Poder

"Oposição não pretende fazer CPI política", diz deputado

Deputado Marcelo Tavares

Deputado Marcelo Tavares

O líder da Oposição, deputado Marcelo Tavares (PSB), declarou, que não faz sentido a afirmação de que parlamentares oposicionistas estão querendo criar uma CPI política para apurar casos de crimes de pistolagem praticados no Estado.

“Não existe na Oposição a intenção de fazer uma CPI política, até porque é impossível fazer uma CPI política nesta Casa, pela Oposição, porque nosso regimento não permite isso. A Oposição aqui na Assembleia Legislativa não tem condições de sozinha fazer uma CPI política”, afirmou Marcelo Tavares.

Ele explicou que a bancada oposicionista é formada por apenas 10 deputados e, no caso de formação de uma CPI, constituída de sete membros, caberia à Oposição indicar apenas dois nomes: um pelo Bloco formado pelo PSB, PPS e PCdoB, e outro membro pelo Bloco constituído pelo PDT e PSDB.

“Então se a Casa entende que não deve fazer uma CPI contra a pistolagem, o argumento não pode ser de que seria uma CPI política, porque nós não temos número para fazer uma CPI política. A partir do momento que a CPI fosse instalada, o presidente e o relator a serem eleitos com certeza seriam do governo, não seriam da oposição, porque nós só teríamos dois membros. Então é impossível para a bancada de oposição nesta Casa fazer uma CPI política”, argumentou.

Para Marcelo Tavares, as CPIs são importantes e precisam ter o apoio de parlamentares governistas e da oposição. Ele lembrou que, durante sua gestão como presidente da Assembleia, há dois anos, foram criadas duas CPIs, que obtiveram desempenho exitoso: a CPI do Combate à Pedofilia e a CPI do Caso Euromar.


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“Oposição não pretende fazer CPI política”, diz deputado

Deputado Marcelo Tavares

Deputado Marcelo Tavares

O líder da Oposição, deputado Marcelo Tavares (PSB), declarou, que não faz sentido a afirmação de que parlamentares oposicionistas estão querendo criar uma CPI política para apurar casos de crimes de pistolagem praticados no Estado.

“Não existe na Oposição a intenção de fazer uma CPI política, até porque é impossível fazer uma CPI política nesta Casa, pela Oposição, porque nosso regimento não permite isso. A Oposição aqui na Assembleia Legislativa não tem condições de sozinha fazer uma CPI política”, afirmou Marcelo Tavares.

Ele explicou que a bancada oposicionista é formada por apenas 10 deputados e, no caso de formação de uma CPI, constituída de sete membros, caberia à Oposição indicar apenas dois nomes: um pelo Bloco formado pelo PSB, PPS e PCdoB, e outro membro pelo Bloco constituído pelo PDT e PSDB.

“Então se a Casa entende que não deve fazer uma CPI contra a pistolagem, o argumento não pode ser de que seria uma CPI política, porque nós não temos número para fazer uma CPI política. A partir do momento que a CPI fosse instalada, o presidente e o relator a serem eleitos com certeza seriam do governo, não seriam da oposição, porque nós só teríamos dois membros. Então é impossível para a bancada de oposição nesta Casa fazer uma CPI política”, argumentou.

Para Marcelo Tavares, as CPIs são importantes e precisam ter o apoio de parlamentares governistas e da oposição. Ele lembrou que, durante sua gestão como presidente da Assembleia, há dois anos, foram criadas duas CPIs, que obtiveram desempenho exitoso: a CPI do Combate à Pedofilia e a CPI do Caso Euromar.


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O deplorável presidente Arnaldo Melo…

A atitude deplorável de Arnaldo Melo

A atitude deplorável de Arnaldo Melo

É classificada como “imbecilidade” a postura do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Arnaldo Melo (PMDB), que estranhamente se pronunciou na manhã desta terça-feira, 08, de forma pessoal, em afirmar que o Poder Legislativo não tem aparato para suportar uma CPI da Pistolagem. Um grande absurdo e desrespeito ao regimento da Casa.

Melo, que, diga-se de passagem, sempre teve sua gestão denunciada pelo jornalista/blogueiro Décio Sá (reveja), se mostra ao contrário da criação da CPI, não pelos meios financeiros que poderá ser custeado pela Assembleia, mas sim pelo modo pessoal e arrogante que sempre tratou não só Décio Sá, como toda a classe jornalística.

Pelo visto, o presidente decano terá que pegar aulas com o também colega de parlamento Manoel Ribeiro, que possui amplo conhecimento sobre o livro do Regimento Interno da Assembleia.

É obvio que Melo, tenha seus posicionamentos nada republicanos, indigestos e imbecis, do qual sua postura com a criação da CPI seja totalmente deplorável perante o clamor da população.

De fato, a forma insignificante de quem conduz uma Casa que tem suas prerrogativas e seu contexto político, não poderá se manter calada no caso Décio Sá, além de tantos outros que caracterizaram crime de pistolagem no Estado.

No entanto, fica a pergunta ao nobre presidente. Onde está a ética moral e o respeito pelo Regimento Interno do Poder Legislativo Arnaldo Melo?


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Roseana Sarney pede que deputados da base não votem para instalação da CPI da Pistolagem

Roseana Sarney tenta vetar CPI da Pistolagem

Roseana Sarney tenta vetar CPI da Pistolagem

A governadora Roseana Sarney (PMDB) mostrou ser contra o que poderia aprofundar mais ainda nas investigações da morte do jornalista/blogueiro Décio Sá, ocorrido no dia, 23, do mês anterior na Avenida Litorânea. Segundo informações, ela mandou aviso aos deputados da base aliada ao governo na Assembleia Legislativa, para que não assinem a proposta de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pistolagem no Maranhão.

O motivo da governadora tentar vetar uma das grandes iniciativas que a Assembleia poderá adotar, se deu pela forma negativa que seu governo junto ao secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, serão alvos de fortes criticas da sociedade, que até hoje cobra a elucidação deste crime bárbaro e hediondo.

Décio Sá ao lado da governadora Roseana Sarney

Décio Sá ao lado da governadora Roseana Sarney

A proposta de instalação da (CPI) para apurar os crimes de pistolagem no Maranhão, foi encaminhado a Mesa Diretora da Casa na manhã de ontem (02) pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, deputado Bira do Pindaré.

Até o fechamento desta matéria, já assinaram a CPI 13 parlamentares. São eles: Bira do Pindaré, Zé Carlos, Chico Gomes, Gardênia Gonçalves, Luciano Leitoa, André Fufuca, Valéria Macêdo, Otelino Neto, Marcelo Tavares, Elizine Gama, Neto Evangelista, Graça Paz e Carlinhos Amorim.

Com isso, falta apenas uma assinatura para instalação da CPI.


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