o segundo golpe de estado que enfrento na vida. O primeiro, o golpe militar apoiado na truculência das armas da repressão e tortura que me atingiu quando era jovem. O segundo, o golpe parlamentar desfechado hoje por meio de uma farsa jurídica, me derruba do cargo para o qual fui eleita pelo povo.”

A petista comparou ainda a decisão do Senado a uma “eleição indireta” que substituiu o resultado das eleições de 2014, em que ela foi reeleita. E afirmou que irá “recorrer em todas as instâncias possíveis” contra o impeachment.


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Política

Senado decide manter direitos políticos de Dilma Rousseff

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Apesar de decidir pelo impeachment da agora ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT), o Senado manteve os direitos políticos da petista, em votação realizada na tarde desta quarta-feira (31). A manutenção dos direitos políticos de Dilma foi aprovada por 42 votos a favor e 36 contra. Houve três abstenções.

No início da tarde, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, determinou que a votação final do processo de impeachment no Senado da presidente afastada seria dividida em duas etapas, uma sobre a perda do mandato e a outra sobre a inabilitação dos seus direitos políticos.

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O requerimento pela divisão foi feito pelo PT, representado pelo senador Humberto Costa (PT-PE), no início dos trabalhos desta quarta. A iniciativa tinha como objetivo preservar o direito da petista de disputar eleições ou ocupar postos na administração pública mesmo se o Senado decidisse por sua cassação.

Na primeira votação, os senadores decidiram, por 61 votos a favor e 20 contra, que Dilma cometeu crimes de responsabilidade, afastando-a definitivamente da Presidência. No seu lugar, assume em definitivo o vice, Michel Temer (PMDB), que já ocupava o cargo interinamente desde o último 12 de maio, quando o Senado decidiu pelo afastamento da petista.

Em sua defesa no Senado, Dilma afirmou que não praticou irregularidades e que o impeachment é na verdade um “golpe de Estado” por ser motivado por razões políticas e por não ter existido crimes de responsabilidade em seu governo. Esses argumentos foram repetidos na segunda-feira (29) quando a petista passou 13 horas no plenário do Senado fazendo sua defesa, com um discurso pela manhã e respondendo questões dos senadores até o fim da noite.

Do outro lado, senadores que votaram pela condenação afirmam que Dilma foi responsável por graves irregularidades financeiras que contribuíram para aprofundar a crise econômica no país.

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Poder

Dilma Rousseff é afastada definitivamente da Presidência da República

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61 parlamentares votaram a favor do impeachment da petista, 20 contra. Para o mandato cassado, era necessário que 54 dos 81 votassem pelo impedimento. Com a saída de Dilma, o vice Michel Temer (PMDB) assume efetivamente a presidência do Brasil, ainda nesta quarta. Ele deve fazer pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV para dar as primeiras instruções em relação a esta nova fase do governo.

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O vídeo de 5 minutos já tem sido discutido há algumas semanas. No início da sessão, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que conduz o julgamento, leu um relatório que resumiu o processo e trouxe os argumentos da acusação e da defesa. Depois, quatro senadores encaminharam a votação, dos quais dois favoráveis ao impeachment e dois contrários.

A votação foi aberta, nominal e ocorreu através do painel eletrônico. Os senadores favoráveis ao impedimento de Dilma votaram votar “sim” e os senadores contrários, “não”.

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Poder

João Alberto diz que votou contra Dilma para não ficar isolado no Maranhão

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Baixa que complicou ainda mais a situação da presidente afastada Dilma Rousseff na votação do impeachment no Senado, o presidente da Comissão de Ética da Casa, João Alberto de Souza (PMDB-MA) culpou o isolamento político no estado, e a hostilidades do grupo do governador Flávio Dino (PCdoB), pela virada de seu voto ontem a favor da cassação do mandato da petista. Ele rejeita a pecha de “traidor” e diz que votou também em função da conjuntura política: a presidente afastada, sem votos na Câmara e Senado, não tem condições de voltar a governar.

Ele nega também que tenha mudado o voto a pedido de seu mentor político, o ex-senador José Sarney. João Alberto votou contra a admissibilidade do impeachment na primeira votação em plenário por considerar que não houve comprovação da prática de crime de responsabilidade.

— No PMDB, de 18 senadores, só a Kátia Abreu e o Requião ficaram com Dilma. Eu não posso ficar isolado num estado em que o governador nos hostiliza. Ninguém me cobrou por minha escolha. No Senado sou muito bem respeitado. Faço tudo de cabeça erguida — disse o senador João Alberto.

Ele disse que não esteve com Dilma. Líderes do PT disseram que João Alberto foi procurado pelo governador Flávio Dino para tentar segurar seu voto contra o impeachment, sem sucesso.

— O Flávio Dino foi falar com ele. Mas seus aliados disseram que ele ia ficar mal com o lado de lá e nem seria bem recebido no grupo de Dino — contou um dos senadores do PT.

João Alberto disse que decidiu seu voto ontem depois de conversar com colegas senadores, que lhe alertaram sobre os problemas para o país com a possível volta de Dilma.

— Votei pelo afastamento da presidente Dilma mais em função da conjuntura. Se ela não tiver maioria no Senado e na Câmara fica muito difícil governar. Eu gosto muito de Dilma, não tenho absolutamente nada contra ela, mas a conjuntura não lhe é favorável — disse João Alberto.

Do jornal O Paraná


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Poder

Senado aprova relatório por 59 a 21, e Dilma vai a julgamento final

Folha

O Senado decidiu na madrugada desta quarta­feira (10) tornar a presidente afastada, Dilma Rousseff, ré no processo de seu impeachment. Foram 59 votos favoráveis e 21 contrários, sem nenhuma abstenção. Era preciso maioria simples (mais da metade dos senadores presentes) para que o
parecer do relator Antonio Anastasia (PSDB­MG) fosse aprovado.

O resultado indica ser muito difícil Dilma conseguir barrar o impeachment na votação final, que deve ter início por volta do dia 25. Nesta ocasião, a petista perderá definitivamente o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votem nesse sentido.

A sessão começou às 9h44 e foi comandada pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski. Dilma é acusada de editar três decretos de créditos suplementares sem aval
do Congresso e de usar verba de bancos federais em programas que deveriam ser bancados pelo Tesouro, as chamadas “pedaladas fiscais” –quando foram quitadas, em 2015, o valor pago foi de R$ 72,4 bilhões.

Caso a petista seja destituída, assume de forma efetiva o hoje interino Michel Temer, 75, o que coloca o PMDB no poder pela terceira vez em sua história, nenhuma delas pelo voto direto –José Sarney (1985­1990) e Itamar Franco (1992­1994) também eram vices. Temer assumiu a Presidência da República interinamente em 12 de maio, quando o Senado decidiu afastar a petista.


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Política

Comissão aprova que Dilma seja levada a julgamento final

G1, Brasília

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A Comissão Especial do Impeachment aprovou em sessão nesta quinta-feira (4), por 14 favoráveis e 5 contrários, o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) que diz que a presidente afastada Dilma Rousseff cometeu ilegalidades e recomenda que o caso seja levado a julgamento final.

Com a decisão, se encerraram os trabalhos da Comissão de Impeachment. A sessão durou quase três horas, e 22 senadores discursaram. O parecer do relator Anastasia será agora votado pelo plenário principal do Senado em sessão prevista para a próxima terça-feira (9). Se a maioria simples dos senadores também aprovar o relatório de Anastasia, Dilma será levada a julgamento final, com início previsto para o final deste mês.

Dos 21 integrantes da comissão, 20 tinham direito a voto, porque Raimundo Lira, presidente do colegiado, só votaria em caso de empate. No entanto, foram registrados somente 19 votos porque o senador Wellington Fagundes (PR-MT) não compareceu à votação por motivos pessoais e suplente dele, Eduardo Amorim (PSC-SE), também não estava presente.

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Poder

Dilma Rousseff estará na sexta-feira em São Luís

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A presidente da República afastada, Dilma Rousseff, estará em São Luís, na próxima sexta-feira (10), para participar de um ato público realizado por forças sindicais.

Dilma chegará a capital maranhense em voo comercial e cumprirá uma agenda extensa, começando pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Depois seguirá para o Congresso UNEGRO, na Praça Nauro Machado, em seguida irá para a manifestação contra o impeachtment, que poderá acontecer ou na Praça Deodoro ou na Maria Aragão.

Os organizadores afirmam que será o maior ato público já realizado no Maranhão.


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Poder

Apoio de Waldir Maranhão teria custado R$ 105 milhões a Dilma Rousseff

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O presidente interino da Câmara, o deputado federal Waldir Maranhão (PP), ao tomar atitudes intempestivas nas últimas semanas, retribuiu a presidente da República afastada, Dilma Rousseff, as gentilezas que ela fez para ele em sua última semana no cargo.

Segundo o colunista do O Globo, Lauro Jardim, nos últimos dias antes de deixar o governo, Dilma liberou um total de R$ 105 milhões em emendas parlamentares de Maranhão.

Na verdade, essa dinheirama foi empenhada, não ainda executada. Certamente, os empenhos serão cancelados no governo Temer.


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